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Tudo começou num chat. Eu estava sozinha em casa, o Pedro a trabalhar, quando o perfil Marcelo2812 me escreveu aqui no site. Disse que estava de férias em Cascais. A conversa foi direta desde o início, sobre as nossas confissões e as nossas fantasias. Em poucos minutos ele já me tinha mandado várias fotos do pau. Era lindo. Carnudo, grosso, veias marcadas, a cabeça larga, as bolas pesadas. Em algumas fotos estava semi-duro, em outras completamente rijo. Eu abria as imagens e senti a cona a molhar-se de imediato. Ele confessou que adorava foder-me e que queria comer-me o cu. Claro que também o desejei.
À noite mostrei ao Pedro. Ele ficou em silêncio durante uns segundos, o olhar a escurecer de excitação. Eu disse-lhe, sem rodeios:
“Ele está em Cascais. Vamos lá passar onfimmde semana? Vou levá-lo para o hotel onde estamos. Quero que ele me foda. Quero que me foda o cu enquanto tu vês.
O Pedro engoliu em seco e acenou.
Combinei com o Marcelo2812. Encontrei-o num bar perto da praia, ao final da tarde. Conversámos pouco até que eu fui ao assunto que importava.
“O meu marido está no hotel. Vai assistir. Vai ficar a bater uma enquanto tu me usas.”
Ele sorriu devagar, aquele sorriso de quem já sabia que ia passar um bom bocado.
Quando entrámos no quarto do hotel, o Pedro já estava à espera, sentado na poltrona ao lado da cama. Os olhos dele brilhavam. Eu fechei a porta.
“Usa-me”, disse-lhe apenas, enquanto me encostei ao corpo dele.
O Marcelo puxou-me contra o corpo. Beijou-me com força, língua grossa e quente, mãos grandes a descer pelas minhas costas até agarrar o meu cu com firmeza, apertando as nádegas e abrindo-as. Eu gemi dentro da boca dele. O Pedro já tinha o pau de fora, a masturbar-se devagar, a olhar para nós.
Ele despiu-me com calma. Tirou-me o vestido, o sutiã, as cuecas. Fiquei nua à frente dos dois. Ele passou a língua por um dos meus seios, chupou o mamilo com força, enquanto a mão descia entre as minhas pernas e sentia o quão molhada eu já estava. Depois virou-me de costas, obrigou-me a inclinar-me sobre a cama e abriu-me as nádegas com as mãos.
“Olha para isto”, murmurou, passando o polegar pelo meu buraco, apertando-o e soltando, “Fechadinho… rosado… mas vai engolir este pau todo. Vou deixá-lo todo aberto. ”
Ele pôs-me de joelhos no chão. O pau que eu tinha visto nas fotos estava agora ali, vivo, a latejar, ainda mais grosso e carnudo de perto. A cabeça larga brilhava. Eu abri a boca e engoli-o o mais fundo que consegui. Era pesado na língua, quente. A saliva escorria pelo queixo e pingava nos meus seios enquanto eu chupava, olhando de lado para o Pedro. O meu marido batia uma punheta com força agora, o pau vermelho e brilhante, a respiração ofegante.
“Isso… chupa bem fundo”, ordenou Marcelo, a mão no meu cabelo, a empurrar um pouco mais, “Molha este caralho. Vai entrar todo no teu cu. O teu marido vai ver cada centímetro a desaparecer.”
Quando ele tirou o pau da minha boca, um fio de saliva ligava os meus lábios à cabeça grossa. Eu estava a tremer de desejo.
O Marcelo deitou-me de barriga para baixo na cama, puxou-me as ancas para cima até eu ficar de quatro, joelhos abertos, o cu exposto. Enterrou a cara entre as minhas nádegas. A língua dele era larga, quente e faminta. Lambeu-me o cu com uma lentidão obscena, de baixo para cima, depois empurrou a língua para dentro, fodendo-me com ela enquanto eu gemia alto e empurrava o rabo para trás. Dois dedos grossos entraram na minha cona e um terceiro no cu, abrindo-me devaga. Eu tinha as pernas a tremer de prazer, o cu a contrair em espasmos.
“Olha para o teu marido”, disse ele, enquanto se punha de joelhos atrás de mim e posicionava a cabeça grossa e carnuda do pau contra o meu cu. A pressão era enorme, “Diz-lhe o que vais fazer.”
“Vou levar o pau dele todo no cu…”, gemi, com a voz embargada, olhando para o Pedro, “este magnífico caralho vai abrir-me enquanto tu vês e te tocas… vai enfiar-me até aos tomates.”
O Marcelo empurrou. Devagar. Impiedosamente devagar. O meu cu abriu-se à volta da cabeça larga, esticando, queimando de uma forma deliciosa e intensa.
Eu gemia alto, quase a chorar de prazer e de esforço, enquanto ele ia enterrando centímetro a centímetro. Cada vez que avançava um pouco mais, eu sentia o meu cu a ceder, a engolir aquele pau grosso que eu tinha masturbado com os olhos nas fotos.
O Pedro batia uma com violência, os olhos esbugalhados, a ver o meu cu a engolir aos poucos o caralho deste desconhecido.
Quando finalmente o Marcelo estava completamente dentro, ficou quieto alguns segundos, deixando-me sentir o quanto estava cheia, esticada, invadida.
“Que cu apertado e quente”, murmurou contra a minha orelha , “Está a sugar-me todo.”
Depois começou a foder-me. Estocadas profundas e ritmadas. O pau a sair quase todo — eu sentia o meu cu a tentar fechar-se em volta da cabeça — e a voltar a entrar com força, abrindo-me de novo. O meu cu fazia um som obsceno a cada movimento.
Eu olhava para o Pedro por cima do ombro, a boca aberta, a gemer sem qualquer vergonha.
“Olha, amor… olha como ele me fode o cu… sinto-o tão fundo… estou toda aberta para ele… o meu cu está a engolir tudo…”
O Marcelo agarrou-me as ancas com força, os dedos a enterrarem-se na carne, e acelerou. Cada estocada fazia aninhas mamas balançar. Ele apalpava-as e dava-me palmadas fortes no rabo. Cuspia na minha entrada para lubrificar ainda mais, o líquido a escorrer pelo meu cu enquanto ele fodia.
Os olhos do Pedro não se desviavam nem um segundo do meu cu a ser aberto e usado por aquele pau carnudo.
O Marcelo puxou-me o cabelo com força, obrigou-me a arquear ainda mais as costas, o peito para baixo, o cu para cima, e fodeu-me com mais brutalidade. Eu escorreguei uma mão entre as pernas e masturbei-me com força enquanto ele me usava. O clitóris latejava, inchado.
O cu ardia de um prazer tão intenso que me fazia tremer. Vim-me numa explosão, com o corpo a sacudir, o cu a apertar o pau dele em espasmos apertados.
Ele não parou. Continuou a foder-me, esticando-me ainda mais, o pau a entrar e sair com força enquanto eu gemia e soluçava de prazer.
Virou-me de lado sem sair de dentro de mim. Ergueu uma das minhas pernas até quase ao peito e voltou a foder-me nessa posição.
Neste ângulo eu sentia-o ainda mais fundo, a cabeça grossa a bater em algum ponto que me fazia ver estrelas. Cada estocada fazia o meu cu abrir e fechar de forma visível à volta do pau dele. Eu gemia, pedia mais, pedia para me foder mais forte, para me destruir o cu.
O Pedro veio-se, jatos de esperma a salpicar a própria barriga, mas não parou de se tocar. Continuou a masturbar-se devagar, a ver o meu cu a engolir e a cuspir aquele pau grosso.
O Marcelo tirou o pau quase até à ponta, segurou-me as nádegas bem abertas para o Pedro ver o meu cu escancarado, rosado, a piscar e a tentar fechar-se, e voltou a enterrar-se de uma só estocada. Eu gritei. Ele fodeu-me assim durante longos minutos, alternando entre estocadas lentas e profundas — onde eu sentia cada veia, cada centímetro — e momentos mais brutos, onde o som das ancas a bater no meu rabo enchia o quarto. O meu cu estava completamente rendido, molhado, dilatado.
Depois de uma longa e excitante foda, o Marcelo tirou o pau de dentro de mim. O meu rabo ficou aberto, a latejar. Ele deitou-me de costas, ergueu as minhas pernas, dobrou-me quase ao meio e voltou a enfiar o pau no meu cu. Fodeu-me mais devagar desta vez, olhando o Pedro nos olhos enquanto entrava e saía do meu rabo.
Quando sentiu que estava a chegar ao orgasmo, tirou o pau do meu cu com um som molhado. Bateu uma punheta depressa, a mão a deslizar pelo comprimento carnudo, e veio-se com um gemido grave. Jatos quentes e espessos saíram com força, atingindo as minhas mamas, cobrindo os mamilos, escorrendo pela curva inferior.
Eu soltei um gemido baixo só de sentir o calor a espalhar-se pela pele sensível.
Ainda ofegante, passei as duas mãos pelos meus seios. Espalhei o sémen com os dedos, esfregando-o sobre os mamilos endurecidos, descendo pelo volume dos peitos, misturando-o na pele até ficar brilhante e escorregadio. Levantei um pouco o peito para o Pedro ver melhor, os dedos a deslizarem entre os seios cobertos de esporra, a esfregar o líquido branco em círculos lentos, sujos, exibicionistas.
O Pedro, que ainda se tocava, veio-se de novo com a imagem dos meus peitos sujos de esporra e os meus dedos a espalhá-la como se fosse creme.
O Marcelo ficou a olhar durante alguns segundos, o pau ainda a pingar. Depois levantou-se e vestiu-se com calma. Antes de sair pela porta do quarto, parou, olhou para mim — peito coberto de sémen, cu ainda aberto e a latejar — e para o Pedro, e sorriu apenas.
Depois saiu, fechando a porta atrás de si.
Eu fiquei na cama, nua, o corpo coberto de suor, os seios brilhantes e pegajosos de porra, o cu a latejar com uma dor doce e profunda. O Pedro veio deitar-se ao meu lado, ainda ofegante. Passou um dedo pelo meu peito, recolheu um pouco do sémen e levou-o à minha boca.
Eu sorri, ainda a sentir o vazio no cu e o calor da esporra a secar nos seios.
A foto que partilhamos foi tirada depois de lermos a versão final do conto. O orgasmo foi uma necessidade do nosso tesão! Obrigado pela sugestão!
