Minha primeira vez com uma cadela no cio

Marcelo tinha 19 anos e vivia com a mãe, Helena, numa casa modesta na periferia de Belo Horizonte. A família tinha uma cadela vira-lata chamada Mel, de porte médio, pelagem dourada e olhos meigos que sempre seguiam Marcelo pela casa como uma sombra fiel.

Helena trabalhava como diarista no centro da cidade, saindo cedo e voltando apenas ao fim da tarde. Marcelo, que cursava faculdade à noite, passava as manhãs e tardes sozinho com Mel na maioria dos dias.

Naquela terça-feira ensolarada, Helena saiu às sete da manhã como de costume. Marcelo tomou café, viu um pouco de TV e por volta das dez foi para o quintal brincar com Mel. Jogou a bola, correu com ela, fez carinho na barriga da cadela que rolava no grão feliz com a atenção.

Foi durante uma dessas brincadeiras que Marcelo notou algo diferente. Mel estava no cio, algo que ele não tinha percebido antes. A cadela apresentava o inchaço característico e uma secreção que deixou Marcelo intrigado. Ele se agachou para examinar melhor, separando os pelos da região.

Mel não se afastou, apenas lambeu a mão dele com afeto. Marcelo sentiu um arrepio estranho percorrer o corpo. O calor do dia, a solidão da casa e a curiosidade se misturaram numa sensação perturbadora.

Ele engoliu em seco. Olhou para os lados, confirmando que estava sozinho. O muro alto do quintal garantia privacidade total.

Marcelo acariciou a anca de Mel, sentindo a textura do pelo. A cadela permaneceu parada, abanando o rabo. Ele foi descendo a mão lentamente, sentindo o corpo quente do animal. Mel não reagiu negativamente, apenas continuou lambendo a mão dele.

O coração de Marcelo disparou quando ele tocou a região intumescida. A umidade e o calor eram evidentes. Mel soltou um ganido suave, mas não se moveu.

Sem pensar direito, Marcelo baixou as calças. A excitação era intensa, alimentada pela transgressão e pela novidade. Ele se posicionou atrás de Mel, agarrou suavemente os flancos da cadela e avançou devagar.

A sensação foi surpreendentemente quente e apertada. Mel permaneceu imóvel por alguns segundos, depois começou a se movimentar em consonância, como se understandsse o ritmo. Marcelo ofegou, agarrado ao animal, movendo-se com cadência crescente.

O silêncio do quintal era quebrado apenas pela respiração pesada de Marcelo e os ganidos ocasionais de Mel. Ele sentia o calor do corpo do animal contra sua pele, os pelos macios roçando em sua barriga.

Marcelo acelerou o ritmo, perdido na sensação inédita. A cadela relambeu os lábios e balançou a cabeça. Com um último movimento profundo, ele gozou, o corpo inteiro estremecendo. Permaneceu agarrado a Mel por alguns segundos, ofegante, sentindo o mundo girar.

Afastou-se e sentou na grama, a respiração ainda irregular. Mel se deitou ao lado dele, a cabeça apoiada nas patas, como se nada tivesse acontecido. Marcelo passou a mão pelo rosto suado, a mistura de satisfação e confusão se instalando no peito.

Levantou-se, ajeitou as calças e levou Mel para dentro. Deu água e ração para ela, depois tomou uma ducha fria. Quando Helena chegou ao fim da tarde, encontrou Marcelo estudando no quarto e Mel dormindo na sala, tudo aparentemente normal.

Faz tempo que não pratico, mas gostaria. Amigos do DF que pratiquem, me adicionem.


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Comentários


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salamander8989 Comentou em 04/10/2026

Uma delícia de conto se tiver alguém perto de Suzano SP e curta zoo me chama no salamande8989




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273908 - A Égua e o Garanhão - Categoria: Zoofilia - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha primeira vez com uma cadela no cio

Codigo do conto:
273909

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
04/10/2026

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