Meu Machinho



Meu Machinho

Meu filho tinha 12 anos quando fiquei viúva. Não tenho nenhum familiar na cidade em que moro, então tive que assumir todos os compromissos para cuidar do meu filho, da casa, trabalho. Com a vida tão atribulada nunca mais tive tempo de pensar em homem. Estou há quase 5 anos sem saber o que é sexo. Como somos só nós dois, temos uma relação muito próxima e por não ter pai nem irmãos sempre fiz questão de falar sobre todos os assuntos com o meu filho. Ele com suas inseguranças de adolescente, principalmente agora descobrindo a sexualidade. Sempre dei total liberdade para ele falar sobre tudo, na verdade até incentivo que ele fale tudo comigo, sem tabus ou julgamentos. Ele já tinha beijado umas garotas e me contava sempre como tinha sido, o que tinha sentido. Eu achava ótimo, afinal sonho com um filho homem que um dia vai me dar uns netinhos. Foi então que meu filho chega em casa todo feliz com a novidade, estava namorando. Eu custei a acreditar, mas lá estava ele com o telefone na mão me mostrando o Instagram da Carla. Uma garota do colégio dele, mesma idade, loirinha, branquinha, olhos verdes, magrinha, seios pequenos, já não fui com a cara dela, acho que já estava com ciúme desde o começo. Não quis demonstrar nada, apenas fingi interesse. Ele falou que os pais dela queriam me conhecer, que ela nunca tinha namorado e que os pais dela são muito rígidos. Eu concordei em ir vê-los. Ele falou que estava gostando dela, nossa foi como uma faca no meu peito. Chegado o dia fui com ele na casa da Carlinha. Conheci os pais, um casal bonito, um homem grande, barba cerrada e a mulher loirinha e miuda, com certeza a menina puxou a mãe. Foi uma conversa agradável, o pai fez suas recomendações, falou que não permite namoro no quarto com porta fechada, que leva e busca os dois em todos os eventos, que a menina não pode chegar tarde em casa, que nunca namorou e blá blá blá. Garanti a eles que comigo seria do mesmo modo, que a trataria como filha e que podiam confiar.


Sempre que ele chegava em casa depois de namorar eu ficava perguntando como tinha sido, o que tinha rolado e tal. Com um mês de namoro, ele me contou que a safada da Carlinha tinha deixado ele passar a mão na bunda dela. Perguntei o que ele tinha sentido ele ficou meio encabulado mas depois contou que foi muito gostoso. Perguntei se ele tinha ficado de pau duro e ele disse que sim. Perguntei onde tinha sido ele falou que foi na escada do prédio dela. Que eles ficaram se beijando e ele ficou passando a mão no bumbum, mas que no seio ela não deixou. Fiz um terrorismo com ele, falei que se o pai dele pegasse eles, ele estava morto, que ele ia cobri-lo na porrada. Ele ficou com medo. Falei pra ele chamar ela pra nossa casa que era mais seguro. Eles combinaram de ir ao cinema e eu fiquei de levá-los. Ele combinou comigo de esquecer a carteirinha de estudante em casa pra ter motivo de subir e passar um tempinho com ela no quarto, concordei mas coloquei a regra da porta aberta. Achei meu machinho criativo. Peguei a guria na casa dos pais dela e assim fizemos. Eu estava com ciúme e curiosa, então fiquei espiando os dois no quarto. Eles não paravam de se beijar. Ele passava a mão no corpo dela, nos seios, pernas, bumbum. Ela estava de saia e uma camisa de alcinha. Ele ficava tentando e ela segurando pra ele não tirar os peitos dela pra fora. Fiquei só imaginando o tesão que aquela putinha estava sentindo. Eu mesma fiquei molhada ao vê-los. Fiz um barulho e da sala chamei eles pra irem para o cinema. Deixei os dois no estacionamento do shopping. Eles desceram do carro e eu não aguentei e me toquei ali mesmo. Eu estava de saia, abri as pernas e troquei minha boceta que ainda estava molhada. Fiquei imaginando ele comendo ela, sentia um misto de ciúmes e tesão, algumas pessoas passaram pra pegar seus carros mas eu não parei de me tocar, meu coração estava acelerado, acho que nunca senti tanto tesão na minha vida, era como se eu também fosse uma adolescente virgem, como eu queria sentir um homem entre minhas pernas, gozei muito gostoso, meus quadris tremeram. Eu não gozava há muitos anos. Sai com o carro rindo pelo trânsito, olhava para os bares à procura de um macho interessante. Dei gargalhadas ao lembrar da loucura que tinha feito. Busquei os dois no cinema, deixei a projeto de meretriz em casa. Quando chegamos perguntei como tinha sido e ele falou que ela tinha deixado ele passar a mão nos seios e no bumbum, que tinha sido muito gostoso, que ficou muito excitado, mas que ela não deixou ele tirar os seios dela pra fora. Eu falei que na próxima ele deveria beijar o pescoço dela e descer os beijos para os seios que ela deixaria. Falei pra ele tocar na boceta dela também. Expliquei que o clitoris é extremamente sensível, que ele deveria fazer movimentos circulares com o dedo por cima da roupa mesmo e que ela ia ficar maluca de tesão. Só de falar essas coisas vi que ele já ficou de pau duro. Minha xoxota até piscou de tesão também.

No próximo encontro ele pediu pra ficar só no quarto e não ir ao cinema. Deixei. Na verdade eu estava ansiosa esperando pra vê-los novamente. Então foram para o quarto, liguei a TV na sala. Tirei minha calcinha e fui espiá-los de longe. A piranha estava de saia longa e uma camisa de botão. Eles não paravam de se beijar. Ele fez como eu disse, foi beijando o pescoço e foi descendo para os seios. Desabotoou a camisa dela, ela estava sem sutiã. Tinha os seios pequenos, rosados, pontudos, ele chupava e ela gemia baixinho, levantei minha saia, minha racha já estava molhada e quente. Fiquei imaginando o tesão que aquela menina estava sentindo. Ele então começou a passar a mão na canela dela, foi subindo e tocando o lado interno das coxas. Ela foi abrindo as pernas devagar. Quando ele tocou aquela bocetinha virgem, ela fechou os olhos e mordeu os lábios. Aquela putinha estava toda entregue para o meu machinho. Eu vi quando a vagabunda gozou e fechou as pernas e mandou ele parar. Ele não entendeu que ela tinha gozado. Nessa hora eu também gozei. Fui pra sala e fiz alguns barulhos. Depois chamei pra levá-la na casa dela. No caminho os dois foram se beijando no banco traseiro e eu fui dirigindo com as pernas abertas sem calcinha e cheia de tesão. Quando chegamos em casa fui logo perguntando como tinha sido com ela. Ele estava doido pra me contar tudo. Contou que chupou os peitinhos dela e tocou na bocetinha dela. Que ela estava muito, muito molhada. Ele me falou que estava com os testículos doendo de tanto tesão. Falei que ele precisa se aliviar, nessas situações. Dava pra ver que ele estava de pau duro ainda cheio de tesão. Não demorou nada ele foi para o quarto. Tirou a roupa e começou a se masturbar. Nossa ele tem um pau enorme, que vontade de sentar naquele cacete e ensinar umas coisinhas pra ele. Ele gozou muito, muitos jatos de porra, eu gozei gostoso vendo aquele cacete jorrar. No dia seguinte no café da manhã conversamos novamente sobre ela. Falei que ela é muito safada, uma putinha mesmo. Falei que com certeza ela já tinha feito tudo aquilo com outros caras. No começo ele ficou furioso. Depois começou a concordar comigo. Falei que os próximos passos seria ele comer ela, que ela era fácil. Falei pra ele não enfiar naquela putinha, que ela queria era ficar grávida e que isso acabaria com o futuro dele. Ele ainda argumentou que usaria preservativo mas eu menti dizendo que arrebentam muito fácil, que não era seguro. Falei pra ele aproveitar o máximo mas pra não enfiar o pau dentro dela. Falei pra ele gozar na boca dela. Ele disse que ela nunca deixaria. Eu falei que ela é safada e ia gostar. Toda essa história estava me deixando com muito tesão. Acho que o tesão de anos aflorou todo de uma vez em mim. Pensei comigo, vou arrumar um pau pra me comer, senão vou acabar fazendo bobagem. Depois do trabalho me arrumei, fiquei bem cheirosa, coloquei uma saia curta, uma calcinha de renda enfiada na bunda, uma blusa com um decote e fui sair. Ele me olhou e perguntou onde ia daquele jeito. Falei que ia sair pra espairecer um pouco. Fui pra um barzinho perto de casa. Rapidinho um conhecido sentou na minha mesa, bebemos, conversamos e ele me chamou pra ir para um lugar mais reservado. Ele nem imaginava que era isso mesmo que eu queria. Entramos no carro dele e já começamos com os beijos e aquela pegação. Ele passava a mão nos meus seios, pernas, bunda, mamou nos bicos dos meus seios, me beijava e massageava minha boceta. Ele já queria ir para o motel mas vi que tinha alguma coisa errada. Eu não estava excitada, não estava molhada, eu não sentia nada. Vi que não ia rolar. Tirei o pau dele da calça e bati uma pra ele. Ele gozou bem gostoso na minha mão. Fui embora gostando da aventura mas insatisfeita por não ter rolado como eu imaginei.Quando cheguei em casa ele perguntou se eu tinha me encontrado com algum homem. Respondi que posso namorar assim como ele, que ficou emburrado o resto da noite.


Eu estava doida para o próximo encontro dos dois. Coitados dos pais daquela garota, mal sabem eles o que ela faz quando ninguém vê, com aquela carinha de santa não me engana. Novamente a desculpa foi o cinema. O pai deixou ela na minha casa, falei que ficaria de olho nos dois, mal sabia ele como. Eles chegaram e já foram para o quarto, porta entreaberta como sempre, norma da casa. Falei que ia ao supermercado e que estava voltando. Abri a porta, tranquei mas fiquei em casa. Ele estava de bermuda de academia e camiseta, ele é menino mas já tem 1,80 de altura, corpão. Ela estava de calça e camiseta. A primeira coisa que ele fez foi tirar a blusa dela e dele. Ela ficou de sutiã, mas não demorou muito pra ele tirar também. A safada ficou exibindo aqueles peitinhos pontudos. Vi quando ele pegou a mãozinha dela e colocou sobre o cacete duro. Ela ficou apertando, parece ter gostado de segurar. Ele tirou pra fora e ela gostou. Ela deu uma olhada e ficou espantada com o tamanho. Meu machinho já foi colocando a tora na boquinha da safada. Ela ficou meio parada e ele fez movimentos como se estivesse metendo na boca dela, mas rapidinho ela pegou o jeito e começou a mamar. Ele tirou a calça dela, que ficou só de calcinha. branca. Ele segurou a cabeça dela e ela foi mamando bem gostoso o meu machinho, vi na cara dele o gozo chegando, minha boceta piscou, senti um arrepio pela barriga, a putinha ficou com a boquinha cheia de gozo, mas ele não tirou o pau da boca dela, ela parou mas ele continuou enfiando na boca dela, o esperna escorria pela boca, pescoço, seios, ela deve ter bebido muito leitinho. Ele então tentou tirar a calcinha dela, mas ela resistiu, falou que não estava preparada para a primeira vez. Ele disse que ia apenas chupa-la. Depois de uma certa hesitação ela cedeu. Ele tirou lentamente a calcinha. A bocetinha dela é muito pequenininha, em pé quase não se vê nada, apenas um risquinho rosado. Ele a deitou na cama e abriu suas pernas. Fez exatamente como eu havia ensinado, foi passando a língua primeiro em toda a rachinha e depois se concentrou no clitoris em movimentos circulares, foi tocando com o dedo no cuzinho dela que gemia baixinho e arqueava o corpo. Depois de uns minutinhos sua respiração começou a ficar mais ofegante, ela segurou a cabeça dele entre as pernas e seu gozo era óbvio. Ele ainda permaneceu por mais alguns segundos chupando até que ela o afastou empurrando a cabeça que antes segurava. Ela ficou ali com os olhos fechados, as penas abertas, a bocetinha arreganhada se oferecendo para o meu machinho. A vagabunda estava doida pra levar vara. Imediatamente corri para a porta, destranquei, abri, bati. Gritei da sala que tinha chegado. Passei direto para o chuveiro, meu corpo queimava, era como uma febre, minha xoxota ainda estava molhada e quente, meu mamilos intumescidos, meu grelo inchado, durinho, me toquei com aquelas imagens vivas, gozei rapidamente. Saí do banho e vesti apenas um pijaminha, sem calcinha e sem sutiã, precisava arejar um pouco. Fui pra cozinha preparar alguma coisa pra eles comerem. Ela não tirava os olhos do meu corpo. Ele também me olhava, meus bicos que são grandes estavam mais duros que o normal marcando o cetim azul. Finalmente o pai da garota chegou e ela foi embora. Ele veio logo conversar, queria contar sua experiência, ele não parava de elogiar a vagabunda. Falou como ela chupa gostoso, como tem o corpo lindo, como a bocetinha dela é linda, quente, molhada. Quanto mais ele falava, mais sentia um aperto no peito, um ciúme que nunca senti por nenhum homem. Vi que ele foi ficando de pau duro a medida que contava tudo pra mim. Ele falou que a Carlinha perguntou se eu sempre me visto assim perto dele. Acho que ela também tem ciúme de mim. Sempre fico à vontade em casa, afinal é minha casa. Falei pra ele que também estou precisando de um namorado e perguntei se ele me acha atraente. Ele meio sem jeito, disse que procurou mas não encontrou outra palavra e que sou muito gostosa. Perguntei porquê. Ele disse que tudo no meu corpo chama a atenção, que tenho a bunda grande, seios grandes e que até minha boceta é grande. Pedi pra ele explicar melhor e como sabe disso. Ele falou que já me viu de calcinha, sem querer enquanto dormia e que tanto olhando por trás como de frente tenho um pacotão e que até mesmo de legging fica marcando o testão. Que meu bicos estão sempre marcando a roupa. Falou que não gosta de trazer amigos em casa porque todos ficam olhando para o meu corpo. Foi gostoso saber que ele fica olhando para a minha boceta, tenho certeza que ele tem vontade de me comer. Perguntei que dia a boqueteira vem, ele ficou chateado, falou que ela é sua namorada pra eu não falar assim dela. Falei que ela com aquela carinha de anjo já deve ter mamado muito cacete. Perguntei se ela foi desajeitada ou se fez como profissional, ele ficou em silêncio e não me respondeu. Falei pra ele comer a boqueteira, afinal de contas ela já é bem vadia. Só falei pra ele não se apaixonar demais e não engravidar a menina. Perguntei se ele quer ter só uma mulher a vida inteira, se quer largar tudo pra ter uma familia sendo tão jovem. Ele ficou pensativo. Comprei preservativos pra ele. Falei pra ele meter a vara naquela puta, que ela estava doida pra dar pra ele.

Eles marcaram na sexta-feira. O filme seria: Um filme Minecraft. O mundo tá perdido, mal sabia o casal conservador que a filhinha boqueteira gostava tanto de um pau. Os pais deixaram ela na minha casa, eu levaria no cinema e eles a pagariam na minha casa mais tarde. Rapidinho foram para o quarto. Com de costume porta entreaberta. Deixei as luzes da sala e do corredor apagadas. Eles não perderam tempo e já começaram os beijos, mas ela estava preocupada com minha presença. Me arrumei toda com uma minissaia, uma blusinha, salto alto, sem calcinha e sem sutiã é claro. Ao sair eles me olharam de cima embaixo. Ele estava incomodado por ver a mãe sair tão sexy, mas o tesão falou mais alto e ele apenas se despediu. Novamente segui meu estratagema. Abri, fechei a porta como se tivesse deixado os pombinhos a sós. O roteiro se repetiu. Ele ficou nú e colocou a safada pra mamar, mas dessa vez não gozou na boquinha dela. Tirou toda a roupa dela e foi chupando aquele corpinho miúdo. Então ele pegou um preservativo e colocou no pauzão. Ela disse que não queria fazer, mas ele insistiu. Ele ficou em cima dela aos beijos, tocando a bocetinha dela. Eu estava encostada na parede, me tocando, coração disparado, meu corpo ardia. Ouvi ela dizer que pau dele é muito grande e que ia machucá-la. Entendi logo que a putinha ia tirar a virgindade do meu machinho. Meu corpo escorregou para o chão. Ele disse que ia enfiar devagar com muito carinho, ela consentiu com a cabeça. Ele abriu as pernas dela e eu também abri as minhas. Vi quando o pau dele começou a forçar entrada naquela rachinha pequena demais. Ela fechou os olhos, fez uma cara de dor, aquela tora enorme foi entrando, ela falou pra ele parar, estava machucando, mas ele continuou enfiando a vara nela, ela disse que ele estava rasgando ela, então ele parou, continuou atolado dentro dela imóvel. Foi beijando o pescoço dela, a boca e começou um vai e vem gostoso, cada enfiada arrancava um gemido da safada. Ele gozou rápido. Me levantei e fui para o meu quarto, fechei a porta. Nossa que vontade de sentir aquele cacete dentro de mim, sentir aquela bombada forte, tomei um banho frio e fui para a sala. Eles estavam na cozinha comendo pizza e bebendo coca-cola, duas crianças novamente, dois fingidos. Quando ele desceu para deixar a namorada com os pais, aproveitei para entrar no quarto, senti o perfume dele e cheiro da boceta dela. No lençol pude ver porra, sangue e suor. Agora meu machinho se tornou um homem e sei que tudo vai mudar, melhor arrumar minha metade da laranja, nessa casa não existe mais inocência.

Foto 1 do Conto erotico: Meu Machinho

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu Machinho

Codigo do conto:
274175

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/10/2026

Quant.de Votos:
3

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5