Ele sempre soube que a mulher era gostosa. Mas depois que Camila começou a malhar pesado, a bunda dela virou um problema. Não um problema qualquer… um problema de porra. Ficou enorme. Pesada. Redonda. Daquelas que balançam quando ela anda e marcam o legging de um jeito obsceno. Os caras da academia não disfarçavam mais. Olhavam, comentavam, alguns até chegavam nele.
No começo André sentia raiva. Depois era só pau duro.
A proposta do Dr. Renato veio numa sexta-feira. Cinquenta mil por um mês. Camila ia morar com ele, fazer tudo que o médico quisesse, e André só entraria quando fosse chamado. Ele aceitou na hora. O dinheiro era bom. Mas o que realmente fez ele assinar foi a imagem mental da esposa de quatro, a bunda gigante sendo aberta por outro pau.
A primeira noite que ele teve permissão de ir ver, as pernas tremeram na porta do apartamento.
Camila estava no meio da sala, de quatro no sofá preto, só de legging cinza rasgado no meio. O Dr. Renato metia com força, as duas mãos segurando aquela bunda monstra, abrindo e fechando enquanto o pau grosso sumia inteiro. O barulho era molhado, pesado. Cada estocada fazia a carne dela tremer.
André ficou parado na entrada, pau latejando dentro da calça.
O médico olhou por cima do ombro e sorriu.
— Entra. E tira a roupa. Quero que você veja de perto o que comprou.
André obedeceu. Tirou tudo. O pau pequeno já estava pingando. Ele se ajoelhou ao lado do sofá, perto demais. Via cada detalhe: a buceta da mulher esticada no pau grosso, a porra antiga escorrendo pela coxa, a bunda marcada de tapa.
Camila virou o rosto suado e olhou para ele. Os olhos estavam vidrados de prazer.
— Tá vendo, amor?… ele me fode tão fundo…
André só conseguiu balançar a cabeça. O pau latejava. Ele começou a bater punheta devagar, sem conseguir desviar o olhar.
O Dr. Renato puxou o cabelo dela, meteu até o fundo e gozou com um grunhido baixo. Quando tirou o pau, um fio grosso de porra escorreu da buceta de Camila e pingou no sofá. Ele olhou para André.
— Agora limpa. Com a boca.
André engatinhou até ela. O cheiro era forte: sexo, suor e porra de outro homem. Ele abriu a boca e chupou. A língua entrou na buceta quente e escorrendo da esposa enquanto o médico já endurecia de novo atrás dela.
Camila gemeu alto, empurrando a bunda contra a cara do marido.
— Isso… limpa tudo… bom menino…
André sentiu o pau do médico roçar sua orelha quando ele enfiou de novo. A cada estocada, a bunda gigante da mulher batia no rosto dele. Ele continuou chupando, engolindo a porra misturada com o gosto dela, enquanto o médico fodia a esposa com força.
Naquela noite André gozou duas vezes só de olhar e lamber.
Sem ser tocado.
Sem meter.
Só de ser o marido que vendeu a mulher.

