Roleplay - puta por uma noite

Saí de casa já noite cerrada, confiante de que tinha vestido o papel na perfeição: um vestido vermelho curto e justo, decote generoso que mal segurava os meus seios, meias de liga pretas, saltos altos e uma maquilhagem carregada, com batom vermelho vivo.

O plano era o Pedro passar por mim de carro dentro de meia hora, num sítio combinado. Era o nosso jogo desta noite.

Fiquei na esquina de uma rua movimentada mas discreta, encostada a um poste, com uma mala pequena na mão. O ar da noite estava fresco e sentia os olhares dos homens que passavam de carro. Alguns buzinavam. Sorri para dentro — isto estava a funcionar demasiado bem.

Não contava com o que aconteceu a seguir.

Um carro parou junto ao passeio. Quatro turistas estrangeiros (pareciam alemães ou holandeses, todos na casa dos trinta) baixaram o vidro. O condutor sorriu, olhando-me de cima a baixo.

“Hey… quanto?”, perguntou em tentando arranjar o português.

Senti um arrepio. Parte de mim ficou nervosa, a outra estranhamente excitada com o perigo do roleplay a tornar-se demasiado real.

“Não faço grupos”, respondi, seca, tentando manter a voz firme e profissional. Não sei o que me deu para esconder a verdade.

“Mil euros” insistiu.

Aproximaram-se mais. Um deles chegou a abrir a porta do carro. O coração batia-me com força. Estava prestes a mandar-lhes um “foda-se” quando vi os faróis do carro do Pedro aproximarem-se. Ele parou logo atrás deles.

Saí do passeio com determinação e caminhei até ao carro dele, rebolando as ancas. Ele abriu o vidro e eu debrucei-me deixando os turistas pendurados.

O Pedro olhou-me com um sorriso predador, entrando no personagem imediatamente.

“Boa noite. Quanto cobras por uma noite inteira?”

Olhei para ele, fingindo avaliá-lo.

“Não sei se tens dinheiro para me pagar. Acabaram de me oferecer mil euros por uma hora”.

Ele arregaçou os olhos, mas não desistiu.

“Podes ir com eles se quiseres. O que tenho é isto.”

Tirou um envelope do bolso interior do casaco e entregou-mo. Contei as notas devagar, deliberadamente, deixando-o ver o meu decote. Eram dois mil euros certinhos.

“Motel. Agora”, ordenei, enquanto entrava no carro

Durante o caminho, mantive o personagem. Pus a mão na coxa dele e subi até apertar o pau já duro por cima das calças.

“Estavas a ver-me com aqueles turistas?”, — perguntei, provocadora, “Quase me contrataram para os quatro… Mas eu só quero um cliente esta noite. Um cliente que me foda bem.”

Pedro apertou o volante com força.

“ Para puta de rua és bem cara, hein?”

“A melhor. Não te vais arrepender de cada cêntimo.”, respondi, apertando-o mais.

Chegámos ao motel discreto na saída da cidade. O quarto era simples, mas limpo: cama grande, espelho no teto, luzes vermelhas fracas. Mal fechámos a porta, o Pedro empurrou-me contra a parede.

“Tira o vestido. Devagar.”

Obedeci, deslizando o tecido vermelho pelo corpo até ficar só de lingerie. Os meus mamilos estavam duros.

“Deita-te na cama.”, disse-me.

Pegou no telemóvel e tirou-me a foto que vos mostramos. Depois colocou o telemóvel a filmar apoiado numa mesa e filmou todo o outro que se passou em seguida.

“Isso vai-me custar caro”, disse-lhe.

“De joelhos”, ordenou, ignorando o que lhe dissera.

Ajoelhei-me à frente dele e abri-lhe as calças. O pau saltou, grosso e latejante. Olhei para cima, nos olhos dele.

— Queres que te chupe? Queres que a tua puta te engula todo?

Não esperei resposta. Engoli-o com fome, descendo até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Chupei com força, molhado, ruidoso, saliva escorrendo enquanto o masturbava com a mão. O Pedro gemeu, segurando-me o cabelo.

“Que boca boa… chupas que é uma maravilha!”

“Já me tinham dito”, provoquei.

Depois de me foder a boca durante uns minutos, ele levantou-me, atirou-me para a cama de quatro e arrancou-me a tanga. Sentiu a minha cona com os dedos.

“Já estás encharcada… gostaste de quase ser contratada por aqueles gajos?”

“Talvez… Mas só tu me vais foder esta noite. Amanhã logo se vê.”

Ele entregou-me um preservativo que eu coloquei com a boca até metade do caminho. O que o deixou louco. Entrou em mim com uma estocada violenta, até ao fundo. Gritei de prazer.

O Pedro segurou-me as ancas e começou a martelar-me com força, estocadas profundas e brutais. O som molhado da nossa foda enchia o quarto.

“Mais forte!”, gemi,”Fode a tua puta”

Ele deu-me palmadas fortes no rabo, puxou-me o cabelo e fodeu-me ainda mais fundo. Depois virou-me, abriu-me as pernas e voltou a penetrar-me, olhando-me nos olhos enquanto me comia.

“Diz-me o que és.”, rosnou.

“Sou a tua prostituta… a tua vadia… fode-me até eu perder todas as forças.”

Virei-o e cavalguei-o com fúria, os seios a saltar, rebolando as ancas enquanto ele chupava e mordia os meus mamilos. Ele segurava-me o rabo, ajudando-me a descer com força.

Quando senti que ele estava perto, desci dele e voltei a chupá-lo, olhando-o nos olhos.

“Vem-te na boca da tua puta… quero engolir tudo.”

O Pedro segurou-me a cabeça e com um gemido rouco encheu-me a boca com jatos quentes e grossos de esporra. Engoli quase tudo, o resto escorrendo pelos meus lábios.

Caímos na cama, ofegantes. Ele puxou-me contra o peito e beijou-me o cabelo. Quando eu pensei que ele ia sair da personagem ele diz-me: “então, minha fodilhona, vamos tomar um banho para recuperar energias para o que quero fazer contigo a seguir?!”

Ele encheu uma banheira redonda com água e muita espuma. Abriu o espumante que estava no mini bar e trouxe dois copos.

Juntos, lavamos os corpos um do outro, aninhamo-nos. Não era bem roleplay, até que eu recuperei o foco.

“ E então, a tua mulher também te fode assim em casa?”

“Que tens tu a ver com isso. Masturba-te para mim”, respondeu, autoritário.

Eu coloquei-me de frente para ele, sentada na parte exterior da banheira. Abri as pernas tanto quanto consegui, expondo a minha cona molhada ao seus olhos excitados.

Massajei as mamas, masturbei-me, enfiei dois dedos na cona e depois diz-lhe sinal com um dedo para ir ter comigo. Ele caiu de boca e levou-me ao orgasmo rapidamente.

Ainda todos molhados saímos da banheira e voltamos para a cama. Cavalguei-o de costas deixando-o ver o seu lindo caralho a penetrar-me enquanto apertava e dava palmadas ao meu cu.

Num impulso desafie: “Queres terminar no meu cu?”

Os olhos dele brilharam. Puxou-me para ele ficando deitados comigo por cima. Ele pegou na minha mão, levou-a à boca dele e molhou-a toda com saliva e conduziu-a ao caralho dele, deixando a glande bem molhada. Depois eu fiz o trabalho de o deixar à portinha e ele suavemente, foi introduzindo. Envolveu-me depois com os seus braços e numa sintonia tão nossa, pressionamos em sentidos diferentes, levando a uma penetração intensa e profunda.

Ele não me largou mais. Foi apertando as minhas mamas, beijando o meu pescoço e dando fortes abraços, enquanto eu massajava freneticamente o clitóris.

Quando ele anunciou que ia ter um orgasmo eu já lá estava. Rebolei as ancas e enterrei-o todo em mim até ao limite das minhas forças.

Permaneci imóvel a senti-lo diminuir de tamanho dentro de mim. Depois virei-me e aninhei-me.

Acabou o roleplay e tão bom que foi!

“Porra, Rita… aquilo dos turistas quase me deu um ataque”, murmurou, rindo.

Sorri.

“Foi excitante… Mas hoje era ondiando meu cliente favorito.”

Beijei-o com força, sentindo o pau dele começar a endurecer novamente contra a minha coxa.

“Paguei a noite toda, mas preciso de algum tempo para recuperar.”, disse-me brincalhão.

“Esquece, agora já só penso no que vou fazer com aquele lindo envelope que me deste.”, respondi-lhe sorridente, aninhando-me novamente.

Foto 1 do Conto erotico: Roleplay - puta por uma noite


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Roleplay - puta por uma noite

Codigo do conto:
261300

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
05/05/2026

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