Fui correr e, do nada, o tempo fechou e começou a chover forte. Tive que parar em uma cobertura de um comércio, mas era pequena e eu estava me molhando.
Quando um cara na casa da frente apareceu e perguntou se eu queria esperar a chuva passar na garagem dele, não tinha muita escolha e ali não dava para ficar.
Aceitei; ele era mais ou menos da minha altura, malhadinho, branco. Ofereceu uma toalha para eu me secar. Eu estava ensopado, a minha camisa e short colados no corpo, meu pau ficou desenhado no short. Ele disse que, se eu quisesse, poderia tirar a camisa.
Ele: — Se quiser, pode tirar a camisa e colocá-la pendurada.
Eu: — Valeu, mas não quero abusar mais.
Ele: — Fica tranquilo, estou sozinho e, se você ficar molhado assim, pode ficar gripado.
Eu fico não, rs. Daqui a pouco a chuva passa e tomo banho em casa.
Ficamos conversando, ele perguntou algumas coisas, meu nome, onde eu morava e tal, e a chuva não passou, e ele disse:
Ele: — A chuva não passou e você com essa camisa molhada. Tira, rapaz.
Eu acho que vou ter de ir assim mesmo, não quero incomodar.
Ele não está incomodado, só está me dando agonia você com essa camisa.
Eu: — Mas o short também está molhado, vou ter que tirar dois. Brinquei.
Ele: — Pode tirar e ficar de cueca.
Eu: — Aí que tá, eu estou sem cueca.
Ele ficou surpreso e disse:
Ele: — Como sai sem cueca assim? Tira tudo e fica de toalha, não ligo.
Eu não gosto de usar.
Olhei como estava o tempo; realmente parecia que não iria para pôr agora. Então resolvi tirar roupa ali mesmo, na sua frente. Ficou olhando calado e falou:
Ele estende nessa corda e entra, senão você vai ficar com frio.
Estendi a roupa e entrei na casa dele. Perguntou se queria alguma coisa e falei que aceitava um copo de água. Foi pegar e, quando voltou, me entregou o copo e sentou na minha frente, e conversamos mais um pouco.
Eu sentei de perna aberta e ele tentou disfarçar, mas não parava de olhar para o meio de minhas pernas. Eu ficava abrindo e fechando enquanto conversávamos.
Ele levantou falando que iria fazer um café; notei que ele estava ficando excitado.
Já tinha quase duas horas eu na casa de um estranho; nesse tempo, ele já tinha me contado boa parte da sua vida. Era solteiro e morava sozinho. Enquanto a água do café fervia, ele trouxe uns biscoitos e, nisso, notei que tinha começado a escurecer e disse que iria embora.
Eu: — Muito obrigado por salvar da chuva, mas tenho que ir, já está tarde e não quero tomar mais seu tempo.
Ele: — Que nada, rapaz, a chuva nem passou e eu tô gostando da companhia. Espera pelo menos o café; a água já ferveu.
Ele foi para a cozinha e me chamou. Fiquei na cozinha vendo ele preparar o café. Quando terminou, pediu para eu levar para a sala a garrafa do café e o frasco de açúcar, e falou:
Ele: — Só não ter leite, o meu acabou.
Eu: — Tudo bem, um pretinho é bom também. E rimos.
Quando eu estava com a garrafa de café e o frasco do açúcar na mão, minha toalha caiu na frente dele e fiquei parado, ele me olhando pelado.
Eu: — Pode me ajudar?
Ele meio que acordou e veio pegar a toalha; nisso, ele se abaixou e ficou com a cara no meu pau.
Meu pau automaticamente pulsou; ele olhou para mim e disse:
Ele: — Aqui com certeza tem leite. Eu apenas balancei a cabeça e ele começou a mamar.
Depois de uns minutos ele mamando, eu percebi que ainda estava com as mãos ocupadas e procurei um lugar para pôr as coisas e segurar a cabeça dele para foder aquela boca gostosa. Ele deixou foder bem sua garganta até que, em um momento, ele colocou as mãos nas minhas coxas, pedindo para parar.
EU – Era isso que você queria, né, seu puto?
Ele só balançou a cabeça, confirmando. Chamei-o para a sala, sentei no sofá, ele veio mamar mais. Depois de deixar minha pica bastante babada, ele olhou com cara de puta para mim e pediu:
Ele: — Comi meu cu?
Perguntei se ele tinha camisinha, ele disse que sim e foi pegar. Quando voltou, mandei ficar de 4 no sofá.
Ele era um macho peludinho gostoso, bunda também era peluda, uma delícia. Cuspi e brinquei com os dedos e depois fui colocando a cabeça da minha pica, e ele pediu para ir com calma, falei.
Eu: — Você não queria pica? Então aguenta!
Fui empurrando tudo até meus pelos encostarem nos pelos da bunda dele. Ele enfiou a cara no sofá para não gritar. Deixei o cu dele acostumar com minha pica para bombar aquele rabo.
Fui devagar e, aos poucos, fui aumentando. Ver a pica sair toda e entrar de novo dava um tesão da porra. Fiquei metendo tudo e tirando até ele pedir para mudar de posição. Sua cara estava vermelha, ficamos de frango assado e eu não perdoei. Já fui colocando tudo de vez e ele me xingou de desgraçado. Eu ri, dei um beijo gostoso nele e continuei metendo e beijando.
Tirei o pau, ele gemeu, que tinha melado de sangue, mas não falei nada para não preocupar.
Meti devagar e continuei assim, vendo sua cara de puto. Aí ele pediu para foder com força e beijar ele.
Soquei de uma só vez e beijei ele, meti tudo e, entre beijos de socadas, gemidos e a chuva, gozamos.
Fomos logo para o banheiro para não melar nada; lá ele viu a camisinha suja de sangue e disse:
Ele: — Você tirou sangue de mim?
EU – Desculpa, estava tão gostoso, mas eu vou cuidar dele.
Falei beijando; ele riu.
Eu não estava?
Ele: — Demais, você vai passar pomada no meu cuzinho.
Eu passo e dou beijinho nele.
Tomamos banho e acabei ficando até mais tarde na casa dele, conversando e trocando carinhos e mamadas. O cuzinho não rolou porque ainda estava sensível.