Fui morar com meu Pai Naturalista



Era o começo de março, eu tinha acabado de completar 19 anos e a faculdade começava em duas semanas. Meu nome é Rafael, ou Rafa pra quem me conhece de verdade. Alto, 1,82, uns 78 quilos de corpo magro mas já com uns músculos de academia de bairro, pele morena clara, cabelo preto curto e um pelo preto fino espalhado pelo peito, barriga e coxas. Nada exagerado ainda, mas já dava pra ver que eu puxava pro meu pai.
Eu não vivia com ele fazia quase 4 anos. Depois da separação, fiquei com a mãe em outra cidade. A gente se falava de vez em quando, ele vinha me ver no Natal, mas era isso. Agora, pra ficar perto da universidade, não tinha outra opção: a casa dele era a vinte minutos do campus e o aluguel sozinho eu não bancava. Ele topou na hora.
Quando cheguei com as malas, naquela sexta à tarde, a primeira coisa que me pegou de surpresa foi a porta abrindo e meu pai aparecer completamente pelado.
— E aí, filhão! Chegou, porra! — ele abriu os braços, sorrindo largo, sem nenhuma vergonha.
Paulo. Quarenta e dois anos, 1,78, corpo de homem que ainda treina, ombros largos, peito peludo denso de pelos pretos com alguns fios prateados, barriga chapada com aquele caminho de pelo descendo até a virilha. O pau dele pendia grosso e peludo entre as pernas, saco pesado também coberto de pelos escuros. Ele vivia assim agora. Naturalismo, como ele chamava. Casa inteira sem roupa, ar-condicionado no talo, janelas fechadas com cortina, zero frescura.
Eu fiquei parado na porta uns segundos, a mochila ainda no ombro, olhando aquele corpo que eu quase não lembrava mais assim.
— Porra, pai… você tá pelado de verdade.
Ele riu, daquele jeito brincalhão e calmo que sempre teve.
— É o estilo de vida agora, Rafa. Casa é pra ficar à vontade. Entra, porra. Deixa as coisas no quarto e depois a gente conversa.
Passei a primeira noite vestido. Segunda também. Na terceira, ele já me provocava de leve enquanto a gente comia pizza na sala, os dois no sofá, ele pelado e eu de short e camiseta.
— Tá quente pra caralho hoje, né? Pode tirar essa roupa se quiser. Ninguém vai te julgar aqui.
Eu ria, meio envergonhado, e dizia que ainda não. Mas no quinto dia, depois de um banho longo, saí do banheiro só de toalha. Ele estava na cozinha preparando umas carnes pra grelha, de costas, a bunda redonda e peluda à mostra. Quando se virou, viu a toalha e sorriu.
— Já é um progresso. Amanhã tenta sem.
No sexto dia eu cheguei da faculdade, fechei a porta e, ali mesmo na sala, tirei a camisa, a calça, a cueca. Fiquei pelado pela primeira vez na frente dele desde que era moleque. O ar gelado do ar-condicionado bateu na pele e meu pau encolheu um pouco de nervoso.
Meu pai parou o que estava fazendo, olhou de cima a baixo e soltou um assobio baixo.
— Caralho, filhão… você cresceu pra caralho. Corpo bonito pra porra. Esses pelos no peito já tão ficando densos. E o pau… porra, herdou do pai, hein? Grosso e com saco pesado.
Eu senti o rosto esquentar, mas sorri de canto.
— Você também tá bem, pai. Continua peludo pra caralho. Parece até mais do que eu lembrava.
Ele se aproximou, sem toque ainda, só olhando.
— É o naturalismo, cara. A pele respira, o corpo fica mais à vontade. Daqui a pouco você nem pensa mais em roupa dentro de casa.
E foi exatamente o que aconteceu. Em duas semanas eu já entrava pela porta e tirava tudo. Camisa, calça, cueca, tudo no cesto perto da porta. A gente andava pela casa pelado, cozinhava pelado, assistia filme pelado. Eu ainda sentia um calorzinho de vergonha quando o pau dele balançava perto de mim, ou quando eu sentava no sofá e o meu ficava semi-duro sem motivo. Mas ele sempre falava calmo, brincalhão:
— Relaxa, Rafa. É normal. Homem é assim. Fica duro, fica mole, o corpo reage. Não tem que esconder nada.
Até que um sábado à noite a coisa apertou de verdade.
Estávamos na sala, filme qualquer na TV, os dois pelados no sofá. Fazia calor apesar do ar. Eu sentia o cheiro dele — suor leve de homem, aquele aroma de pele quente e pelo. De repente meu pau começou a endurecer sozinho. Ficou de pé, apontando pra cima, a cabeça já meio brilhante. Eu tentei virar o corpo, colocar a mão na frente, mas ele viu.
— Eita… — ele riu baixo, sem zombar. — Tá duro pra caralho, hein, filhão.
— Porra, pai… desculpa. É automático.
Ele se virou de lado no sofá, o próprio pau já semi-duro também, grosso, veias aparecendo, a glande meio descoberta entre os pelos densos da base.
— Não precisa pedir desculpa. É normal pra porra. Dois machos pelados, cheiro de homem no ar… o corpo reage. Quer se aliviar? Vai pro quarto, bate uma. Ou… — ele deu aquele sorriso calmo — a gente pode fazer junto. Sem frescura. Só pra acostumar de verdade.
Eu engoli seco, o pau latejando.
— Junto… tipo…?
— Tipo cada um batendo o próprio, um na frente do outro. Ou, se quiser, eu te ajudo e você me ajuda. Mão amiga. Nada demais. Só dois caras se aliviando sem vergonha.
O coração batia forte. Eu era meio tímido ainda, mas safado por baixo. Nunca tinha tocado em outro homem. Só mulher. Mas a ideia dele… caralho.
— Tá… pode ser.
Ele se levantou, o pau já bem duro agora, balançando grosso e peludo.
— Vem pro meu quarto. Mais espaço. E a cama é grande.
Segui ele. O cheiro de suor masculino ficou mais forte no corredor. No quarto, a luz baixa, ele se deitou na cama de casal, pernas abertas, mão já envolvendo o próprio pau e puxando a pele pra cima e pra baixo, devagar.
— Deita do meu lado. Olha só… bonito pra caralho esse pau seu. Grosso, veias saltadas, saco pesado e peludo. Cheiro de macho novo.
Eu deitei, a respiração ofegante. Comecei a bater também, olhando o dele. O cheiro dos dois se misturava — suor, pele quente, um pouco de pré-gozo já.
Depois de uns minutos ele parou, estendeu a mão e segurou o meu.
— Deixa eu… — a voz dele saiu rouca, mas ainda calma. — Só uma mão amiga. Você faz no meu depois.
A mão dele era maior, calejada, e quando fechou em volta do meu pau eu soltei um gemido baixo. Ele masturbava devagar, o polegar passando na cabeça, espalhando o líquido. Eu fiz o mesmo no dele. Grosso, quente, a pele deslizando fácil, os pelos da base coçando na minha mão.
— Porra, pai… isso é bom pra caralho.
— Eu sei. Quando eu tinha a sua idade, fazia brincadeira com uns amigos. A gente se chupava, se comia… só pra experimentar. Nunca contaram pra ninguém. Foi natural.
Eu olhei pra ele, o pau latejando na mão dele.
— Eu nunca fiz com homem. Só mulher.
Ele sorriu, aquele sorriso de pai brincalhão e safado ao mesmo tempo.
— Então o pai vai te ensinar tudo. O que eu fizer, você repete. Pode ser? Sem pressa. A gente vai devagar.
— Sei não pai… vai fazer o mesmo que você fazia com seus amigos?
— Isso, rafa
— Não sei… não é estranho? Você é meu pai
— Claro que não, filhão. Vou te só te mostrar como dois homens podem se aliviar, se vamos ficar vivendo pelados um com o outro, isso vai acabar sendo necessário haha. E tu vai ver como é bom e gostoso, tu vai gostar, confia em mim. Vamos começar pela chupada.
— Ah… tá bom então, vai — Decidi parar de resistir e ceder logo, tava morrendo de vontade e com tesao pra cacete.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas, abaixou a cabeça e passou a língua quente e molhada pela cabeça do meu pau, lambendo devagar em círculos, sentindo o gosto do pré-gozo. Depois abriu a boca e engoliu a glande, chupando com força, a língua girando embaixo enquanto descia aos poucos, até o nariz se enterrar nos meus pelos pubianos densos. O cheiro de macho suado subiu forte, misturado com o aroma da minha pele quente. Ele subia e descia devagar, a saliva escorrendo pelos lados, molhando os pelos da base, fazendo barulhinho molhado. A mão dele massageava o saco pesado, puxando os pelos pretos com carinho enquanto chupava fundo.
— Caralho… pai… — eu gemia incrédulo, a mão nos cabelos dele. — Porra, você tá chupando meu pau de verdade… que tesão do caralho…
Ele tirou a boca só pra falar, a voz rouca, saliva pingando:
— Delicioso, filhão. Cheiro de pau de macho novo… grosso pra porra. Agora o saco.
Ele desceu a língua pelas veias, lambeu o saco inteiro, puxou uma bola pra dentro da boca e chupou gostoso, a língua brincando com os pelos densos e o cheiro forte de suor masculino. Depois a outra bola, chupando mais forte, o nariz enterrado na junção do saco com a virilha. Eu tremia.
— Porra pai… isso é bom demais… caralho, não acredito…
— Falei que tu ia gostar, filhão, meu putão hahaha.
Sem avisar ele me virou de lado, abriu minha bunda com as duas mãos e enterrou o rosto entre as nádegas. A língua quente passou bem no meio do meu cu peludo, lambendo de baixo pra cima, sentindo os pelos escuros e o cheiro forte de cu de macho suado. Ele abria as nádegas mais, enfiava a língua dentro, chupava o buraco com força, a saliva escorrendo pelos pelos densos da região. O cheiro era intenso, masculino, puro.
— Caralho… pai… você tá chupando meu cu… porra que tesão… — eu gemia alto, empurrando a bunda contra a cara dele. — Isso… mais fundo…
Ele lambeu por um bom tempo, a língua entrando e saindo, chupando, cheirando fundo, gemendo de satisfação.
— Cheiro de cuzao de macho… delicioso pra caralho, Rafa. Agora você.
Eu troquei de posição, o coração disparado. O pau dele na minha frente, grosso, a base coberta de pelos pretos densos, o saco pesado e peludo, já pingando. Cheirei primeiro, bem perto: suor de homem, pele quente, cheiro de pau suado de verdade. Lambei a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado, depois abri a boca e engoli o que consegui. Era grosso pra caralho, enchia a boca toda. Chupei fundo, a saliva escorrendo pelos pelos da base, o nariz quase tocando o saco. Subia e descia, a língua passando nas veias, chupando a glande com força.
— Porra pai… seu pau é grosso demais… que tesão… — eu falava entre uma chupada e outra, incrédulo.
Desci pro saco. Lambei as bolas inteiras, puxei uma pra boca, chupei sentindo os pelos pretos roçando na língua, o cheiro forte de macho suado subindo. Depois a outra, chupando mais demorado, a saliva molhando tudo.
Ele gemeu:
— Isso, filhão… chupa o saco do pai… caralho, que boca gostosa…
Depois levantei mais as pernonas dele e abri a bunda dele com as mãos. O cuzao peludo, rosado no meio, os pelos densos escuros em volta, o cheiro forte e masculino batendo direto. Lambei de cima a baixo, a língua passando nos pelos, depois enfiei a ponta dentro do buraco, chupando com força, sentindo o sabor e o aroma puro de cu de macho. Ele empurrava a bunda contra minha cara.
— Porra Rafa… chupa o cu do pai assim… que tesão do caralho…
Ficamos um tempo só nisso, eu lambendo e chupando o cu dele enquanto ele gemia baixo.
Depois ele me puxou pra cima e se deitou de lado.
— Agora 69. Um chupa o outro ao mesmo tempo. Pau, saco e cu. Tudo.
Me deitei por cima dele de cabeça pra baixo. O pau grosso e peludo dele na minha boca de novo, o saco pesado caindo no meu rosto, o cuzao peludo bem na frente. Eu engoli o pau dele fundo enquanto ele fazia o mesmo com o meu. A gente chupava ao mesmo tempo, a saliva escorrendo, os cheiros de pau suado e cu de macho se misturando no ar quente do quarto. Eu lambei o saco dele, chupei as bolas, depois enterrei a língua no cu peludo enquanto ele fazia exatamente a mesma coisa em mim: chupava meu pau fundo, puxava meu saco, enfiava a língua no meu cu. Os dois gemendo com a boca cheia, o cheiro intensificando a cada segundo.
— Caralho pai… a gente se chupando assim… porra que tesão… — eu gemia entre as lambidas.
— Isso, filhão… chupa tudo do pai… eu chupo tudo de você… delicioso pra caralho…
Ficamos no 69 por um tempo longo, alternando entre pau, saco e cu, a saliva escorrendo pelos pelos, os corpos suados colando.
Depois ele me deitou de costas de novo, pegou o lubrificante na gaveta e passou generoso no meu pau e no próprio cu.
— Agora o pai vai te ensinar a comer um cu. Entra devagar. Eu guio.
Ele se sentou em cima, guiou meu pau até o buraco peludo e desceu devagar. Quente, apertado pra caralho, os pelos densos da bunda dele roçando na minha virilha. Eu soltei um gemido longo enquanto ele descia tudo, engolindo meu pau até o fundo.
— Caralho… pai… seu cu tá apertando meu pau… porra que tesão…
Ele começou a subir e descer devagar, o cu engolindo e soltando, o pau dele batendo na minha barriga, os pelos do peito roçando nos meus. Eu segurava os quadris peludos dele, empurrando pra cima, sentindo cada centímetro. O cheiro de sexo e suor de macho enchia o quarto. Ele acelerava, gemendo baixo:
— Mete gostoso no pai, filhão… isso… mais fundo… caralho, você come bem pra porra…
Ficamos assim um bom tempo, ele cavalgando, eu metendo de baixo, o barulho molhado do pau entrando e saindo do cu peludo, a saliva e o lube escorrendo. Eu gemia incrédulo:
— Porra pai… tô comendo seu cu… que tesão do caralho… não acredito…
Depois ele desceu, se colocou de quatro na cama, a bunda aberta, o cuzao peludo e brilhante de saliva e lube, o cheiro forte subindo.
— Agora você faz em mim de quatro. Mete com vontade.
Encaixei a cabeça grossa do meu pau no buraco e enfiei devagar. Apertado, quente, os pelos densos roçando. Empurrei fundo, ele gemeu alto e pediu mais. Comecei a foder ele com vontade, segurando os quadris peludos, puxando e empurrando, o pau entrando e saindo do cuzao, o barulho molhado ecoando. O cheiro de cu de macho e suor intensificava a cada estocada. Eu metia fundo, mais rápido, ouvindo ele gemer:
— Isso, Rafa… mete gostoso no cu do pai… porra… mais forte…
— Caralho pai… seu cu tá engolindo tudo… que tesão… — eu gemia, ofegante, suado.
Fodi ele longo, variando o ritmo, fundo e devagar, depois rápido e forte, o saco batendo, os pelos se misturando. Quando senti que ia gozar, avisei. Gozei fundo, jorrando dentro dele, o corpo tremendo, gemendo alto:
— Porra… tô gozando no seu cu, pai… caralho…
Ele se virou rápido, ainda com minha porra escorrendo do cu peludo, me deitou de costas e enfiou o pau grosso no meu cu ainda tremendo. Entrou fundo de uma vez, quente, preenchendo tudo. Começou a foder forte, as estocadas profundas, o peito peludo colando no meu, o cheiro de suor e porra no ar. Ele metia com vontade, o saco batendo, gemendo:
— Agora o pai come você… aperta o cu, filhão… isso…
Eu gemia alto, as pernas abertas, sentindo cada centímetro:
— Caralho… pai… porra que tesão… mais fundo…
Ele fodeu longo também, variando, fundo e lento, depois rápido, até gozar quente dentro de mim, enchendo meu cu, o corpo tremendo em cima do meu.
Os dois ofegantes, melados de porra, suor e saliva, os cheiros de macho e sexo misturados. Ele se deitou do meu lado, puxou meu corpo contra o dele, os pelos do peito colando na minha pele.
— Dorme aqui. Melado mesmo. Amanhã a gente lava junto. E isso… — ele beijou meu ombro — vai ser rotina agora. Casa de naturalista de verdade. Sem vergonha, sem frescura. Só pai e filho se aliviando quando der vontade.
Eu fechei os olhos, o pau ainda semi-duro contra a coxa dele, o cheiro de macho suado e porra no ar. Sorri, meio tímido ainda, mas safado pra caralho por dentro.
— Tá bom, pai.
E a partir daquela noite, sempre que a gente chegava em casa, tirava a roupa e, cedo ou tarde, acabava na cama de novo.

Eaee meus putões! to voltando com mais um conto de putaria entre pai e filho pra vocês! pretendo trazer mais diferentes pra vocês. Espero que tenham batido uma gostosa lendo! Comentem o que acharam e votem pfv! To aceitando sugestões de quais outros contos posso escrever tbm, me mandem! Até mais meus putos!


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Comentários


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picameladona Comentou em 16/10/2026

Fiquei com o pau todo melado lendo esse conto delicioso. Que tesão esse pai e filho com cheirão de macho juntos

foto perfil usuario gauderiosafado

gauderiosafado Comentou em 16/10/2026

Contos muito bem escrito...impossível nao ficar de pau duro imaginando as cenas...quase vonsegui sentir os cheiros....




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui morar com meu Pai Naturalista

Codigo do conto:
274759

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/10/2026

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