PARTE 1 - Meu primeiro paciente

Essa é a parte 1 de um relato que vivi no início desse semestre

Bom como já relatei em contos anteriores, me chamo Natália, curso psicologia, moro em Curitiba, atualmente tenho 23 anos, 50 kg, 1,68m, branquinha, cabelos médios de cor escura, uma bundinha redondinha e bem arrebitada e seios pequenininhos mas bem desenhados e uma cinturinha fininha.
Namoro um rapaz chamado Matheus, ele tem 25 anos, nos conhecemos na faculdade e namoramos a 3 anos.
Após o acontecimento com os primos do meu namorado a minha vida deu uma acalmada, deixei as putarias de lado e foquei nos meus estudos e estava tudo em ordem até o início do segundo semestre deste ano na faculdade.
Era final de julho quando começou o 2º semestre de 2026, estava animada, cada vez mais me aproximando da formatura e isso fazia me dedicar ainda mais.
Na primeira semana de aula minha turma foi apresentada a uma das materias que se chamava Psicologia do Trabalho, que continha aulas teóricas e práticas, o que era uma novidade pois seria a primeira matéria prática do curso. Na parte prática, teríamos que acompanhar pelo menos 1 funcionário de uma empresa, que seria escolhida pelo professor. Esse acompanhamento deveria ser semanal, com 1 a 2 sessões de terapia, sendo necessariamente 1 de forma presencial e que ocorreria durante os 2 primeiros meses do semestre, ou seja, seriam 16 sessões no total.
Eu e meus colegas da turma ficamos super empolgadas, poderíamos pela primeira vez usar o que aprendemos nas aulas teóricas e isso era muito animador.
Se passou uma semana e na aula de terça fomos conhecer a empresa e o paciente que cada um iria acompanhar.
A empresa em questão era a fábrica de carros da Volkswagen, que ficava em SJP ( São José dos Pinhais) a cerca de 1 hora do campus da UFPR.
Quando chegamos, fizemos um tour pela fábrica e no final nós foi apresentado os trabalhadores que iriam ser nossos pacientes aquele semestre, momento em que fui apresentada ao Sr. Geraldo, que era quem iria receber meu acompanhamento psicológico nos próximos meses.
Geraldo era um homem velho, que futuramente vim descobrir ter 61 anos, de cabelos grisalhos, porte mediano, barba por fazer, mas extremamente simpático. Conversamos um pouco, contei pra ele de forma breve sobre meus estudos e ele de sobre a função que exercia dentro da empresa e antes de terminarmos a prosa marcamos os dias e horários que faríamos as sessões. Que ficou para a segunda e quinta, na quinta a sessão seria na parte da manhã lá mesmo na fábrica, mas na segunda seria no período da noite, mas dessa vez em sua casa, que era em Curitiba.
Ali naquele momento, talvez pela empolgação da matéria, não senti nada com relação ao Sr. Geraldo, sequer tive algum tipo de pensamento malicioso.
As sessões começariam a partir da terça da próxima semana, oque significa que nosso primeiro encontro seria na quinta de manhã lá na fábrica.
Chegou quinta feira, me arrumei de maneira tranquila, de forma apropriada para uma psicóloga, estava com uma saia preta e uma camiseta azul, ambos sociais, o que me deixava parecendo uma secretária, não gostei muito, mas achei melhor estar mais formal na minha primeira sessão de terapia, e assim fui para a fábrica.
Na fábrica, nos alunos teríamos salas reservadas, com poltronas confortáveis, água, café, alguns petiscos e que não haveria interrompimentos, visto que a sessão de terapia tem que ocorrer apenas o paciente e o profissional e que existe uma ética profissional que proibi que falemos ou que pessoas externas tenham acesso ao que foi conversado lá dentro.
Assim que cheguei, já fui para a sala e já mandei uma mensagem para o Sr. Geraldo o chamando para a sessão.
Ele chegou, se sentou e começamos a conversar, aos poucos ele foi se soltando e comecei a conhecê-lo melhor.
Me falou que tinha 61 anos, era natural de uma cidadezinha do interior do Paraná, trabalhava ali a quase 20 anos, estava perto de se aposentar e também falou do seu âmbito mais familiar, disse que era pai de 2 rapazes, um de 26 e outro de 23 e que cuidava só dos dois, pois era viúvo a mais de 10 anos.
Ficamos conversando, quebrando o gelo e num piscar de olhos a 1 hora de sessão que tínhamos terminou, nos despedimos e marcamos a sessão de segunda que seria na sua casa.
Passou-se o fim de semana e na segunda feira me arrumei para ir, dessa vez vesti-me de maneira mais confortável mas sem perder o aspecto formal, estava com uma calça jeans uma blusa preta e um blazer por cima, pois estava fazendo frio. Antes de sair, meu namorado perguntou se eu estava indo para a faculdade e eu respondi que na segunda era o dia de sessão e que provavelmente chegaria mais cedo em casa.
Sai era por volta das 19:30, tínhamos marcados às 20, mas acabei chegando 10 minutos antes, o que deve ter pegado o Sr. Geraldo de surpresa.
Toquei a campanhinha da casa e logo ele abriu a porta, acho que ele estava se arrumando para a sessão, estava apenas de toalha enrolada na cintura e o cabelo ainda molhado e por eu ter chegado antes foi a forma que ele me recepcionou.
Pediu desculpas por estar daquele jeito, me convidou para entrar e disse que só iria colocar uma roupa e já voltaria. Respondi que não precisava se preocupar que eu é quem tinha chegado adiantada, ele falou para me sentar no sofá e ficar a vontade e pra logo foi se retirando.
Ali naquela situação foi impossível não reparar no peitoral peludo que ele tinha e principalmente no volume que marcava por baixo da toalha, que aparentou ser de um tamanho considerável e foi inevitável nao sentir uma leve excitação, que me fez por uns instantantes me imaginar com aquele homem mais velho, que foi o suficiente pra sentir minha calcinha ficando molhada.
Logo ele voltou e meus pensamentos eróticos se dissiparam, sentou-se e falou para começarmos, então respondi que sim, e perguntei se tinha algum ambiente mais reservado, achava que os filhos dele estariam ali, mas ele logo respondeu que poderíamos conversar ali mesmo na sala pois estava apenas nos 2 na casa, perguntei sobre seus filhos e ele explicou que os dois trabalhavam como segurança e passavam a noite no serviço e assim demos início a sessão.
Ao decorrer da terapia, volta e meia me vinha a imagem do pau dele marcando e por vezes perdia o meu raciocínio na conversa foi quando ele começou a falar da sua falecida esposa, o quanto ela fazia falta. Eu então perguntei se tinha sido muito complicado criar os 2 filhos sem a esposa e ele respondeu:
Geraldo: “Sim, foi muito difícil, principalmente no início, mas demos um jeito, mas nem de longe foi a parte mais complicada” - Me interessei pelo assusto e o questionei sobre qual era a pior parte, e ele sem receio falou.
Geraldo: “A parte mais difícil é não ter ninguém para que eu possa dar nem que me carinho, des de que minha esposa faleceu não me relacionei com mais nenhuma mulher” - Aquela frase entrou como uma lança em mim, me senti comovida ao mesmo tempo que fiquei excitada em estar conversando aquilo com um homem mais velho até que meu pai. Contive meu tesão e então o perguntei qual era a parte que mais lhe fazia falta, esperando que ele respondesse coisas como, beijos, abraços e tempo junto, mas ele sem rodeio falou.
Geraldo: “Sinto falta de tudo, mas eu sinto muito mais falta do sexo, des de que ela se foi não tive relação com mais ninguém” - pronto, bastou juntar aquilo com a imagem do pau dele dentro da toalha e foi o suficiente pra me deixar mega molhada, encharcando minha calcinha por completa.
Tentei me controlar mas ali de pernas cruzadas de forma involuntária comecei a sarrar uma perna na outra e ali tentando manter a postura e a ética profissional perguntei se em todo esse período ele não se masturbava para se aliviar.
Com certeza ele percebeu meu estado e só respondeu que sim, que se masturbava para aliviar, pelo menos 2 vezes na semana. Então perguntei pra ele no que ele imaginava para ajudá-lo nos momentos em que ele se masturbava e foi aí que ele deu o golpe final, respondendo.
Geraldo: “Imagino meninas novinhas, usando calça jeans, blusas pretas e blazer” - ( exatamente como eu estava) e continuou falando: “ estudantes de psicologia me chupando todo.” - na hora gelei, não acreditei no que ele tinha falado, mas tomada pelo tesão, mandei a ética profissional pro espaço e falei pra ele.
Eu: “ Olha que coincidência, to de jeans, blusa preta e blazer e ainda por cima faço psicologia” - falei olhando com cara de safada e então continuei: - “Mas acho que já estou te ajudando demais na sua imaginação e na terapia.” - e logo ele respondeu.
Ele: “Mas se quiser ajudar mais, vai ser um prazer pagar pela sessão com a psicóloga” - e me questionou perguntando quanto que custava uma terapia.
Eu já tava louca pelo tesão, daria pra ele de qualquer jeito, mas escutar que ele queria me pagar me deu ainda mais tesão, nao pensava no dinheiro e sim no sentimento de ser verdadeiramente puta e então o respondi:
Eu: “o valor varia, depende de quais técnicas a psicóloga usa, do tempo da sessão e principalmente se ela consegue deixar o paciente feliz” - e continuei - “ mas sempre buscamos entender as condições do paciente, além de fazer pelo menos a primeira consulta de graça”
Terminei de falar e já me pus de pé caminhando na direção dele, me ajoelhei na frente ao sofá que ele estava sentado, olhei pra ele e perguntei.
Eu: “você quer fazer a sessão experimental? - falei enquanto ia amarrando meu cabelo ele sem pensar 2 vezes respondeu:
Ele: “acho que não vou ficar só na aula experimental, se brincar vou ter que aumentar a quantidade de sessões por semana” - e já foi abrindo a sua bermuda e puxando para baixo, ficando apenas com a cueca, que deixava transparecer todo o pau dele.
Não me fiz de sonsa, avancei com a mão, apalpei por cima da cueca e em seguida dei a mordida ainda por cima da cueca. O pau dele não era grande, aparentava ter uns 16cm, mas em compensação era muito grosso, sem dúvidas o mais grosso que já vi pessoalmente, tinha a largura um pouco maior que uma lata de Monster, foi inevitável minha expressão de surpresa, que foi percebida por ele que falou.
Ele: “Gostou gatinha? Aproveita que ele é todo teu” - foi ele terminar de falar e eu já tirei a sua cueca e vi saltar aquele pau pra fora, duro feito ferro, cheio de veias, com corpo grosso que ia afinando na cabeça.
Fiquei ali de joelhos com ele sentado, encarando aquele pau, até que ele se levantou para abaixar sua roupa por completo e colocou aquele pau em cima da minha cabeça, me fazendo ficar cara a cara com o seu saco grande e flácido que deixavam extremamente evidente as 2 bolas enormes.
Ali de joelhos, escorrendo tesao, frente a frente com o seu saco e sentindo o peso da sua rola não me contive e já abocanhei um de seus ovos, enquanto levei minha mão ao seu pau e comecei a alisar. Chupei com vontade, ora uma bola pra a outra, colocava até as 2 ao mesmo tempo na boca e babava seu saco inteiro, não perdi tempo ali e já dei uma bela lambida enquanto ia em direção a cabeça de seu pau e comecei a colocá-lo na boca, como era nítido, mal coube a cabeça que já tinha que fazer eu esticar bem a boca, mas forcei o que pude, e vendo que não ia conseguir engolir aquele mastro o jeito iria ser lambendo e assim fui fazendo. Lambia toda a superfície daquele pau, engolia e chupava a cabeça, babava nele todo enquanto o punhetava com as 2 mãos, olhava pra cima e via o meu paciente com os olhos fechados dando pequenos e abafados gemidos.
Fiquei ali ajoelhada mamando por uns 10 minutos, até que ele se sentou no sofá e me pediu para tirar a roupa. Eu levantei, tirei a minha blusa preta deixando exposto meus peitinhos, abri o zíper da minha calça, virei de costas e comecei a tirá-la na sua frente, ficando apenas com a calcinha preta que estava usando, me virei para ele novamente e avancei até seu colo e ali começamos a nos beijas enquanto eu esfregava minha calcinha encharcada no pau dele, que não demorou pra avançar com suas mãos até minha bucetinha fazendo movimentos estimulando meu clítoris.
Ficamos assim por uns instantes até que ele arrastou minha calcinha pro lado e já foi mirando o pau dele até minha grutinha. Eu estava morrendo de tesão, extremamente excitada, tudo oque eu queria era o pau daquele velho me invadindo, mas mesmo estando com a buceta extremamente molhada, fiquei com um receio de machucar minha xoxotinha se não tivesse um lubrificante, então decidi que não iria transar com ele ali naquele momento então parei de beija-lo e falei:
Eu: “Nananinanão, não senhor, esqueceu que está na sessão experimental?” - falei enquanto ia escorregando no meio das suas pernas, ficando de 4 no chão e continuei falando - “hoje você só tem direito a isso” - e voltei a colocar a cabeça do pau dele na minha boca.
Ele ficou enlouquecido, batia com aquela tora no meu rosto, esfregava ele nos meu lábios, nariz e olhos, por vezes me fazia engasgar naquela rola me fazendo babar por tudo.
Ficou assim por uns 15 minutos, até que se levantou, botou a cabeça do pau na minha boca e segurou, não forçou para que entrasse mais na minha boca,mas também não me deixava tirar a cabeça do pau dele de la e começou a se punhetar, percebi o que ele queria fazer, e tentei falar que aquilo não fazia parte da sessão experimental, mas com aquela cabeçona na minha boca única coisa que saiu foi grunhidos até que eu senti aquela rola inchando e logo em seguida explodido numa gozada insana. Era muita porra, muita porra mesmo, extremamente densa, tava mais pra sólido que pra líquido que ali não tive escolha a não ser sentir o gosto amargo enquanto engolia oque conseguia, enquanto o excesso vazava pelos cantos da minha boca.
Quando ele terminou se jogou pra trás no sofá e ficou me observando ali de joelhos, eu estava com os olhos cheio de lágrimas depois de me engasgar várias vezes tentando engolir todo leite dele, olhei para baixo e tinha uma quantidade enorme de porra escorrendo entre meus peitos e minha barriga, olhei pra ele e comecei a passar a mao e levar aquele líquido pastoso pra boca, fiz isso ate engolir tudo e no final ainda chupei todos os meu dedos pra mostrar que nao tinha sobrado nada.
Levantei, comecei a me vestir e perguntei.
Eu: “Gostou da sessão experimental Sr. Geraldo?” - ele meio que em estado de extase só respondeu.
Ele: “ Amei, com certeza vou querer fazer mais sessões com você, me fala quanto fica uma sessão mais completa” - eu nunca tinha pensado na hipótese de cobrar para fazer sexo, não fazia ideia do quanto cobrar, na minha cabeça já iria dar pra ele de qualquer jeito no próximo encontro, mas se ele estava disposto a pagar porque não né, então respondi.
Eu: “Paga o quanto você se sentir satisfeito com meu serviço” - ele se animou e disse:
Ele: “Se for melhor doque a sessão de hoje com certeza vai ser bem remunerada”
Terminei de me vestir, disse que iria embora e ele avançou para me dar um beijo, apressadamente o afastei e disse que a sessão experimental já havia acabado, e já fui em direção a porta.
No caminho de volta pra casa ficava imaginando o que aconteceria dali pra frente, visto que eu teria que acompanhá-lo pelo menos 2 vezes por semana até o final do ano e como eu não tinha gozado me forcei a ir em um banheiro de um Subway e lá bati uma siririca até gozar bem gostoso.

Continua…


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Ficha do conto

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Nome do conto:
PARTE 1 - Meu primeiro paciente

Codigo do conto:
274270

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/10/2026

Quant.de Votos:
4

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