A noite em que realmente acontece



O apartamento estava escuro quando o interfone tocou. Eram quase onze da noite. Laura estava de vestido preto curto, sem sutiã, sem calcinha. O tecido fino marcava os mamilos duros e a curva da bunda. Marcos abriu a porta.
O homem que entrou se chamava Rafael. Alto, ombros largos, braços grossos, uma barba curta e um olhar que já descia pelo corpo de Laura como se ela fosse um pedaço de carne. Ele não cumprimentou com aperto de mão. Só olhou pra ela e falou, a voz grave:
— Então é essa a putinha do marido.
Laura engoliu seco. O coração batia tão forte que ela sentia no pescoço. Marcos fechou a porta atrás de Rafael e ficou em silêncio, já com a calça marcando.
Rafael andou até ela, parou bem perto, quase colado. O cheiro dele era de perfume barato e suor limpo. Ele segurou o queixo de Laura com os dedos grossos e forçou ela a olhar pra cima.
— Abre a boca.
Ela obedeceu. Rafael enfiou dois dedos na boca dela, fundo, até quase engasgar. Ela engasgou, a saliva escorrendo pelo canto da boca. Ele sorriu.
— Boa. Já começa se portando como puta. Seu marido falou que você queria ser comida na frente dele. É verdade?
Laura tirou os dedos da boca com um fio de saliva ligando a língua aos dedos dele.
— É… — a voz saiu rouca. — Eu quero.
— Quer o quê? Fala direito.
— Quero ser comida na frente do meu marido. Quero gozar pro seu pau. Quero engolir sua porra.
Rafael soltou uma risada baixa.
— Olha só. A casada já tá pedindo. — Ele se virou pra Marcos. — E você? Vai ficar só olhando igual um cuckzinho ou vai ajudar?
Marcos engoliu em seco. A voz saiu rouca:
— Eu vou assistir. E depois eu decido.
— Bom. Então senta ali e não atrapalha.
Rafael empurrou Laura até a cama. Ela caiu de costas. Ele puxou o vestido pra cima, até a cintura, e abriu as pernas dela com as mãos grossas. A buceta já estava molhada, brilhando sob a luz baixa.
— Olha isso… — murmurou, passando o polegar pelos lábios inchados. — Já tá escorrendo só de pensar em ser usada. Seu marido te preparou bem, hein?
Ele se ajoelhou entre as pernas dela e chupou a buceta inteira de uma vez, a língua grossa entrando fundo, o nariz esfregando no clitóris. Laura arquejou alto, as mãos agarrando o lençol.
— Porra…!
Rafael chupou com força, barulhento, molhado, a língua lambendo de baixo pra cima, os dedos abrindo ela. Ele enfiou dois dedos de uma vez e chupou o clitóris ao mesmo tempo. Laura tremeu, as coxas apertando a cabeça dele.
— Já tá gozando? — perguntou com a boca na buceta. — Tão fácil assim, puta?
— Tô… porra, tô quase…
Ele parou de repente. Levantou a cabeça, a boca brilhando de porra dela.
— Não. Você só goza quando eu deixar. — Ele se levantou, abriu a calça e puxou o pau pra fora. Grosso, veioso, já duro pra caralho, a cabeça inchada e brilhando. — Abre a boca.
Laura se sentou na beira da cama e abriu a boca. Rafael segurou o cabelo dela e enfiou o pau até quase o fundo da garganta de uma vez. Ela engasgou, os olhos marejaram, a saliva escorreu pelo queixo. Ele não tirou. Segurou lá, fundo, enquanto ela engasgava e tentava respirar pelo nariz.
— Isso… engole. Engole esse pau igual a puta que você é.
Ele começou a foder a boca dela. Vaivém fundo, molhado, o barulho de engasgo enchendo o quarto. Marcos estava sentado na poltrona, a mão já dentro da calça, apertando o próprio pau. Os olhos fixos na esposa engolindo outro homem.
Rafael puxou o pau da boca dela com um fio de saliva. Laura ofegava, a boca vermelha, o rímel escorrendo.
— Deita de costas. Abre as pernas.
Ela obedeceu. Rafael se posicionou entre as coxas dela, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada e empurrou de uma vez, fundo, até o saco bater nela. Laura gritou.
— Ahh! Porra…!
— Tá apertada pra caralho… — rosnou Rafael, começando a foder com força. — Seu marido não te fode direito, né? Tá virgem de pau grande.
Ele segurou as pernas dela abertas, quase dobradas, e meteu fundo, rápido, o barulho molhado da buceta enchendo o quarto. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Laura gemía alto, sem vergonha, os olhos virados.
— Mais forte… porra, mais forte…
— Pede direito. Fala o que você quer.
— Me fode… me fode igual puta… enfia esse pau fundo…
Rafael riu e obedeceu. As estocadas ficaram brutais. A cama batia na parede. Laura gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Ele não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, mais fundo, mais forte.
— Olha pra ele — mandou, segurando o queixo dela e forçando ela a olhar pra Marcos. — Olha pro seu marido enquanto eu te como. Mostra pra ele como você goza pra outro pau.
Laura olhou pra Marcos com os olhos marejados, a boca aberta, gemendo a cada estocada. Marcos estava com o pau na mão, batendo rápido, o olhar perdido entre ódio e tesão puro.
— Fala pra ele — continuou Rafael. — Fala que o pau dele é pequeno. Fala que você prefere o meu.
Laura tremeu. A voz saiu quebrada:
— O pau dele… é menor… eu prefiro o seu… porra, eu prefiro o seu…
Marcos soltou um gemido baixo, quase um rosnado. Continuou batendo.
Rafael virou Laura de quatro. Segurou o cabelo dela como se fosse uma rédea e enfiou de novo, fundo, o saco batendo na bunda dela. Cada estocada era seca, forte, o som de pele contra pele ecoando.
— Abre essa bunda. Mostra pro seu marido como a putinha dele tá sendo comida.
Laura abriu as nádegas com as mãos, mostrando tudo. Rafael cuspiu na entrada do cu dela e esfregou o polegar ali, apertando.
— Depois eu fodo esse cu também. Hoje a buceta ainda não acabou.
Ele meteu mais rápido. Laura gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta num grito mudo. Rafael puxou o pau pra fora, virou ela de costas e enfiou de novo, agora de frente, as pernas dela nos ombros dele.
— Abre a boca. Vou gozar na sua cara.
Ele tirou o pau, bateu algumas vezes e gozou. Jatos grossos e quentes acertaram a boca, a língua, o queixo, o pescoço de Laura. Ela engoliu o que conseguiu, a língua de fora, engolindo tudo que escorria. Rafael esfregou a cabeça do pau nos lábios dela, limpando o resto.
— Boa puta.
Ele se afastou um pouco, ofegante, e olhou pra Marcos.
— Sua vez, corno. Vem lamber a porra que sobrou na buceta da sua esposa.
Marcos se levantou como se estivesse em transe. Ajoelhou entre as pernas de Laura, a buceta vermelha, aberta, escorrendo porra de outro homem misturada com o gozo dela. Ele chupou. Limpou tudo com a língua, fundo, engolindo. Laura gemeu alto de novo, as mãos no cabelo do marido.
— Isso… limpa… limpa a puta do seu marido…
Rafael se sentou na poltrona, o pau ainda semi-duro, e acendeu um cigarro.
— Quando você terminar de lamber, eu quero de novo. Dessa vez ela vai chupar enquanto você come o cu dela. Combinado?
Marcos levantou a cabeça, a boca brilhando de porra. Olhou pra Laura. Ela estava destruída, o rímel escorrido, a boca vermelha, a buceta latejando. E ainda assim, ela sorriu, suja, satisfeita.
— Combinado — respondeu ela, a voz rouca. — Eu ainda não acabei.
Rafael soltou uma fumaça e sorriu.
— Então vamos de novo. Dessa vez mais pesado.
E a noite só estava começando.
Foto 1 do Conto erotico: A noite em que realmente acontece

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noite em que realmente acontece

Codigo do conto:
274722

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
15/10/2026

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