Eu sempre fui o cara quieto da casa. Trabalho como estoquista num mercado, turno da noite. Durante o dia fico em casa, assisto TV, dou uma olhada nas redes sociais. Vida normal. Exceto por um segredo que carrego há seis meses.
Tudo começou numa terça-feira. Minha mãe e minha irmã tinham saído — Dona Conceição foi pro trabalho de diarista e Patrícia pra faculdade. Eu estava de folga e fiquei sozinho com Bela.
A cadela tinha entrado no cio na noite anterior. Eu percebi quando ela se esfregava nos móveis, a bucetinha rosa inchada e úmida, o cheiro forte no ar. Fiquei incomodado o dia todo, tentando ignorar.
Mas Bela não deixava. Vinha se esfregar na minha perna, no sofá, em tudo. De tarde, quando eu estava deitado no sofá de shorts, ela pulou e enfiou o focinho na minha virilha. Senti o hálito quente e a língua passar por cima do short, bem na altura do pau.
"Bel, sai," falei, empurrando ela. Mas o pau já tinha endurecido.
Ela voltou. Dessa vez passou a língua direto no pau, por cima do tecido. O calor e a umidade me fizeram estremecer. Senti o pau pulsar.
"Porra, Bela..."
Foi aí que cedi. Puxei o short pro lado e deixei o pau de fora. Bela farejou, lambeu os lábios e engoliu a cabeça na boca. A língua quente e áspera girava em volta da glande. O prazer foi intenso, diferente de qualquer coisa que já tinha sentido.
"Isso, Bela... mama..." murmurei, passando a mão na cabeça dela.
Ela chupou com dedicação por alguns minutos. Quando senti que ia gozar, puxei o pau da boca dela e gozei no chão. Bela foi e lambeu tudo.
Naquela noite não dormi. Fiquei pensando no que tinha feito. A culpa veio forte, mas junto veio a excitação. Sabia que ia acontecer de novo.
E aconteceu. Toda vez que minha mãe e irmã saíam, eu ficava com Bela. Primeiro só chupada. Depois comecei a tocar na bucetinha dela, sentindo o calor do cio. E numa quarta-feira, três semanas depois da primeira vez, fui até o fim.
Agora, seis meses depois, eu esperava ansioso todas as manhãs. Dona Conceição saía às sete, Patrícia às oito. Eu ficava sozinho com Bela até as quatro da tarde, quando minha mãe voltava.
Essa manhã era uma terça de sol forte. Ouvi a porta da frente bater às oito e quinze. Patrícia tinha saído. Minha mãe já tinha ido às sete. A casa estava vazia.
Fiquei na cama por alguns minutos, o pau já duro de antecipação. Bela estava no quarto dela, na caminha perto da porta. Me chamei e ela veio pulando, abanando o rabo.
"Vem cá, boneca. Papai tá com saudade."
Fechei a porta do quarto. Trancei. Verifiquei pela janela — a rua estava vazia. O muro alto garantia privacidade. Tudo certo.
Tirei a camiseta e joguei na cadeira. Depois o shorts e a cueca. O pau pulou para fora, completamente duro, pulsando. Bela farejou e lambeu os lábios, a língua passando no focinho.
"Já quer, né? Tô aqui."
Sentei na beira da cama e chamei Bela. Ela se aproximou e engoliu o pau na boca. A língua quente e áspera girava em volta da cabeça enquanto eu passava a mão no lombo dela.
"Isso, Bela... mama o pau do papai..."
Ela chupou com dedicação por alguns minutos. A sensação era incrível — a língua áspera estimulando cada terminação nervosa. Senti o ápice se aproximando e puxei o pau da boca dela.
"Espera. Hoje vou te comer direito."
Peguei Bela e a posicionei de quatro na cama. O rabo empinava naturalmente, a bucetinha rosa piscando, úmida. Passei o dedo na fenda, sentindo o calor e a umidade. Bela soltou um ganido baixo.
"Tá molhada. Tá com vontade, né?"
Umedeci os dedos e introduzi dois na bucetinha. A musculatura cedeu com facilidade. Bela permaneceu imóvel, apenas balançando as orelhas. Comecei a movimentar os dedos em círculos lentos, preparando o caminho.
"Assim, boneca. Relaxa pro papai."
Retirei os dedos e posicionei o pau na entrada. A cabeça encostou na bucetinha e Bela estremeceu. Empurrei devagar, sentindo o anel ceder gradualmente. O calor era intenso, mais forte que qualquer boceta de mulher que já tive.
"Caralho, Bela... tá quente..."
O pau entrou centímetro por centímetro. Bela soltou um ganido mais alto e permaneceu imóvel. Quando o pau estava completamente dentro, parei por alguns segundos, sentindo a apertidão envolver-me.
Comecei a me mover com estocadas lentas e profundas. O som úmido da penetração preenchia o quarto. Bela balançava em consonância, os pelos macios roçando contra minha barriga.
"Isso, boneca. Toma pau do papai..."
Acelerei o ritmo. O calor era intenso, a apertidão envolvia meu pau como uma luva quente. Bela gemia baixo, o corpo tremendo. Agarrei os flancos com firmeza, sentindo os músculos do animal sob as mãos.
"Bel... vou gozar dentro de você..."
Com um último movimento profundo, enterrei o pau até a base e gozei, o corpo estremecendo em ondas. O esperma quente preencheu a cadela. Bela deu um ganido e permaneceu imóvel.
Permaneci dentro dela por alguns segundos, ofegante. Afastei-me devagar e o esperma escorreu pela bucetinha. Bela se deitou na cama e começou a lamber a região.
"Foi bom, boneca? Foi bom pra você também?"
Bela abanou o rabo e me lambeu a mão. Fiquei ali, deitado ao lado dela, o corpo relaxado. O relógio marcava nove e trinta. Tinha o dia todo pela frente.
Levantei, tomei uma ducha e fui para a sala. Bela me seguiu e se deitou no tapete. Liguei a TV e fiquei assistindo, esperando a próxima vez. Sempre tinha uma próxima vez.
Às quatro da tarde, Dona Conceição chegou. Encontrou-me na sala assistindo TV e Bela dormindo no tapete.
"Opa, tá tudo certo, filho?"
"Tudo certo, mãe. Dia tranquilo."
"Que bom. Vou preparar o jantar."
Minha mãe foi pra cozinha. Patrícia chegou às seis. Jantamos os três juntos, conversando sobre o dia. Bela dormia perto da mesa, abanando o rabo quando alguém passava.
Ninguém desconfiava de nada. A casa era normal. A família era normal. Exceto pelo segredo que eu e Bela compartilhávamos todas as manhãs.
tdescarado