O dia que uma tora invadiu o meu cu



Olá meninos que curti meninos

Todo mundo queria ter um amigo que pudesse desabafar ou chorar em seu ombro.. eu tenho esse amigo, quer dizer amiga. O seu nome é Adriana, mas eu a chamo de Dri, ela sabe tudo da minha vida, quantas vezes eu trepei na semana com a minha esposa, sabe quantos pau eu chupei, quantas vezes eu levei rola na minha bunda, até as senhas dos meus cartões ela tem. Nossa amizade teve inicio quando eu comecei a fazer terapia, foi uma amiga da minha mulher quem a indicou. No começo da terapia, as nossas conversas eram muito formal e travadas, eu não conseguia me abrir, como ela é uma grande psicóloga, conseguiu quebrar a barreira que travava a minha terapia, como disse acima, ela é tudo para mim. Somos mais que amigos, até as chaves da casa dela eu tenho cópia. Nós somos tão íntimos que ela troca de roupa na minha frente. A Dri é uma mulher de seus 40 anos , agora com tudo em cima, muito gostosa, tem uma bunda que é uma delícia e uma buceta carnuda e toda lisinha, todo mês a depiladora vai na casa dela fazer a depilação, quando eu estou lá assisto tudo e ainda ganho uma depilação no meu cuzinho, na primeira vez doeu mais que a primeira rola que dilacerou o meu rabo. Eu e Dri nunca tivemos nada além da amizade, no começo eu dei umas cantadas, mas ela falava que meu problema era falta de rola no cu. Ela tem um corpo que eu gostaria de ter, quando ela fica andando nua pela casa, eu fico babando, mas não de tesão e sim de inveja daquele corpo escultural. Na sexta feira ela ligou pedindo para eu ir ao aeroporto receber o irmão dela, como nós não nos conhecemos ela passou o meu numero para ele e o dele para mim. Antes que eu chegasse no aeroporto ele ligou avisando que já estava a minha espera, disse com que roupa estava, assim ficava melhor o identificar. Gente do céu, quando eu vi aquele homem minhas pernas tremeram, meu cu piscou e meu pau babou, ele é um homem grande estilo militar, homem com jeito de macho e cheiro de macho. nos apresentamos e fomos para casa, no percurso seguiu aquele ritual de sempre, ele perguntou se eu era namorado da Dri, respondi que era mais que isso, ele pensou que nós erámos casados, também neguei e ficamos rindo. Chegando em casa a Dri não estava , só ia chegar ´no outro dia pois estava em um seminário de psicologia. Mostrei a casa ,o quarto que ele ia ficar e deixei ele a vontade, ele foi tomar um banho e esqueceu a toalha, me pediu para pegar para ele, entreguei com a porta entre aberta mas deu para ver o tamanho e a grossura do pau dele, não era grande, tinha uns 17 cm, mas a grossura é para deixar um principiante um bom tempo sem poder sentar direito, e a bunda era linda , toda redondinha parecia com a bunda da Dri. Fiquei na sala esperando ele sair do banho. Quando ele aparece na sala ,eu olho aquele macho vestido em um short taktel e uma camiseta regata, meu cu piscou de novo. Saímos e fomos andar na praia, conversamos muito e ele não deu pinta que gostava de macho, comecei a achar entediante aquele passeio, para quebrar o tédio sugeri tomarmos uma cerveja, fomos a uma barraca e ficamos bebendo e conversando banalidades, eu percebi que quando passava algum garotão ele dava uma olhada discreta que só quem é do meio entende, isso foi a tarde toda, como eu não sou besta, partir para o ataque, passou um coroa com o corpo atlético e bem bonito, ai eu comentei que o coroa era muito gostoso, ele caiu na risada e perguntou se eu curtia homens, não falei nada, só dei uma risada. Fomos para casa, agora nosso papo era com mais liberdades. assim que cheguei fui tomar um banho e ele fez o mesmo, como eu não tinha outra roupa, peguei um daqueles roupão da Dri sem nada por baixo e fui para sala, peguei dois whisky e fiquei esperando o Leo, esse é o nome dele, ele veio só de bermuda, dava para perceber que estava sem cueca, eu olhava aquele peitoral musculoso e desnudo, eu tremia. depois da terceira dose eu fui sentar no sofá ao lado dele, comecei a acariciar as suas pernas musculosas, fui subindo até encontrar uma tora grossa e dura, botei para fora e comecei a beija-la e sugar o mel que já estava pingando, era muito grossa a cabeça parecia um bola de sorvete, tinha dificuldade de encaixar na boca, mesmo assim continuei a me deliciar do meu sorvete de morango. Ele me puxou de uma só vez e me colocou sentado nas suas pernas de frente para ele, que me tascou um beijo de língua bem gostoso e demorado, eu sentia o pau dele na minha bunda e rebolava e dava chupadas bem forte no seu pescoço. Tiramos nossas roupas e voltei a sentar em seu colo só com o pau roçando na minha bunda, enquanto eu rebolava e chupava os meu peitinhos que eu acho lindos, parece seios de menina nova, ele o meu seio todo na boca sugava com muito tesão, eu me contorcia com uma vadia , minha bunda já estava toda lambuzada com o seu mel. Com a sua força e brutalidade de um macho me jogou deitado no sofá e começou a chupar o meu pau, ele engolia todo só ficava as bolas de fora, enquanto me chupava dedilhava o meu cu, foi introduzindo um dedo que parecia uma rola fina, chegou a botar três dedos, e eu aguentando gemia e gritava de tanto prazer, quando meu cu já estava com as portas abertas ele começou a chupar e meter a língua e a chupar com bastante força, ele parou e me colocou de costa e disse que o cu da sua puta já estava preparado para receber a sua tora, eu sentir um arrepio de medo e ao mesmo tempo uma expectativa de muitas gozadas, se vocês não sabem, eu gozo pelo cu também, pedi para ficar de frente sentado no pauzão dele, assim eu tinha o controle da situação, fui sentindo a cabeça na portinha do meu cu, ele começou a piscar, fui descendo devagar, quando sentia dor parava para respirar e o meu macho muito carinhoso e paciente me beijava e sugava os meus peitinhos que já estavam doloridos de tanto ser maltratados, e assim encaixei todinha dentro de mim, ficamos parados só sentindo as línguas se entrelaçar dentro das nossas bocas. Quando meu cu já estava acostumado com aquela tora, comecei a rebolar bem gostoso, as vezes subia e descia para sentir ela alargar as minha entranhas, aos poucos fui me soltando e já não era mais eu que estava ali, só tinha o meu corpo possuído pela mulher que sempre eu quis ser, quanto mais eu rebolava mais eu deseja que o pau dele fosse mais grosso. Eu adoro quando estou com um pau dentro do meu cu e meu macho me chama de viado safado, me dar um tesão tão grande que eu tenho que segurar o gozo, ele começou a me chamar dos piores nomes inadequados para uma mulher que está sendo desvirginada, era assim que eu me sentia, senti meu cu contrai e passei a rebolar com mais intensidade e pedir para meu macho gozar junto comigo, ele foi ficando mais ofegante e sentir seu pau latejar dentro de me, passei a quikar em um sobe e desse insano, como uma louca, subia e descia até sentir os seu bagos bater na minha bunda, enquanto eu gemia e gritava como uma puta ele urrava como um touro rasgando a buceta de uma vaca, gozamos juntos, fiquei com o pau dele dentro do meu cu até ele amolecer. Essa foi umas das melhores trepadas que eu dei, sempre que eu lembro eu pego o meu console enfiu no meu cuzinho e bato uma punheta bem gostosa. Um beijo bem grande a todos que adora um pau. Depois eu conto o dia que eu fiz o Léo de puta. Desculpa os erros de português e ortográficos.


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Comentários


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kaikecamargo3 Comentou em 15/10/2026

Que sorte. Tesãode história. Contra mais.




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Ficha do conto

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zerbini52

Nome do conto:
O dia que uma tora invadiu o meu cu

Codigo do conto:
274700

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/10/2026

Quant.de Votos:
2

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