Helena trabalhava como diarista no centro da cidade, saindo cedo e voltando apenas ao fim da tarde. Marcelo, que cursava faculdade à noite, passava as manhãs e tardes sozinho com Mel na maioria dos dias.
Naquela terça-feira ensolarada, Helena saiu às sete da manhã como de costume. Marcelo tomou café, viu um pouco de TV e por volta das dez foi para o quintal brincar com Mel. Jogou a bola, correu com ela, fez carinho na barriga da cadela que rolava no grão feliz com a atenção.
Foi durante uma dessas brincadeiras que Marcelo notou algo diferente. Mel estava no cio, algo que ele não tinha percebido antes. A cadela apresentava o inchaço característico e uma secreção que deixou Marcelo intrigado. Ele se agachou para examinar melhor, separando os pelos da região.
Mel não se afastou, apenas lambeu a mão dele com afeto. Marcelo sentiu um arrepio estranho percorrer o corpo. O calor do dia, a solidão da casa e a curiosidade se misturaram numa sensação perturbadora.
Ele engoliu em seco. Olhou para os lados, confirmando que estava sozinho. O muro alto do quintal garantia privacidade total.
Marcelo acariciou a anca de Mel, sentindo a textura do pelo. A cadela permaneceu parada, abanando o rabo. Ele foi descendo a mão lentamente, sentindo o corpo quente do animal. Mel não reagiu negativamente, apenas continuou lambendo a mão dele.
O coração de Marcelo disparou quando ele tocou a região intumescida. A umidade e o calor eram evidentes. Mel soltou um ganido suave, mas não se moveu.
Sem pensar direito, Marcelo baixou as calças. A excitação era intensa, alimentada pela transgressão e pela novidade. Ele se posicionou atrás de Mel, agarrou suavemente os flancos da cadela e avançou devagar.
A sensação foi surpreendentemente quente e apertada. Mel permaneceu imóvel por alguns segundos, depois começou a se movimentar em consonância, como se understandsse o ritmo. Marcelo ofegou, agarrado ao animal, movendo-se com cadência crescente.
O silêncio do quintal era quebrado apenas pela respiração pesada de Marcelo e os ganidos ocasionais de Mel. Ele sentia o calor do corpo do animal contra sua pele, os pelos macios roçando em sua barriga.
Marcelo acelerou o ritmo, perdido na sensação inédita. A cadela relambeu os lábios e balançou a cabeça. Com um último movimento profundo, ele gozou, o corpo inteiro estremecendo. Permaneceu agarrado a Mel por alguns segundos, ofegante, sentindo o mundo girar.
Afastou-se e sentou na grama, a respiração ainda irregular. Mel se deitou ao lado dele, a cabeça apoiada nas patas, como se nada tivesse acontecido. Marcelo passou a mão pelo rosto suado, a mistura de satisfação e confusão se instalando no peito.
Levantou-se, ajeitou as calças e levou Mel para dentro. Deu água e ração para ela, depois tomou uma ducha fria. Quando Helena chegou ao fim da tarde, encontrou Marcelo estudando no quarto e Mel dormindo na sala, tudo aparentemente normal.
Faz tempo que não pratico, mas gostaria. Amigos do DF que pratiquem, me adicionem.
Uma delícia de conto se tiver alguém perto de Suzano SP e curta zoo me chama no salamande8989
tdescarado