A sexta-feira correu bem, tentamos manter as aparências dentro do escritório. Trocamos olhares, mas falamos apenas de trabalho. Trocamos mensagens. — Amei a noite! Quero repetir — primeira mensagem de Betina. — Também quero, mas vamos com calma — respondi — vou dormir em casa hoje. — Tá bom, eu também. ????????— ela insistiu — Só nós dois. — Mas e o teu marido? — respondi — Teu marido pode ficar chateado. Não quero confusão! — Deixa que eu resolvo com ele — ela escreveu decidida. — Calma, combina com teu marido — Eu tentando sair da situação. Sei lá como o marido iria reagir. — Tá, então você vai em casa, faz o que tem que fazer e depois vai pra minha casa dormir comigo — Ela não desiste fácil. — Calma Betina, não quero armar confusão pra mim... nem pra ti. Teu marido pode não gostar. Ele pode ficar com ciúmes e de repente ele queira um tempo sozinho contigo?! — Tá bom. Você ganhou ???????? — ela respondeu — Mas amanhã dorme comigo, na sua ou na minha casa. — Ok. Então, combina com ele, diz que vai pra minha casa amanhã. — Ótimo. Ele não vai se importar. Trocamos mais mensagens durante o dia. Em todas ela tentava me persuadir a ir para casa dela. Não que eu não quisesse passar outra noite com ela, mas era preciso estabelecer um limite. Não estávamos iniciando um namoro, ela é casada. Mas ela é persistente e armou tudo e conseguiu o que queria. — Já conversei com o Juliano. Ele não ficou brabo, disse para aproveitarmos bem a noite. ??????— Mensagem dela. — Não entendi — respondi. — Vou dormir na tua casa hoje. Falei com ele, disse que quero uma noite só nossa. Só nós dois. Ele disse que tudo bem ????. Ela conseguiu o que queria e eu queria a presença dela. Então respondi. — Tá bom então. Vamos sair cedo hoje. 18 horas saímos. Aí podemos ficar mais tempo juntos. Em seguida ela foi ao banheiro e recebi outra mensagem dela. — Cuidado, abre sem ninguém por perto. Abaixo da mensagem um foto dela no banheiro do escritório. Aparecia apenas a calcinha, a frente da lingerie. Uma calcinha branca, com babadinhos de renda, quase transparente. Em seguida outra foto, agora da bunda linda dela, a calcinha só um fiozinho e uma escrita em dourado “LOUCA POR VC”. Se a intenção dela era me deixar louco de tesão, atingiu, com sucesso. Fiquei excitado, muito excitado. Esqueci totalmente o que estava fazendo. — GOSTOU? — Quando chegou a mensagem ela estava entrando na sala. Eu olhei bem nos olhos dela, mordi os lábios. Vontade de pegar ela ali, naquele instante. Tive que me segurar. — Tu é doida guria!!!! Eu não posso me levantar agora. — Enviei, respondendo à pergunta — Vou precisar meditar um pouco até a situação se acalmar. — ???????????? — Só emojis vieram em resposta. No almoço saímos com os demais colegas, almoçamos todos no mesmo restaurante. Por vezes, ao se levantar para ir ao buffet, Betina passou por trás de mim, me tocava, se roçava. Percebi que Maíra notou algo, me olhou diferente e deu um sorrisinho. Conheço bem Maíra, ela é esperta, muito atenta q pequenos detalhes. Almoçamos, voltamos ao escritório e por volta de 16 horas Maíra me envia uma mensagem. — Preciso falar contigo, em particular. Tem um tempinho agora? Vou estar na sala de reuniões. — Ok, em 5 minutos. Eu tinha certeza de que ela havia percebido algo. Maíra é gerente da área de engenharia/projetos. Uma mulher alta, por volta de 1,75cm de altura, branca de olhos castanhos, nariz afilado, lábios carnudos, cabelos negros compridos até a cintura, seios médios, parecem caber na mão, cintura fina e uma linda bunda, redondinha, empinada. Nua deve ser um espetáculo. Tem 37 anos, mas aparenta menos de 30. Sempre tive um tesão enorme nessa mulher, pois se veste bem, com roupas que valorizam muito suas curvas, mas nunca de maneira vulgar. Só que, infelizmente, nunca me deu abertura. Ela é sorridente, simpática e brincalhona. Não somos do mesmo setor, mas interagimos bastante, trocamos muitas ideias, conversamos muito, afinal nossos setores são dependentes um do outro. Isso levou a uma boa amizade, inclusive com conversas bem abertas, sem rodeios. Entrei, fechei a porta, sentei e ela com sorriso foi bem direta. — Está comendo a Betina?!?! — um misto de pergunta e afirmação. — Como é? — Me engasguei. — Tu tá transando com a Betina!!! — ela afirmou dessa vez — A guria cheia de sorriso pra ti, se esfregando no restaurante. Eu notei, não sou burra. — disse isso rindo já. — Como assim Maíra, que história é essa. — Falei, tentando a convencer, mas sem sucesso. — A guria é casada. — Que ela é casada, eu sei. Que tu é ligeiro também. Só não me comeu ainda, porque eu não caí na tua lábia. — Como assim ainda? — perguntei sorrindo. — Não muda de assunto. Pode me contar. Desembucha. — Disse ela. Maíra parecia alguém que está em um evento de leitura pública e nessa eu era o seu autor favorito. — Ok, transamos mesmo. — Eu disse. — Mas ela é casada Dan! — Sua afirmação veio seguida de uma pergunta — Ou está separada? — Ela é casada. — Respondi — Tá, vou te contar tudo. Maíra se encostou bem na cadeira, esperando a história. Seus olhos brilhavam. Fofoqueira do caramba. Então contei a história e ela ria, fazia caras e bocas, por vezes me questionava alguma coisa. Só omiti que havíamos transado no escritório. Falei que naquela sexta-feira, Betina iria pra casa comigo. Depois mudamos de assunto. Ficamos 1 hora de conversa. Por fim eu aproveitei e questionei. — Mas me diz, como assim “ainda“ não te comi. Tenho chances então??? — falei descaradamente e sorrindo. — Vai te foder Dan. — Ela respondeu rindo também. — Não é uma negativa — Eu disse. — ohhh... Gostei!!! — Nem vem — Disse ela. Sem ter uma negativa, criei esperança de transar com Maíra. Terminamos a “reunião” e voltei para minha sala. O restante do dia correu normalmente. Às 18 horas já haviam saído todos, apenas Betina e eu continuávamos no escritório. Chamei ela para irmos embora. Não antes sem nos atracarmos com beijos saindo faísca. No carro eu disse a Betina que havia dado bandeira no restaurante e que Maíra havia percebido, mas não contei sobre o teor da conversa na sala de reuniões. Eu sabia que Maíra não falaria nada. Betina disse que iria se segurar e evitar fazer aquilo novamente. Em meu apartamento, mal fechei a porta e Betina pulou no meu colo dizendo: — Passei o dia todo querendo te beijar e arrancar tua roupa. — Eu também. — respondi — louco pra vir logo e ficarmos sozinhos. Fomos para o sofá e ficamos namorando alguns minutos. Betina então disse que queria tomar um banho. Fomos ao banho. Namoramos mais um pouco, brincamos um pouco e nos bulinamos muito. Saí do banho, vesti uma bermuda e uma camiseta e peguei outra camiseta para ela. Fui a cozinha, comecei a preparar um café para nós. Betina entrou na cozinha vestida com minha camiseta. Enorme nela, mas ela estava maravilhosamente sexy vestida daquele jeito. Cabelos molhados, uma camiseta grande branca, suas coxas a mostra. Tomamos um café com ela sentada no meu colo. Um gole de suco, um beijo. Eu a abraçava e alisava suas coxas. Ela abria as pernas e eu tocava sua boceta sobre a calcinha. Aquele hamburguinho delicioso estaria na minha cama a noite toda. Me levantei com Betina no meu colo, a levei para o sofá, a coloquei sentada, me ajoelhei abrindo suas pernas. Beijei suas coxas, mordi. Ela gemia, ria, grunhia, agarrada aos meus cabelos. Tirou a camiseta, estava sem sutiã. Vestida agora apenas com a calcinha da foto. Então abri mais suas pernas e comecei a beijar e mordiscar sobre a calcinha, meus dedos foram puxando a calcinha de lado e minha língua passou a invadi-la suavemente. Depois eu abria a boca, tentando engolir por inteiro aquele hamburguer cheiroso, suculento, saboroso. Eu lambia tudo, meus dedos, 1, 2, 3, entravam e saíam arrancando gemidos mais altos agora. Ela puxava minha cabeça de encontro a ela pedindo para que eu não parasse, para que eu fizesse gozar assim. — Não para, não para. Chupa minha bocetinha, por favor. — Sua voz saía entre gemidos Ela rebolava, eu estava sem fôlego, chupei tanto que esquecia de respirar. Só queria sentir o cheiro e gosto dela. Ela começa a tremer, espasmos, gemidos contidos, sua respiração forte. — Tô gozando, tô gozando, não paraaa.... Suas pernas tremiam e ela tentava me afastar, mas eu não queria, queria continuar chupando. A agarrei pelas coxas e continuei, ela empurrava minha cabeça, implorando. Então parei, meu rosto todo melado, uma mistura de baba e o mel dela. Que delícia. Me deitei ao seu lado, ela me beijou, ficou aninhada a mim, abraçada... Delícia sentir seus seios me tocando, sua boca me beijando, sua pele encostada na minha. Eu alisando seu corpo. — Vamos pra cama — convidei. Peguei-a em meus braços e a levei para o quarto. Quando a deitei na cama, ela se virou, ficando de bruços, para que eu visse a calcinha. LOUCA POR VC era a escrita, seu rostinho de lado. — Gostou — me perguntou. — Adorei — respondi, me deitando de forma que meu rosto ficasse bem pertinho do bumbum dela. Acariciei, agarrei, dei uns tapas naquela bunda branca e deliciosa. A cada tapa dava um beijo. Passava os dedos, levantando o fiozinho da calcinha. — Quer tirar? — ela me pergunta — Não. — Respondi, mordendo os lábios — ainda não. Quero admirar um pouco mais. — Admire o quanto quiser. É toda sua. — ela disse com o rostinho apoiado o travesseiro, sorrindo. Voltei a beijar aquela bundinha deliciosa, abri as poupas e meti a língua no cuzinho rosado dela. Ela empinou a bunda de maneira que eu conseguisse lamber cuzinho e boceta. Puxei a calcinha de lado e lambi muito, minha ia do grelinho até cuzinho e voltava. Minha baba escorria. Minha língua penetrava sua bocetinha. Ela gemia gostoso com seu jeito dengoso. Depois meus dedos invadiam sua bocetinha e minha tentava invadir seu cuzinho, que piscava. Me levantei, tirei minha roupa e me deitei ao seu lado. Ela tirou a calcinha, chutando-a com o pé para o alto. Eu ne vi onde caiu. Beijos, arretos, mãos passeando pelo corpo, meus dedos tocando seus seios, seu hamburguinho, ela me masturbando, acariciando meu peito, meus braços. Betina passar a beijar meu pescoço, meu peito, minha barriga. Quando chega no meu pequeno amigo, faz carinha de safada... Vira de costas pra mim, ficando de 4 na cama, passa uma perna sobre o meu corpo me deixando com uma visão maravilhosa dela. Ela vem devagarinho se encaixando, descendo o corpo até agarrar e abocanhar meu amiguinho. Sua bocetinha deliciosa está novamente chamando minha língua. Assim ficamos por maravilhosos minutos, num 69 intenso. Por vezes ela rebola seu hamburguinho esfregando no meu rosto. Mel escorre daquela boceta saborosa. Eu sorvo tudo, meu pequeno amigo vibra com cada beijo, chupada e passar de língua que Betina faz. Após muitos minutos nessa posição, Betina se vira e vem deitar-se ao meu lado novamente, agora de costas, de modo que ficamos encaixados perfeitamente. Meu amiguinho vai deslizando, entrando vagarosamente em sua grutinha úmida. Entrando e saindo deliciosamente. Ela abre a perna e a poupa para facilitar os movimentos. Meus dedos estão masturbando-a, meu cravado em sua boceta. Nós ali, gemendo. Eu mordendo sua orelha e respirando forte. Ar quente saí de minhas narinas, de minha boca. Caralho, que tesão absurdo. — Enfia no meu cuzinho, enfia. — Ela me pediu. — Pedi denovo, pedi — Eu digo. Então ela com sua voz meiga, melosa, súplica. — Come meu cuzinho, por favor. Enfia teu pau no meu cuzinho. Meu macho... Meu dono. Tiro o pau da boceta dela, passo ele na entradinha do cuzinho e ali fico brincando um pouco, pressionando a cabecinha, sem enfiar. Ela súplica novamente. — Bota tudinho, bota, por favor. Tô louca pra sentir ele entrando no meu cuzinho. Quero que você goze no meu cuzinho. Essa bundinha é só tua. Começo a enfiar devagarinho, sentindo se abrir, entrando devagar. Ela geme baixinho, melosa, dengosa. Quando entra todo ela pediu para eu ficar parado e deixar ela o sentir pulsando lá dentro. Até tento ficar parado, mas aguento por poucos segundos. Logo estou mexendo. Entrando e saindo daquele cuzinho apertado, delicioso. Soco bastante ouvindo seus gemidinhos. Minutos e mais minutos nessa posição... suor escorrendo pelo corpo. Aviso que vou gozar. Jatos de leite inundam aquela bundinha branca. Eu paro, ela para e fica sentindo meu pau pulsando. Só me deixa tirar ele de lá quando já está caído, abatido no combate. Permanecemos deitados descansando e namorando. Depois um bom banho e vamos comer algo. Precisava repor as energias. Sentados a mesa da cozinha, ela lembra do marido. — Vou mandar mensagem pra ele. — Pega o celular e manda. Recebe algo em seguida e me mostra. A mensagem de Juliano dizia o seguinte. — Filma pra mim ou faz chamada de vídeo. — Se meu macho permitir, faço um vídeo pra você corninho. — ?????? — Ele responde. Após guardou o celular e me disse. — Essa noite é só nossa. Assenti e não falamos mais sobre o assunto. Comemos, voltamos para cama e transamos a noite toda. Acordamos por volta de 10 horas da manhã, na verdade, eu acordei. Betina estava em sono profundo. Fui a cozinha, preparei um café e levei na cama. Ela acordou se espreguiçando, me olhando com um sorriso estampado no rosto. Disse que a noite havia sido maravilhosa.
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