Uma vez, por falta de atenção, esqueci de apertar o botão para o ônibus parar e acabei descendo um ponto depois do que eu sempre desço, tive de retornar andando para casa. Enquanto caminhava em direção à casa topei com Gustavo que vinha na direção oposta e estava acompanhado do primo. O jeito que ele conduzia o menor tomou minha atenção.
Gustavo estava com uma bermuda e uma camiseta folgada que chegava até as perna, ele andava enquanto falava ao telefone, e também usava um boné que estava com a aba virada para o lado direito da cabeça, o jeito que ele estava vestido me fez rir. Seu sobrinho ia na lateral sendo guiado por ele com uma mochila nas costas e vestido um uniforme.
Ao nos cruzarmos ele parou de falar ao telefone e olhou para mim surpreso, ele timidamente ajeitou o boné deixando ele para trás e abriu um sorriso tímido para mim. Eu acenei com a cabeça e segui minha vida. Mas sabe quando você está andando e sente que tem alguém te olhando? Tive esse sentimento.
Depois desse dia eu comecei a encontrar Gustavo pela rua, ele sorria para mim e eu acenava com a cabeça, bem coisa de vizinhos que se trombam por aí, e cada vez ele parecia estar maior e mais branco, não sei como isso era possível.
Certa noite eu estava voltando para casa derrotado do dia de trabalho e me deparo com uma cena que me deixou até animado. A casa do Gustavo ficava no canto do quarteirão e de frente para a rua, como a casa era de canto, quem andava pela rua tinha uma visão direta para a casa, ela tinha três andares e os andares tinham portas de correr de vidro com insulfilm e uma varanda que interligava uma porta a outra e o que estava no segundo andar que me deixou animado.
Gustavo estava de frente para a porta conversando com alguém no celular dentro do quarto, ele estava com uma toalha em volta da cintura e ria. Seu corpo magro não tinha nenhum pelo, ele parecia uma vela de tão branco, mas seu corpo de alguma forma era gostoso, tinha algumas divisões em desenvolvimento.
Eu não sei se ele percebeu que tinha alguém olhando para ele, mas quando eu estava quase chegando ao canto da rua ele olhou na minha direção. Não sei exatamente como eu reagi, mas não consegui tirar os olhos do que via.
Lá em cima Gustavo parou de falar ao celular e ficou me encarando, nosso olhar ficou firme um no outro enquanto eu andava, e ele mordeu os lábios de uma forma travessa. Sua mão segurou no cós da toalha e desceu ela um pouco para baixo, se mostrando ainda mais para a rua, e seus pelos pubianos começaram a aparecer. Pensei por um momento que ele ia tirar a toalha, mas em vez disso ele fechou a porta.
Fiquei com aquela cena na cabeça durante um tempo, até olhei para trás para ver se ele estava se comunicando com alguém atrás de mim, mas não tinha ninguém mais na rua. Então aquela interação definitivamente era comigo.
Num sábado tinha saído para beber com uns amigos, e como o metrô fica aberto 24 horas durante o final de semana acabou o rolê e voltamos para casa por volta das 05 da manhã. Me despedi de meus amigos e desci na estação que fica próximo de casa. Estava bem alterado, mas ainda conseguia andar em linha reta.
Parei na escada rolante para conseguir sair da estação e quando olho para a escada ao lado Gustavo estava me encarando com as mãos no bolso, ele estava com os olhos baixos e um sorrisinho chapado no rosto, também tinha aproveitado a noite. Sorri para ele e saímos da escada ao mesmo tempo. Por algum motivo tentamos passar pela mesma catraca ao mesmo tempo, o que fez a gente rir.
Ele me deu espaço para passar e passou então atrás de mim, e começamos a andar um ao lado do outro na rua, como a gente morava no mesmo quarteirão, então iríamos pegar o mesmo caminho.
Arrisquei a olhar para o lado e ele me encarava com curiosidade.
Eu não sei o seu nome, e a gente se conhece a bastante tempo. - Ele disse meio chapado.
Eu sou o Ben, e eu sei que você é o Gustavo, sobrinho da Carminha. - Como estava bebido, estava mais solto.
É, eu sei que você sabe quem eu sou.
O papo morreu ali e continuamos a andar.
Na saída do metrô tem uma área de mata que corre um valão, ele tem um calçadão que o pessoal durante o dia faz caminhada e onde ficam estacionados os carros, o que separa a área de mata do calçadão são aquelas defensa metálica. Tinham muitos carros estacionados por ali, então quem dirigia pela rua não conseguia ver o que acontecia do lado da calçada.
Vi você me olhando naquele dia - Ele comentou.
Você estava de toalha de frente pra rua, qualquer um que passasse ali ia ver.
Gostou do que viu? - Ele sorriu safado quando perguntou.
Não posso negar, gostei sim.
Quer ver tudo?
Cê tá chapado?
Não, com tesão. Olha aqui.
Eu estava olhando para ele, mas não sei se era a cachaça, mas não percebi que Gustavo tinha colocado o pau para fora. Eu tomei um susto pela ousadia de fazer aquilo no meio da rua. Mas também me assustei com o tamanho do pau dele.
Não sei o que esses novinhos estão tomando, e nem como alguém tão magro tinha um pau tão grosso. O Pau do Gustavo era bem branquinho, longo e do tipo cone, que é mais fino na cabeça e vai engrossando na base, a cabeça estava extremamente vermelha de tesão.
Olhei assustado para os lados pensando que alguém podia ver aquilo, mas estava de madrugada, não tinha ninguém na rua.
Tá louco garoto?
Por uma mamada? Sempre.
Nós dois paramos ao mesmo tempo de andar, olhei para o pau de Gustavo, que pulsou, e depois olhei de volta para ele, os olhos baixos de Gustavo estavam cheio de malicia e eu pensei, por que não?
Segurei no pau dele com um pouco de força por conta da bebida, ele fez uma careta, então puxei ele para dentro da mata, passando por cima da defensa metálica, ele só me seguiu. Gustavo parou encostado em uma árvore e segurou no meu pescoço afoito para que eu começasse o boquete logo.
Me ajoelhei no chão e no primeiro momento apenas senti o cheiro de rola dele, tinha um cheiro de mijo com suor que me deixou até excitado no momento. Passei o nariz por toda extensão do pau dele até chegar nos pentelhos que estavam bem volumosos.
Chupa logo - Implorou ele.
Eu ri e abri a boca para abocanhar aquele pedaço de carne, ele afoito ou talvez com pouca experiência puxou minha cabeça com tudo na direção da rola dele, esse movimento fez a rola dele entrar com tudo na minha boca e me fez engasgar com força. Gustavo se assustou e começou a bater na minha costa enquanto eu tentava recuperar o ar.
Foi mal, desculpa. - Ele disse assustado.
Tá tudo bem, fica parado e deixa eu trabalhar. - Disse empurrando o corpo dele contra a árvore.
Ele concordou me encarando de cima, mesmo com o episódio a rola dele continuava trincando de dura. Respirei fundo e segurei novamente na base do pau dele, lambi a cabeça devagar o que fez ele soltar um gemido e segurar no meu cabelo involuntariamente. Bati na mão dele e ele se assustou largado meu cabelo rapidamente.
Comecei a chupar devagar a rola dele, me demorando na cabeça, comecei brincando com a língua pela parte da cabeça, dando leve mordidinhas na glande e sugando o que podia da abertura da uretra. O corpo de Gustavo amolecia mais a cada chupada que eu dava nele.
Fui avançando no pedaço de carne que estava na minha boca, chupando cada vez mais rápido e com mais vontade, comecei a sentir a rola dele entrando pela minha garganta e os pentelhos começando a me sufocar, aquilo estava tão gostoso e como o pau dele era mais fino no início não estava machucando tanto para fazer garganta profunda.
Parei com a mamada e levantei a rola de Gustavo para trabalhar nas bolas, ele resmungou alguma coisa, mas eu não consegui ouvir, abocanhei uma bola e ele tremeu, fiquei brincando com as bolas dele, cada vez eu chupava uma e ele se tremia todinho. A minha cara já estava melada por causa da mamada, porém eu sentia o pré gozo de Gustavo caindo sobre mim, o pau dele estava babando demais.
Voltei a chupar a rola de Gustavo com ímpeto, e cada vez mais ele ia ficando mais mole e mais aberto, parecia que ele estava perdendo as forças com a mamada. E como ele estava com a calça e cueca no pé, me atrevi a meter a mão na bundinha dele, não era grande, mas era muito durinha. Ele não reclamou, e esse ato fez ele começar a mexer a rola na minha boca, até aquele momento eu estava comandando as coisas.
PEguei a mão de Gustavo e coloquei sobre minha cabeça sem parar de chupa-lo, ele segurou no meu cabeço de imediato e continuou a movimentar seu quadril contra meu rosto, ele tentou se controlar no início, mas logo já estava tratando minha boca como um buraco para meter, quando ele começava a me sufocar eu batia na perna dele e ele desacelerava a metida, mas toda vez voltava a movimentar com mais força e vontade.
Como minha mão ainda estava na bunda dele, escorreguei meu dedo para o seu cuzinho, ele tinha alguns pelos ao redor do cuzinho, mas o resto de sua bunda era toda lisinha. Esse toque fez com que Gustavo enlouquecesse, ele soltou um gemido mais alto e longo e começou a socar a rola na minha garganta com mais força.
Meu dedo procurava espaço naquele orifício, mas por conta da movimentação frenética ficava um pouco difícil de entrar. Tirei o pau de Gustavo da boca e isso fez com que ele acertasse minha bochecha, ele me questionou o motivo de eu ter parado, eu apenas olhei para ele e cuspi no meu dedo. Segundos depois meu dedo estava tateando o cu de Gustavo novamente, o pau dele pulsou tão forte com esse toque que me assustou.
Tomei a iniciativa de virar Gustavo de costas para mim, o que ele fez sem pensar muito, e logo empinou a bunda para mim. Abri aquela bundinha dura e quase gozei quando vi o cuzinho rosinha de Gustavo, todo fechadinho e com pelos crescendo ao redor.
Minha linguá vacilou primeiro pelo rego tirando um gemido rouco de Gustavo, quando minha língua raspou pelo orifício de Gustavo ele jogou a cabeça para trás urrando de tesão, isso me assustou um pouco já que estávamos na rua, mas foi tão bom saber que eu tava dando tesão para ele.
Comecei a linguar Gustavo devagar, aproveitando cada prega daquele cu com a língua. Abria a bunda dele para ter um acesso mais fácil ao cu e mordiscava as bordas deixando Gustavo todo arrepiado. Brincava com o dedo na portinha do cu dele e ele piscava o cu em resposta.
Tentei enfiar o dedo e ele se assustou, cuspi um pouco mais no dedo e voltei a cutucar o cu de Gustavo com o indicador, ele suspirou alto quando meti o inicio do meu dedo, mas era tão apertado que mesmo bem lubrificado era difícil de empurrar o dedo.
Virei novamente Gustavo de frente para mim e seu pau parecia uma cachoeira de tanto pré gozo que ele soltava, aquilo era impressionante. Voltei a chupa-lo com vontade enquanto cutucava o cu dele com o dedo, Gustavo fechava as mãos em punhos ou então segurava na minha cabeça para continuar mamando, sempre movimentando o quadril contra minha cara.
Nesses movimentos involuntários dele meu dedo acabou entrando todo no seu cu, o que o fez quase gritar, ele tapou a boca e olhou para mim assustado, e simplesmente começou a gozar na minha boca. Pensei que o cu dele ia decepar meu dedo fora de tanto que ele apertava enquanto gozava na minha garganta, foram 05 jatos fortes, e era tanto gozo que tirei a rola dele da minha boca para não sufocar e acabei levando mais jatos no rosto e no cabelo.
Gustavo tremia encostado na árvore, eu retirei o dedo do cu dele devagar, ele gemeu e desfaleceu contra a árvore. Sentei no chão de frente para ele tentando limpar o que conseguia do gozo dele em mim. Ele tentou reunir forças para se vestir.
Caralho, isso foi muito bom - Ele falou levantando a calça.
Essa foi sua primeira mamada? - Perguntei me levantando.
Não… - Ele disse meio relutante.
Você parecia bem inexperiente.
Não foi a primeira, só que eu não recebi muitas… Sabe?
Tudo bem, você só precisa manter a calma e deixar a pessoa que está te mamando respirar.
Desculpa. - Ele parecia bem envergonhado.
Tá tranquilo, eu gostei.
Sério? - Ele ficou extremamente animado. - Amanhã posso ir na sua casa e você me mama de novo, o que acha?
Eu apenas ri e segui andando ao lado dele na rua.