Morando com meu Pai Naturalista, o Vizinho viu tudo dessa vez! (PARTE 02)



Depois daquela primeira noite, as semanas seguintes foram uma delícia constante. Eu, Rafael, 19 anos, chegava da faculdade, entrava pela porta e já tirava tudo: camisa, calça, cueca, tudo no cesto. O pai, Paulo, chegava do trabalho no mesmo esquema. Casa inteira pelada, ar-condicionado no talo ou janelas abertas quando o calor apertava, mas as cortinas sempre bem fechadas. A gente cozinhava pelado, assistia TV pelado, tomava banho junto quase todo dia. E, mais cedo ou mais tarde, a putaria começava.
Não precisava mais esperar ir pro quarto. O tesão vinha em qualquer canto. No chuveiro, o pai me empurrava contra o azulejo molhado, enfiava o pau grosso e peludo no meu cu enquanto a água quente escorria pelos nossos corpos peludos, o cheiro de sabonete misturado com suor de macho. Ou eu ajoelhava e chupava ele debaixo do jato, a língua passando no saco pesado e nos pelos densos da base, engolindo fundo até ele gozar na minha garganta. E eu também comia o cuzao peludo dele gostoso debaixo da água, segurando os quadris, metendo fundo enquanto ele gemia e pedia mais.
Uma vez o pai estava cagando no banheiro, porta aberta como sempre (ele tinha me ensinado que em casa de naturalista não tinha frescura), quando eu apareci de pau duro, balançando grosso e veias saltadas. Sem falar nada, cheguei perto, esfreguei a cabeça do meu pau na boca dele e ele abriu, chupando enquanto ainda estava no vaso. A gente tinha tanto tesão que nem se importava com o cheiro. Ele gemeu baixo com a boca cheia:
— Porra, filhão… Tu ta metendo a pika em mim até comigo cagando… que safado gostoso tarado do crlh.
E depois disso o pai também começou a fazer o mesmo comigo: quando eu estava cagando, ele vinha de pau duro e me dava pra chupar ali mesmo. ou seja, toda hora era hora pra gente hahaha
Outra hora eu estava escovando os dentes na pia, ele vinha por trás, sarrava o pau duro na minha bunda, abria minhas nádegas e chupava meu cuzao peludo enquanto me masturbava. Ou eu fazia o mesmo nele enquanto ele lavava a louça: ajoelhava, abria a bunda dele e enfiava a língua no buraco peludo, o cheiro forte de cu de macho subindo, enquanto batia o pau grosso dele. Na mesa da cozinha a gente se fodia de frango assado — tanto ele por cima de mim me comendo gostoso quanto eu comendo o cuzao peludo dele gostoso —, na estante eu o chupava de joelhos, no sofá ele me comia de lado ou eu montava nele e metia fundo. Em todo canto. Sempre com as cortinas fechadas. O pai dizia:
— Privacidade primeiro, Rafa. Os vizinhos já me viram pelado umas vezes quando eu morava sozinho, sabem do meu estilo, mas agora que a gente se come… melhor não dar mole.
Até que um dia o calor estava insuportável. A gente tinha acabado de chegar, pelados, e o tesão veio forte. Fomos pro sofá da sala. Eu chupava o pau dele, a língua passando no saco peludo, engolindo fundo, o cheiro de macho suado enchendo meu nariz. Depois ele me virou, abriu minha bunda e meteu. Estava fodendo gostoso, estocadas profundas, quando eu olhei pro lado e vi: a cortina da varanda estava completamente aberta. A janela de frente pro outro prédio, tudo exposto. A gente parou no meio da putaria, o pau dele ainda enterrado no meu cu.
— Caralho, pai… a cortina…
Ele olhou, riu meio nervoso no começo.
— Porra… esqueci por causa do calor. Será que alguém viu?
Ficamos preocupados uns segundos, o coração batendo. Mas depois o pai sorriu daquele jeito brincalhão e puto:
— E se viu? Dois machos peludos se comendo… deve ter dado tesão em alguém. Eu achei até excitante, porra.
Eu ri, ainda com o pau dele latejando dentro de mim.
— Caralho… é verdade. Deu um tesão estranho.
A partir daí a gente começou a deixar as cortinas abertas aos poucos. Primeiro só um pouco, depois todas. Continuamos a rotina pelada normalmente: andando pela casa, cozinhando, etc. E quando a putaria começava, deixávamos tudo aberto. O tesão de saber que alguém podia estar olhando era absurdo. Escalamos. Começamos a transar na varanda mesmo, de noite, a luz da sala acesa por trás, nossos corpos peludos e suados bem visíveis. Eu de quatro, o pai metendo fundo no meu cuzao, ou eu sentado no pau dele, subindo e descendo, o peito peludo roçando. E eu também comia ele gostoso ali: ele de quatro na varanda, eu segurando os quadris peludos e metendo no cuzao dele sem dó. A gente não tinha mais pudor nenhum. Mesmo sabendo que alguns vizinhos sabiam que éramos pai e filho, tanto fazia, a gente na verdade gostava de saber que eles sabiam que éramos pai e filho, não nos importávamos mais de saber que transávamos gostoso. Éramos dois putos mesmo.
Até que um dia, enquanto eu chupava o saco pesado do pai na varanda e ele gemia, vimos movimento no prédio da frente. Um homem da idade do pai, uns 42 anos, corpo forte, peito peludo, estava na janela olhando fixo pra gente. Não desviou o olhar. Ficou ali, observando enquanto o pai me fodia e depois enquanto eu comia ele. A gente olhou de volta, sem parar. O tesão só aumentou.
— Caralho, pai… ele tá vendo a gente…
— Deixa ele olhar, filhão. Olha só o puto… deve tá de pau duro pra caralho.
Dias depois bateu na porta. O pai foi atender completamente pelado, o pau balançando. Eu estava no banheiro, cagando de porta aberta, como de costume.
Ouvi a voz do vizinho:
— Caralho, Paulo, achei que pelo menos pra atender a porta você colocava uma roupa, porra!
O pai riu daquele jeito brincalhão e putífero:
— Pra quê, Marcão? Casa de naturalista, irmão. Entra, porra. Tá tudo em casa.
O vizinho — Marcão — entrou. Eu senti o cheiro dele chegar até o banheiro: um aroma de homem, mas o da nossa casa era mais forte, aquele cheiro constante de pau, saco e suor de macho que impregnava as paredes. Ele não comentou nada sobre o cheiro, mas engoliu seco. Sentou no sofá, que ficava de frente pro banheiro. Eu, ainda no vaso, levantei a mão e cumprimentei de longe:
— E aí, Marcão! Beleza?
Ele respondeu tentando forçar normalidade, a voz meio falha:
— E aí, Rafa… tudo bem…
Depois falou pro pai, constrangido mas curioso pra caralho:
— Caramba, Paulo… aqui vocês fazem tudo de porta aberta assim mesmo, né?
O pai riu, sentou pelado do lado dele:
— Claro, cara. Sem frescura. Quer uma cerveja?
O papo rolou normal. Marcão então falou, meio rindo:
— Po, e como vai ter jogo do nosso time amanhã, pensei em vir aqui assistir com vocês, tá ligado, Paulão? Levo uma pizza e umas cervejas… o que acha?
O pai topou na hora, animado:
— Porra, claro! Aí sim, Marcão! Pode vir, a casa é sua.
No dia seguinte, na hora do jogo, a porta bateu de novo. O pai abriu e eu, que estava na sala pelado, quase cai pra trás. Marcão estava só de camiseta do time. Sem calça, sem cueca. O pauzao dele, grosso e igualmente peludo, balançava livre, o saco pesado. Nas mãos, uma pizza e um fardo de cerveja. Ele sorriu largo:
— Hahaha! Tá vendo só? Já que vou assistir o jogo aqui, decidi me moldar às normas da casa do meu parceiro! Gostou? Hahaha!
O pai ficou surpreso, mas o sorriso puto veio na hora:
— Ah sim! Hahaha! Estou surpreso, mas feliz pra caralho que você se interessou e se adaptou ao nosso naturalismo! Aí sim, cara! Me dá até um abraço de brother aqui!
Eles se abraçaram. Não foi apertado, mas deu pra ver os paus peludos se roçando, ficando meia bomba na hora. Reagiram normal, rindo. Marcão colocou a pizza e a cerveja na mesa. Eu fui até eles, olhando o pau grosso e peludo do vizinho balançando:
— Caraca, Marcão! Agora sim, hein! Hahaha! Tá em forma pra porra, homão! Hahaha!
— Valeu, Rafa! — ele riu, o pau ainda semi-duro. — Vocês me inspiraram.
A gente assistiu o jogo, bebeu, comeu pizza. Eu, o pai e ele, todos pelados da cintura pra baixo (o Marcão só de camiseta). O papo foi leve, safado, os paus balançando de vez em quando. Depois de umas cervejas eu fui dormir, deixando os dois mais velhos na sala.
(Depois o pai me contou tudo o que rolou.)
Marcão, bem bêbado, começou a se soltar e a comentar sobre nosso naturalismo:
— Hahaha… mas sei que pra pai e filho que até se comem isso é normal, né! Claro, haha!
O pai deu uma risada meio envergonhada, não esperava que marcão fosse jogar isso na roda desse jeito, ficou um pouco mais sério por um segundo. Marcão continuou, soltando o verbo e falando o verdadeiro motivo de ter vindo aqui:
— Ha, eu sei que vocês sabem que eu vi vocês fodendo dias desses, né! Vocês dois olhavam nos meus olhos enquanto um comia o outro na varanda! Seus putões! Hahaha!
O pai ficou putífero na hora, o pau endurecendo de novo só de ouvir. Começou a dar bola:
— É, a gente viu você olhando… e gostou, porra.
Marcão desabafou. Disse que tinha ido ali justamente pra conversar sobre isso. Que também tinha um filho adulto em casa, 20 anos, e queria ter a mesma liberdade com ele… e quem sabe até se comerem juntos. Pediu dicas. O pai, todo excitado e brincalhão, deu o planejamento inteiro: como começou com o naturalismo, como foi soltando o filho aos poucos, as provocações, as mãos amigas, as chupadas, tudo. Quando terminou, os dois já estavam de pau duro pra caralho, balançando grosso e peludo.
Marcão olhou pra baixo, riu e falou:
— Hahah, vlw pelas dicas meu mano, slk olha só, fiquei até duro haha.
O pai riu daquele jeito brincalhão e puto:
— Não só você né! Hahaha olha eu aqui.
Os dois ficaram se olhando, os paus latejando. Marcão elogiou:
— Caralho, Paulão… teu pau é grosso pra porra. Peludo gostoso.
— O seu também, porra. Saco pesado e densamente peludo… bonito pra caralho.
Marcão passou a mão na própria camiseta suada e reclamou:
— Porra, que calorzão que me deu hein…
E tirou a única peça de roupa que ainda usava. Ficou completamente pelado, o peito peludo à mostra, o pau duro apontando pra cima. O pai olhou e sugeriu, calmo e safado:
— E se a gente bater uma juntos, de brother? Só dois amigos se aliviando… sem frescura.
Marcão topou na hora. Começaram se masturbando um na frente do outro, depois a mão amiga: cada um segurando o pau do outro, puxando a pele, passando o dedo na cabeça, espalhando o pré-gozo. O cheiro de macho suado ficou ainda mais forte na sala.
Em minutos escalou. O pai ajoelhou e engoliu o pau grosso do Marcão, chupando fundo, a língua passando nos pelos densos da base, o nariz enterrado no saco pesado. Depois subiu e chupou os mamilos do amigo, puxando com a boca, mordiscando de leve, fazendo o Marcão delirar:
— Caralho, Paulão… isso… os mamilos… porra…
Enquanto chupava a piroca de novo, o pai desceu, abriu as nádegas do Marcão e deu uma lambida longa no cuzao peludo e suado. O cheiro forte de cu de macho subiu direto.
Marcão gemeu alto:
— Caralho, Paulão…
O pai riu com a cara enterrada e falou:
— Quando for falar pro teu filhão te mamar, não esquece de ensinar ele a chupar teu cu… é bom pra caralho, vai por mim hehehe, tá suadinho, caralho que delicia hmmm.
E começou a chupar gostoso de verdade, a língua entrando, comendo o cu do Marcão sem dó, a saliva escorrendo pelos pelos densos. Marcão tremia e gemia pra porra. Depois ele revidou: engoliu o pau do pai, chupou fundo e falou com a boca cheia:
— Porra… só experimentei pika uma vez na vida… e a tua é a melhor pra caralho.
Os dois se olharam, deram um selinho tímido primeiro, quase constrangido. Depois o beijo virou molhado, de língua, sujo e gostoso. O pai empurrou o Marcão pro sofá, subiu nas pernas dele, ficou por cima e beijou gostoso enquanto uma mão envolvia o pescoço do amigo e a outra massageava um mamilo. Com a mão livre ele brincava com o cuzao peludo do Marcão, esfregando, apertando, masturbando o buraco sem enfiar fundo ainda, só provocando.
Os dois gozaram quase juntos, jatos quentes, gemendo no beijo. Depois se lamberam limpos, o gosto de porra de macho na boca um do outro.
Marcão se vestiu de novo só com a camiseta, ainda ofegante, e se despediu:
— Valeu de verdade, Paulão… pelas dicas e pelas descobertas haha. Vou atualizando você sobre o filhão. Essa porra vai dar certo.
— Nadaa, pô! To sempre disponível pra tirar umas dúvidas de putaria meu mano, e pra ensinar tbm hahaha, vai lá agora, vai me dando informação sim, quero saber de tudo putão hehehe.
E Marcão foi embora, o pau ainda semi-duro balançando sob a camiseta. Porra, como eu queria ter participado dessa putaria na hora.
Os dias foram passando. Marcão ligava pro pai quase todo dia:
— Paulo, o regime naturalista tá instaurado aqui, porra! Hahaha! O moleque já tá andando pelado pela casa… tá se saindo bem pra caralho!
Eles conversavam, o pai dava mais conselhos, eu ouvia algumas ligações e ficava de pau duro só de imaginar.
Até que uma noite a gente estava na varanda de novo. Eu sentado no pau grosso do pai, subindo e descendo devagar, o cu engolindo tudo, os pelos da base dele roçando nos meus, o cheiro de sexo e suor subindo. Olhei pro prédio da frente, um pouco mais embaixo, pro apartamento do Marcão… e a cortina se abriu.
— Caralho, pai… olha lá!
O Marcão estava pelado, e atrás dele o filho, um puto da minha idade, também pelado, corpo definido, peito peludo, pau duro. O Marcão estava comendo o filho de quatro, bem na janela, e os dois olhavam direto pra gente. O filho do Marcão era safado pra caralho também: sorria, empurrava a bunda pro pai e olhava nos nossos olhos.
O meu pai gemeu fundo, metendo mais forte em mim:
— Porra… eu sabia que o puto tinha interesse em foder o filho faz tempo… e os conselhos deram certo, filhão. Olha só eles…
A gente continuou se fodendo, encarando os dois do outro lado. Eu gemia alto de propósito:
— Caralho, pai… o Marcão tá comendo o filho dele enquanto a gente se come… que tesão do caralho!
Depois trocamos de posição. O pai ficou de quatro na varanda e eu enfiei o pau no cuzao peludo dele, metendo gostoso, fundo, enquanto do outro lado o filho do Marcão também passou a comer o pai. Os quatro ali, cada um na sua varanda, os filhões comendo os pais gostoso, se olhando, os corpos peludos suados, os paus entrando e saindo, os cheiros que a gente só imaginava se misturando no ar da noite. O filho do Marcão até levantou a mão e acenou safado enquanto metia. O moleque é gostoso pra caralho tbm, puto.
Naquela noite a gente gozou mais forte que nunca, melados, ofegantes, ainda olhando pro outro prédio.
Eu sabia que aquilo era só o começo. Mais pra frente os quatro iam acabar se juntando de verdade… mas essa é história pra outro conto

Eaee meus putões! Continuação da história do pai e filho naturalistas putoes pra vocês! Curtiram o vizinho? Querem ele e o filho participando mais? Vão me dando sugestões aí!
Me chamem se quiserem conversar sobre os contos ou só falar umas putarias e trocar umas fotinhas tbm hehehe, to querendo! Até mais putos, boa punheta hehe!
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Morando com meu Pai Naturalista, o Vizinho viu tudo dessa vez! (PARTE 02)

Codigo do conto:
274854

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/10/2026

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