Bom como já relatei em contos anteriores, me chamo Natália, curso psicologia, moro em Curitiba, atualmente tenho 23 anos, 50 kg, 1,68m, branquinha, cabelos médios de cor escura, uma bundinha redondinha e bem arrebitada e seios pequenininhos mas bem desenhados e uma cinturinha fininha.
Namoro um rapaz chamado Matheus, ele tem 25 anos, nos conhecemos na faculdade e namoramos a 3 anos.
Ainda naquela segunda à noite, cheguei em casa 1 hora mais cedo, ainda sentia o gosto amargo da porra do Sr. Geraldo em minha boca, que fazia aumentar ainda mais o meu tesão.
Quando entrei em casa, me deparo com meu namorado Matheus no sofá, assistindo TV, que logo me recepcionou com um “Boa noite amor, como foi a sessão de terapia?”, respondi rapidamente que tinha sido tranquila, que iria tomar um banho e já voltaria para lhe falar os detalhes. Fui direto pro banheiro e tomei um banho rápido, no qual aproveitei para escovar meus dentes e já saí do banho, nem me enxuguei direito e já fui peladinha em direção ao meu namorado. Estava com um tesão absurdo, necessitava apagar o fogo da minha buceta e sem rodeios já subi em seu colo, que em questão de instantes já estava com o pau pra fora e sentei gostoso, falei que tava com muito tesão e pedi pra ele me fuder gostoso.
Por incrível que pareça foi uma das melhores transas que tive com meu namorado, mesmo que a todo instante só imaginava que ali fosse o Sr. Geraldo.
Ficamos ali por uns 15 minutos, que foi mais do que suficiente para eu gozar 2 vezes e aliviar um pouco do meu tesão.
Os dias se passaram e eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser de como seria minha relação com o Sr. Geraldo após o ocorrido na segunda, sentia um tensão absurdo, mas sabia que era muito errado e que eu poderia comprometer minha carreira de Psicóloga caso alguém descobrisse. Então decidi que terminaria o que comecei com ele, mas que seria apenas uma vez. E foi com essa decisão que fui para a sessão de quinta na fábrica.
No trajeto a todo momento pensava em como iria falar aquilo, e entao pensei em fazer a proposta de ir para a casa dele na segunda à noite e lá transar com ele pela primeira e última vez.
Quando cheguei na fábrica, já fui para a sala dos psicólogos, mandei mensagem para o Sr. Geraldo e fiquei lhe aguardando com a ansiedade a milhão, até que ele chegou entrou na sala, fechou a porta e se sentou no sofá e já falou que tava morrendo de ansiedade para ter a sessão completa comigo e já foi tirando a parte debaixo da sua roupa. Eu fiquei extasiada, não achei que ele fosse querer algo ali na sala da empresa no qual trabalhava, então me aproximei dele e falei que iríamos terminar oque tínhamos começado, mas que seria apenas uma vez e que seria na segunda feira, na sessão a noite na sua casa. Ele reclamou na hora, disse que não ia aguentar até segunda e me pediu para pelo menos fazer um carinho nele, na hora já me lembrei do gosto amargo da sua porra e me enchi de tesão e já me ajoelhei para começar a chupar aquela rola.
Já tava chupando a alguns minutinhos, eu estava mega excitada quando, ele se levantou e me jogou no sofá tirando levantando minha saia e abaixando minha calcinha. E foi naquele momento que meu plano de só transar com ele na segunda na sua casa foi por água abaixo, só foi sentir a sua língua tocar minha buceta que gozei deliciosamente.
Ele ficou me chupando durante uns minutos, até que eu sem me importar por estarmos na sala da fábrica pedi pra ele me fuder ali mesmo, vi os olhos dele brilhar e logo me botou de 4 em cima do sofá se posicionando atrás encostando aquela cabeçona na entrada da minha buceta. Eu estava pingando de tesão e foi isso que me ajudou na hora que senti aquela pica grossa entrando em mim, e mesmo não sendo comprida sentia minha bucetinha se alargar ao máximo por causa da grossura, ate sentir os pelos dele na minha bunda. Ele logo começou a bombar na minha bucetinha e a cada socada sentia uma fisgada na minha xoxota e sentia ela se alargar cada vez mais. Tentava conter aos máximos meus gemidos, mas era impossível de segurar alguns. Ele ficou ali macetando minha bucetinha por uns 10 minutos, eu já tinha gozado 3 vezes quando ele falou que iria gozar, nesse instante sai do sofá e fiquei de joelhos no chão e falei que eu queria sentir novamente o gosto da porra dele e em seguida abri a boca.
Dessa vez ele se aproximou e não botou a cabeça do pau dentro da minha boca, chegou com o pau bem perto dos meus lábios e começou a se masturbar e em instantes me mandou abrir a boca e despejou tudo lá dentro, me fazendo ficar com a boca completamente cheia daquela porra espessa e viscosa, me fazendo sentir novamente aquele sabor amargo antes de engolir tudo com certa dificuldade.
Rapidamente nos recompomos, vestimos nossas roupas e antes que o tempo da sessão acabasse ele falou:
Ele: “Fazia tempo que não sentia o gosto e a sensação de uma bucetinha tão gostosa, fiquei muito satisfeito com a sessão de hoje, te espero na segunda” - falou enquanto puxava 500 reais do bolso e deixava na mesa de centro e saiu de volta para seu trabalho.
Como já confessei aqui, eu daria para ele de graça, mas o fato dele pagar para me ter me dava ainda mais tesão, sentia que tinha me tornado uma verdadeira prostituta é isso me excitava demais, sem falar que dinheiro também sempre é bom né.
Na sessão de segunda já tinha me esquecido que falei que seria apenas uma vez e só foi chegar na casa do Sr. Geraldo que sem rodeios já me encontrava completamente pelada chupando o pau daquele velho, que depois fudeu minha buceta gostosinho.
Seguimos assim durante 3 semanas, fodia com ele 2 vezes na semana e as sessões de terapia viraram sessões de sexo com todas as vezes ele me dando de 300 a 500 reais.
Até que na quarta semana, meu professor de psicologia no trabalho me chamou para uma conversa, disse que estava preocupado, que não estava vendo avanços com o paciente e que eu não seria aprovada caso não obtivesse resultados. Sabia que não tive nenhum resultado pelo fato de na hora da terapia era trepando que a gente tava e sabia que precisava parar ou ia me lascar demais nos estudos.
Na sessão de quinta com o Sr. Geraldo, expliquei a situação, disse que era maravilhoso transar com ele, mas aquilo tava atrapalhando a relação médico-paciente que eu tinha que ter com ele. Para minha surpressa ele entendeu e disse que podíamos começar na segunda da forma certa, mas me convidou para um churrasco em sua casa no sábado, para firmar a amizade que teríamos dali pra frente, achei bonito da parte dele e obviamente aceitei.
Continua…
Eu também ja fodi a minha psicóloga