Felicidade no SPA - massagem surpresa

Versão do Pedro

Era a nossa prenda de dez anos de casamento. A nossa amiga Cláudia tinha-nos oferecido uma massagem dupla especial num spa exclusivo.

“Vocês merecem algo inesquecível”, dissera ela. Não imaginava eu, que nunca tinha ido a um spa, quão certa estava.

À chegada, a rececionista conduziu-nos até uma sala quente, perfumada com óleos essenciais, com luz suave e duas marquesas lado a lado.

“Dispam-se à vontade, fiquem só com a roupa interior. Deitem-se, cubram-se com os lençois se quiserem e, quando estiverem prontos, coloquem as vendas. Os massagistas só entrarão depois de estarem vendados. Relaxem completamente.”

Despi-me, ficando só de boxer — era a minha primeira massagem e sentia uma mistura de nervosismo e excitação. A Rita, linda como sempre, ficou apenas com uma tanga preta fina. Deitamo-nos de barriga para baixo e colocámos as vendas ao mesmo tempo. A escuridão foi total.

A porta abriu-se uns minutos depois. Passos leves aproximaram-se. Umas mãos femininas quentes, macias e seguras tocaram as minhas costas. Óleo quente escorreu devagar pela minha coluna, espalhando um aroma doce e afrodisíaco. Ela massageou com firmeza, desfazendo nós que eu nem sabia que tinha, descendo lentamente até à lombar e às ancas.

Para minha surpresa, senti os seus dedos puxarem a boxer para baixo.

Ela inclinou-se e sussurrou ao meu ouvido, voz rouca e sensual: “Posso tocar-te aqui?”

“Sim…”, respondi baixinho, com a voz já trémula.

As mãos dela afastaram ligeiramente as minhas coxas e o meu pau ficou deitado entre as pernas, cada vez mais firme. As mãos dela envolveram o meu pau devagar, espalhando o óleo, subindo e descendo em movimentos longos e perfeitos. O polegar girava sobre a glande sensível, arrancando-me gemidos baixos. Uma das mãos desceu mais, massageando o períneo com pressão exacta.

“Queres que acelere?”, sussurrou ela.

“Quero…”

Ao meu lado, a Rita começou a gemer.

Imaginei que o massagista poderia estar tocá-la intimamente. Saber que outro homem estava a dar prazer à minha mulher enquanto esta desconhecida me masturbava era extremamente excitante.

Ela acelerou, apertando-me com mais firmeza. Instintivamente fletia as pernas deixando o meu caralho assumir uma posição mais natural. Ela aproveitou e por trás, massajou-me todas as zonas erógenas e masturbei-me vigorosamente. Quando ela com a língua lambeu os meus tomates e a entrada do meu cu, não aguentei e vim-me com força, jatos quentes cobriram a mão dela, que colocaram como conchinha para me receber, enquanto o meu corpo inteiro tremia.

Depois de me limpar com uma toalha quente, ela sussurrou: “Vira-te para mim.”

Assim fiz. Senti-a subir para a marquesa, colocando os joelhos de cada lado das minhas ancas. A cona quente e molhada roçou ao longo do meu pau.

Provocou-me durante alguns minutos, beijando os mamilos e o pescoço. Acariciando o meu corpo, enquanto se tocava.

Quando o meu caralho começou a reenger-se sussurrou: “Queres que te monte?”

Eu acenei que sim e ela colocou-me um preservativo e levantou-me ligeiramente a venda por uns segundos, permitindo ver o corpo lindo dela a descer devagar, engolindo-me por completo.

A sensação era quente, apertada e escorregadia. Começou a cavalgar devagar, depois com mais força, os seios pesados roçando no meu peito. Os gemidos dela misturavam-se com os meus.

Ao lado, ouvia o som ritmado e molhado de pele contra pele e os gemidos cada vez mais altos da Rita.

Vim-me novamente dentro dela com um grunhido rouco. Ela deu-me um beijo na cara, tocando com a boca levemente nos meus lábios e levantou-se começando a limpar o meu corpo com uma toalha quente.

Pouco depois, a Rita também explodiu. Mas a surpresa veio uns minutos depois quando ouvi um rugido alto de prazer de um homem

O pénis a latejar enquanto a minha massagista me tirava o preservativo e delicadamente limpava a minha pila foi das melhores sensações que já tive.

Eles saíram e ficamos em silêncio. Retirei a venda. Olhei para a Rita, corada, com o corpo brilhante de óleo e suor.

“Então… Foi uma massagem boa, não foi? Bem relaxante. A Cláudia acertou em cheio.”

A Rita sorriu, mordendo o lábio e retirou a venda dela.

“Totalmente normal. Uma massagem profissionalíssima. Nada de especial.”

Levantei-me com as pernas trémulas.

Saímos de mãos dadas para o balneário, cúmplices no nosso segredo. Tomámos um banho rápido juntos, sem nos envolvermos e seguimos para casa.

A repetir, espero.

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Versão da Rita

A Cláudia, nossa amiga de longa data, tinha-nos oferecido esta massagem dupla como prenda pelos nossos dez anos de casamento.

Na manhã do dia agendado enviou-me uma mensagem: “Algo especial para reacender a chama”.

Mal sabia eu o quão literal isso ia ser, ainda que a chama entre nós esteja bem acesa.

No local, a rececionista levou-nos à sala e explicou calmamente o procedimento.

Despi-me, ficando de tanga e deitei-me. O Pedro deitou-se na marquesa do lado e colocámos as vendas. A escuridão deixou todos os meus sentidos em alerta.

A porta abriu-se e com os passos a aproximarem-se, o meu coração começou a tremer de timidez. A venda deixava-me excitada e desconfiada.

Umas mãos grandes, fortes e masculinas tocaram as minhas costas, cobrindo-as de óleo quente que ele espalhava enquanto massageava com uma força controlada, descendo pela coluna, pelas ancas e abrindo-me ligeiramente as pernas.

Ele inclinou-se e sussurrou com voz grave e profunda: “Posso tocar-te mais intimamente? Quero dar-te prazer…”

“Sim… podes”, respondi depois de alguns segundos, encorajada pelos gemidos que ouvi do Pedro.

Ele puxou a tanga para o lado e os seus dedos grossos acariciaram os meus lábios molhados, enquanto com a outra mão acariciava o interior das minhas coxas.

Abriu-me mais as pernas e com um dedo penetrou-me devagar, enquanto o polegar circulava o olho do meu cu. Gemi, incapaz de conter o som. Ele trabalhou com maestria, aumentando o ritmo.

“Queres que use a boca também?”, perguntou baixinho.

“Quero tanto”, disse eu, colocando-me de quatro com as pernas bem abertas.

A língua quente e molhada dele substituiu os dedos, lambendo-me devagar do cu até ao clitóris, chupando com fome.

Procurei a mão do Pedro, que apertei com força. Vim-me pela primeira vez com um gemido longo e trémulo.

Ele virou-me de barriga para cima, com um gesto rápido, quase sem esforço e derramou óleo quente nos meus seios, apertando-os e beliscando os mamilos.

Colocou-se ao meu lado e senti o caralho dele rijo dentro das calças a pressionar o meu ombro. Virei a cara para o lado e coloquei a língua de fora, num sinal que esperei que ele entendesse de que o queria chupar.

Ele percebeu muito bem. Já devia estar bem habituado a sinais equivalentes. Pegou na minha mão e juntamente com a dele puxou para baixo umas calças de cintura elástica.

Nesse momento, senti pela primeira vez levemente o seu caralho contra a minha mão.

Não hesitei e peguei nele, dando-lhe duas longas estocadas. Que grande que era. Passei a mão no meu peito, para o lubrificar com o óleo de massagem e comecei a masturbá-lo.

Apertei com força e puxei-o em direção à minha boca. Lambi-lhe os tomates e meti-os um a um na minha boca. Malandro ele colocou a mão dele por cima da minha e deu umas pancadinhas leves na minha cara com o seu caralho.

Eu abocanhei-o chupando intensamente a sua glande. Ele fez-me uma carícia na cara e afastou o pénis da minha cara.

“Queres que te foda?” sussurrou ele, a voz carregada de desejo, enquanto posicionava o pau grosso roçava na minha entrada encharcada.

“Quero… mete-me, fode-me”, disse, quase desesperada de vontade.

Ele empurrou devagar, abrindo-me centímetro a centímetro até me encher completamente.

A sensação de estar tão cheia era avassaladora. Que caralho enorme!

Começou a foder-me com estocadas profundas e ritmadas, cada vez mais fortes. O som molhado de pele contra pele enchia a sala.

Ao meu lado, ouvia o Pedro a gemer intensamente. Apertei a mão dele com força, imaginando o que lhe estariam a fazer.

“Mais fundo…”, supliquei.

Ele obedeceu, fodendo-me com mais intensidade, até eu explodir num segundo orgasmo violento. A minha cona contraia-se à volta dele.

Ele retirou o caralho de dentro de mim, veio para o meu lado, deu-me um longo beijo de língua e perguntou-me: “queres que me venha nas tuas mamas?”

O que eu queria mesmo era sentir dentro da minha boca a esporra daquele garanhão, mas acabei que sim.

Ele colocou-se atrás da minha cabeça e desviou-me a venda. Por cima dos meus olhos ele tirou o preservativo, que colocou sobre a minha testa em provocação e agarrou vigorosamente aquela grande verga. Os tomates batiam na minha testa, impossibilitado-me de ver convenientemente a sua cara para recordação.

Num grunhido muito sonoro ele jorrou toda a esporra num longo jato entre as mamas e a barriga. Logo me tapou novamente os olhos e quando eu espalhava com as minhas mãos a sua esporra pelo meu corpo, ele passou com um dedo pelos meus lábios, fazendo-me sentir um leve sabor do seu esperma, que lambi avidamente.

Ele limpou-me cuidadosamente com uma toalha quentinha e saiu em silêncio.

Retirámos as vendas. O Pedro estava corado e com um sorriso satisfeito.

Enquanto nos vestiamos depois de um duche reconfortante, em que o Pedro tirou uma fotografia para memória futura, que aqui vos mostramos, perguntei em provocação: “Então, amor, foi assim que imaginaste a tua primeira massagem?”

O Pedro sorriu, tenho a certeza que, tal como eu, quererá repetir.

Foi a nossa primeira experiência que envolvia outras pessoas, mas nessa mesma noite decidimos numa conversa entre gemidos que não seria a última.

Foto 1 do Conto erotico: Felicidade no SPA - massagem surpresa


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Ficha do conto

Foto Perfil rpcl
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Nome do conto:
Felicidade no SPA - massagem surpresa

Codigo do conto:
261427

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
06/05/2026

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