Sem Retorno – Capítulo 11

Sem Retorno – Capítulo 11

Acordei na manhã seguinte com uma inesperada sensação de bem-estar. Longe de sentir qualquer remorso pelo que havia acontecido na noite anterior.
Percebi que os últimos acontecimentos e a postura receptiva da minha mãe só me deixavam mais confortável.
Ao entrar na cozinha, me aproximei por trás e a surpreendi com um beijo carinhoso na bochecha enquanto ela passava o café.
Ela se virou pra mim com um sorriso caloroso.

— Já acordou, meu amor? Bom dia! Senta aqui pra tomar o seu café.

Ela está sorridente, o que me deixa ainda mais confiante.

— Então, filho, como você está se sentindo?

Seus olhos percorrem meu rosto, atentos a cada uma das minhas reações.

— Bem, mãe. Estou bem.

Respondo casualmente, dando de ombros enquanto passo manteiga na fatia de pão.

— Sério, Du? Não tá sentindo nem um pouco de vergonha por causa da live de ontem?

Seus olhos revelaram uma ponta de surpresa diante da minha resposta.

— Sinceramente, não, mãe. Eu também achei que sentiria algum tipo de remorso, mas, na verdade, estou me sentindo muito bem.

Eu digo honestamente, e ela sorri com satisfação.

— Que bom, meu amor! Porque você foi muito bem ontem. Graças ao seu espetáculo, arrecadamos nossa maior quantia até agora.

Ela diz animada, com um sorriso cheio de orgulho.

— Sério, mãe, isso está maravilhoso!

Eu sabia que tínhamos ido bem, mas não imaginei que seria o nosso melhor dia até agora!

— Lógico que sim, meu amor. Você foi fantástico.

Ela sorri pra mim, com um olhar cheio de carinho e admiração.

— Sério? Não sei… Achei que fui um pouco rápido demais, acabei não conseguindo segurar por muito tempo.

Falei sem pensar, bem no calor do momento, e acabei ficando meio sem jeito.

— Imagina, meu amor! Você foi ótimo. Mesmo com toda aquela pressão e, mesmo assim, deu um show pro nosso público.

Ela diz aquilo de forma natural, como se estivesse avaliando o meu desempenho escolar.
Fico feliz por ver como ela está aceitando o que estamos fazendo; jamais imaginaria que algo assim pudesse acontecer.

— Falando nisso, filho, você está mesmo bem com tudo isso? Digo… não está se sentindo pressionado?

Ela diz isso em um tom de incerteza, e eu a entendo perfeitamente.
Com tudo o que passamos nestes últimos meses e o desespero pra conseguirmos pagar nossas dívidas, pode parecer que estou sendo forçado a fazer certas coisas.

— mãe, é sério, eu tô bem! Eu sei o que a senhora quer dizer, e é lógico que, no início, nunca me imaginei em uma situação como a de ontem.
É verdade que começamos isso pelo desespero, por falta de opção, mas agora eu gosto de verdade do que está acontecendo.
Graças ao nosso trabalho e graças ao chat, eu me sinto bem comigo mesmo, com meu corpo e com a minha aparência, sabe?
Antes, eu sentia muita vergonha até de ficar sem camiseta na frente de qualquer um, a senhora sabe disso.
Mas graças a tudo o que vem acontecendo e à recepção dos nossos seguidores, eu me sinto muito mais confiante.
E a melhor parte é poder falar disso com você… É poder me sentir totalmente à vontade junto da pessoa que mais amo neste mundo.

Sua feição preocupada dá lugar a um semblante comovido. Ela me encara, deixando transparecer nos olhos toda a sua ternura.

— Ah, meu amor… Que bom, filho. Eu estava preocupada que tudo isso estivesse te afetando negativamente, que tivesse se sentindo na obrigação de fazer essas coisas.
Fico tão contente por ouvir isso… Eu realmente sinto você mais à vontade, mais confiante, e isso me alegra demais.
Mas saiba que você não tem obrigação nenhuma, viu? Quando se sentir desconfortável e não quiser fazer algo, basta me falar.

Sua voz era doce, enquanto seus olhos me fitavam carregados de ternura.

— Tudo bem, mãe, pode deixar. Sinto que estou preparado pra qualquer coisa, e conversar assim com você me deixa ainda mais confiante.

Respondi com firmeza, mas com um sorriso, nos lábios.

— Que bom, filho… Desculpa a mãe por todos esses anos, por não ser receptiva sobre esses assuntos com você.
Eu também não tinha essa proximidade com meus pais e sempre achei que o trabalho de conversar com o filho sobre certos temas era função do pai.
Olha… eu não tenho tanta experiência sobre certas coisas, mas sempre que você precisar, pode falar comigo, tá bom?

Ela fala com tanta ternura que meu coração se aquece por estarmos cada vez mais próximos.
Mas logo uma ponta de tristeza me atinge ao pensar nela, na sua infância difícil e em como meus avós foram rigorosos.
Parando pra refletir, meu pai também nunca me ensinou nada. Sempre esteve distante, preocupado apenas consigo mesmo.
Uma onda de raiva passa por mim, mas logo se dissipa. Estou bem. Eu tenho a minha mãe, e nós vamos nos apoiar pra sempre.

Terminamos de tomar o café em um clima leve, embora ainda falássemos com cautela sobre certos momentos do show de ontem.
Entre risadas, relembrávamos as partes mais divertidas da live e já começávamos a traçar planos para as próximas transmissões.

A audiência das nossas lives só crescia, e logo alcançamos o top cinco de todo o site do PLC. Estávamos conseguindo pagar nossa dívida sem aperto e guardando uma boa quantia pra liquidá-la definitivamente.
Minha mãe e eu ficávamos cada vez mais sintonizados, tanto no trabalho quanto na rotina fora das telas.
No dia a dia das transmissões, me masturbar diante da câmera havia se tornado uma atividade praticamente diária.
Minha mãe passou até a me dar dicas pra aumentar a resistência e o prazer.
Ela pesquisava sobre o assunto na internet e vinha me mostrar cheia de entusiasmo, sugerindo novas técnicas para o próximo show.
Quando chegava a hora da minha apresentação na live, o apoio dela era garantido.
Ela se dedicava tanto que parecia até a minha assistente pessoal de punheta.
Embora não me ajudasse diretamente, ela já deixava tudo preparado, como o óleo lubrificante e a toalha pra evitar qualquer sujeira.
Ela até me fazia carinhos, massageando minhas costas e meus ombros, tudo pra me deixar mais estimulado enquanto eu me masturbava.
Meu desempenho melhorava a cada dia com o incentivo dela, o que me permitia durar muito mais tempo nas minhas punhetas.
Às vezes, o ápice só vinha quando ela começava a me acariciar. Era simplesmente impossível resistir.
Tudo parecia um sonho, uma realidade que eu nunca seria capaz de projetar.
No entanto, o chat sempre queria mais, e continuavam fazendo novos pedidos.

A noite estávamos fazendo mais uma live, já tínhamos arrecadado um bom dinheiro.
Eu já estava batendo uma punheta deliciosa. Com minha mãe sempre ao meu lado, eu me entregava aos carinhos de suas unhas deslizando pelas minhas costas em movimentos suaves e circulares.
Já estava no meu limite, percebi que ela já segurava a toalha a postos.
Ela estava simplesmente maravilhosa naquela lingerie lilás e preta, com o sutiã tão apertado que os peitos pareciam prestes a saltar pra fora. O volume fantástico chacoalhava discretamente a cada movimento.
Eu me esforçava pra desviar o olhar e evitar que a situação ficasse ainda mais estranha, mas era quase impossível não roubar um vislumbre de vez em quando.
Ela mantinha o olhar fixo, com os lábios entreabertos no meu pau, enquanto eu me punhetava.
Ela estava bem próxima de mim, com o seu perfume me inebriando e os seus seios fartos balançando a cada movimento.
Eu já gemia como um animal, soltando o ar e inspirando pesadamente a cada respiração.
Estava prestes a explodir a qualquer momento, e ela sabia disso.

— Vai, bebê… Goza, vai!

As palavras saíram de forma quase inconsciente, num sussurro praticamente inaudível. Acho que nem ela mesma notou o que havia dito.

Mas eu ouvi, e aquele foi o estopim pra que eu descarregasse todo o meu gozo na toalha que ela segurava.
Com agilidade, ela usa a toalha pra amparar tudo, sem deixar cair uma única gota.
Permito que o meu corpo relaxe completamente, sentindo minhas pernas tremerem com o impacto de um orgasmo frenético.
A voz dela ainda ecoava na minha mente — “Vai, bebê… Goza, vai!”—, e eu sentia meu membro pulsar, expelindo o gozo em jatos grossos.
Eu olhava pra ela, sem saber se realmente tinha escutado aquelas palavras ou se a minha mente havia me pregado uma peça.
Totalmente concentrada, ela segurava a toalha, mantendo os olhos focados no meu pau, enquanto ele cuspia os últimos jatos de porra.
Após garantir que não havia deixado cair nada, ela passou a toalha suavemente pra limpar a última gota que pendia da ponta.
Depois de conferir, ela olhou pra mim e me deu um sorriso carinhoso.

— Já volto, meu amor. Vou só levar essa toalha pra lavanderia.

Com um sorriso satisfeito no rosto, fui recuperando as minhas forças aos poucos.
Sentei na cadeira em frente ao notebook e vi que ainda era bem cedo. O chat estava batendo as nossas metas cada vez mais rápido, então fiquei conversando com os espectadores por um tempo. Havia muitas mensagens me elogiando e outras tantas pedindo mais.
Logo, o público começou a fazer perguntas e quiseram saber qual era o meu tipo de mulher preferido.
Eu nunca tinha pensado de verdade nisso, mas respondi que gostava de todas. O chat, no entanto, insistiu pra que eu fosse mais específico.
Pouco depois, minha mãe voltou da lavanderia.

— Ué, achei que já tivesse encerrado a live?

Ela disse de forma surpresa.

— Não, ainda não. Tá um pouco cedo. Estou conversando um pouco com eles. A senhora quer encerrar?

Ela balançou a cabeça negativamente e se aproximou com empolgação, pronta pra participar da conversa.

Eu estava totalmente à vontade, sentado ali no quarto da minha mãe. Após gozar que nem um cavalo, com o pau e as bolas pendendo no meio das pernas, ainda babado e inchado.
Era como se tudo aquilo fosse a coisa mais natural do mundo, e a verdade é que acabou virando algo habitual entre nós.
Tínhamos feito isso tantas vezes nos últimos dias que a situação se tornou rotineira.
Minha mãe também agia com naturalidade; ela andava livremente apenas de lingerie, enquanto eu continuava ali, totalmente despido na frente dela.

— O que eles estão dizendo?

Ela se inclinou bem perto de mim, curiosa pra ler as mensagens na tela.

— Querem saber qual é o meu tipo ideal de mulher.

Respondi em um tom leve e totalmente despreocupado.

— Hum… Só podem ser as descaradas do chat pra querer saber esse tipo de coisa.

Eu não me lembrava de quem tinha sido a pergunta, mas agora todo o chat estava curioso.
Algumas espectadoras se insinuavam, dizendo que eu preferia as loiras, enquanto outras apostavam nas morenas.
A verdade é que eu nunca tinha parado pra pensar nisso, mas não podia negar que o biótipo da minha mãe me agradava muito, o que me fazia inclinar pras morenas.

Fiquei sem saber exatamente o que responder, então comentei que não me importava muito com o tom de pele ou detalhes do tipo.
Expliquei que o que mais me atraía era o comportamento e que preferia mulheres delicadas.
Logo, uma enxurrada de mensagens começou a surgir.
Algumas concordavam comigo, outras discordavam, afirmando que; “eu mudaria de ideia quando conhecesse uma mulher mais bruta”.

Várias moças começaram a se descrever e a se insinuar.
Até que alguém no chat comentou que; “a minha mãe parecia bem delicada, se era exatamente daquele tipo de mulher que eu gostava”.
Fiquei um pouco encabulado, mas respondi que sim, que gostava justamente de mulheres com traços delicados como os da minha mãe.

— Estão vendo só, suas oferecidas? Ele é o bebê da mamãe e de mais ninguém.

Ela disparou pra câmera, com um sorriso vitorioso.

Ela sorriu alegremente, com as bochechas coradas, e passou a mão delicadamente pelo meu rosto.
O chat começou a fazer insinuações: alguns concordavam com ela, enquanto outros diziam; “que eu só havia falado aquilo porque ela estava por perto”.
Eu rebati dizendo que não tinha nada a ver, que sempre achei o jeito da minha mãe muito especial e que todos os traços dela eram delicados e femininos, exatamente do jeito que eu gostava.
O público concordou, comentando que realmente era verdade e que ela parecia bem delicada mesmo.

Foi então que alguém com o nick de (Kronos_84) escreveu: “que a mão pequenininha dela perto do meu pau parecia surreal”.

Todos concordaram. Alguns espectadores admitiram que não tinham reparado antes, pois mantinham os olhos fixos na minha anatomia, e começaram a pedir pra ela mostrar novamente.
Logo, todo o chat estava pedindo que fizéssemos a comparação.
Achei que ela fosse desconversar, mas, em vez disso, ela mesma me pediu pra ficar de pé.
Admito que fiquei um pouco encabulado, mas o clima estava tão descontraído que, quando vi, já estava obedecendo.

— Olha aqui, gente, estão vendo? A minha mão é pequena mesmo, mas o negócio do meu bebê é muito grande!

Ela mostrava a mão ao lado, a mais de um palmo de distância do meu membro.
Mas só aquela sensação e o comportamento dela, agindo como se tudo aquilo fosse a coisa mais casual do mundo, me davam uma profunda onda de prazer.
Meu pau ainda estava amolecido, recuperando-se da última ejaculação, mas continuava inchado, e eu precisava me controlar pra não ficar duro diante daquela situação.

O chat se empolgou, muitos diziam: “que a mão dela realmente parecia a de uma criança perto do meu pau”.
Outros estavam impressionados, comentando que: “mesmo sem estar duro, já parecia algo monstruoso perto dela”.

Mas logo os espectadores começaram a extrapolar. Surgiram os primeiros pedidos pra que ela encostasse a mão e segurasse. Lógico que ela negou.
No entanto, logo vieram as propostas com valores altos, oferecendo quantias absurdas pra que ela segurasse por apenas um minuto.
Nós dois olhávamos pra quelas ofertas que não paravam de subir, e percebi que ela começou a hesitar.
Ela me olhou com olhos tímidos, como se quisesse me perguntar algo, mas logo desviou o olhar, voltando a ler a tela compenetrada, visivelmente envergonhada de me encarar.

— Ai, gente, não… Isso já é demais! Meu bebê vai ficar com vergonha. Imagina só: a própria mãe colocando a mão nas coisas dele… Que feio, gente! Parem com isso.

Ela falava de forma manhosa, tentando convencer o chat a desistir.
Mas as mensagens e as ofertas não paravam, muitos espectadores diziam: “que eu ia gostar”, tentando persuadi-la a aceitar.
Eu estava quase dizendo pra ela ceder, mas, antes que eu pudesse pronunciar qualquer palavra, ela se virou pra mim com os olhos completamente encabulados.

— O que… você acha, filho?

Ela perguntou de forma indecisa, me encarando com os olhos brilhantes.

— Por mim tudo bem, mãe. Olha o quanto estão oferecendo, não podemos deixar passar essa oportunidade. Claro, se estiver tudo bem pra senhora…

Tentei me controlar pra não parecer tão empolgado, deixaria as coisas estranhas e poderia desencorajá-la ainda mais.

Por dentro, porém, eu estava eufórico; quase não acreditava que ela estava cogitando aquilo.
Achei que seria firme e negaria de imediato, como sempre vinha negando os pedidos mais ousados do chat.
Mas ela continuava pensativa, avaliando de verdade a possibilidade.
Já sentia um formigamento na virilha e o sangue se concentrando no meu membro.
Precisava manter a calma; ter uma ereção agora estragaria tudo.

Ela mordiscou o lábio inferior, me observando atentamente, mergulhada em pensamentos.
Depois, voltou a atenção pra tela e continuou lendo as mensagens em silêncio, como se estivesse avaliando a situação.
Em seguida, levou o polegar à boca, mordiscando a unha de forma apreensiva, com o olhar cheio de dúvida diante dos comentários e pedidos do público.
O chat continuava a incentivá-la, enviando propostas cada vez mais tentadoras.
Permaneci em silêncio, deixando que ela decidisse por si mesma; afinal, o chat já estava pedindo tudo o que eu jamais teria coragem de pedir.

— Esperem só um minuto, amores. Eu tenho que conversar com o meu filho.

Abruptamente, ela se levantou e me pegou pelo braço, conduzindo-me pra fora do quarto.
Eu estava confuso e a acompanhei, sem entender direito o que estava acontecendo.
Ela não disse mais nada até sairmos dali. Levou-me até o meu próprio quarto e encostou a porta, tudo pra garantir que o pessoal do chat não pudesse ouvir o que ela ia dizer.

— Eles não conseguem ouvir nada daqui, né, filho?

Ela estava preocupada com o meu computador, que ficava ali e de onde eu costumava monitorar as transmissões.
Mas, como o aparelho estava desativado, eu a tranquilizei dizendo que não havia perigo.
Ela pareceu aliviada com a minha resposta; no entanto, respirou fundo e levou a mão à testa, pensativa, como quem estava prestes a tomar uma decisão importante.

— Escuta, filho… O que você acha sobre o que o chat está falando? O que você pensa sobre a proposta deles?

Ela estava visivelmente envergonhada, parecendo não saber muito bem o que dizer. Eu também me sentia constrangido, mas, por outro lado, uma ansiedade profunda me dominava; ainda era difícil acreditar em tudo o que estava acontecendo.

— Eu acho que é uma boa proposta!

Digo aquelas palavras em um esforço pra soar o mais casual possível, tentando mascarar a minha ansiedade.

— Mas você não fica nervoso só de pensar nisso, Du? Você ouviu o que eles querem… Eles querem que eu, a sua mãe, coloque a mão… na sua parte íntima. Isso não te incomoda?

Seu olhar fixo no meu misturava confusão e uma profunda ternura.
Precisei de cada gota de autocontrole pra conter o meu impulso e não parecer um desesperado, implorando pra que ela pegasse no meu pau de uma vez.
Eu também tinha que pensar em uma boa resposta, pois não queria assustá-la ainda mais e fazê-la desistir de vez.
Mas, antes que eu pudesse responder, ela continuou.

— Pensa bem, filho… Eu não quero, de forma alguma, que você se sinta obrigado.
O dinheiro pode ser bom, mas nós dois precisamos estar de acordo e satisfeitos. Se você se sentir desconfortável, basta dizer e nós encerramos isso de uma vez.

Eu não estava esperando por aquilo; ela estava preocupada comigo, com o que eu pudesse pensar. Estava achando que a sua relutância vinha por causa dos seus próprios princípios morais.

— Mãe, sério, pra mim tá tudo bem. Pra ser honesto, eu já estou pensando nisso há um tempo.

Ela instantaneamente ficou ainda mais corada de vergonha, chegando a abaixar a cabeça um pouco pra esconder o rosto.
Percebendo de imediato a reação dela, e tomei consciência de como a minha resposta havia soado.

— Quero dizer… Eu cheguei a imaginar como seria fazer isso com a sua mão, porque ela parece muito delicada e sedosa… Foi só um pensamento.

Minha tentativa de encontrar uma justificativa só serviu pra me complicar ainda mais.
O constrangimento dela era evidente, mas, sob as bochechas coradas, ela acabou deixando escapar um leve sorriso tímido.

— Ai, filho… Eu não imaginava isso.
Escuta, sei que estamos cruzando um pouco a linha, mas você tem que ter em mente que o que fazemos é um trabalho.
Nas nossas lives, podemos ser dois personagens e entrar na brincadeira com o chat, mas não se esqueça de que ainda somos mãe e filho, e temos que ter limites.

Apesar do visível constrangimento, ela pronunciou aquelas palavras com um tom firme e sério.

Depois do que ela disse, eu é que me senti envergonhado e tentei consertar as coisas antes que ela desistisse.

— Eu sei, mãe. Eu não vou confundir as coisas. Foi só um pensamento que tive por causa de toda essa conversa.
Só fiquei tentando me lembrar de como era o seu toque, porque a senhora mesma disse que me dava banho quando eu era pequeno. Eu só estava tentando imaginar como era.

Respondi, numa tentativa de inventar a melhor desculpa possível.

— Entendi, filho… Mas não se esqueça, tá? Diante da câmera, a gente pode brincar um pouquinho, mas, fora dela, temos que lembrar o que somos e manter o nosso respeito.
Gosto de como as coisas evoluíram entre a gente, e da proximidade que conquistamos. Mas não podemos nos confundir.

Ela falou sério, e me senti envergonhado por ela pensar que eu a estava desrespeitando.

— Eu sei, mãe. Pode ficar tranquila, jamais farei qualquer coisa pra faltar com o respeito com a senhora.

O semblante dela se suavizou, dando lugar a um sorriso satisfeito enquanto ela acariciava o meu rosto com doçura.
Senti um enorme alívio com aquela reação. Seu olhar, carregado de ternura e afeto, transmitia em silêncio toda a confiança que ela depositava em mim.

— Então, Du, preciso que você me diga de verdade… Está tudo bem se eu fizer o que o chat está pedindo?

Um imenso suspiro de alívio quase escapou da minha garganta. Pensei sinceramente que, após os meus deslizes e as bobagens que soltei sem pensar, ela recuaria e desistiria de vez de continuar com a live.

— Claro, mãe, eu já disse. Vamos fazer isso… Olha quanto dinheiro estão nos oferecendo, seria burrice perder essa oportunidade.

Mudei imediatamente o foco, ressaltando os valores pra que ela se sentisse confortável em saber que o meu único objetivo, assim como o dela, eram os ganhos.
Eu queria deixar claro que minhas intenções eram inteiramente profissionais.

Ela sorriu timidamente, exibindo uma expressão satisfeita; percebi que ela já havia tomado sua decisão.
Eu estava animado, mas, no fundo, sentia uma pontada de decepção ao constatar que tudo o que estava acontecendo entre nós era motivado apenas pelos negócios.

Pra ela, era apenas um trabalho. Isso me deixava um pouco frustrado, mas eu já estava ciente e não permitiria que a situação me confundisse novamente.
O que me restava fazer agora era aproveitar cada um daqueles momentos ao lado dela.

— Tudo bem, então vamos fazer. Mas se você sentir qualquer desconforto, me fale que eu paro no mesmo instante, tá.

Precisei me controlar pra não pular de alegria e deixar a situação estranha novamente.

— Fica tranquila, mãe. Eu não vou me sentir desconfortável.

Falei da maneira mais descontraída e segura possível.

— Então vamos, filho. O chat deve estar impaciente esperando.

Ela passou a mão no meu rosto gentilmente e seguiu de volta pro quarto dela.
Eu a segui quase flutuando, sem acreditar que aquilo ia mesmo acontecer.
Tínhamos conversado durante todo aquele tempo e, por causa da tensão da conversa, nem notei que estive pelado durante todo o momento.
Mas agora, após a decisão que ela tomou e a ansiedade de saber o que estava por vir, senti a excitação dominar o meu corpo.
Respirei fundo, controlando meus batimentos, e procurei relaxar. Não podia ter uma ereção agora, depois de tudo o que ela acabou de falar e de ter me pedido pra ser profissional.
Eu estava extremamente ansioso, sentindo tremeliques por todo o corpo e as pernas levemente bambas.

— Pronto, amores! Nós conversamos e decidimos que faremos. Porém, só farei isso depois que vocês baterem a meta.

Ela colocou uma meta bem alta no tópico, e rapidamente o chat começou a fazer as doações.
Mas não demorou pra que o objetivo fosse alcançado.

Ela respirou fundo, sabendo que agora não havia mais volta e teria que cumprir o combinado.
Por dentro, eu estava eufórico, quase não me aguentando de emoção.
No entanto, mantive a calma; tinha que ser profissional, era apenas um trabalho, como ela havia deixado claro.

— Fica bem aqui, filho… Aqui está ótimo pro chat conseguir ver.

Ela pediu, ajustando o meu posicionamento, de frente a câmera.

Fiquei de pé, mantendo uma distância ideal da lente pra que o público não perdesse nenhum detalhe.

Ela se posicionou bem diante de mim, esboçando um sorriso tímido enquanto tentava aparentar tranquilidade.
Eu controlava a minha respiração e, por enquanto, conseguia conter a ereção.
Porem meu pau está meia bomba, ainda meio inchado, depois de ter gozado na punheta anterior.
Ela parou bem diante de mim e suspirou, soltando todo o ar dos pulmões.
Me olhou de forma encabulada enquanto arrumava uma mecha de cabelo atrás da orelha, tentando conter o nervosismo.

— Tão prontos, gente?

Ela disparou pros espectadores, elevando o tom de voz. Em seguida, voltou os olhos pra mim e sussurrou de forma doce:

— Tá pronto, filho?

Fiz um sinal positivo com a cabeça, tentando transmitir confiança.
Ela se aproximou e estendeu o braço na direção do meu membro, abrindo bem os dedos ao lado dele, mas sem tocá-lo ainda.
Ela queria que o público fizesse a comparação exata de tamanho primeiro.

— Olhem só, meus amores… dá pra ver daí o quanto é… grande?

Ela falou casualmente, mostrando o contraste pro chat.
Eu ainda nem estava duro, mas, mesmo assim, o meu pau já parecia um monstro perto da mão dela. Ela me olhou com um sorriso travesso e, sem avisar, agarrou o meu pau de forma suave.
Acabei me curvando levemente por causa do susto, o que a fez sorrir da minha expressão.

— Te machuquei, filho?

Ela perguntou em um sussurro, preocupada.

— Não, mãe, foi só o susto.

Respondi rápido, recuperando a postura.

— Tô apertando muito?

Ela pergunta de maneira encabulada, com as bochechas vermelhas.

— Não… Tá tranquilo.

Mesmo tentando disfarçar, o constrangimento entre nós era visível, e eu tentava me controlar pra não ficar de pau duro.

Ela continuou segurando meu membro, um tanto desconcertada, e ficamos em silêncio por um tempo.
Visivelmente envergonhada, ela fixou os olhos na tela pra não ter que me encarar, em uma tentativa clara de disfarçar o próprio embaraço.
Eu tentava ao máximo conter a ereção, mas sentia o meu membro pulsar sob os dedos dela, e tinha certeza de que ela também estava percebendo.
Mesmo assim, ela não disse nada; continuou com os olhos fixos nas mensagens do chat, fingindo que nada estava acontecendo.

— Pronto, amores! Já viram? Era isso que vocês queriam?

O chat está agitado, com muitas mensagens e emojis subindo sem parar.
Tento me concentrar e manter o controle, por isso evito olhar pra a tela; sei que estão dizendo coisas pervertidas e que, se eu ler, perderei totalmente o controle.

— Não, gente, para… um minuto! Vocês não falaram isso. Vocês disseram só pra pegar… e eu já peguei, pronto! Podem parar de inventar!

Apesar do que diz, ela ainda não me soltou.
Fingindo indignação com as mensagens do chat, ela mantém a mão firme no meu membro, e sinto que o seu aperto está ainda mais intenso do que no início.

— Tudo bem, só um minuto então.

Ela me olha sem jeito e solta um suspiro, parecendo indignada com a exigência do chat..

— Minha mão tá muito gelada, filho?

Ela fala, carinhosa, tentando disfarçar o constrangimento.

— Não, tá bem quentinha.

Na verdade, não sei se é o meu pau ou a mão dela que está pegando fogo, mas sinto muito calor irradiando do local onde ela está segurando.

Ela parece apertar ainda mais, ou sou eu que estou perdendo a batalha e sentindo meu pau inchar?
Ela segura bem no meio; consigo sentir cada um dos seus dedinhos na minha pele.
Não quero olhar, pois sei que a visão vai tirar todas as minhas forças, e já estou quase sem nenhuma. Ela também desvia o olhar e foca no chat.
De repente, sinto um nítido apertão e me curvo um pouco novamente, sobressaltado pelo susto.

— Ai, gente, isso não! Aí vocês já estão querendo demais.

Não contenho a curiosidade e começo a ler os comentários do chat.
Uma enxurrada de pessoas passou a pedir pra ela me masturbar, oferecendo o dobro do valor pra que ela fizesse isso.
Ela parece irritada, mas ainda não soltou meu membro; e agora, acho que sem perceber, ela aperta meu pau com ainda mais força.

— Pronto, gente! O combinado era só segurar, e eu fiz. Segurei até por um minuto, como vocês queriam, mas agora chega. Já tá bom demais.

Ela reclama com o chat, mas ainda não me soltou.
Como já recebemos o valor da meta por ela ter segurado, ela poderia muito bem ter me liberado, mas não o fez.
Quando me olha, não percebo irritação em seu rosto; embora negue o pedido do chat de forma ríspida, sua expressão diz outra coisa.

— Ai, filho… Você viu o que eles estão falando? Que absurdo! Eles são chatos demais.

Ela diz isso de um jeito manhoso, quase escondendo um sorriso de nervosismo.
Respiro fundo. O minuto já passou, e acho que ela ficou tão absorta no chat que simplesmente se esqueceu.

Mas eu também não quero que termine; consegui suportar até agora e, mesmo que meu pau já esteja pulsando no ritmo dos meus batimentos, ele ainda não está completamente duro.
Uma leve dor surge nas minhas bolas, efeito de aguentar há tanto tempo. Não estou totalmente rígido, mas sinto uma necessidade absurda de gozar.
Preciso desse alívio, estou no meu limite. Engulo em seco, tomo coragem e tento parecer profissional: já fomos tão longe, o ideal seria que ela terminasse o serviço.
O chat não para de pressionar, e ela segue lendo tudo, mantendo o aperto no meu membro.
De repente, o público oferece três vezes o valor da primeira proposta. Ela desvia os olhos da tela e me encara, boquiaberta.

— Meu Deus... Olha isso, filho. Eles ficaram malucos!

Em choque, ela cobre a boca com a mão livre, enquanto continua lendo os comentários na tela.

— É uma proposta irrecusável.

Comento, forçando um tom profissional pra mascarar a euforia que estou sentindo.
Ela vira o rosto na minha direção, com os olhos bem abertos e a expressão surpresa.

— Você acha mesmo, filho?

Ela falou, confusa, quase sem acreditar.

— Bom, eu já tô acostumado a me masturbar diante da câmera. Fazer isso de novo, especialmente por um valor como esse, seria ótimo pra mim.

Fiquei surpreso com o meu próprio autocontrole, conseguindo soar totalmente casual em um momento tão tenso.

— Mas eles querem que eu faça isso, meu amor… Não você.

Ela diz isso com um ar desconcertado, achando que eu não tinha entendido.

— Bom, já estamos nessa situação. Fazer um pouco mais, pelo triplo do valor, acho que é um ótimo negócio.

Só naquele momento ela parece se dar conta da nossa situação. Seu olhar desce devagar até a sua mão, ainda firme em volta do meu membro.
Pensei que ela fosse me soltar na mesma hora, mas ela continuou ali. E ao invés disso, voltou a me olhar com um sorriso travesso e aumentou a pressão do aperto.

— Tem certeza disso, filho… Vai ficar tudo bem pra você?

Eu tava com o coração disparado, eu tinha certeza de que ela conseguia sentir cada batimento através da pulsação do meu pau.
Apesar disso, mantive a postura e respondi do jeito mais profissional que consegui.

— Com certeza, mãe! Não podemos deixar essa oferta passar. Vamos continuar.

Ela parece confiante após minhas palavras e retoma a conversa com o chat, sem soltar meu pau em nenhum momento.

— Amores, escutem… Olha, vocês são muito chatos, viu? Sempre pedindo pra eu fazer essas coisas pervertidas. Vocês querem me irritar, é isso?
Mas olha só: falei com meu bebê e ele aceitou. Só que ele já fez isso hoje e deve estar cansadinho, então, se eu fizer, vai ser só um pouquinho. Só um carinho.

Não consigo acreditar que ela esteja cogitando isso mesmo; acho que desmaiei e estou sonhando.
O chat está agitado, com tantos comentários surgindo sem parar que fica até difícil acompanhar.
Da posição onde está, minha mãe tem um ângulo melhor e consegue ler tudo com mais facilidade.

— Não, amores, é pegar ou largar! Só um carinho e pronto.

Consigo ler o comentário do (Moms_Slave). Ele concorda com a ideia, mas exige: “que ela fique pelo menos um minuto me punhetando”.

— Não, isso é muito, amores! Eu disse só um carinho. Vou fazer apenas um carinho bem de leve.

Ela está irredutível. Mas do jeito que estou, sinto que qualquer movimento a mais que ela fizer será o suficiente pra me fazer gozar.
O chat percebe que ela não vai ceder e aceita os seus termos. Ela me olha com um sorriso satisfeito, ciente de que fez um ótimo negócio.
Rapidamente, os valores são pagos e agora ela não pode mais recuar. Ela respira fundo; e durante todo esse tempo, ela não largou o meu pau.

— Pronto, bebê? A mamãe vai fazer um carinho bem de levinho… Eu sei que já deve estar doendo.

Ela certamente sentiu meus batimentos através do toque; sabe o quanto estou me controlando.
O que sinto não é o cansaço ou a exaustão que ela imagina, mas o reflexo de uma excitação absurda.
Todo esse tempo em que ela passou apenas segurando meu membro foi uma verdadeira tortura pra mim.
No fundo, eu queria que ela cedesse e ficasse pelo menos o minuto exigido pelo (Moms_Slave).
Mas como ela foi irredutível, o jeito é aproveitar cada fração de segundo do seu toque, rezando pra que minha resistência dure o máximo que eu conseguir aguentar.

— Estão todos prontos? Vou começar então.

Ela me olha de um jeito diferente, com um ar dengoso e os lábios entreabertos.
Essa expressão faz meu coração disparar, e só de imaginar o que está perto de acontecer, sinto minhas forças minguarem.

Antes mesmo de o movimento começar, meu pau instantaneamente começa a inflar. Eu já não conseguia mais me conter.
Instintivamente, ela me lança um sorriso satisfeito. E aos poucos, sua mão esquerda, que esteve parada por todo esse tempo, começa um movimento suave de vai e vem.
Um deslizar tão leve que a pele mal se move, mas que já é o suficiente pra me causar arrepios.

— Assim tá bom… meu amor?

O tom carinhoso da voz dela só torna tudo mais difícil.
Estou no meu limite. Qualquer esforço que fiz pra manter o autocontrole foi por água abaixo, e agora meu membro pulsa completamente duro, com cada veia latejando sob o toque dela.
Minha batalha agora é outra: conter o ápice e não gozar.
Não quero desrespeitar minha mãe; ela avisou que seria apenas um carinho, e, com certeza, ficaria chateada se eu passasse do ponto.
Ao mesmo tempo, a vontade de aproveitar cada segundo me força a tentar prolongar essa sensação ao máximo.

Agora com meu pau duro latejando na sua frente, minha mãe se concentra.
Ela estava com os lábios levemente entreabertos e começou a aumentar o movimento de vai e vem. Ela aplicou mais força no aperto, e senti um espasmo de prazer.
Achei que minha reação fosse fazê-la parar, mas ela me olhou com um sorriso malicioso e, logo depois, ficou de joelhos.

Agora ela está na altura da minha virilha e intensifica o movimento de vai e vem.
Não sei quanto tempo se passou, mas sinto que isso já é bem mais do que um simples carinho.
Ela parece absorta, concentrada apenas no que está fazendo; morde o lábio inferior enquanto olha fixamente pra cabeça inchada e avermelhada, bem próxima da sua boca.
Ela percebe o silêncio do momento e, como se despertasse de um devaneio, olha pra cima com um sorriso sapeca me olhando nos olhos, depois se volta pro chat.

— Olha o tamanho disso, amores! Vocês não têm noção do quanto é grande. Olha só, minha mão quase nem consegue fechar em volta.

O comportamento dela mudou rapidamente: da mulher relutante do início, irritada com os pedidos pervertidos do chat, para uma mulher confiante, que parece está se divertindo com a situação.

Ela realmente aprendeu a atuar nessas lives, demonstrando claramente que está apenas se empenhando no seu trabalho.

Ela segura o meu membro com firmeza, dando um leve apertão, e fica boquiaberta com a espessura. A mão dela fica minúscula perto do meu pau. Mas a maior diferença está na cabeça: que de tão inchada, parece um punho, duro como pedra.
E é nessa parte que ela está vidrada. Passa um bom tempo olhando, como se estivesse admirando, e chega a molhar os lábios com a língua.
Estou delirando, prestes a enlouquecer com a lentidão dos movimentos dela.
A pele desce, arregaçando suavemente a minha glande, e depois sobe devagar, enquanto ela mantém os olhos fixos na cabeçona inchada.
Ela morde os lábios e quase vejo seus olhos revirarem.
Acho que percebeu que eu estava olhando, e me encara com um olhar sedutor. Em seguida, ela solta meu pau e se levanta.

Suspiro aliviado e dou graças a Deus por ter acabado, pois eu já não estava aguentando mais.

Ela foi em direção ao chat e pensei que fosse se despedir, mas, pra minha surpresa, ao invés disso foi até a mesa do notebook pegar o óleo lubrificante.
Meu coração está quase saindo pela boca, consigo até ouvir meus batimentos. Minha respiração está acelerada; não posso acreditar que isso está acontecendo.

— Olha, amores, eu vou fazer só mais um pouquinho… só porque amo muito vocês.
E o meu bebê deve estar sentindo muita dor ali, olha como está inchado. Tenho que fazer uma massagem bem gostosa pra acalmar ele.

Ela não se parece em nada com a mãe que eu conheço; agora está totalmente incorporada na (Mamãe Misteriosa), a personagem que inventou pra aparecer nas lives. Eu nunca tinha visto ela desse jeito.
Ela vem na minha direção lentamente e me dá um beijo carinhoso no rosto, bem próximo ao canto da boca.

— Você está indo muito bem… meu bebê.

ela disse, sussurrando perto do meu ouvido.

Eu estava boquiaberto, sentindo-me como uma presa prestes a ser abatida.
Quando ela voltou a se ajoelhar, meus olhos a acompanharam, estáticos. Eu estava incrédulo, sem conseguir digerir o que estava acontecendo bem diante de mim.
Ela se posiciona pra despejar o óleo, e nota que meu pré-gozo já está vazando. Sinto uma pontada imediata de vergonha.
Ela fixa o olhar ali por alguns instantes, parecendo hipnotizada. Seus lábios estão entreabertos; ela morde o lábio inferior e, em seguida, o umedece com a língua.
Lentamente, ela ergue os olhos pra me encarar e me dá um sorriso malicioso.
Então, derrama o óleo frio diretamente na cabeça do meu pau. Eu me arrepio por inteiro, com meu corpo sofrendo uma leve contração.

— Tá gelado?

Ela me pergunta, carinhosamente.
Eu faço um gesto com a cabeça, confirmando. Ela dá um leve sorriso travesso.

— Não se preocupa, meu bebê… Logo, logo vai esquentar.

Ela despeja o óleo por todo o comprimento do meu membro, deixando-o pingar.
Eu já estou em êxtase, sentindo meu corpo tremer compulsivamente. Tento respirar fundo pra recuperar o controle, mas ela não me dá nem tempo.

Minha mãe agarra meu pau com a mão direita, e começa a movimentar. Seus movimentos são longos, subindo e descendo com firmeza.
Ela faz uma pausa na glande e dá uma leve esfregada, num movimento quase giratório, antes de descer outra vez, esticando o frênulo por completo.
Ela repete esse movimento com habilidade e aos poucos vai aumentando a velocidade.
Estou suando frio, sentindo que meu coração vai explodir a qualquer momento.
Já não consigo mais raciocinar e minhas pernas estão ficando completamente bambas.
Eu quero suportar, quero aproveitar mais esse momento, mas é muito mais fácil falar do que fazer.

Minha mãe parece estar em transe. Ela me punhetava com vontade, e o som molhado das mãos lambuzadas de óleo ecoa alto por todo o quarto.
Olho pra baixo, quase suplicando, tentando pedir pra ela parar, mas a minha voz simplesmente não sai.
Fico surpreso com a expressão dela, com o quanto está absorta naquilo, mantendo o olhar fixo no meu pau.
Ela está tão perto que quase consigo sentir o ar quente da sua respiração na minha pele. Cada uma dessas sensações é uma verdadeira tortura.
Começo a me contorcer, mas ela não para de jeito nenhum. Fico esperando que ela olhe pra mim, pra que eu possa fazer algum sinal e mostrar que não estou mais aguentando.
Mas ela continua concentrada, hipnotizada, com os olhos fixos no meu pau.
Vejo os olhos dela revirando, como se ela estivesse ficando com sono, e até percebo o corpo dela amolecendo as vezes, mas ela se recupera e continua me punhetando.
Ela lambe os lábios com a respiração acelerada. Consigo sentir o ar quente de seu fôlego diretamente na minha glande, tamanha é a proximidade de sua boca.
Eu já não aguento mais; as contrações estão me dominando e sinto que vou explodir a qualquer momento.

— Mãe, Eu vou… vou gozar!

O aviso escapou da minha garganta, num fio de voz desesperado. Eu sussurro, quase suplicando; preciso avisá-la, pois sei que vou fazer uma bagunça.

Mas, pro meu desespero, ela não me ouviu.
O ruído alto e úmido de pele molhada, provocado pelo movimento incessante de vai e vem que ela faz punhetando meu pau, deve abafa completamente a minha voz. Que acho que ela nem escutou.
E, em vez de parar, ela aumenta a velocidade, agora ela me punhetava de forma frenética.
Um som diferente surge em meio ao ruído molhado que domina o quarto: um gemido abafado. Mas já não sei dizer se vem de mim ou dela.
Seus olhos chegam a revirar e o corpo dela vacila por um instante, mas ela rapidamente se endireita, envolvendo meu pau com as duas mãos.
E agora, como se estivesse usando um pilão, ela desce e sobe as mãos e me punheta com toda a velocidade.
Ela Parece um animal selvagem, totalmente vidrada no que está fazendo.

— Mãe… tô gozando!

Exclamei, sentindo meu corpo travar por completo.

É tudo o que consigo dizer. Um sussurro, uma súplica desesperada.
Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já não consegue segurar.
Mais uma vez ela não escutou, mantendo a velocidade frenética ela continuou me punhetando.
Seu aperto era forte, e eu senti as últimas forças sendo completamente drenadas do meu ser.
Meu corpo reagiu sozinho: arqueei as costas pra trás, entregando minha virilha totalmente pra ela.
Apoiei as mãos firmemente no quadril e finalmente me rendi, deixando a explosão acontecer.

Minha visão foi invadida por uma névoa escura, trazendo uma onda forte de tontura.
No fundo, eu preferia continuar assim, entregue à escuridão. Era melhor do que abrir os olhos e encarar a bagunça que estava fazendo.
Minha mãe estava bem na minha frente; eu nem queria imaginar o que tinha acontecido.
Sinto a liberação acontecer em jorros intensos, uma força visceral que escapa de mim sem qualquer controle.
Sinto o líquido grosso ser expelido a cada nova contração. Minhas pernas fraquejam por completo, e preciso me concentrar apenas em me manter de pé pra não desabar.
Eu urro como um animal, completamente ofegante, puxando o ar em uma respiração pesada e ruidosa.

Aos poucos, tudo vai ficando em silêncio. Por um instante, cheguei a achar que estava indo pro paraíso.
Mas logo a minha sanidade voltou, e me vi olhando fixamente pro teto do quarto da minha mãe. E, o pior, lembrei que ela ainda estava bem na minha frente.

Rapidamente, olhei pra ela, tomado por uma mistura de preocupação e vergonha.
Ela estava coberta pela minha porra. Por sorte, não havia atingido o seu rosto, mas o colo dos seus peitos estava lavado.
Havia um pouco até mesmo no seu pescoço, e gotas grossas pingavam lentamente sobre as suas coxas.

— Desculpa, mãe… Eu tentei avisar.

Eu estava envergonhado e esperando uma bronca, mas ela ainda parecia entorpecida, segurando meu pau com força.
Uma baba de gozo, pendia do orifício da glande, caindo lentamente sobre os seios dela.
Ela observava tudo com olhos embriagados.
De repente, sinto seus dedos apertando minha uretra e subindo devagar, como se ela estivesse me ordenhando, e quisesse extrair até a última gota.
Um calafrio percorreu meu corpo no instante em que a última gotinha foi extraída.
Deslizando o polegar com delicadeza, ela massageou a abertura da glande, mordiscando o lábio inferior, inteiramente absorta e hipnotizada pelo que fazia.

— Mãe… foi sem querer. Eu juro que não consegui segurar.

Balbuciei, com a voz ainda trêmula.

Ela parece finalmente ter me ouvido. Seu olhar foca em mim como se me visse pela primeira vez, antes de descer, lentamente, em direção ao próprio peito completamente, lambuzado.

— Que bagunça, meu amor… Eu tô toda suja.

Ela murmura, tocando de leve a própria pele.

Sinto a vergonha me consumir por inteiro. E abaixo a cabeça, sem saber onde enfiar a cara.

— Desculpa, mãe. Eu tentei avisar.

Um sorriso tímido surgiu no canto de seus lábios, embora seus olhos mantivessem aquele aspecto aéreo e distante.

— Eu não consegui ouvir…

Ela percebeu o meu pavor genuíno; no mesmo instante, suas feições relaxaram, transbordando um carinho acolhedor.

— Tá tudo bem, meu amor. Foi só um acidente… só um pouco de bagunça.

O jeito carinhoso dela me acalmava, mas eu ainda não tinha certeza se ela estava em seu juízo perfeito; parecia um pouco desconectada da realidade. “Só um pouco de bagunça?”.
Ela estava quase completamente banhada de porra. E o pior de tudo: era do seu próprio filho.
Ela tentou ficar de pé, mas suas pernas pareciam completamente bambas.

— Ajuda a mamãe a se levantar… meu amor.

Ela pediu num fio de voz, estendendo a mão trêmula.
Eu a segurei e, com cuidado pra não deixar mais nada cair no tapete, ela conseguiu ficar de pé.

— Filho… é melhor eu ir tomar um banho. Pode deixar que depois eu volto pra terminar de limpar tudo aqui. Desliga a live, tá? Por hoje já chega.

Ela disse tentando recuperar a compostura. Mas o comportamento dela continuava me deixando preocupado.
Será que ela estava se controlando, por causa do chat, mas depois descontaria tudo?
Ela estava calma demais, falando com uma serenidade e um carinho que, na verdade, só serviam pra me assustar.

— Mãe… a senhora tá bem mesmo? Não é melhor a gente… conversar?

Eu não consigo esconder minha preocupação.

— Não, meu amor… Eu vou tomar um banho e depois vou direto me deitar, já está tarde.
Vai tomar o seu banho também, e amanhã a gente conversa com calma, tá? Pode ficar tranquilo, a mãe tá bem!

Antes de ir pro banheiro, ela vai até o notebook.
Eu tinha esquecido completamente que estávamos em live, e só agora noto o som frenético dos sinos, de tantos tokens que estávamos recebendo

— Amores, por hoje chega, né? Espero que tenham gostado do show.
Acho que passamos um pouco do ponto, mas vocês merecem. Sempre estão agradando a mamãe, então fiz um agradinho pra vocês.
Boa noite, meus amores, e espero todos vocês aqui amanhã. Beijo!

Ela se mostrava sem vergonha nenhuma, fazendo questão de ficar bem próxima à câmera pra exibir seu peito todo lambuzado.
Aquilo, por algum motivo que eu não sabia explicar, me excitou profundamente.
Em seguida, ela lança um beijo provocante pra câmera, pressionando os dedos contra os lábios demoradamente, e me dou conta de que, há poucos minutos, essa mesma mão estava agarrada ao meu pau.
Depois de se despedir do chat, ela vem na minha direção e me dá um beijo demorado no rosto, quase pegando a metade da minha boca.

— Boa noite, meu bebê… Encerra a live, tá? Amanhã a gente conversa com calma.

Ela sai em direção ao banheiro, e eu a escuto trancar a porta, ouvindo logo em seguida o barulho da água caindo.
Estou perplexo com a atitude dela, mas lembro que ainda estou em live.

— Pessoal… vamos encerrar por hoje. Amanhã contamos com vocês. Boa noite.

Limpei a garganta, tentando disfarçar o nervosismo.

Ainda li alguns comentários antes de fechar a tela. Todos estavam em êxtase com o show daquela noite.
Muitos me chamavam de sortudo e me parabenizavam; outros diziam que queriam mais e imploravam pra live continuar.
Mas eu estava exausto, precisava descansar, então encerrei a transmissão sem dar mais pano pra manga.

Recolhi minhas roupas e dei uma rápida ajeitada no quarto. Verifiquei o chão e, por sorte, não havia caído nenhuma gota de gozo no tapete “se é que eu podia chamar aquilo de sorte”.
Antes de sair, ouvi o som da água vindo do banheiro da minha mãe. Querendo ter certeza de que ela estava bem, me aproximei da porta.
Escutei um barulho estranho, difícil de distinguir, seguido pelo som de pés se arrastando. Senti um leve alívio, pois ela parecia estar consciente.
Continuei escutando por mais alguns segundos e juro ter ouvido a voz dela me chamando.
Foi um sussurro, quase inaudível, mas decifrei as palavras: “… alguma coisa, filho”.
O pânico me atingiu e bati à porta, apavorado.

— Mãe, tá tudo bem aí?

Ela demora alguns segundos pra responder, mas sua voz finalmente atravessa a porta:

— Tá sim, filho.

Ela parece assustada.

— Eu ouvi a senhora me chamando… Tá tudo bem mesmo?

A forma como ela respondeu só aumentou a minha preocupação.

— Estou bem, amor. Acho que foi impressão sua.

Agora ela respondeu de forma mais consciente. Eu realmente devo ter imaginado.

Soltando o ar que nem percebi ter prendido. Bem mais calmo e aliviado, desejei uma boa noite e me despedi através da porta.
Deixei o quarto rapidamente; afinal, aquela noite já havia sido uma loucura completa.

Vou tomar meu banho e sinto meu pau latejando, ainda sensível por tudo o que aconteceu.
Não sei se é por causa das duas gozadas de hoje, ou pela intensidade da punheta que minha mãe me deu. “Ela judiou com vontade do meu pau, nunca me punhetei dessa forma”.
Não chega a ser dor, está mais pra um formigamento, uma sensação de inchaço. Talvez seja o reflexo de ter prendido e segurado tudo por tanto tempo.
“É, Deve ter sido isso; não teria como aquelas mãozinhas delicadas me machucarem”.
Só de lembrar, começo a ficar de pau duro novamente; não resisto e bato mais uma.

Depois do banho, eu queria ver a gravação de hoje, mas já está muito tarde. Vou deixar pra manhã, pois preciso descansar.
Só rezo pra que tudo isso tenha sido real e que eu não acorde assim que colocar a cabeça no travesseiro.

Acordo bem cedo; hoje tenho que ir na WH pagar mais uma parcela da dívida.
As lembranças de ontem continuam vivas na minha mente, trazendo a sensação de que tive um dos sonhos mais maravilhosos da minha vida.
No entanto, uma leve dor no meu pau confirma que nada daquilo foi ilusão.
O cheiro do café invade o meu quarto, como um convite caloroso vindo da cozinha.
Imediatamente, sou atingido por uma pontada de remorso.
Minha mãe disse ontem que estava tudo bem, mas como será que ela está agora, depois de refletir melhor sobre tudo o que aconteceu?

Assim que me arrumei, fui pra cozinha, com tudo pronto pra sair logo após o café.
Entrei no cômodo a passos tímidos, ainda carregando uma profunda insegurança no peito.

— Bom dia, mãe.

Eu digo com um tom desconfortável, e ela se vira pra me olhar.

— Bom dia, filho! Nossa, que cara é essa? Que bom dia mais sem graça.

Ela fala em um tom animado, quase me repreendendo, o que me deixa totalmente sem reação.
Eu tinha preparado a minha melhor cara de coitado arrependido, já planejando minhas desculpas, mas as feições dela e aquele jeito alegre não condizem em nada com remorso.
Ela pega a jarra e vem encher a minha xícara. Depois de me servir, me dá um beijo estalado na bochecha.

— Que cara é essa, Du? Tem alguma coisa errada?

Ela perguntou, avaliando meu rosto.

— Não sei… Achei que a senhora estaria chateada pelo que eu fiz ontem.

Desviei o olhar pra xícara de café.

— Eu já te disse que não foi nada demais, meu amor. Foi só um acidente, não foi?

Confirmo com um gesto de cabeça, desconcertado. E ela sorri carinhosamente.

— Então pronto. Essas coisas acontecem. Eu também tive culpa; estava tão distraída lendo os comentários do chat que acabei não prestando atenção. Não precisa se preocupar, foi só um pouco de bagunça.

Aquela atitude me surpreendia a cada segundo. A forma carinhosa e compreensiva com que ela lidava com a situação afastava meu nervosismo, fazendo-me sentir ainda mais confortável.

— E aonde você vai tão lindo assim logo cedo?

Ela perguntou, correndo os olhos pelas minhas roupas.

— Vou na WH pagar mais uma parcela.

Respondi, tomando um gole do café.

— É mesmo… Tinha me esquecido.

Ela comentou, batendo de leve na própria testa.

— Já estamos na oitava parcela, mãe. Logo nos veremos livres disso tudo.

Um sorriso orgulhoso surgiu no rosto dela.

— Isso é ótimo, filho! Tá vendo? Graças aos nossos shows, estamos cada vez mais próximos de nos livrar dessa dívida de vez.

Ela disse com satisfação, exibindo um sorriso esperançoso.

— É mesmo, mãe. Nossos esforços estão valendo a pena.

Concordei, sentindo o peso do remorso diminuir.

— Viu, meu amor? É exatamente assim que temos que pensar. Um acidente ou outro que venha a ocorrer no nosso trabalho não é nada demais. O importante é que estamos conseguindo.

Ela diz aquilo de um modo divertido, justificando o que aconteceu ontem.

Eu não posso deixar de me sentir envergonhado ao lembrar da cena. Porém a atitude dela me deixa muito mais aliviado.
Ela se senta e tomamos nosso café juntos.

— E como você está hoje, filho?

Ela me pergunta, olhando-me de forma analítica.

— Estou bem, mãe.

Ela continua me encarando, mas agora com um olhar sugestivo.

— Bem? E o seu amiguinho… está bem também?

Sinto meu rosto queimar de vergonha com a malícia da pergunta, mas faço um esforço pra parecer calmo.

— Sim… Só um pouco dolorido.

Disse me lembrando do leve desconforto entre as pernas

— Ai, Du, desculpa… Eu te machuquei, foi?

As feições dela mudam pra uma expressão levemente preocupada e entristecida.

— Não, mãe, a senhora foi ótima. Está só um pouco dolorido, acho que fiquei segurando por tempo demais.

Percebo as bochechas dela ficarem levemente coradas.

— Sério, amor? Você não devia ter se esforçado tanto assim. Era só deixar sair.

Ela diz demonstrando preocupação, com um sorriso encabulado.

— Eu queria mesmo era ter conseguido segurar por mais tempo.

Digo de forma despretensiosa, e o rosto dela ganha um tom ainda mais vermelho.

— Quero dizer… pra dar um show melhor pro chat.

Tento me justificar, mas estou visivelmente encabulado. Ela sorri, olhando-me com doçura.

— Você foi ótimo, meu amor. Tenho certeza de que todos adoraram o show.

Ela diz isso carinhosamente, escondendo um leve sorriso atrás da xícara enquanto beberica o café.

— Eu sei, mas acho que poderia ter feito melhor. Só que logo quando a senhora me tocou, senti que ia explodir de imediato.

Eu disse aquilo sem pensar, de forma casual, mas notei minha mãe ficando ainda mais vermelha, escondendo o rosto atrás da xícara enquanto fingia sorver o café.

— Olha, filho… Eu tenho que falar sobre isso. Tudo o que vem acontecendo em nossas lives… ninguém pode ficar sabendo, ouviu? Tudo o que acontece nos nossos shows fica por lá.

Sinto que ela está realmente preocupada.

— É claro, mãe. Jamais iria expor a nossa vida pros outros.

Me sinto um pouco envergonhado, mas falei com seriedade.

— Que bom, filho. Ninguém sabe pelo que passamos e o quanto tivemos que nos sacrificar. Mas, se alguém souber o que vem acontecendo aqui dentro, eu nem saberia onde enfiar a minha cara de vergonha.

Sinto-me um pouco chateado ao pensar que posso ser o motivo da vergonha dela.

— Fica tranquila, mãe. Ninguém vai saber sobre a nossa vida, e nós não devemos nada pra eles.
Eu não tenho vergonha do que estamos fazendo.

Não consigo esconder a minha insatisfação.
Ela, imediatamente percebendo a minha irritação e segura a minha mão gentilmente e faz carinho com a ponta dos dedos.

— Eu sei, meu amor… Eu também não tenho. Mas não é sobre nós, é sobre a sociedade.
Nós ainda somos mãe e filho, e mesmo que as brincadeiras que estamos fazendo façam parte do nosso trabalho, isso não seria bem-aceito pelo mundo e iria nos causar ainda mais problemas.
Por isso é melhor que tudo fique só entre nós dois.

Sinto uma indignação profunda ao pensar sobre isso, em como um bando de desgraçados fofoqueiros pode querer se intrometer nas nossas vidas.
Nunca fizeram nada por nós e, mesmo assim, acham que têm o direito de nos julgar. Isso me enche de revolta.
No entanto, entendo a minha mãe e as suas preocupações; não pretendo deixar que ninguém saiba absolutamente nada sobre a gente

— Fica tranquila, mãe. Eu te prometo que ninguém nunca vai se intrometer nas nossas vidas.

Afirmei, olhando bem nos olhos dela.

Um peso pareceu sumir dos meus ombros ao ver as linhas de tensão do rosto dela se suavizarem. Com as preocupações dissipadas, ela apertou a minha mão de leve, oferecendo-me um sorriso cheio de afeto

— Que bom, filho… É bem melhor assim.

Eu me preparo pra sair depois do café.
Antes de ir, passo pela cozinha, dou um beijo carinhoso no rosto da minha mãe e a abraço por trás, de forma amorosa, enquanto ela lava a louça.
Estou me sentindo completamente confortável depois da nossa conversa.

— Já vai, filho?

Ela perguntou, virando o rosto de leve por cima do ombro.

— Sim, mãe. Quero resolver isso de uma vez.

Respondi, pegando as chaves.

— Tudo bem, meu amor. Vai com Deus.

Ela ficou na ponta dos pés, oferecendo-me um último beijo carinhoso no rosto.

— A senhora quer que eu traga alguma coisa da rua?

Retribui o carinho com um beijo e perguntei gentilmente, enquanto caminhava em direção à porta.

— Não, não precisa. No fim de semana a gente faz as compras, temos o suficiente até lá. Mas… eu estava querendo comprar uns itens específicos. Tudo bem se eu gastar um pouco do nosso dinheiro?

Ela fez uma pausa suspeita antes de falar, dando a impressão de que escondia algo.

— Claro, mãe. Se a senhora quiser me passar a lista, eu procuro na volta.

Tentei mascarar minha curiosidade, me oferecendo de forma natural.

— Não precisa se preocupar com isso, filho, vou comprar online. Acho que vai ser mais fácil encontrar tudo pela internet. É pras nossas lives… Estive tendo algumas ideias novas.

Ela diz aquilo de forma animada, como se estivesse escondendo uma surpresa.

Por causa do nosso plano de pagar a dívida o mais rápido possível, pra conseguirmos vender a casa e nos mudarmos daqui, combinamos de gastar apenas com o essencial.
E eu confio na minha mãe com relação a isso; ela usa a nossa verba apenas pra novos figurinos ou coisas pra melhorar as apresentações.
Isso é bom, pois não encaro como um gasto, e sim como um investimento.

— Sem problemas, mãe, pode ficar à vontade. Eu já vou indo então.

Respondi, dando as costas e seguindo em direção à porta.

— Tchau, filho! Vai com Deus!

A voz dela veio do fundo da cozinha, acompanhada pelo barulho das louças.

— Qualquer coisa me liga, tá? Beijo, mãe.

Saio de casa animado, mas a curiosidade começa a me corroer. O que será que ela está aprontando? O que será que está planejando pras nossas lives?
Talvez sejam alguns figurinos novos, ou quem sabe ela se anime e compre algo ainda mais revelador, algo com transparência.

Essa imaginação é o suficiente pra me deixar excitado, sentindo meu corpo esquentar.
Continuo andando em passos rápidos, apenas imaginando minha mãe em uma lingerie transparente, uma que deixe tudo bem visível. Mas a minha alegria acaba rápido.

Andando pela rua, enxergo ao longe a figura do velho.
Ele está sentado, logo cedo, na porta do bar, tomando um copo de café.
Eu e minha mãe raramente saímos pra rua, apenas quando é realmente necessário, então quase nunca vemos a cara desse imundo.

Mas é inevitável: por causa da incompetência da justiça e enquanto estivermos vivendo neste bairro, uma vez ou outra daremos de cara com ele.
O pior é que ele é um sem-vergonha: vive a vida dele como se nada tivesse acontecido.
Fica espalhando suas mentiras pela vizinhança e, pior ainda, como ele tem muitos amigos por aqui e eu e minha mãe preferimos ficar na nossa, percebo esses fofoqueiros nos olhando como se fôssemos dois loucos.
Tratam a gente como se nós fôssemos os errados por tudo o que aconteceu no dia da briga.

Continuo andando, mas agora fecho a cara.
Ele está me olhando ao longe e, como minha visão é boa, vejo quando ele fala alguma gracinha pro dono do bar.
Ele carrega aquele sorriso debochado na boca torta — torta porque fui eu que fiz aquilo com ele. Quanto mais me aproximo, mais ele continua me observando, e eu não desvio o olhar.
Eu o encaro diretamente, com a expressão fechada, como um cão raivoso só esperando uma oportunidade pra atacar.

A vista cansada dele não o deixou perceber, de início, que meus olhos estavam cravados nele.
Foi preciso o dono do bar lhe dar um cutucão de alerta pra que o velho se desse conta de que eu o encarava.
No mesmo instante, a pose de valentão sumiu: ele se encolheu na cadeira e desviou o rosto, tentando fingir que olhava pra outra coisa.
Eu continuo encarando, até que o dono do bar fala algo pra ele e os dois entram no estabelecimento.

Sinto orgulho da minha atitude. Antes, eu teria evitado olhar e apenas continuaria andando, mas foi justamente esse comportamento recuado que deu confiança pra ele, a ponto dele se sentir no direito de invadir a minha casa.
Mas agora não. Sei que ele se lembra da surra que dei nele; sei que deixei sequelas e vejo o medo estampado nos olhos dele.
Antes, ele me encarava com aquele sorriso debochado, pois via apenas um moleque na sua frente, e era eu quem desviava o olhar, intimidado.
Mas eu mudei, e agora estou disposto a tudo pra proteger a minha mãe.

Logo, uma pontada de preocupação me invade ao lembrar que deixei minha mãe sozinha em casa. Isso faz meus ossos gelarem, e o pânico me domina.
Por sorte, instalei câmeras vigiando a entrada e cada ponto estratégico pra evitar uma nova invasão.
Abro o aplicativo no meu celular e, a cada instante, fico acompanhando as imagens, certificando-me de que tudo esteja bem.
Se esse velho ou qualquer outra pessoa tentar alguma coisa, posso tomar uma providência imediatamente.

Temos que sair deste lugar o mais rápido possível; não podemos continuar vivendo assim.
A preocupação e a insegurança constante não nos deixam viver em paz.
Por isso, cada parcela que pagamos da nossa dívida é um passo a mais em direção à liberdade.

Depois de efetuar mais um pagamento, vou direto pra casa. Mesmo que esteja monitorando tudo pelas câmeras, não me sinto seguro deixando minha mãe sozinha.

Quando chego, ela me recebe com alegria e alívio. Sei que ela também não se sente segura sozinha aqui e teme que algo possa acontecer comigo lá fora. Mas, quando estamos juntos, nós nos sentimos em paz.

Enquanto minha mãe faz uma limpeza na casa, se preparando pra sua live da tarde, eu vou trabalhar um pouco. Tenho que lançar alguns materiais em nosso site.
Nossas transmissões no (PLC) e o nosso site, (Casa da Mamãe), sozinhos já garantem uma renda suficiente pra pagar as nossas dívidas e ainda sobrar um bom dinheiro.
Mas prefiro manter os meus outros trabalhos, pelo menos até que consigamos quitar tudo por completo.
E também não sei como vai ser depois disso.
Talvez, assim que pagarmos a dívida, minha mãe não queira mais continuar com esse trabalho, então quero continuar garantindo uma fonte de renda boa pro nosso futuro.

Depois de gerenciar tudo e fazer alguns trabalhos, sinto curiosidade de rever o show de ontem.
Eu sempre gravo todas as nossas lives pra lançar conteúdo em nosso site, e a apresentação de ontem gerou muitas cenas valiosas.

Estou com um pouco de receio de assistir, pois só de lembrar já fico excitado.
Mas não consigo controlar a minha curiosidade.
Pulo algumas partes e vou direto pro final. Tento conter o meu desejo pra me concentrar no trabalho, mas a cena em que gozo nos peitos da minha mãe me faz delirar.
Eu revi o trecho algumas vezes e algo me chamou a atenção.
Eu não tinha percebido na hora, pois estava entorpecido pelo prazer, mas agora vejo uma reação estranha da minha mãe.

Na primeira vez em que avisei que ia gozar, fica nítido, ao assistir o vídeo, que ela conseguiu ouvir.
Mas, mesmo assim, ela aumentou a velocidade de suas mãos, me punhetando com ainda mais vontade.
No meu último aviso, eu realmente já estava sem forças e quase não consegui falar.
Mas, quando cheguei ao meu limite, vi que ela diminuiu a velocidade dos movimentos e, nitidamente, mirou a cabeça do meu pau em direção aos seus seios.
Era como se ela estivesse ansiosa, esperando exatamente por aquele momento.
E enquanto eu gozava, ela ficou a todo instante vidrada no meu pau, olhando fixamente enquanto eu cuspia tudo nos peitos dela.
Ela não parou de punheta até que eu despejasse até a última gotinha encima dela, e fez questão de pegar todas.

Isso me deixou confuso, pois ela poderia ter evitado: a toalha estava próxima e ela teve tempo de pegá-la.
Talvez seja impressão minha e ela só tenha percebido o que ia acontecer no último segundo.
E pra não deixar cair no chão e sujar o tapete, ela preferiu aparar tudo com o próprio corpo.

Eu estava com o vídeo pausado, olhando fixamente pra cena, quando fui pego de surpresa por minha mãe entrando no quarto.
Eu não tinha fechado a porta porque já estava acostumado a editar vídeos naquele horário, e ela já tinha me acompanhado algumas vezes.
Mas agora era diferente. A cena que a tela do computador exibia era muito mais comprometedora do que as outras.
Eu sabia que ela tinha vergonha e evitava ver os vídeos das nossas interações, desde o primeiro dia em que olhou pro meu pau.
Agora, diante daquela cena, gravada logo após ela me punhetar e eu gozar nos peitos dela, eu não tinha ideia de qual seria a sua reação.

— Oi, Du, você tá editando os vídeos, filho?

Ela apareceu de forma despretensiosa, mas a imagem brilhando no monitor capturou sua atenção no mesmo instante.

— Tô sim, mãe, mas já tô acabando. A senhora precisa de algo?

Tentei parecer o mais natural possível, mas estava morrendo de vergonha.

— Não, eu só queria conversar um pouco com você.

Ela entrou timidamente e sentou na beirada da minha cama.

— Nossa, o último show foi uma loucura, né?

Ela disse, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha, nitidamente envergonhada, enquanto olhava pra cena do show de ontem na tela do PC.

— Foi o melhor de todos!

Falei de forma espontânea, mas logo notei minha própria euforia quando vi que ela tinha ficado ainda mais vermelha.

— Quero dizer… por causa dos lucros.

Tentei me consertar, sentindo o rosto queimar de vergonha.

— Foi o show que mais nos rendeu até o momento.

Limpei a garganta numa tentativa de disfarçar minha empolgação.

— Foi mesmo. Eu estava olhando a reação do nosso público, e eles gostaram muito.

Ela concordou. Mas ainda evitando olhar diretamente pra imagem a sua frente.

— Eu sei. Por isso estou editando agora. Se eu lançar as melhores partes no nosso site, podemos lucrar ainda mais.

Ela desviou o olhar, encabulada, quando mencionei as melhores partes do show.

— Então, filho… era sobre isso que eu queria falar. Você vai querer continuar com isso?

Ela perguntou, aparentando dúvida.

— É claro que quero! Digo, se pra a senhora estiver tudo bem, é lógico.

Respondi de imediato e percebi que acabei me excedendo na resposta. Mas notei que ela disfarçou um sorriso no canto da boca.

— P-por quê? A senhora está pensando em parar?

Gaguejei, sentindo uma pontada de angústia com aquela possibilidade.

— Não, não é isso, Du. Eu só queria ter certeza de que está tudo bem pra você.
Acho que passamos um pouco dos limites ontem, e quero garantir que você concorda com isso, caso seja pra continuar.

Ela fez uma pausa antes de prosseguir:

— Você sabe… como o nosso público é… Eles adoraram o show de ontem e agora sempre vão nos pedir pra fazer de novo.
Se… você achar que estamos exagerando, é só falar… Sei que essa situação pode ser muito desgastante pra você.

O meu coração gelou por um segundo; achei que ela ia colocar um ponto final em tudo.
No fim, ela só estava preocupada com o meu bem-estar.
Mal sabe ela que estou mais do que acostumado a bater muito mais punhetas em um único dia, e que o show estava longe de ser um sacrifício.

— Que isso, mãe, por mim está super de boa. Se quiser, podemos repetir isso quantas vezes for preciso. Pra mim, vai ser um prazer.

Acabei me empolgando na resposta. Ela encolheu os ombros de leve, visivelmente envergonhada.

— Calma, filho. Lembre-se de que é por causa do nosso trabalho. Ontem os lucros foram muito grandes, e é só por isso que pretendo continuar.
Mas lembre-se também, de que as coisas não podem mudar entre a gente.

Ela falou de modo sério, enfatizando a palavra “trabalho”, mas consegui notar um leve sorriso no canto da boca dela.

— Eu sei, mãe. Só quero dizer que estou totalmente de acordo. Eu também vi os números e sei que não podemos perder essa oportunidade. Então, fique tranquila, pode contar comigo.

Vi os ombros dela relaxarem instantaneamente, e ela abriu um sorriso animado.

— Que bom, meu amor. Ainda bem que você entende.
Olha, graças ao show de ontem, e depois de ouvir você falar sobre seu desconforto, comprei alguns produtos pra ajudar com essa nova etapa dos nossos shows.

Ela imediatamente abriu um sorriso animado.

— Produtos? Como assim?

Perguntei, surpreso.

— É... Eu estive pesquisando em alguns sites quando você foi la no centro e achei algumas dicas de como tornar a atividade mais confortável pra você.

Ela parece envergonhada, mas não esconde o sorriso alegre.

— Que tipo de dicas?

Eu havia me esquecido de como ela ficava empolgada quando começava algo novo.

— Calma, curioso, você vai ter que esperar. É melhor eu só contar quando as encomendas chegarem, mas até lá vamos ter que nos virar com o que temos.

Ela brincou., e estava nitidamente empolgada

Dava pra ver a animação dela. Ela já estava totalmente focada em continuar com as apresentações, ciente de que o público viria com tudo com novos pedidos já na próxima live.

— Tudo bem, mãe, mas agora a senhora me deixou na maior curiosidade.

Ela sabia como me deixar curioso, e se divertia com isso.

— Calma, meu amor, prometo que você vai gostar. Mas, até lá, prometo tomar mais cuidado pra não machucar seu amiguinho.

Ela falou de modo carinhoso, quase cômico, enquanto fazia carinho no meu rosto. Aquilo fez meu corpo se arrepiar, e senti o sangue fluir pra minha virilha.

— Mas a senhora não me machucou, não! Foi muito bom de verdade… Eu disse que foi só um desconforto, nada demais.

Ela ficou ainda mais vermelha com o meu elogio, mas sorriu orgulhosa.

— Obrigada, meu amor… Mas eu sei que acabei me excedendo um pouco ontem. Eu não tenho tanta experiência assim, sabe? Mas prometo melhorar! Já estou pesquisando pra entender mais sobre o assunto e, com o tempo, vou pegando o jeito.

Era típico dela: sempre determinada a aprender e dar o melhor de si em tudo.

— Mas a senhora foi maravilhosa, mãe, sério. Se melhorar mais do que aquilo, quem não vai aguentar sou eu!

Ela soltou uma risada, achando graça da minha reação.

— Fica tranquilo, filho. Nós vamos aprendendo juntos, passo a passo. E tenho certeza de que o nosso público vai adorar os próximos shows.

Não dava pra acreditar que estávamos tendo essa conversa. Parecia um cenário surreal.
Ali estava ela, falando abertamente sobre me dar punhetas, planejando se aperfeiçoar pra me dar punhetas ainda melhores nos próximos shows. Isso só podia ser um sonho.

Naquela noite, fizemos mais um show.
Antes mesmo de aparecermos, nossa sala de transmissão já contava com milhares de pessoas no chat nos aguardando.
Eles estavam ansiosos e logo começaram a exigir mais do que tinham visto no dia anterior.
Depois de cumprirem todas as metas iniciais, o público queria mais, mas minha mãe fez jogo duro.

De início, ela se negou, dizendo que ontem tinha sido um exagero e que aquilo não se repetiria.
Ela estava se aperfeiçoando em seu personagem, e eu sabia muito bem que ela só estava jogando a isca.
Depois de muita insistência do chat e de cumprirem todas as suas exigências, ela finalmente aceitou.
Fingiu certa relutância, repetindo que seria a última vez.
Mas então me punhetou pro público. Porém, agora ela estava preparada e tinha deixado todo o material bem próximo, “pra evitar acidentes inesperados”. Foi o que ela disse.

Depois do meu primeiro orgasmo da noite, ela se fez de difícil, dizendo que já estava bom por hoje.
Quando o chat insistiu pra uma segunda rodada, ela fez charme, tudo pra extrair mais gorjetas do público.
No total, ela me fez gozar duas vezes: na primeira, eu finalizei na toalha; na segunda, a pedido do chat, jorrei sobre os peitos dela.
De início, ela tentou recusar o ato nos peitos, argumentando que no dia anterior tinha sido apenas um acidente, mas o chat pagou o valor exigido e ela acabou cedendo.
Foram duas gozadas maravilhosas, e ela realmente já estava me tocando de forma diferente. Não sei onde ela estava aprendendo, mas já notei a evolução em apenas um dia.
Eu queria continuar e gozar ainda mais vezes, o tesão que ela me causava parecia infinito. E o chat também queria mais.
Mas ela preferiu deixar pra próxima live, dizendo que não queria me desgastar tanto.

Minha mãe estava ficando cada vez mais animada, pois adorava aprender coisas novas.
No dia seguinte, ela me mostrou tudo o que estava aprendendo e o que pretendia fazer nos próximos shows.

Dois dias depois que ela fez os pedidos, a encomenda chegou.
Era uma caixa grande e bem discreta, cheia de produtos. Ela estava contente e me mostrava cada um, explicando o que faziam e como iríamos usá-los em nossas lives.
Ela comprou novos figurinos, fantasias e lingeries também, mas o que mais me chamou a atenção foram os brinquedos eróticos, que me deixaram envergonhado só de olhar.

Minha mãe estava eufórica e exibia cada item cheia de alegria.
Tinha um chamado sleeve, que era um tubo de silicone com formato de vagina na entrada. Esse eu sabia pra que servia, e o que ela pretendia e só de imaginar, já me dava calor.
Tinha outro que parecia uma garrafa térmica com alguns botões, o que me deixou bem confuso.
E tinha também alguns ovos, que eu não fazia a mínima ideia de pra que servia.
Ela achava graça de tudo e se divertia com as minhas reações.

— Calma, filho. Nas lives eu vou mostrar como usar, tenha paciência.

Era uma tortura imaginar que, depois de toda essa excitação e de ter minha imaginação instigada, eu teria que esperar até o momento do show.
Dava uma angústia ter que aceitar que as nossas interações eram estritamente profissionais e só aconteceriam durante o trabalho. Mas essa era a condição, e eu só podia aceitar.

Além de tudo, ela comprou uma grande quantidade de lubrificantes, alguns até com cores bem diferentes.
Mantendo o suspense, ela insistia que eu só descobriria o propósito de cada um durante as lives. Embora eu estivesse morrendo de vergonha, o que mais me impressionava era a casualidade dela; ela exibia todo aquele arsenal erótico com uma naturalidade incrível, achando graça da minha cara. Eu estava chocado, mas a ansiedade pro próximo show só aumentava.

Durante as transmissões, ela colocava em prática cada nova técnica que estudava. Graças aos produtos que haviam chegado, os shows ganharam uma energia totalmente nova.
Minha mãe passou a me usar pra dar verdadeiras aulas ao vivo: ela testava os acessórios no meu corpo enquanto explicava detalhadamente ao chat como alcançar o máximo de prazer.

Eu estava no paraíso e me esforçava muito pra me manter profissional.
A cada show ela ficava melhor, e eu recebia ainda mais prazer.
Minha mãe é muito dedicada e sempre ficava animada pra me mostrar algo novo. Ela passava a maior parte do seu tempo livre procurando maneiras de melhorar nossas performances.
Isso me deixava espantado, pois, há alguns meses, a menor menção a qualquer coisa relacionada a sexo a deixava completamente, envergonhada.
Agora, conversávamos abertamente, e em nossos shows ela se soltava cada vez mais.

Porém, mesmo com todos os avanços que fizemos em nossas lives, o chat ainda queria mais.
Eu também tinha esperanças de que ela se soltasse mais e começasse a mostrar mais de si.
Até agora, só eu ficava pelado e, embora a interação entre nós tivesse dado muito prazer não só pra mim, mas também pro chat, ainda faltava a atração principal: ela.

Mesmo depois de tudo o que fizemos, minha mãe ainda estava relutante em se expor.
Sempre que o chat começava a insistir, ela desconversava e acabava recusando.
Eu queria muito que ela desse esse passo, mas não forçava a barra, pois a decisão teria que vir dela.
Eu deixava que o chat fizesse esse papel e tentasse incentivá-la, e eles não perdiam nenhuma oportunidade; a cada show, as ofertas aumentavam mais e mais.
Eu tinha grandes esperanças, não apenas pelos nossos ganhos — que com certeza cresceriam muito —, mas também pelo meu próprio prazer.
Eu sonhava com isso; quase toda noite eu sonhava com ela nua na minha frente.
Acho que, por causa das nossas interações nas lives, eu ficava tão excitado que acabava sonhando logo depois.

Durante as transmissões, ela me punhetava mais de uma vez por noite, mas eu sempre terminava com gosto de quero mais.
Os toques dela eram incríveis, só que eu desejava ver mais do seu corpo, quem sabe até acariciá-la de volta, já que a ação vinha sempre apenas do lado dela.
No entanto, faltava coragem pra pedir. Eu tinha consciência de que a nossa dinâmica ali era estritamente profissional, e um pedido desses poderia fazê-la se sentir ofendida.
Minha única esperança era a insistência do público; quem sabe uma oferta irrecusável não fizesse minha mãe finalmente ceder.

Eu já estava muito contente com o que tínhamos e me satisfazia todas as noites; porém, com o passar do tempo, comecei a notar algumas mudanças no comportamento da minha mãe nos shows.
Eram atitudes sutis: um toque diferente, um olhar, e até mesmo as suas lingeries estavam ficando cada vez mais reveladoras.

No nosso último show, ela usou um biquíni branco que cobria bem o corpo.
Mas, perto do final da transmissão, depois que ela já tinha me feito gozar duas vezes com suas mãos maravilhosas, ela acabou derrubando um pouco de óleo na parte de cima da peça do biquíni, que instantaneamente ficou quase transparente.
Não dava pra ver perfeitamente, mas era possível notar o formato impecável dos mamilos dela. E isso foi suficiente pra levar eu e o chat a loucura.

Ela fez uma expressão divertida, como se aquilo tivesse acontecido por acidente, mas ficou claro que estava tentando provocar o chat, que já pedia pra ela mostrar os peitos há muito tempo.
O público foi à loucura, exigindo mais, mas ela continuou com a provocação e cobriu a transparência com as mãos.

— Ai, gente… não era para vocês verem isso. Foi totalmente sem querer.

Ela fez uma cara de sapeca, fingindo estar tímida pra provocar o chat. O público estava alucinado, pois percebeu as intenções dela.
Eu estava deitado na cama, com o membro meio amolecido, inchado depois de ganhar duas punhetas dela.
Meu pau estava caído pra a direita, ainda todo lambuzado de óleo, e babado de gozo, mas aquela cena dela segurando os peitos na minha frente fez meu pau ir ganhando vida novamente.
O chat não queria deixar a oportunidade escapar e logo começou a fazer propostas pra ela mostrar mais.
Minha mãe se divertia e continuava com a provocação.

— Parem, amores… Já disse que foi sem querer. Não era pra vocês verem isso de jeito nenhum.

Eu fiquei na minha. Não queria me meter na situação, pois achei que assim ela se sentiria mais motivada pelo chat.
Mas o meu membro era mais entrometido e logo foi endurecendo, deixando claro que eu também estava ansioso por aquilo.
Minha mãe olhou pro meu pau que já estava de pé novamente, e depois me lançou um olhar suspeito, com um sorriso no canto da boca.

— Olha, gente, olha o que vocês fizeram com o meu bebê. Vocês ficam falando pra eu fazer isso, e olha como ele fica... Eu não vou mostrar, amores. Nem adianta, Por hoje chega, tá?

Mas o chat era insistente e fazia muitas propostas.
Minha mãe me olhava mordendo os lábios, como se estivesse me perguntando o que deveria fazer.
Eu apenas devolvia um olhar sugestivo, indicando que só dependia dela. Ela suspirou e, pelo seu comportamento, percebi que ela estava realmente considerando aquela possibilidade.

— Ai, tá bom, seus chatos! Mas só vou mostrar um pouquinho, bem pouquinho.

Eu mal conseguia acreditar que ela ia mesmo fazer aquilo.

— Olha, só vou mostrar um pouquinho e pronto!

Ela olhou pra mim com um sorriso tímido e se ajeitou de frente pra câmera.
Devagarzinho, puxou o biquíni um pouco pra baixo, revelando apenas a metade da aréola.
Por educação, virei o rosto pro lado, pra não deixá-la ainda mais constrangida.

— Pode olhar, filho… Não tem nada demais.

Eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir: ela estava me permitindo olhar sem que o chat precisasse pedir. Não perdi tempo e olhei, memorizando cada detalhe.
Realmente ela não mostrou muito, mas agora era possível ver aquela parte sem nenhuma obstrução.
A aréola do peito dela era clarinha, quase da cor da pele, apenas um pouco mais marrom-claro.
Parecia que ia escurecendo sutilmente em direção ao centro, mas não dava pra ver além daquilo.
Porém, aquele vislumbre foi o suficiente pra aguçar ainda mais a minha imaginação. Meu pau já estava latejando, com o pré-gozo minando da ponta.
Eu olhava hipnotizado e percebi que ela também me encarava timidamente, mordendo o lábio inferior.
Enquanto isso, o chat estava enlouquecido, querendo mais.

— Eu falei que ia ser só um pouquinho, amores. Já tá bom, chega!

Ela olhou pra mim com um sorriso, divertindo-se ao ver a reação do chat.
Eu estava flutuando, completamente perdido na minha imaginação, enquanto olhava fixamente pros peitos dela.
O chat fazia uma chuva de doações de tokens, em uma tentativa desesperada de motivá-la a mostrar mais.

— Ai, gente… parem! Já tá bom por hoje. Chega, vai!

Ela falava de forma dengosa, provocando tanto a mim quanto ao chat ainda mais.
Eu estava muito excitado e queria muito me masturbar ali mesmo, pra me aliviar, mas isso seria uma total falta de respeito, então me controlei.
Não via a hora da live terminar e correr pra debaixo do chuveiro e gozar me lembrando daquele momento.
Minha mãe me olhava com satisfação; acho que a minha reação e o modo como fiquei hipnotizado pelos peitos dela a deixaram animada.
Mesmo que eu tentasse disfarçar, minha ereção latejante não me deixava esconder minha alegria.

— Amores, vamos fazer assim: vou ser boazinha com vocês. Hoje não vou mostrar mais do que isso, já tá ótimo assim. Eu preciso de mais coragem… Quem sabe na próxima live?

Ela fala timidamente, e o chat reage com decepção, inundando a tela com pedidos pra que ela fique um pouco mais.

— Calma, amores, não fiquem tristes. Pra compensar, não vou deixar vocês só na vontade.
Sei que vocês devem estar bem parecidos com o meu bebê agora... Olhem só como ele tá animado depois de ver um pouquinho da mamãe!

Ela me olhava de forma travessa, com um sorriso.
Senti meu rosto queimar de vergonha ao perceber que eu estava completamente excitado. Com o pau duro já escorrendo.

— Então, meus amores, vou colocar mais uma meta e brincar mais um pouquinho com o meu bebê. Assim vocês se aliviam e eu alivio ele também, né? O que vocês acham?

A aprovação do chat veio num piscar de olhos, me deixando profundamente agradecido enquanto eu tentava disfarçar a minha alegria.
Minha mãe, então, acariciou meu rosto com delicadeza e me olhou fazendo um biquinho dengoso. Eu adorava quando ela entrava no personagem e fazia esse tipo de cena pra instigar o chat.

— Tá tudo bem pra você, meu bebê? Você aguenta brincar mais um pouquinho com a mamãe?

O prazer me fazia delirar. Sem conseguir dizer uma palavra, apenas assenti com a cabeça, boquiaberto.

Assim que ela atualizou a meta no tópico, o público reagiu em peso, batendo o objetivo quase no mesmo segundo.
Ela me lançou um sorriso sedutor, quase lambendo os lábios. Só aquele olhar foi o suficiente pra quase me fez gozar.
Ela procurou o tubo de lubrificante e o sleeve, o masturbador maleável, que tinha o formato de uma buceta, pra começar.
Mas, depois de examinar o brinquedo, ela mudou de expressão e me olhou com uma carinha tristonha.

— Ai, bebê, olha só… O seu brinquedo está todo sujo. A mamãe vai ter que usar as mãos mesmo, o que acha?

Ela fazia biquinho com uma carinha triste, falando de forma manhosa porque sabia exatamente o quanto aquilo me excitava.
Ela tinha aprendido esse truque ao notar como minhas reações ficavam intensas e meu pau pulsava descontrolado toda vez que usava esse tom comigo.
Ela já tinha me punhetado duas vezes aquela noite: uma com o sleeve, que deixei completamente cheio de porra, e a outra usando um daqueles ovinhos de prazer que só mais tarde descobri serem feitos de silicone e pra que serviam.
Preferi não dizer nada pra evitar um clima estranho, como se eu estivesse confundindo as coisas. Mas, no fundo, eu prefiro mil vezes o toque das mãos dela ao uso de qualquer brinquedo.
Só de imaginar o que viria a seguir, senti uma onda de prazer percorrendo meu corpo e arrepiando minha nuca.

— Tá tudo bem se a mamãe usar as próprias mãozinhas, né, meu bebê?

Sua provocação era calculada. Ela sabia que eu estava prestes a explodir, e o pré-gozo escorrendo deixava isso óbvio.
Sem conseguir falar, apenas assenti com a cabeça, engolindo em seco.
Com um sorriso vitorioso nos lábios, ela esticou o braço e pegou o tubo de lubrificante.

— Aproveitem bem, meus amores…

Ela disse, com um olhar sedutor diretamente pra câmera.

Assim que ela se virou, notei que o topo do biquíni continuava desalinhado.
A aréola do peito aparecia sutilmente, e a marca molhada no tecido que ainda não havia secado, deixava o mamilo quase exposto bem diante dos meus olhos.
Eu quase não me contive. Senti um espasmo e meu corpo se contraiu por inteiro; estava prestes a perder o controle antes mesmo que ela pudesse me tocar.
Senti minhas bolas se comprimirem sob uma vontade imensa de gozar, quase deixando tudo jorrar ali mesmo.
Minha mãe sorria, divertindo-se; ela sabia o efeito que estava causando em mim e me provocava. Ela se posicionou aos pés da cama e apertou os braços contra o corpo, comprimindo os peitos.
pressionando-os de tal forma que quase os deixava saltar pra fora.
Só não saíram porque Seus biquinhos estavam duros e pontudos, a rigidez de seus mamilos era tamanha que eles pareciam se enganchar no próprio tecido do biquíni.

A pedido dela, sentei-me à beira da cama. Ela se posicionou entre as minhas pernas, ajoelhada. Recuei o corpo, apoiando o peso nos braços pra erguer o tronco quase por completo.
Busquei o ar, tentando desesperadamente pra retomar o fôlego, afinal, se continuasse daquele jeito, eu não duraria um único movimento nas mãos dela

A visão dos peitos dela estava me matando; eles estavam bem ali na minha frente, fartos, quase saltando pra fora, com a parte mais escura das aréolas aparecendo de forma provocante.
Minha mãe olhou pra baixo, fitando o próprio peito. Eu sabia que ela fazia aquilo de propósito: vendo nitidamente que os mamilos estavam prestes a escapar, fazia isso pra me atormentar.
Ela os balançava levemente e, em seguida, me encarava com um sorriso malicioso.

— Você gosta, meu bebê… gosta dos peitos da mamãe?

Suas palavras foram quase um sussurro sedutor.

Com calma, ela abriu o lubrificante e derramou uma pequena quantidade no topo da cabecinha do meu pau, que já estava completamente duro e inchado.
Notei quando ela mordeu o lábio inferior, suspirando diante daquela visão.
Ela largou o lubrificante na cama e, sem perder tempo, fechou a mão firmemente em torno do meu membro.
Um arrepio forte correu pelo meu corpo; diante de mim, ela revirou os olhos devagar, deixando escapar um suspiro profundo.
Sem pressa, ela iniciou um movimento cadenciado de subida e descida.
Sua mão viajava do topo à base, puxando a pele pra trás de forma a deixar a cabeça do meu pau, já vermelha e inchada, completamente exposta.
Com os lábios entreabertos, ela começou a respirar de forma compassada e irregular.
Eu tentava puxar o ar profundamente pra não perder o controle, mas meus olhos continuavam fixos no peito dela, que acompanhava o ritmo de sua mão. Chacoalhando a cada movimento.
Tudo o que eu queria era ver aqueles seios escaparem de vez do biquíni. Mas os mamilos duros se agarravam ao tecido, impedindo que saíssem.
Notando o quanto eu estava hipnotizado pelos seus peitos, ela deu um sorriso satisfeito e os espremeu ainda mais com os braços, sem interromper o movimento ritmado de sua mão.
E continuava me punhetando enquanto provocava.

— Você lembra, meu amor? Lembra de como adorava mamar nos peitos da mamãe?

Ela sussurrou, aproximando-se.

Aquilo já era demais pra mim. Eu não aguentava mais, e ouvi-la falar desse jeito me deixava enlouquecido.

— Você lembra, bebê? Lembra de como grudava com a sua boquinha aqui e chupava todo meu leitinho com vontade?

Ela sussurrou, me provocando, balançando os peitos, sabendo que eu não conseguia desgrudar os olhos dele.

Ela aumentou a velocidade do movimento, e agora estava bem rápido.
Apertava todo o comprimento do meu membro e, em seguida, esfregava a cabeça, me deixando no limite do prazer.

— Ai, amor, fala pra mamãe se você lembra. Fala... Eu sinto tanta saudade de sentir a boquinha do meu bebê bem aqui, no meu peito.

Seus olhos se reviravam enquanto ela respirava de forma profunda e acelerada.
Apertando meu pau com cada vez mais força, ela estava tão perto que eu conseguia sentir o ar quente de sua respiração bem próxima da cabeça do meu pau.
Eu já não aguentava; mas me esforçava pra fazer o momento durar o máximo possível.
Porem quando a vi apertar um dos seios com a mão esquerda e juro ter ouvido um gemido baixinho, não consegui mais me segurar.

— M-mãe… vou gozar!

Avisei, com a voz falhando, sentindo o corpo travar.

Foi tudo o que consegui dizer. Embora achasse que estava preparado pra quilo, o prazer que me dominava era intenso demais.
Jorrei com força, e aquela já era a minha terceira gozada da noite.
Pra minha surpresa, porém, ela não pegou a toalha pra segurar a minha carga. Em um movimento espontâneo, ela mirou os jatos nos próprios peitos e os apertou um contra o outro, estufando os peitos pra deixar que o meu gozo caísse sobre eles.

Eu mal conseguia acreditar no que via; ela estava bem ali na minha frente, fazendo aquilo abertamente.
Ela olhava atenta, certificando-se de que cada gota caísse sobre o seu peito.
Ela me punhetava lentamente agora, como se quisesse que eu esvaziasse tudo o que tinha.
Eu soltava o ar dos pulmões, liberando todo o meu prazer a cada movimento das mãos dela.
Mas eu não estava preparado para o que ela fez na sequência.

Eu já estava quase me recuperando do meu êxtase, expelindo as últimas gotas de porra, quando ela pegou o meu pau e o bateu contra os seus próprios peitos.
Ela batia o meu pau contra os peitos, esfregando e espalhando a porra por toda a pele. Eu estava incrédulo diante daquela cena.
O impacto visual me trouxe uma onda tão avassaladora de excitação que, subitamente, senti uma nova e imensa descarga de prazer, e instantaneamente gozei de novo.
Mesmo já borrachudo pelo cansaço do ato, meu pau ainda expeliu mais três jatos densos de gozo, fortes o suficiente pra alcançar o queixo da minha mãe. Eu estava tão entorpecido que mal sabia se aquilo era real.

Vi minha mãe me encarar com olhos inebriados e, logo em seguida, abrir um sorriso satisfeito após os jatos que eu havia lançado.
Sem desviar o olhar do meu, fixo de uma forma enigmática, ela bateu meu pau mais algumas vezes contra o próprio peito, apenas pra se certificar de que eu havia esvaziado por completo.
Eu sentia um tremor nas pernas e uma fraqueza que me dava sono; no entanto, não queria fechar os olhos e perder aquela cena por nada.

Depois de se certificar de que não restava mais nenhuma gota, ela esfregou levemente a ponta da cabecinha contra a pele do seio, besuntando-se.
Eu observava cada detalhe, enquanto nossos olhos permaneciam fixos, um no outro.
Ela segurava com força, e Passou lentamente meu pau pelos peitos, esfregando-o por todo ele com sensualidade.
A pele macia e aveludada deslizando com facilidade, por causa da quantidade de porra; e ela esfregou a cabecinha em cima da parte das aréolas expostas.
Eu já estava me tremendo de prazer. Mas, quando a vi afundando a cabecinha um pouco mais pra dentro do biquíni, juro ter sentido a parte mais rígida do biquinho do peito dela esfregando prazerosamente na cabeça do meu pau.
Senti mais uma onda frenética de prazer, e meus olhos involuntariamente se reviraram por um segundo.
Só não esporrei mais uma vez, pois estava completamente vazio, mas senti arrepios e tremeliques por todo o corpo.
Um sorriso safado surgiu em seus lábios; ela sabia perfeitamente o impacto de suas ações sobre mim.
Mas, em um corte repentino, ela soltou meu pau e se afastou da beirada da cama. Ficando quase de costas pra onde eu estava, ela simplesmente se voltou pra interagir com o chat.

— Pronto, amores… agora terminamos. E aí, estão satisfeitos?

Ela disse com um sorriso, encarando-me por um instante antes de se voltar pro chat novamente, exibindo os próprios seios.
Eles ainda estavam cobertos, mas a visão era muito erótica, pois estavam todos lambuzados de porra e o biquíni todo desajustado, deixando parte das aréolas à mostra.

— Por hoje é só, amores… Espero que tenham gostado. Nos vemos amanhã.

Minha mãe encerra a live, e eu ainda estou embasbacado com o que acabou de acontecer.

Assim que a transmissão é encerrada, ela se vira pra mim com um sorriso animado.

— Tudo bem, meu amor?

O tom dela era puramente cínico, acompanhado por aquele mesmo sorriso provocador.

— Estou bem, mãe. Só… impressionado.

Ela escondeu o rosto, fingindo-se envergonhada.

— Eu acabei me empolgando… mas não foi a primeira vez que isso aconteceu, né?

Sem conseguir formular palavras, apenas assenti com a cabeça, estático.

— Você tá bem mesmo, filho? Tem forças pra ficar de pé?

Ela provocou, com um sorriso brincalhão.

— A-acho que tenho.

Esforcei-me pra levantar, ainda com as pernas um pouco bambas.

— Você foi ótimo, meu bem. Chegou três vezes… e essa última foi bem intensa.

Ela falava com animação, de um jeito orgulhosa.

— Acho que vim até mais do que três.

Comentei com um sorriso, sentindo o peito inflar de orgulho.

Ela deu um passo à frente e deslizou a ponta dos dedos pelo meu peito em um carinho leve.

— Mas você tá bem mesmo? Acha que a mamãe passou dos limites hoje?

Fiquei um pouco confuso com a preocupação dela.

— Tô ótimo, mãe, não precisa se preocupar. Eu já aguentei bem mais do que isso em um único dia.

Ela instantaneamente fica corada, agora demonstrando uma timidez real.

— Não é disso que estou falando, filho. É sobre eu ter me exposto.

Ela agora falou de um jeito mais sério e preocupado.

— Como assim? A senhora não se expôs de verdade.

Indaguei, com uma expressão confusa.

— Mas eu quase deixei meus peitos totalmente à mostra na live!

Soltei um leve bufo, revirando os olhos diante do drama dela.

— Pfff. Para, né, mãe? Aquilo não foi exposição. Olha pro meu estado.

Nossos olhares desceram pro meu corpo.
Eu estava totalmente nu, com o pau inchado e coberto pelo meu próprio gozo, com uma babinha que quase pingava da cabecinha.
Ao notar aquilo, ela esboçou um sorriso discreto no canto dos lábios enquanto prendia uma mecha de cabelo atrás da orelha.

— A senhora ainda acha que se expôs?

Perguntei, de maneira cômica, tentando aliviar o clima.

— Lógico que não vendo por esse lado, né, filho… Mas eu fui muito além do que costumo ir.

Ela parecia realmente preocupada com sua conduta.

— É verdade, mas não foi nada demais. Não precisa se preocupar com isso, mãe.

Eu me esforçava pra falar com naturalidade, querendo apenas que ela ficasse confortável.

— Mas e você? Não ficou chateado comigo por eu quase ter mostrado o peito?

Ela falou de forma encabulada, como se tivesse feito algo errado.

— Claro que não, mãe. O pessoal do chat estava implorando, e você viu a quantidade de dinheiro que mandaram? Eu achei até que a senhora devia ter mostrado mais.

Ela ficou ainda mais vermelha. E quase escondeu o rosto.

— Ai, Du… Pensei que você estivesse achando ruim, que estivesse bravo comigo por causa disso.

Aproximei-me um pouco e recolhi a mecha de cabelo que caía sobre o rosto dela, prendendo-a com cuidado atrás de sua orelha.

— Nunca, mãe. Estamos juntos e, como já disse, a senhora pode fazer o que tiver vontade. Eu sempre vou te apoiar.

Ela encolheu os ombros em um gesto tímido, deixando escapar um sorriso genuíno.

— Então tá tudo bem se eu mostrar um pouco mais nas lives?

Ouvir aquilo me deixou estático. Ela estava literalmente me pedindo autorização; precisei de cada gota de autocontrole pra não comemorar ali mesmo.

— Mãe, eu vou estar sempre do seu lado. Se a senhora se sentir bem, tem o meu apoio de cem por cento.

Ela desviou o olhar, reflexiva.

— Você realmente acha que o nosso público vai gostar?

Achei estranha a pergunta dela, pois ela parecia realmente ter dúvida disso.

— Se vão gostar? Eles estão esperando por isso desde o primeiro dia em que a senhora apareceu na tela. Você é a rainha daquele chat, mãe.

Falei com entusiasmo, vendo-a morder o lábio sem conseguir conter um sorriso lisonjeado.

— Ai, filho… Não fala uma coisa dessas. Eu ainda me sinto muito insegura com tudo isso.

Apesar da insegurança, ela adorou o elogio, mas sua reação ainda era tímida.

— É a mais pura verdade, mãe. Eles vão ficar completamente malucos. Mas, claro, a decisão é sua. Se estiver confortável, sinta-se livre pra fazer o que quiser.

Eu tinha que me controlar pra não dizer tudo que sentia vontade, pois sei que soaria muito inadequado.

Ela ponderou em silêncio por alguns instantes, mas os olhos dela entregavam a animação crescente.

— Tudo bem… Vou pensar a respeito, mas não estou garantindo nada, hein?

Ela ensaiou um movimento pra me abraçar, mas hesitou no meio do caminho e recuou.

— Ai meu Deus, olha só o meu estado! É melhor eu ir pro chuveiro, né, meu bem?

Ao perceber que ainda estava lambuzada pelo meu gozo, ela firmou as mãos contra o meu peito pra manter distância e não me sujar.
Ficou na ponta dos pés e me deu um beijo rápido na bochecha e, logo em seguida, correu pro banheiro.

— Filho, deixa tudo aí que depois eu limpo. Vai pro seu banho, tá. Boa noite, meu amor!

Disse ela, entrando e fechando a porta logo em seguida.

A porta se fechou, deixando-me sozinho com meus pensamentos. Eu ainda estava em transe.
Minha mãe vinha se mostrando cada vez mais desinibida, e aquilo estava me levando à loucura. Será que aquela conversa daria a coragem que faltava pra ela ir além?
Ela praticamente me pediu autorização, e fiz questão de dar carta branca. Parecia bom demais para ser verdade.

Juntei minhas roupas e fui pro banheiro do corredor. O dia de hoje tinha sido fantástico.
Agora, tudo o que eu podia fazer era esperar pela próxima transmissão, torcendo pra que meus desejos mais profundos finalmente se tornassem realidade.


Aviso
A todos aqueles que estão gostando da história e desejam uma continuação. Por favor, leiam.

Olá a todos, me desculpem pela demora na publicação de mais esse capítulo.
Estou tentando ao máximo concluir esse trabalho, mas as coisas estão complicadas, por isso venho pedir a ajuda de todos vocês.

A verdade é que, se continuar da maneira que estou, usando o mínimo do meu tempo para me dedicar a essa obra, não conseguirei finalizá-la tão cedo.
Em média, gastaria uma semana para concluir um capítulo. Porém, na condição atual. Levei mais de um mês apenas para revisar e corrigir.

A minha realidade é essa: o meu trabalho principal é como porteiro, em uma escala de 12x36.
Porém, para conseguir arcar com todas as despesas, trabalho nas folgas como ajudante na Lalamove.
Poderia muito bem conseguir manter a escrita, usando meus dias de folga da portaria.
Porém, a renda que faço como ajudante é fundamental para me manter.
Como ajudante, recebo 100 reais por dia. Sei que para alguns isso não é nada, mas para mim é fundamental para minha sobrevivência.
Peço a compreensão, pois não estou me vitimizando, jamais. Pois tenho noção de que a minha realidade não é muito diferente da maioria.

O que quero dizer é que, se eu conseguir ajuda para tornar a escrita como meu segundo trabalho, posso dar mais prioridade a essa profissão e conseguir postar os capítulos com regularidade.
Porém, para me dedicar, preciso manter o valor que ganho com o salário de ajudante.
Sem essa quantia, terei que continuar procurando outras fontes de renda e deixar a escrita de lado.
Por isso, irei deixar o meu (Pix) para todos aqueles que puderem e quiserem contribuir.
Prometo que, se conseguir suprir os valores que preciso para pagar as contas e me manter, postarei um capítulo por semana, sem falta.
Mas, para isso, preciso do valor equivalente ao que ganho atualmente como ajudante, pois só assim posso me dedicar.
Peço desculpas pela sinceridade, mas essa é minha realidade. Ou eu faço o que eu gosto, ou pago as contas.

Mais uma vez obrigado, e quem puder contribuir, ficarei muito agradecido.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


271915 - Sem Retorno – Capítulo 10 - Categoria: Incesto - Votos: 8
271671 - Sem Retorno – Capítulo 9 - Categoria: Incesto - Votos: 5
271525 - Sem Retorno – Capítulo 8 - Categoria: Incesto - Votos: 4
271478 - Sem Retorno – Capítulo 7 - Categoria: Incesto - Votos: 4
271477 - Sem Retorno – Capítulo 6 - Categoria: Incesto - Votos: 3
271447 - Sem Retorno – Capítulo 4 - Categoria: Incesto - Votos: 4
271441 - Sem Retorno – Capítulo 5 - Categoria: Incesto - Votos: 4
271426 - Sem Retorno – Capítulo 3 - Categoria: Incesto - Votos: 3
271425 - Sem Retorno – Capitulo 1 - Categoria: Incesto - Votos: 5
271404 - Sem Retorno – Capitulo 2 - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil edxxx
edxxx

Nome do conto:
Sem Retorno – Capítulo 11

Codigo do conto:
274361

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0