Dilema - os amantes da serra

O ar da serra estava quente e pesado, carregado com o cheiro resinoso dos pinheiros e da terra seca. Eu seguia a Rita pelo trilho estreito, o olhar preso no balanço hipnótico do seu rabo firme dentro das calças coladas à pele suada. Ela sabia. Virava-se de vez em quando e lançava-me um sorriso provocador.

A meio do percurso brindou-me com as suas mamas, eu naturalmente registei o momento que aqui vos mostramos.

Como de costume a Rita a certa altura, à procura das melhores vistas, decidiu que devíamos sair do trilho trilho principal. Quando já estávamos bastante afastados, vimos um jeep escuro que estava meio escondido entre os arbustos, com vidros traseiros completamente embaciados.

Aproximámo-nos. Pela janela entreaberta chegavam gemidos e vozes roucas.

No banco de trás, uma morena de curvas generosas cavalgava o homem com força, de costas para ele, a saia enrolada na cintura, o top descido a mostrar as mamas que ele apalpava avidamente. A cona molhada engolia a pila grossa até ao fundo, rebolando as ancas de forma obscena.

“Diz-me… eu fodo melhor do que a cabra da tua mulher?”

O homem grunhiu, apertando-lhe as ancas com força.

“Foda-se… muito melhor… tu fodes como uma puta profissional.”, respondeu ele.

Ela soltou uma risadinha malandra e acelerou, batendo o rabo contra ele.

“E esta cona inchada e molhada… é mais apertada e mais quente do que a da tua mulher?”

“Sim… caralho… a tua cona é muito melhor… muito mais apertada e boa”, gemeu ele.

A morena mordeu o lábio, excitada.

“Tu és a minha puta… ela não chega aos teus pés.”, completou ele.

A morena soltou um gemido triunfante e rebolou ainda mais fundo, deliciada.

Foi nesse exacto momento que ela virou a cabeça por cima do ombro e nos viu. Os olhos arregalaram-se em choque puro. O corpo paralisou por um segundo longo, as faces coraram ainda mais.

Mas não parou. Em vez disso virou-se e começou a foder virada para ele, mas sempre de olhos postos em nós pelo vidro de trás do carro.

Mordeu o lábio com força, sustentou o nosso olhar e continuou a mexer as ancas, cada vez mais rápido e mais fundo.

“Ai… meu Deus…”, gemeu ela, olhando directamente para nós, “adoro o teu caralho. És a minha perdição.”

A Rita apertou-me o braço com força, excitada.

A morena não desviava o olhar. Rebolava a cona com mais vontade, exibindo-se.

“Vem-te para mim.”

O homem grunhiu alto, puxou-a para penetrar mais fundo e veio-se com um rugido rouco. Só então nos viu.

“Que merda é esta?!”, explodiu, empurrando-a para o lado.

Saiu do carro irritado, o caralho enorme ainda semi-duro e com o preservativo colocado. A morena saiu atrás, pernas trémulas, um fio grosso de esperma escorrendo-lhe pela coxa.

“Calma…”, disse ela rapidamente, tocando-lhe no braço, ”Eu gostei que nos vissem. Não digas merda, por favor.”

Virou-se para nós, ainda corada, mas com um brilho safado nos olhos, enquanto ele apertava as calças. Ele era um homem grande, musculado, com uma barba comprida e cabelo rapado. Ela era uma mulher alta, com mamas de silicone redondas, grandes mamilos e um cu de ginásio.

Ele estava enraivecido e nós ficámos bastante assustados. Até que para surpresa ela disse-me:

“Sabem que mais, quero compensação. Quero ver esta linda mulher a chupar a tua pila. Aqui. Agora. Quero ver tudo.”

O homem ficou em silêncio, mas a pila começou a endurecer novamente enquanto olhava para a Rita, que me apertou a minha mão com força. Olhou-me nos olhos em silêncio.

A morena encostou-se ao carro e o homem colocou-se à frente dela. Ela meteu a mão dentro da camisa dele e acariciou-o. Claramente estavam à espera que nós déssemos seguimento ao apelo.

Eu sorri. A Rita olhou-me com timidez. Sinceramente eu não sabia o que ela iria decidir fazer.

“Que dilema”, disse ela virada para mim, “estou super excitada e com imensa vontade de te chupar, mas não sei se o faça aqui ou se te leve para casa e te sugue os tomates até à última gota.”

“Onde está o dilema?”, perguntei eu inocente.

“Ora, eu sei que se quiser envolver-me aqui mais tarde ou mais cedo eles também vão querer e será que somos capazes de aguentar?”

Nesse instante eu percebi, a escolha era entre me chupar a mim ou querer também provar aquele caralho gigante que vislumbrara minutos antes.

Mas pareceu ter tomado uma decisão. Ajoelhou-se nas ervas quentes à minha frente. Abriu-me a braguilha e tirou a minha pila. Lambeu a cabeça devagar, depois enfiou metade na boca quente e molhada.

“Assim mesmo…”, murmurou a morena, admirada.

Enquanto a Rita chupava dando, como sempre, o seu melhor, babando-se toda, a morena começou a bater-lhe uma punheta lenta e firme por trás, percorrendo o seu enorme caralho ereto.

“Continua a chupar, linda. Quero ver essa boquinha gulosa trabalhar.”

Eu acabei por me vir intensamente na boca dela. Não aguentei a pressão de estar a ser observado

O meu esperma ainda estava quente na boca da Rita quando ela se levantou, limpando o canto dos lábios com o polegar. O ambiente ali na serra estava elétrico, abafado, quase sufocante.

E eis que o dilema da Rita se mostra no seu maior esplendor. A mulher dispara:

“Oh brochista linda, vem aqui terminar o serviço”

“Caralho, pá. Quem te disse que eu queria?”, disse o homem num tom entre a excitação e uma tentativa sem sucesso de fingir desinteresse.

“Não te ponhas armado em anjinho. Julgas que eu não sei que adoravas sentir o teu caralho na boca dela? Aposto que ela está mortinha por cair de boca no teu monstro!”, disse a mulher, sempre a massajar lentamente aquele caralho gigante e duro, “Sabes miúda, este durão tem mais medo da mulher dele do que de uma pistola apontada à cabeça. Depois de o ver nu no balneário do ginásio passei quase um ano a tentar fode-lo. E ele sempre a falar na mulherzinha dele. E hoje lá o consegui convencer a vir fazer um passeio comigo. E que belo passei foi. E vocês ainda o tornaram mais especial.”

“Não achas que estás a falar demais? Eu devia ter ficado quieto e nada disto tinha acontecido”, respondeu ele entre a irritação e o tesão.

“Querido, alguém com o teu…potencial, tem que saber partilhar. Quem te manda estar com uma mulher desde que eram tão jovens? Tens que experimentar. Não me digas que não estás a adorar a minha punheta”

Ele não respondeu, apenas gemeu e inclinou a cabeça para trás.

“Bem me parecia.”, continua ela, “e vocês, também são defensores de que o amor não é para partilhar?”

A Rita olhou para mim e sorriu. Tantas aventuras que vivemos e tantas que ainda queríamos viver.

“O amor não se partilha. Já o prazer, é algo que depende do conforto de ambos.”, disse.

“E então, já decidiste o que vais fazer?”, disse a morena.

A Rita apertou-me o caralho por cima das calças, talvez a tentar dar um sinal diferente. Eu já estava a ficar duro novamente com tudo aquilo.

“Sempre que temos um dilema seguimos o nosso instinto de dar prioridade ao prazer.”, sussurrou-me ao ouvido, depois voltou-se para eles e disse com confiança, “Aquilo que aqui vivemos eu e o Pedro chamamos de dilema. Fazemos uma escolha entre dois cenários. E, sabem, a nossa decisão já estava tomada no momento em que fiz um broche ao meu amor. Já tínhamos uma forte suspeita de que todos iríamos querer mais.”

“Nós estamos juntos há uns bons anos e nunca o nosso amor foi beliscado. Mas ainda não fomos forçados a colocar limites ao nosso prazer. Talvez um dia aconteça. Mas não será hoje.”, completei eu.

A nossa postura deixou-os surpresos. Foram apanhados a foder no meio da natureza, dois amantes, com uma mulher em casa na ignorância. Mas não deixam de ser conservadores.

A Rita deu-me um beijo na cara, aproximou-se deles, colocando-se mesmo de frente para ele, que sem hesitação a puxou, colocando o caralho entre as coxas e beijou o pescoço.

Por trás dele a morena beijou a cara e a boca da Rita e envolvendo os com os braços apertou-a mais contra ele.

Depois saiu e deixou-os apertados contra o jeep.

“Quero que me chupes.”, disse-lhe o homem.

A Rita sentiu aquele caralho enorme a latejar entre as suas pernas e fixou os olhos no homem. A voz saiu baixa ao ouvido dele, mas firme:

“Terás tudo o que queres, se me deres tudo o que eu quero. E para já eu quero um preservativo.”

Eu e a morena observamos em silêncio, excitados com a tensão. Ele tirou um preservativo do bolso e quando se preparava para ao colocar, a Rita agarrou as mãos dele e roubou-o.

“Encosta-te ao carro. Eu trato disto”.

Ajoelhou-se e chupou a glande dele com ímpeto e percorreu o caralho dele com a língua. Colocou o preservativo e enquanto o sugava na ponta do caralho, desenrolava-o com as duas mãos. Iniciou um magnífico broche enquanto apalpava os tomates dele.

“Olha bem, Pedro…”, provocou.

Passou a língua devagar pela cabeça, lambendo em círculos. Depois abriu a boca o máximo possível e enfiou metade, chupando com fome. Sons molhados e obscenos enchiam o ar.

“Porra… que boca gulosa”, grunhiu o homem, segurando-lhe a cabeça com as duas mãos, “Consegues chupar mais fundo?”

A Rita esforçou-se, engasgando-se um pouco enquanto tentava engolir mais daquele monstro. Babava-se toda, o cuspo escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. A morena aproximou-se e segurou o cabelo dela, ajudando-a a meter mais fundo.

“Isso, linda… mama esse caralhão. Mostra ao teu homem como és tão puta.”, disse excitada.

O homem começou a foder-lhe a boca com estocadas curtas e pesadas, batendo no fundo da garganta dela.

“Olha para ela, Pedro. Olha como a tua gaja engole o meu caralho. Ela adora. Chupa, puta… usa a língua por baixo. Isso… assim.”

A Rita gemia com a boca cheia, os olhos fixos em mim enquanto babava e chupava com vontade. O Pedro e a morena sentaram-me numa rocha a contemplar imóveis.

Depois de uns minutos intensos, ele levantou-a.

“Posso foder-te?”, perguntou ao ouvido.

A Rita deu um passo atrás, empurrando-o contra o carro. Despiu a t-shirt, tirou as botas de caminhada e tirou as calças. Ficou apenas com um conjunto vermelho de soutien e tanga.

A morena encostou-se a mim e começou-me a massajar a perna tocando levemente no caralho.

“Foda-se, a rua mulher é incrível”, disse-me.

“Ainda aru não viste nada.”

E com esta resposta ela começou a beijar o meu pescoço e a acariciar-me o peito, por baixo da t-shirt. Quando me tocou nos mamilos soltei um gemido, a oportunidade que ela queria para me dar um longo beijo e me agarrar o caralho por cima das calças.

Entretanto, a Rita, depois de brindar o gajo com o seu lindo corpo aproximou-se lentamente e ele encostou-a com força ao capô do jeep, baixou-lhe a tanga de uma vez e abriu-lhe as pernas. Esfregou a cabeça grossa da camisinha na cona encharcada dela e empurrou com tudo.

A Rita soltou um grito agudo.

“Aaaaih caralhooo… estás a rasgar-me! Que grosso… devagar primeiro… ai porra!”

A Rita virou a cara para mim, olhos vidrados de prazer:

“Pedro… ele está todo dentro de mim… sinto-o a bater no fundo… é tão grande… ai que delícia… fode-me mais forte!”

A morena sorriu ao meu lado, abriu as minhas calças e pegou no meu caralho inchado de tesão.

“Olha para ela,… a tua gaja está a levar aquele monstro todo. Está a abrir-se tão bem”, sussurrou-me ao ouvido, mordendo o lóbulo.

A Rita gemia alto, as mãos apoiadas no capô do jeep, o corpo sacudindo a cada estocada forte. O homem segurava-lhe as ancas com força, batendo o corpo contra o dela com sons molhados e pesados.

“Porra… que cona apertada e quente… estás a engolir-me todo”, rosnou ele, acelerando. “Sente isto… mais fundo do que o teu homem consegue chegar, não é?”

“Sim… ai fode-me… é tão grosso… estás a rasgar-me a cona toda!”, gritou a Rita, a voz entrecortada de prazer. “Mais forte… quero sentir esses tomates a baterem em mim!”

Eu não aguentei. Virei-me para a morena e agarrei-lhe as mamas grandes e firmes por cima do top, apertando os mamilos duros.

“Queres foder-me enquanto vês a tua namorada levar porrada?”, perguntou ela, safada, cuspindo na palma da mão e masturbando-me devagar. “Então vem… enfia-me esse caralho.”

Puxei-a contra o jeep, mesmo ao lado onde o homem fodia a Rita. Baixei-lhe a saia e enfiei dois dedos na cona dela, que estava encharcada e escorregadia. Dei-lhe depois os dedos para ela lamber.

“Caralho, estás toda molhada…”, comentei, esfregando a glande na entrada dela.

“Enfia de uma vez, Pedro. Quero sentir-te enquanto vejo o meu touro a destruir a tua puta”, ordenou ela, empinando o rabo.

Encapotei o meu caralho e empurrei para dentro dela num só movimento. A morena soltou um gemido longo e rouco.

“Assim… fode-me! Olha para eles… olha como ele está a bater no fundo da cona dela!”

Estávamos lado a lado agora. O jeep abanava com os dois pares a foderem ao mesmo tempo. O homem olhava para o lado e via-me a foder a sua amante, o que pareceu deixá-lo ainda mais excitado.

“Porra… que cena do caralho”, grunhiu ele, dando uma palmada forte no rabo da Rita. “A tua gaja tem uma cona que mama o caralho… estás a ver, Pedro? Estás a ver como ela adora levar de outro?”

“Estou… aproveita”, respondi, metendo mais fundo na morena. Ela rebolava as ancas para trás, chocando contra mim.

A Rita virou a cara para mim, olhos vidrados, boca aberta de prazer.

“Pedro… ele é enorme… está a foder-me tão bem… ai que delícia… mas continua a olhar para mim enquanto ele me fode”

A morena riu-se entre gemidos.

“Vocês são mesmo um casal estranho”

O homem puxou a Rita para cima, ainda com o caralho dentro, e virou-a de frente para ele. Segurou-a no ar, as pernas dela enroladas na cintura dele, e continuou a fodê-la de pé, contra o carro. Os seios dela saltavam a cada estocada.

“Chupa-me os mamilos”, ordenou ela.

A morena antefipou-se, inclinou-se e começou a lamber e chupar um dos mamilos da Rita enquanto eu a fodia por trás com força. O amante dela começou a chupar o outro. Os gemidos das duas misturavam-se.

“Quero sentir o teu esperma quente.”, disse-me a morena.

“Fode-me mais rápido… quero vir-me no teu caralhão!”, disse a Rita entre gritos ao nosso lado.

O ritmo tornou-se selvagem. O carro quase dançava. Eu segurava as ancas da morena e metia fundo, sentindo-a contrair. O homem batia com tudo na Rita, que gritava de prazer.

“Estou a vir-me… porra… toma lá, cabra!”, rugiu o homem, enterrando-se até ao fundo.

A Rita explodiu no mesmo instante, o corpo tremendo, unhas cravadas nas costas dele.

“Tambem eu… ai caralho… sinto-te a latejar!”

Eu senti-me no limite. Apertei as mamas da morena e disse-lhe ao ouvido:

“Queres engolir a minha esporra?”

Ela nem precisou de responde.e Tirou-me de dentro dela, arrnacou-me o preservativo da pila num ápice e bateu-me uma punheta de cócoras fazendo-me jorrar a minha esporra na sua cara, escorrendo também para o pescoço e as mamas.

A Rita, que em prazer ainda estava abraçada ao outro homem, com o caralho dentro dela, começou lentamente a separar os dois corpos e juntou-se à outra mulher dando-lhe longos beijos e lambidelas sugando as provas do meu orgasmo da sua cara, pescoço e mamas.

Durante alguns minutos só se ouviam respirações pesadas e o som dos corpos suados encostados ao jeep.

O céu já começava a escurecer. O ar da serra arrefecia rapidamente.

“Merda… está a ficar escuro”, disse o homem, “Tenho que ir para casa”

A morena sorriu torceu o nariz, ainda corada, e ajustou a saia.

“Deixem-nos dar-vos boleia até à cidade. Não vos vamos deixar voltar a pé no escuro depois disto tudo.”

Entrámos os quatro no jeep. A Rita sentou-se atrás comigo, a cabeça no meu ombro, a mão descansando possessivamente na minha coxa. O homem conduzia e a morena ia ao lado, virando-se de vez em quando para trás com um sorriso cúmplice.

“Foi um bom passeio, não foi?”, disse ela, lambendo os lábios. “Talvez nos voltemos a cruzar noutro trilho…”

A Rita acariciou-lhe o braço com cumplicidade.

O jeep desceu a serra enquanto a noite caía, com o cheiro a sexo sempre presente.

À noite, aninhados na cama, o silêncio da escuridão foi interrompido pela Rita:

“Que dilema… fode-los ou não foder? Não havia questão”

Foto 1 do Conto erotico: Dilema - os amantes da serra


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dilema - os amantes da serra

Codigo do conto:
262337

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/05/2026

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