Ela era dessas que não sabia se comportar. Novinha, corpo apertado, bunda redonda de quem faz agachamento todo dia só pra ficar gostosa. E o pior: não podia ver o cara. Bastava o desgraçado aparecer na porta que ela já levantava da cadeira, puxava a mini saia preta pra cima, e ficava ali, de costas, fingindo arrumar alguma coisa.
Sem calcinha. Nunca. Ela dizia que gostava de sentir o vento, mas todo mundo sabia o motivo real.
Naquele dia o cara chegou cedo. Sentou no sofá, abriu o celular, e ela veio, rebolando devagar, a saia subindo a cada passo. Parou na frente dele. Se curvou.
— Ai, deixa eu pegar meu carregador aqui embaixo...
Curvou de propósito. Devagarinho. Empinou o rabo pra cima, joelhos meio dobrados, e a saia subiu toda. A bucetinha lisinha dela apareceu primeiro — rosinha, apertada, brilhando um pouquinho. E atrás, o cuzinho. Pequenininho, apertado, piscando pro cara como se chamasse.
Ela olhou por cima do ombro, sorriso safado nos lábios.
— Tá olhando o quê?
— Tá vendo o que eu tô olhando.
Ela riu baixinho. E aí, sem pressa nenhuma, levou as duas mãos pra trás, agarrou as próprias nádegas e abriu. Abriu bem devagar, separando os dois lados, deixando o cuzinho totalmente à vista — piscando, abrindo e fechando, redondinho, molhadinho.
— Ai... — ela gemeu só de se tocar ali. — Abre ele mais?
Ela abriu mais. Empinou mais. Ficou na ponta dos pés, jogando a bunda pro cara, piscando o buraquinho com força, apertando e relaxando como quem pedia.
— Mete — ela falou, sem enrolação. — Mete com força no meu rabinho. Sem dó.
O cara não precisou de convite duas vezes. Chegou por trás, passou a mão pela bunda dela, alisou, e encostou a cabeça naquele cuzinho piscando. Ela prendeu a respiração. Ele empurrou devagar — só a cabecinha — e ela já gemeu alto, agarrando o sofá.
— Ai... ai que gostoso... — ela gemeu, rebolando devagar. — Coloca tudo. Coloca tudo de uma vez, vai...
Ele empurrou. Fundo. Até o talo.
— AAAAAAH! — ela gritou, arqueando as costas. — Assim! Assim, meu amor... mete! Mete!
E ele meteu.
Ritmado primeiro. Fundo e devagar, sentindo o cuzinho dela apertar a cada estocada. Ela rebolava contra ele, jogando a bunda pra trás pra receber tudo. A cada vez que ele afundava, ela gemia, gemia gostoso, sem se segurar.
— Mais forte — ela pediu, olhando pra trás. — Mais forte, vai. Acaba comigo.
Ele pegou firme nos quadris dela e acelerou. Estocada forte, rápida, batendo com a bunda dela a cada investida. Tec, tec, tec, o barulho enchendo o quarto. Ela gritava agora, sem vergonha nenhuma, rebolando louca, apertando o pau do cara com o cuzinho a cada vez que ele saía.
— Isso! Isso! — ela gritava. — Me come! Me come gostoso! Aperta meu rabo e mete!
Ela apertava as paredes do cuzinho de propósito, contraindo forte toda vez que ele puxava, prendendo ele dentro. O cara grunhiu, segurou o quadril dela com força e meteu mais rápido ainda.
Ela ficou de quatro, jogando o rabo, gemendo gritado, batendo de encontro ao corpo dele. A bucetinha escorria. O cuzinho vermelhinho, aberto, engolindo tudo com força.
— Tô gozando... — ela gemeu, voz tremida. — Ai meu Deus, tô gozando com o pau no meu cu...
Ela travou, pernas tremendo, apertou o cuzinho com toda a força, e gozou gritando, rebolando sem parar, apertando o pau do cara por dentro como um punho.
Ele não aguentou muito mais. Deu as últimas estocadas fundo, fundo, e gozou dentro, segurando ela bem apertada. Ela ficou parada, ofegante, suada, com o rosto no sofá, o rabo ainda empinado.
Passou a mão pra trás, no cuzinho, sentindo ele latejar.
— Viu? — ela falou, sorriso cansado. — É por isso que eu não uso calcinha.
comedor-de-novinhas