Imaginário - Vergatuga



Era um fim de semana que tínhamos reservado só para nós. Na sexta-feira à noite o Pedro encontrou um anúncio de massagem de relaxamento muscular num estúdio local. Aceitei sem hesitar.

No sábado de manhã fui sozinha ao estúdio do Carlos. A sua voz era baixa, profissional, deixou-me muito descontraída.

“Dispa-se da cintura para cima e deite-se de barriga para baixo”, disse.

Eu virei-me de costas para ele e tirei o robe. Ja estava nua por baixo apenas com uma tanga preta. Deitei-me e ele tapou-me depois com um lençol fresco.

Os primeiros trinta minutos foram rigorosamente terapêuticos. O óleo quente desceu pelas minhas costas e as mãos dele trabalharam com precisão: polegares a deslizar ao longo da coluna, cotovelos a libertar os nós profundos dos ombros e da nuca. Eu gemia de puro alívio. Depois os toques mudaram, quase imperceptíveis. As mãos desceram para a curva das ancas e demoraram-se. Os dedos roçaram a parte interior das coxas por cima do lençol, um segundo a mais do que o necessário. Quando trabalhou a zona lombar, os polegares deslizaram muito perto da linha da cueca, quase a tocá-la. Nada explícito. Apenas o suficiente para a minha respiração se alterar e a cona começar a aquecer sob o tecido. No final, ao virar-me de barriga para cima, as mãos passaram pelos seios de forma quase inocente, mas os dedos roçaram os mamilos através do lençol com uma pressão deliberada. Saí de lá com o corpo relaxado e a mente inquieta.

À tarde, o Pedro e eu estávamos num café na praça quando Carlos apareceu, sozinho, com um livro na mão. Reconheceu-me, cumprimentou-nos e acabámos a conversar. O Pedro, sempre direto, comentou que eu tinha voltado da massagem “bem-disposta”. O Carlos sorriu de lado.

“Se quiserem, posso fazer uma sessão personalizada no vosso quarto esta noite”, ofereceu, olhando primeiro para mim e depois para o Pedro, “até posso levar a marquesa portátil”

O Pedro olhou para mim. Eu acenei. Aceitámos.

À hora combinada, o Carlos chegou à suite com a marquesa dobrável e uma mala pequena. Montou a mesa entre a cama king-size e o sofá. O Pedro sentou-se no sofá com um copo de vinho, em silêncio, a observar.

“Deita-te de barriga para baixo.”, a postura era diferente, já me tratava por tu e o olhar estava aceso.

Eu fui atrevida. Estava de vestido e despi-me completamente sob o olhar dos dois. Deixei cair o vestido aos meus pés e fiquei ir de tanga e soutien a condizer. Ele colocou-se por tras de mim e quando se preparava para me abrir o soutien percebeu que a abertura era frontal. Virei-me de frente para o pedro e conduzi as mãos do Carlos ate à abertura. O soutien caiu ao chão e ele tocou nos meu mamilos eretos com as costas da mão.

Deitei-me apenas de tanga e com as pernas ligeiramente afastadas e ele nao me tapou.

O óleo quente desceu pelas minhas costas em fio generoso. As mãos do Carlos começaram iguais às da manhã, mas depressa se tornaram mais ousadas. Depois de me massajar as costas e as pernas, os seus dedos abriram as minhas nádegas com calma, o polegar contornou a minha tanga e roçou o olho do meu cu, os outros dedos deslizaram até à cona já húmida.

Eu levantei o quadris dando sinal para ele me tirar o pouco tecido que me tapava e ele assim fez rapidamente. Olhei de lado para o Pedro, que estava vermelho de excitação.

Massajou-me por dentro com dois dedos, lentos e profundos, curvando-os enquanto o polegar pressionava o clitóris em círculos firmes. O som molhado era discreto mas inconfundível. Eu gemia e as minhas ancas a moviam-se sozinhas.

Quando me virou de barriga para cima o corpo já me tremia. Carlos despejou mais óleo sobre o peito e massajou os seios com as duas mãos, apertando, beliscando os mamilos entre os dedos.

Depois desceu. A língua larga e quente enterrou-se na minha cona, lambendo do buraco húmido até ao clitóris com movimentos deliberados e lentos. Os dedos entravam e saíam, encontrando o ponto exacto. Eu gemia alto. Coloquei as mãos no cabelo curto dele, a empurrar a cara dele contra mim até o orgasmo me atravessar o corpo em ondas fortes, com as coxas a tremer à volta da cabeça dele.

Ainda ofegante, com o corpo a latejar, estendi a mão e apalpei o volume duro nas calças enquanto ele se levantava e beijava as minhas mamas. Os meus dedos fecharam-se em torno do pau grosso, sentindo o comprimento e a espessura através do tecido. Apertei, esfreguei devagar de cima a baixo, a palma a pressionar a cabeça.

O Carlos soltou um gemido baixo e os olhos fecharam-se por um segundo. Baicou as calças e os boxers. O pau saiu pesado, mais grosso e mais longo do que o do Pedro, com as veias marcadas e a cabeça larga e brilhante. Tirou um preservativo da mala, rasgou o invólucro com os dentes e desenrolou-o lentamente sobre a extensão inteira.

Posicionou-se entre as minhas pernas ainda na marquesa. A cabeça pressionou a entrada da minha cona encharcada. Empurrou devagar. Senti cada milímetro a abrir-me, o volume a preencher-me centímetro a centímetro até estar completamente enterrado e as bolas quentes a tocar a minha pele. Ficou imóvel longos segundos, deixando-me sentir o peso e o calor do seu corpo. Depois começou a mover-se. As estocadas eram longas e profundas, o pau a sair quase até à cabeça e a entrar de novo até ao fundo, o látex quente a deslizar pelas paredes internas. As mãos seguravam as minhas ancas, os polegares a acariciar a pele enquanto o corpo dele cobria o meu. Cada embate fazia os seios balançarem, os mamilos a roçarem o peito dele. O ritmo era deliberado, quase cerimonioso, ora mais lento, ora girando os quadris para que a cabeça do pau roçasse o ponto exacto dentro de mim. O prazer subia em ondas lentas e inevitáveis até eu me vir outra vez. A cona a apertou-o em convulsões ritmadas enquanto ele continuava a mover-se sem parar, prolongando cada espasmo.

Eu estava frenética. Se ele nao parasse iriam ser orgamos atrás de orgasmos.

Retirou-se com um som molhado. Puxou-me para a beira da marquesa e virou-me de quatro. As mãos abriram as minhas nádegas e ele enterrou-se de novo na minha cona, desta vez por trás, de uma só vez até ao fundo. As estocadas tornaram-se mais firmes, mais profundas, as bolas a baterem contra a minha cona a cada movimento. Uma mão desceu ao clitóris e esfregou em círculos precisos enquanto o pau trabalhava dentro de mim com ritmo constante. Eu empinava o rabo, gemendo sem vergonha, o rosto virado para o lado, a olhar o Pedro no sofá. Ele tinha o pau fora das calças, a mão a deslizar devagar ao longo do comprimento enquanto assistia. O Carlos manteve o controlo durante longos minutos, alternando entre profundidade lenta e estocadas mais curtas e rápidas, até o novo orgasmo me fazer tremer, o corpo a contrair-se à volta dele.

Desceu da marquesa e guiou-me até ao sofá. O Pedro afastou-se ligeiramente, dando-nos espaço, com o pau ainda duro na mão. Carlos deitou-me de lado no sofá macio, levantou a minha perna superior e posicionou-se atrás de mim. A cabeça do pau não procurou a cona. Deslizou mais acima, pressionando o olho do meu cu ainda muito lubrificado de todo o óleoda massagem.

“Queres?”, murmurou ao meu ouvido, com a voz rouca contra a pele.

Eu respondi pegando no caralho dele e esfregando-o contra o meu olho do cu.

Ele empurrou devagar. A cabeça larga abriu-me. Eu gemi alto, o ardor a misturar-se com um prazer intenso e profundo fez-me fechar os olhos. Colocou a mão no meu clitóris a acariciar com suavidade, e depois continuou a entrar, centímetro a centímetro, o pau a abrir-me, a preencher-me, até estar completamente enterrado. Ficámos assim longos segundos, o corpo dele colado às minhas costas, a respiração quente no meu pescoço, o coração a bater contra as minhas omoplatas.

Depois começou a mover-se. As estocadas no cu foram lentas no início, profundas, quase cerimoniosas. Eu sentia cada milímetro a entrar e a sair, o anel a abrir e a fechar à volta do pau, o prazer a misturar-se com a intensidade da penetração. A mão no clitóris nunca parou. Gradualmente o ritmo aumentou. As estocadas tornaram-se mais longas e firmes, o pau a entrar e a sair quase todo, o som obsceno a ecoar na suite silenciosa. O Pedro estava a menos de um metro, a olhar, a mão a acelerar no próprio pau. Eu tremia, com o corpo inteiro entregue.

Quando mais um orgasmo chegou foi violento: o cu a apertar o pau de Carlos em convulsões ritmadas, a cona a escorrer, o corpo a tremer de forma incontrolável.

O Carlos acelerou. As estocadas tornaram-se mais curtas e brutais. Com um grunhido longo e gutural veio-se dentro do preservativo, o pau a pulsar profundamente no meu cu enquanto o corpo dele se tensionava contra as minhas costas. Ficou imóvel uns segundos, depois retirou-se devagar, tirou o preservativo cheio e atou-o.

O Pedro não esperou mais. Puxou-me para cima dele no sofá e enterrou-se na minha cona ainda molhada, sensível e aberta. Fodeu-me com urgência, as mãos nos meus seios, o corpo a embater contra o meu enquanto o Carlos observava em silêncio sentado ao nosso lado.

Eu fiz-lhe sinal. Queria chupar o caralho grosso. Ele pos-se em pé ao lado do sofá e bastaram duas estocadas minhas para estar novamente ereto.

Posicionei o Pedro sentado e sentei-me sobre ele a rebolar no caralho duro enquanto me inclinei para chupar o Carlos.

“Aprecia o épico broche da Rita.”, brincou o pedro, ofegante.

Eu dei tudo. Enquanto lhe apertava e massajava os tomates chupei todo o cumprimento do pau e lambi a cabeça. Ele arqueava as costas para trás e em breve minutos anunciou:

“Vou-me vir!”

“Vem-te nas minhas mamas”, pedi e ele assim fez.

Em longos jatos encheu as minhas mamas de esporra. Eu inclinei-me para trás e beijei o Pedro enquanto rebolava os quadris no seu pau e com as mãos espalhei todo aquele esperma no meu peito.

Em jeito de despedida ele pegou no meu braço e levou a minha mão ao caralho dele, onde limpei as ultimas gotas que pintavam, que levei à boca para provar. Era salgado, saboroso.

O Pedro veio-se depressa, fundo dentro de mim, com o corpo a tremer e a gemer contra o meu pescoço.

Eu não o retirei de dentro de mim e enquanto o Carlos se vestia e o caralho do Pedro ia progressivamente perdendo vigor, masturbei-me até um último e sonoro orgasmo.

Depois deixei-me cair sobre o corpo do Pedro.

“Quando quiserem, sabem o meu número.”

“Acredita que quero.”, disse-lhe eu.

Ele sorriu e contemplou o corpo da mulher que acabara de satisfazer, nua, com as mamas pegajosas da sua esporra, completamente derrotada pelo prazer. Saiu pela porta sem olhar para trás.

Este conto foi dedicado ao Vergatuga.
Espero que goste.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


270873 - Felicidade no campismo - Categoria: Confissão - Votos: 1
270807 - Imaginário - Marcelo2812 - Categoria: Fantasias - Votos: 1
270253 - A felicidade da partilha de fantasias | cuckquean e cuckold - Categoria: Confissão - Votos: 3
270045 - Felicidade no cruzeiro - Categoria: Confissão - Votos: 5
269161 - Desafio - um virgem na discoteca - Categoria: Confissão - Votos: 7
268956 - Roleplay - o padre e a pecadora - Categoria: Confissão - Votos: 5
268875 - Felicidade no parque de estacionamento - primeira experiência dogging - Categoria: Confissão - Votos: 15
268395 - Imaginário - Machado24 - Categoria: Fantasias - Votos: 6
268187 - Desafio - a dona do alojamento local - Categoria: Confissão - Votos: 7
265224 - A felicidade do apoio ao despertar sexual - Categoria: Confissão - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil rpcl
rpcl

Nome do conto:
Imaginário - Vergatuga

Codigo do conto:
274890

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
17/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0