Desafio - como se devem receber entregas

O apartamento que alugámos era pequeno, mas encantador — um loft moderno no centro de uma cidade que não conhecíamos, com grandes janelas que davam para uma rua cheia de vida noturna. Tínhamos fugido para um fim de semana prolongado, só nós os dois, longe de tudo.

Assim que chegámos, fomos testar a cama, fizemos verdadeiramente amor. Estávamos depois nus deitados com os corpos entrelaçados e suados a decidir o nosso jantar.

Segurei o rosto de Rita entre as mãos.

“Quero propor-te algo, amor.”, ela conhece a minha cara e ficou logo alerta, “Durante estas três noites, uma vez que vamos sempre encomendar comida, tu vais abrir a porta a provocar o entregador. Se conseguires fazê-lo as três noites, ganhas uma noite inteira sem limites. Sem “não”. Caso contrário ganho eu.

A Rita mordeu o lábio, os olhos verdes brilharam de excitação e receio. Apertou-me o caralho.

“És completamente louco, Pedro… Mas eu adoro isso em ti. Aceito. Quero que filmes tudo. Quero ver depois como eles me olham.”

Encomendámos mexicano pouco depois. Trinta minutos passaram com a Rita fechada no quarto sem que eu soubesse o que iria fazer. A campainha tocou. A Rita saiu do quarto com um sorriso nervoso. Estava completamente nua, tapada por uma toalha de banho.

“É agora”, sussurrou, olhando para mim.

Abriu a porta devagar. O entregador era um rapaz novo, talvez vinte e poucos anos. Quando a viu, o saco quase lhe caiu das mãos.

“Boa… boa noite. Pedido para Rita?”, gaguejou, os olhos fixos na boazona enrolada numa toalha que tinha a sua frente.

“Sim, sou eu”, respondeu Rita com uma voz suave, quase doce, mas carregada de provocação. Estendeu o braço para receber o saco, deixando a toalha cair, “ Está uma noite quente, não está?”

O rapaz engoliu em seco, tentando manter o profissionalismo, mas o volume nas calças já era evidente. Percorreu o corpo dela sem conseguir disfarçar: os seios firmes, a curva da cintura, a cona depilada e levemente brilhante.

“Sim… muito quente. Aqui está.”

Rita virou-se ligeiramente de lado para pousar os sacos em cima da mesinha, oferecendo-lhe o perfil completo do corpo.

“Obrigada. Tenha uma boa noite”, disse ela, com um sorriso cúmplice, antes de fechar a porta suavemente.

Assim que a porta se fechou, Rita encostou-se a ela, respirando acelerada.

“Ele estava a ficar duro só de me olhar… Vi o pau dele a inchar nas calças”, murmurou, a voz rouca, “Anda cá.”

Montou-se em mim com fome, deslizando o corpo sobre o meu pau. Enquanto me cavalgava devagar, descrevia cada detalhe:

“Ele não conseguia tirar os olhos da minha cona… Aposto que vai bater uma punheta hoje a pensar em mim.”

Fodemo-nos com intensidade, a adrenalina misturando-se ao prazer. O jantar ficou frio, mas valeu a pena.

Na noite seguinte pedimos vegetariana. A Rita estava mais confiante. Quando a campainha tocou, abriu a porta do quarto sem hesitação totalmente nua, uma mão na anca, o corpo totalmente exposto à luz do corredor.

O entregador era um homem na casa dos trinta, barba bem aparada, mais experiente. Parou no meio da frase.

“Porra…”, murmurou, sem conseguir conter-se,”Boa noite. Encomenda para Rita?”

“Exacto”, respondeu ela, mantendo o olhar nele,”Pode deixar ali na mesa?”

Ele entrou dois passos, colocando as caixas onde ela indicou. Os olhos devoravam-na: os seios, a curva da bunda, as pernas longas.

“Está sozinha?”, perguntou, com um sorriso atrevido.

“Por enquanto…”

O homem soltou uma risada baixa, claramente excitado.

“És perigosa, miúda. Se precisares de mais alguma coisa… é só pedir.”

Rita fechou a porta com um sorriso malicioso. Virou-se para mim, os olhos cheios de desejo.

“Ele queria-me foder ali mesmo, contra a porta. Conseguia sentir o cheiro dele… Quero que me comas agora, enquanto ainda estou molhada por causa dele.”

“Aguenta, vamos jantar primeiro e ver o vídeo dele”

Ela aguentou quanto pode, mas assim que comecei a mostrar a filmagem caiu-me de boca enquanto se tocava.


No domingo, última noite, pedimos pizza, mas eu fiz uma brincadeira extra, tinha que ser paga no ato de entrega. A câmara escondida estava perfeitamente posicionada, gravando tudo. Quando a campainha tocou, Rita abriu a porta desta vez com uma lingerie sexy, que exploração todo o seu potencial.

Para surpresa dela era o mesmo rapaz da primeira noite.

“Tu outra vez…”, disse ela, com um sorriso largo e safado.

Rita riu baixinho, encostando-se à porta.

“ Quando vi a morada da entrega troquei com um colega. Não podia deixar de a vir ver”

A Rita ofereceu a vista do seu esplêndido cu, enquanto se virou para ir buscar o dinheiro. Ele olhou para a Rita fixamente e baixou a voz:

“Olha… a comida é grátis se me deres uma mamada rápida. Ninguém vai saber. Só tu e eu.”

A Rita ficou em silêncio por um instante. Eu estava escondido no corredor escuro, o coração martelava.

“Espera um segundo”, disse ela.

Veio até mim.

“Ele ofereceu a comida em troca de um broche. Eu venci o desafio, ele é o meu prémio e tu não podes dizer que não”, sussurrou.

“Faz”, respondi baixinho, segurando-lhe o rosto, “Quero ver. Quero tudo gravado.”

A Rita pegou num preservativo da mala, voltou para a entrada e ajoelhou-se graciosamente no tapete. Desapertou as calças do rapaz e pegou no caralho dele — grosso, duro, latejante.

Com uma habilidade impressionante, Rita abriu o preservativo com os dentes e, usando apenas a boca, desenrolou-o devagar pelo pau dele, olhando-o nos olhos o tempo todo.

“Caralho… nunca me fizeram isso”, gemeu ele, segurando-lhe o cabelo.

“Aproveita, miúdo”

A Rita começou a chupar com verdadeira fome. Movia a cabeça para a frente e para trás, os lábios apertados, a língua trabalhava a glande. Chupava fundo, com saliva escorrendo pelos cantos da boca, os seios balançando ritmadamente. O som molhado enchia o pequeno hall.

“Que boca perfeita… foda-se, és mesmo incrível “— grunhiu ele, empurrando levemente a cabeça dela.

A Rita acelerou, masturbando a base com a mão enquanto chupava a glande com força. Quando sentiu que ele estava perto, tirou o preservativo num movimento rápido e punhetou.

Ele veio-se com um gemido abafado. A esporra dele cobriu as mãos e os dedos dela, escorrendo devagar.

A Rita sorriu, mostrando as mãos cheias de esperma do estranho. Levantou-se calmamente, deu-lhe um beijo e um chupão no pescoço.

“Obrigada pela comida”, disse, com voz doce.

“Obrigado eu, pelo melhor broche da minha vida”

Assim que a porta se fechou, voltou para mim com as mãos sujas e o olhar triunfante.


Dei-lhe uma toalha, para ela se limpar. Depois deitei-a sobre a mesa e fodi-a com força bruta, sabendo que a câmara ainda gravava tudo.

“Da próxima vez… talvez deixes que ele te foda”, sussurrei, enterrando-me fundo.

A Rita apertou-me dentro dela, gemendo alto:

“Só se tu estiveres a ver.”

O nosso fim de semana terminou, mas o fogo entre nós ardia mais intenso do que nunca. Deixamos um print de cada noite para vossa apreciação.

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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 15/05/2026

Sensacional essa cumplicidade entre vocês! Parabéns. Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Desafio - como se devem receber entregas

Codigo do conto:
262129

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
15/05/2026

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