Roleplay - dois estranhos num bar

O coração batia com força enquanto fechava a porta de casa. A nossa filha já estava com os avós desde o fim da tarde, feliz com a promessa de gelado e desenhos animados. O Pedro e eu tínhamos planeado isto há semanas: uma noite só nossa, sem papéis de pais, só desejo cru. Ele saiu primeiro. Eu saí vinte minutos depois, vestida como uma mulher que sai à caça.

Escolhi um vestido curto, justo, com um decote que mal continha os meus seios. Sem sutiã. Uma tanga preta minúscula e saltos altos. Perfume forte. Batom vermelho. Quando entrei no bar escuro e elegante do centro da cidade, senti os olhares dos homens. Mas eu procurava apenas um.

Ele estava sentado ao balcão, de camisa preta bem ajustada, um copo de whisky na mão. Parecia perigoso. Parecia um estranho. Exatamente como combinámos.

Sentei-me duas banquetas ao lado dele e pedi um gin. Fingi não o ver durante uns segundos. Depois senti o olhar dele em direção a mim. Devagar, virei a cabeça.

"Está sozinha esta noite?", perguntou ele, a voz grave e baixa, como se realmente não me conhecesse.

Sorri, cruzando as pernas devagar, deixando o vestido subir um pouco pelas coxas.

"Por enquanto…", respondi, olhando-o de cima a baixo.

Pedro virou o banco na minha direção, os olhos descendo sem vergonha pelo meu decote.

O jogo começou ali. Conversámos como dois estranhos que se sentem atraídos. Ele pagou-me a bebida. Eu ri-me das piadas dele, toquei-lhe no braço “sem querer”, deixei que o joelho dele roçasse o meu. Quanto mais falávamos, mais molhada ficava. Era excitante fingir que não era o meu marido, o pai da minha filha, o homem com quem dormia há anos.

"Sabes, se fosses minha, ficava maluco se saísse de casa vestida assim. Esse vestido pede para ser arrancado."

Senti um arrepio. Virei o rosto, quase colando os lábios aos dele.

"Talvez por isso nunca serei tua. Ainda nem sei o teu nome.", respondi-lhe em provocação.

"Não precisas de saber o meu nome para te foder", respondeu ele, sem rodeios.

A ousadia dele (mesmo sendo combinada) deixou-me encharcada. Apertei as coxas uma contra a outra.

"És sempre tão direto com as mulheres que acabas de conhecer?"

"Só com as que me deixam assim duro", murmurou, pegando na minha mão e pousando-a discretamente sobre o volume nas calças dele.

Senti-o latejar. Apertei devagar, mordendo o lábio.

"Quero-te agora.", disse-lhe.

Pagámos e saímos. No táxi, não nos contivemos. Beijámo-nos com fome, como dois estranhos excitados. A mão dele subiu pela minha coxa, por baixo do vestido, e encontrou a tanga encharcada. Dois dedos afastaram o tecido e entraram em mim com facilidade.

"Porra, estás encharcada…", rosnou ele ao meu ouvido.

"Estou assim desde que te vi", menti, entrando no papel.

Pelo canto do olho percebo que o taxista estava colado na nossa cena através do retrovisor. Ganhei coragem e enquanto o Pedro me beijava o pescoço, enviei um sorriso maroto através do retrovisor.

Mal entrámos em casa ele empurrou-me contra a parede do corredor. O vestido subiu até à cintura. Ele ajoelhou-se, puxou a tanga para o lado e enterrou a cara entre as minhas pernas, lambendo-me com força, chupando o clitóris enquanto eu gemia alto, agarrada ao cabelo dele.

"Que cona deliciosa!, murmurou, enfiando dois dedos fundo em mim, "Vou foder-te tanto!"

Levantou-se, abriu as calças e tirou o pau grosso e duro. Segurou-me por uma perna, levantando-a, e entrou em mim com uma estocada forte. Gritei de prazer. Ele fodeu-me contra a parede, estocadas profundas e brutais, os meus seios saltavam dentro do vestido.

"Mais forte! Fode-me como se não tivesses uma segunda oportunidade.", exigi.

Ele sorriu e obedeceu. Virou-me de costas, inclinou-me contra o sofá e penetrou-me outra vez, segurando-me o cabelo com uma mão e dando-me palmadas no rabo com a outra.

"És uma fodilhona malandra, não és? Gostas de foder um desconhecido!"

"Sim… sou a tua putinha esta noite", gemi, empurrando o rabo contra ele.

Mudámos para o quarto. Despi o vestido e fiquei apenas coma tanga. Ele tirou-me a fotografia que vos mostramos, e eu fiquei de quatro na nossa cama. Ele acabou de me despir e colocou-me a tanga na boca para abafar os gritos que sabia que eu iria dar em seguida. Fodeu-me com força, fundo, batendo as bolas contra mim.

Depois deitou-se e puxou-me para cima, fazendo-me cavalgar. Segurei os seios, oferecendo-lhos enquanto subia e descia no pau dele.

"Olha para mim enquanto te vens.", ordenou.

Não aguentei muito. Apertando-o dentro de mim, num magnífico orgasmo. Ele virou-me, abriu-me as pernas e fodeu-me mais algumas estocadas brutais antes de se vir com um gemido rouco, enchendo-me com jatos quentes e fundos.

Ficámos ofegantes, suados, ainda unidos. Ele beijou-me o pescoço com ternura e sussurrou, saindo do personagem: "Adorei, meu amor."

Sorri e beijei-o devagar, enquanto sentia o esperma dele escorrer de mim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Roleplay - dois estranhos num bar

Codigo do conto:
261265

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
04/05/2026

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