Héteros no vestiário com o Professor



Vestiário depois da aula
Os três estavam suados pra caralho.
Rafael, Thiago e Bruno, todos de 19 anos, primeiro semestre da faculdade, eram amigos desde a época da escola. Sempre tinham feito aquele tipo de brincadeira de moleque: se empurrar no vestiário, cheirar sovaco de brincadeira, dar tapa na bunda um do outro e rir depois. Nunca tinha passado disso. Até hoje.
Eles acabavam de sair da aula de educação física. O professor Roberto tinha metido um treino pesado de corrida e musculação, e agora os três estavam no vestiário masculino, só de short e camiseta molhada grudada no corpo, o cheiro de suor macho já dominando o ar.
Rafael, o mais brincalhão dos três, tirou a camiseta e jogou no banco. O sovaco peludo e escuro dele estava encharcado. Ele levantou o braço e cheirou de propósito, fazendo cara de nojo fingido.
— Porra, tô fedendo que nem um bode… — falou rindo. — Quem aguenta?
Thiago, o mais safado, já estava só de cueca, o volume grosso marcando na frente. Ele se aproximou, agarrou o braço do Rafael e enfiou o nariz direto no sovaco suado, cheirando fundo.
— Porra, Rafa… que cheiro de homem do caralho.
Rafael riu e empurrou a cabeça dele embora.
— Sai fora, porra! Tá fedendo mesmo, não precisa enfiar a cara!
Thiago não desistiu. Segurou o braço de novo e esfregou o sovaco na própria bochecha, rindo.
— Continua assim que eu fico de pau duro.
Bruno, o mais quieto mas que sempre entrava na onda, riu e puxou a própria cueca pra baixo, deixando o pau já meio duro e o saco peludo balançando.
— Vocês são uns doidos… — disse, mas já estava se aproximando. — Deixa eu sentir também.
Em segundos a brincadeira de sempre começou, só que um pouco mais pesada. Rafael esfregou o sovaco na cara do Thiago de propósito, depois no do Bruno. Thiago, por vingança, puxou o short e enfiou o saco suado e peludo na cara do Rafael, balançando as bolas nele.
— Cheira isso, puto… — riu Thiago. — Tá com cheiro de treino e de porra acumulada.
Rafael torceu o rosto e empurrou o saco embora com a mão.
— Sai, porra! Que nojo, Thiago! Tira esse saco fedido da minha cara!
Mas no mesmo segundo se vingou: virou de costas, abaixou o short e esfregou a bunda peluda e suada bem na cara do amigo, abrindo um pouco as nádegas.
— Então cheira o meu cu então, seu nojento!
Thiago riu e empurrou a bunda embora, fazendo cara de nojo fingido.
— Eca, Rafa! Tá suado pra caralho… sai!
Bruno, rindo, se meteu no meio e esfregou o próprio saco na cara dos dois, um de cada vez.
— Vocês dois fedem igual. Olha o tamanho dessa piroca, Bruno… — Rafael agarrou o pau do amigo e esfregou a cabeça na própria bochecha, depois no nariz, ainda tratando como brincadeira. — Tá pingando já, caralho.
Bruno riu nervoso e empurrou o pau mais pra frente, esfregando na boca do Rafael de leve.
— Chupa então, se tá tão curioso… mas é só de zoação, hein?
Rafael fez cara de nojo, mas não afastou o rosto. A brincadeira estava ficando estranha. Eles continuavam se empurrando, esfregando sovaco, pau, saco e cu um na cara do outro, reclamando e rindo ao mesmo tempo.
— Que nojo, Thiago, tira esse cu daqui!
— Então não esfrega teu saco em mim, porra!
— Bruno, para de enfiar o pau na minha cara, seu doido!
Até que Rafael, ainda com a cara perto da bunda do Thiago, abriu as nádegas dele de verdade e, sem avisar, passou a língua. Uma lambida longa, suja, bem no meio do rego.
Thiago soltou um gemido alto, surpreso.
— Porra, Rafa…?
O clima mudou na hora. Ninguém riu. Rafael passou a língua de novo, mais devagar, e Thiago não empurrou mais. Empurrou a bunda contra a cara dele.
— Então lambe, porra…
Bruno, vendo aquilo, se ajoelhou na frente do Rafael e engoliu o pau dele de uma vez, babando e chupando com vontade.
— Caralho, Bruno… que boca safada… — gemeu Rafael, ainda com a cara enfiada na bunda do Thiago.
A brincadeira tinha acabado. A putaria tinha começado de verdade. E A gente tava tão metido na putaria que não ouviu a porta do vestiário abrir. O professor Roberto entrou. Quase 40 anos, corpo de machão, peito peludo, coxas grossas, short curto que marcava o volume generoso. Ele parou, olhou a cena
— Olha só o que eu achei…
A voz do professor ecoou no vestiário. A gente congelou. Ele estava ali, ainda de short e camiseta molhada de suor, olhando a gente pelado, um chupando o outro.
Engolimos seco. Os três congelaram. Rafael tirou a cara da bunda do Thiago, Bruno soltou o pau do Rafael com um fio de saliva ainda pendurado.
— Porra, professor… a gente só… tava zoando…
Ele fechou a porta, trancou, e deu aquele sorriso de machão putão e brincalhão.
— Zoando, é? — falou com a voz grave e brincalhona. — Vocês três putinhos tão fazendo uma putaria da porra aqui no meu vestiário, hein? três alunos pelados se chupando e se lambendo — e cruzou os braços, um sorrisinho safado aparecendo no canto da boca.
Roberto deu dois passos pra frente, fechou a porta atrás de si e trancou.
— Relaxa. Não vou denunciar ninguém… — ele puxou o short e a cueca de uma vez, deixando a pika grossa e o saco pesado balançarem. Depois virou de costas, abriu a própria bunda com as duas mãos e mostrou o cuzão peludo, escuro e suado do treino. — Mas vão ter que “pagar” a punição. Cheira o cu do professor, seus safados. Esse é o castigo.-
O cheiro bateu forte: suor de homem maduro, pelos densos, o buraco quente.
-Vem aqui. Os três. Agora.-
Os três se entreolharam, ainda de pau duro, e foram.
Roberto ficou de costas, as pernas abertas, e empurrou a bunda pra trás.
— Cheira. Lambe. Chupa. Quero ver vocês três nessa bunda.
Rafael foi o primeiro. Enfiou a cara no meio das nádegas do professor e lambeu o cu com vontade, a língua entrando e saindo. Thiago se ajoelhou do lado e chupou as bolas pesadas, enquanto Bruno ficou na frente e engoliu a pika grossa do Roberto até o fundo.
— Isso… assim… — gemeu o professor, a voz já rouca. — Que putinhos safados… lambendo o cu do professor depois da aula…
Roberto puxou o Bruno pela cabeça e começou a foder a boca dele com força, enquanto Rafael continuava chupando o cuzão e Thiago sugava as bolas.
— Troca… — mandou ele. — Agora o Thiago mama a pika, o Bruno chupa o saco e o Rafael continua no cu. Quero os três trabalhando.
Eles obedeceram na hora, rindo baixo entre gemidos. A putaria ficou ainda mais bagunçada. Em um momento Roberto se virou, agarrou o pau do Rafael e engoliu até o fundo, chupando com uma boca experiente e molhada, enquanto Thiago chupava o cu do professor e Bruno mamava as bolas.
— Porra, professor… o senhor chupa pau pra caralho… — gemeu Rafael, as mãos nos cabelos do homem.
— Claro que chupo, seu puto… — Roberto tirou a boca só pra falar, a saliva escorrendo. — Adoro dar de mamar e adoro mamar também. Agora abre essa bunda que eu quero provar esse cuzinho de calouro.
Ele empurrou Rafael de quatro no banco, abriu as nádegas e enfiou a língua no cu dele, chupando e fodendo com a língua enquanto Thiago e Bruno se ajoelhavam na frente do Rafael e se chupavam ao mesmo tempo, um engolindo o pau do outro.
A cena virou um emaranhado de corpos suados, pau na boca, língua no cu, gemidos e risadas safadas.
— Porra, isso é melhor que qualquer treino… — riu Thiago, com a boca cheia do pau do Bruno.
Roberto tirou a cara da bunda do Rafael e se levantou, a pika dura e latejando.
— Agora vocês três vão me foder. Um de cada vez. E enquanto um come, os outros dois chupam. Entenderam?
Rafael foi o primeiro a meter. Empurrou a pika no cu já babado do professor e começou a foder com força, enquanto Thiago chupava as bolas dele e Bruno engolia o pau do Roberto.
— Isso… mete forte, calouro… arromba o cu do professor… — gemeu Roberto, empurrando a bunda pra trás.
Depois foi a vez do Thiago. Depois do Bruno. Os três se revezavam, fodendo o cu do professor, chupando o pau dele, se beijando com gosto de porra e saliva, rindo e falando putaria o tempo todo.
No final, Roberto se ajoelhou e fez os três gozarem na boca dele, um atrás do outro, engolindo tudo e mostrando a língua melada. Depois ele mesmo gozou nos rostos dos três, jatos grossos escorrendo pelo queixo e pelo peito.
Os quatro ficaram um tempo ali, sentados no chão do vestiário, suados, melados e rindo baixo.
— Próxima aula a gente repete? — perguntou Rafael, ainda ofegante.
Roberto limpou a boca com o dorso da mão e sorriu safado.
— Se vocês treinar direito… a punição continua.
Os três se entreolharam e sorriram do mesmo jeito.
A putaria no vestiário tinha só começado.

Eae putões! To voltando com mais contos pra vocês hehehe! O que acharam dessa putaria? Bateram uma punheta gostosa lendo? Comentem aí e votem! Estou aceitando sugestões de quais outros contos posso trazer aqui tbm! Até mais meus putos


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Héteros no vestiário com o Professor

Codigo do conto:
274758

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/10/2026

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