Felicidade num Peepshow - aventura voyeur

Estávamos num jantar de grupo com antigos colegas de curso, bem regado de vinho.

Quando saímos passámos por uma casa com Peepshow. Como íamos acompanhados não dissemos nada, mas antes de entrar no carro a Rita atirou de rajada:

“Em vez de irmos para os copos podíamos ir experimentar aquele show erótico, sempre tive curiosidade.”

Eu realmente não tinha paciência para aturar mais aquela malta da faculdade. Claro que concordei e mandei logo mensagem a avisar que não íamos acompanhar o pessoal

Entrámos e fomos recebidos por um senhor muito simpático, daquelas pessoas demasiado simpáticas, que causam algum desconforto. Levou-nos a uma cabine, fechou a porta e sorriu-nos com a frase: “Isto hoje promete.”

A cabine era pequena, tinha um banco almofadado de veludo e cheirava a desinfetante. Tinha um interruptor para acender a luz da cabine e uma ranhura para inserir o 'token' que dava acesso ao Peepshow e que prontamente colocámos sem dizer qualquer palavra.

Assim que o vidro de acesso ao ‘palco’ subiu, a visão era inacreditável. Uma sala redonda, com um colchão redondo enorme e uma luz vermelha ténue. A toda a volta janelas iguais à nossa, todas escuras. Não era possível saber se estariam ocupadas ou nao.

Mas o principal estava na sala. Um casal negro. Ele musculado, com umas rastas cuidadas e longas, quase até à cintura. E com um caralho enorme, daqueles que eu pensei que só existiam em dildos e que fazem com que o meu pareça anão. Ela era uma deusa chocolate. Um corpo lindo, umas mamas grandes e empinadas com mamilos pretos, e um cu de nível mundial.

Não era possível saber há quanto tempo já estariam ali, mas estavam muito suados, mas com grande energia. Ele montava-a por trás como num filme porno, levantando a perna dela para se ver bem a imensidão do seu caralho a penetrar aquela cona húmida.

A Rita rapidamente perdeu o controlo. Sentou-se com as pernas bem abertas, puxou o vestido para cima e começou a tocar-se como se estivesse sozinha no quarto.

“Pedro… olha aquele pau preto enorme a rasgar a boceta dela”, murmurou, esfregando o clitóris com força, “Queria ser eu ali… ser fodida assim, sem piedade.”

Os dedos dela entravam e saíam da cona, faziam círculos frenéticos no seu clitóris, cada vez mais rápido, molhados e ruidosos. Tirou o vestido completamente, ficando só de tanga puxada para o lado, os seios expostos, mamilos duros.

“Ahh… vou-me vir a ver esta puta levar com aquele caralho monstro…”, gemeu, cada vez mais alto, “Quero ser usada como ela…”

O orgasmo veio forte. Rita arqueou as costas para trás, abriu as pernas o máximo que conseguia e explodiu:

“Estou a vir-me! Ahhhhh porraaa! Estou a vir-me como uma vadia!”

“Bem, deve ser um novo recorde”, brinquei eu.

Foi nesse segundo que a luz da nossa cabine acendeu, banhando-nos em luz clara. Sem querer eu, que me levantara para despir as calças carreguei no interruptor.

Estávamos completamente expostos para todo o círculo de cabines, mas demoramos um pouco a perceber.

A Rita tinha os dedos na sua cona pulsante, o corpo trémulo, o rosto contorcido de prazer. Até que percebeu e o choque foi imediato.

“Pedro! A luz! Não!!”, gritou, a voz quebrada entre vergonha e excitação. Tentou fechar as pernas, mas eu segurei-as abertas.

“Não escondas agora, amor. Deixa-os ver a tua cona lindona contrair depois de te vires como uma putinha em público”, sussurrei no ouvido dela, com a voz baixa e cruel de propósito.

Também eu fora apanhado literalmente com as calças na mão e o caralho super excitado.

Menos de dois minutos passados, depois de oferecermos a visão da minha linda mulher ao casal que fodia virado propositadamente para nós, e a quem eventualmente estivesse presente, apagámos a luz. Queríamos um pouco de privacidade para foder.

Mas para nossa surpresa alguém bateu na porta da cabine.

“Meninos, que coninha linda! Posso juntar-me a vocês para brincarmos um bocadinho?”, pediu um homem, excitadíssimo.

A Rita escondeu o rosto no meu peito, mortificada.

“Não… por favor, não”, murmurou, mas a cona dela contraiu visivelmente com as palavras dele.

“Não entra ninguém” — respondi alto.

O homem riu do outro lado da porta.

“Tudo bem… então prometam que abrem mais as pernas dessa lindona para nós. Mostra como estás encharcada depois de te vires à frente de toda a gente.”

A Rita gemeu de vergonha.

Eu olhei para ela e sorri e ela fez aqueles olhos vivos de quem acabaram de ter uma ideia.

Sem me falar colocou-me em pé virado para ela e para o vidro. Ajoelhou-se no banco de veludo e empinou o cu bem aberto para o vidro. Começou a chupar-me excitada, com movimentos profundos e com a língua muito ativa dentro da boca, como sabe que adoro.

“Acende a luz”, disse-me entre chupadelas.

Eu assim fiz. Claro que a partir desse momento quem ali estivesse via-me de frente em expressões de prazer crescente. Mas nós bem sabíamos que o que poderiam querer ver era aquele magnífico cu bem aberto aos olhos de todos.

“Oh meu Deus… estão todos a ver-nos”, gemeu ela.

Na cabine ao lado, um casal acendeu a luz. A mulher estava de quatro e o homem metia-lhe com força, olhando directamente para nós.

A Rita não conseguia ver, e eu aproveitei para lhes dar um incentivo. Debrucei-me sobre a Rita e enquanto ela me chupava abri mais o cu e a cona dela com as duas mãos. Depois, para delírio dela, que adora, comecei a meter um dedo no cu. E depois dois. A Rita abriu mais as pernas e começou a masturba-se.

Aproveitei esse momento para fazer um pequeno vídeo, do qual deixamos um print com a sua linda língua a caminho do meu caralho faminto.

O casal negro, que parecia já não ser o centro das atenções, juntou-se à brincadeira e aproximou-se da nossa cabine e da do casal vizinho. A mulher primeiro encostou-se, pressionando as suas mamas e depois e cu contra o vidro do outro casal, mas reservaram o melhor para nós. Ele pegou-a ao colo, colocou as pernas dela à volta da sua cintura e fodeu-a contra o nosso vidro.

“Rita, Vira-te”, disse eu incrédulo.

A Rita virou a cabeça e abriu a boca de espanto.

Os vidros eram grossos, porque não ouvíamos nada, mas dá boca deles pareciam sair gritos de imenso prazer.

Alguém pareceu adivinhar, porque de repente o som da coluna que ficava no teto da cabine foi ativado e começamos a ouvir a foda em direto.

A Rita levantou-se e colocou a mão contra o vidro e passou a língua na zona das costas da mulher. O homem colocou-se de lado e a mulher virou-se e beijou o vidro, ficando frente a frente com os lábios da Rita, que estava frustrada pela distância.

“Anda putinha, fode o teu homem”, disse ela olhando a Rita nos olhos.

“Pedro… toda a gente pensa que sou uma vadia.”

”Tem juízo! Diverte-te!”, respondi, “Agora abre essas pernas e engole o meu pau, com essa cona incrível.”

A Rita obedeceu, e deixou-se comer por trás em pé, contra o vidro.

“Sim… olhem para mim! Olhem para esta vadia casada a levar com um bom pau enquanto vocês veem!”

Duas outras cabines acenderam a luz. Um homem em cada uma batiam punhetas olhando para nós e para o outro casal.

Na cabine do lado o rapaz vinha-se na cara corada de prazer da sua companheira, que espalhou depois a esporra no vidro e a lambeu à vista de todos.

A Rita tremeu inteira, num intenso prazer.

“Pedro, acho que sou uma puta exibicionista”, disse entre gritos, “quero que vejam o meu homem encher-me a cona de esporra.”

Eu segurei-a pelos cabelos, enquanto a fodia com estocadas fortes.

O orgasmo dela veio como uma onda devastadora. Rita gritou, o corpo convulsionando, a cona apertando-me com força, completamente exposta.

Eu não aguentei. Dei umas estocadas brutais e enchi-a de esperma, gemendo enquanto todos nos viam.

Os dois homens masturbavam-se energicamente. Um deles fez sinal para nós e para o casal do lado que se percebia bem. Queria Saber Se podia entrar em alguma sala. O casal do lado aceitou e ele levantou-se satisfeito.

Nós apagamos a luz e aninhamo-nos sentados, ambos na expectativa relativamente ao lindo casal que fodia, agora de regresso ao colchão central com ela a levar no cu de bruços.

Desligamos a nossa luz e ficamos a contemplar.

O homem que ficara na cabine sozinho veio-se discretamente e saiu, não sem antes bater à nossa porta e gritar de passagem:

“Incrível, até à próxima.”

Rita tremia nos meus braços, esperma escorria pelas coxas, o rosto vermelho de prazer.

Entretanto o outro homem entrou na cabine do lado. Estávamos atentos a tentar perceber o que se falavam até que fomos interrompidos por rugidos fortes de prazer do negro. Um jato de esperma encheu de branco, num contraste muito sexy, as costas negras da sua parceira.

Não tiveram tempo para descansar. Levantaram-se, enviaram beijos na direção de todos e saíram. Em menos de dois minutos foram substituídos por uma stripper ao som de música techno.

Ma só nosso foco, por muito boazona que ela fosse, estava na cabina do lado.

O rapaz estava sentado a ver a sua mulher de joelhos a chupar a pila do desconhecido (julgamos nós). O orgasmo foi rápido e intenso. Ele deixou-se encostar no vidro e encheu a cara e o cabelo dela de esporra.

Depois virou-se para nós, sacudiu o pau em direção ao vidro e a luz apagou-se.

Beijei-lhe a testa suada da Rita. Demos uns minutos a pensar que eles sairiam primeiro e fomos embora.

Cá fora o homem da loja fumava um cigarro acompanhado do outro que acabáramos de ver ejacular. Sorriram ambos e este último disparou:

“Da próxima vez és tu, minha querida. Vais adorar chupar a pila de um homem experiente.

Viramo-nos sem responder, mas no carro a Rita disse atrevida: “Não percebo porque a estas coisas quase só vêm homens, é tão libertador.”

“Gostaste de te exibir, minha fodilhona? Que achavas de seres tu a chupar aquele gajo?”

“Bem, não há nada mais empoderador do que fazer um fulano convencido ficar sem força nas pernas. Cada uma usa os seus métodos.”, brincou ela.

Foto 1 do Conto erotico: Felicidade num Peepshow - aventura voyeur


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Felicidade num Peepshow - aventura voyeur

Codigo do conto:
261520

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
07/05/2026

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