Assim que chegámos, fomos testar a cama, fizemos verdadeiramente amor. Estávamos depois nus deitados com os corpos entrelaçados e suados a decidir o nosso jantar.
Segurei o rosto de Rita entre as mãos.
“Quero propor-te algo, amor.”, ela conhece a minha cara e ficou logo alerta, “Durante estas três noites, uma vez que vamos sempre encomendar comida, tu vais abrir a porta a provocar o entregador. Se conseguires fazê-lo as três noites, ganhas uma noite inteira sem limites. Sem “não”. Caso contrário ganho eu.
A Rita mordeu o lábio, os olhos verdes brilharam de excitação e receio. Apertou-me o caralho.
“És completamente louco, Pedro… Mas eu adoro isso em ti. Aceito. Quero que filmes tudo. Quero ver depois como eles me olham.”
Encomendámos mexicano pouco depois. Trinta minutos passaram com a Rita fechada no quarto sem que eu soubesse o que iria fazer. A campainha tocou. A Rita saiu do quarto com um sorriso nervoso. Estava completamente nua, tapada por uma toalha de banho.
“É agora”, sussurrou, olhando para mim.
Abriu a porta devagar. O entregador era um rapaz novo, talvez vinte e poucos anos. Quando a viu, o saco quase lhe caiu das mãos.
“Boa… boa noite. Pedido para Rita?”, gaguejou, os olhos fixos na boazona enrolada numa toalha que tinha a sua frente.
“Sim, sou eu”, respondeu Rita com uma voz suave, quase doce, mas carregada de provocação. Estendeu o braço para receber o saco, deixando a toalha cair, “ Está uma noite quente, não está?”
O rapaz engoliu em seco, tentando manter o profissionalismo, mas o volume nas calças já era evidente. Percorreu o corpo dela sem conseguir disfarçar: os seios firmes, a curva da cintura, a cona depilada e levemente brilhante.
“Sim… muito quente. Aqui está.”
Rita virou-se ligeiramente de lado para pousar os sacos em cima da mesinha, oferecendo-lhe o perfil completo do corpo.
“Obrigada. Tenha uma boa noite”, disse ela, com um sorriso cúmplice, antes de fechar a porta suavemente.
Assim que a porta se fechou, Rita encostou-se a ela, respirando acelerada.
“Ele estava a ficar duro só de me olhar… Vi o pau dele a inchar nas calças”, murmurou, a voz rouca, “Anda cá.”
Montou-se em mim com fome, deslizando o corpo sobre o meu pau. Enquanto me cavalgava devagar, descrevia cada detalhe:
“Ele não conseguia tirar os olhos da minha cona… Aposto que vai bater uma punheta hoje a pensar em mim.”
Fodemo-nos com intensidade, a adrenalina misturando-se ao prazer. O jantar ficou frio, mas valeu a pena.
Na noite seguinte pedimos vegetariana. A Rita estava mais confiante. Quando a campainha tocou, abriu a porta do quarto sem hesitação totalmente nua, uma mão na anca, o corpo totalmente exposto à luz do corredor.
O entregador era um homem na casa dos trinta, barba bem aparada, mais experiente. Parou no meio da frase.
“Porra…”, murmurou, sem conseguir conter-se,”Boa noite. Encomenda para Rita?”
“Exacto”, respondeu ela, mantendo o olhar nele,”Pode deixar ali na mesa?”
Ele entrou dois passos, colocando as caixas onde ela indicou. Os olhos devoravam-na: os seios, a curva da bunda, as pernas longas.
“Está sozinha?”, perguntou, com um sorriso atrevido.
“Por enquanto…”
O homem soltou uma risada baixa, claramente excitado.
“És perigosa, miúda. Se precisares de mais alguma coisa… é só pedir.”
Rita fechou a porta com um sorriso malicioso. Virou-se para mim, os olhos cheios de desejo.
“Ele queria-me foder ali mesmo, contra a porta. Conseguia sentir o cheiro dele… Quero que me comas agora, enquanto ainda estou molhada por causa dele.”
“Aguenta, vamos jantar primeiro e ver o vídeo dele”
Ela aguentou quanto pode, mas assim que comecei a mostrar a filmagem caiu-me de boca enquanto se tocava.
No domingo, última noite, pedimos pizza, mas eu fiz uma brincadeira extra, tinha que ser paga no ato de entrega. A câmara escondida estava perfeitamente posicionada, gravando tudo. Quando a campainha tocou, Rita abriu a porta desta vez com uma lingerie sexy, que exploração todo o seu potencial.
Para surpresa dela era o mesmo rapaz da primeira noite.
“Tu outra vez…”, disse ela, com um sorriso largo e safado.
Rita riu baixinho, encostando-se à porta.
“ Quando vi a morada da entrega troquei com um colega. Não podia deixar de a vir ver”
A Rita ofereceu a vista do seu esplêndido cu, enquanto se virou para ir buscar o dinheiro. Ele olhou para a Rita fixamente e baixou a voz:
“Olha… a comida é grátis se me deres uma mamada rápida. Ninguém vai saber. Só tu e eu.”
A Rita ficou em silêncio por um instante. Eu estava escondido no corredor escuro, o coração martelava.
“Espera um segundo”, disse ela.
Veio até mim.
“Ele ofereceu a comida em troca de um broche. Eu venci o desafio, ele é o meu prémio e tu não podes dizer que não”, sussurrou.
“Faz”, respondi baixinho, segurando-lhe o rosto, “Quero ver. Quero tudo gravado.”
A Rita pegou num preservativo da mala, voltou para a entrada e ajoelhou-se graciosamente no tapete. Desapertou as calças do rapaz e pegou no caralho dele — grosso, duro, latejante.
Com uma habilidade impressionante, Rita abriu o preservativo com os dentes e, usando apenas a boca, desenrolou-o devagar pelo pau dele, olhando-o nos olhos o tempo todo.
“Caralho… nunca me fizeram isso”, gemeu ele, segurando-lhe o cabelo.
“Aproveita, miúdo”
A Rita começou a chupar com verdadeira fome. Movia a cabeça para a frente e para trás, os lábios apertados, a língua trabalhava a glande. Chupava fundo, com saliva escorrendo pelos cantos da boca, os seios balançando ritmadamente. O som molhado enchia o pequeno hall.
“Que boca perfeita… foda-se, és mesmo incrível “— grunhiu ele, empurrando levemente a cabeça dela.
A Rita acelerou, masturbando a base com a mão enquanto chupava a glande com força. Quando sentiu que ele estava perto, tirou o preservativo num movimento rápido e punhetou.
Ele veio-se com um gemido abafado. A esporra dele cobriu as mãos e os dedos dela, escorrendo devagar.
A Rita sorriu, mostrando as mãos cheias de esperma do estranho. Levantou-se calmamente, deu-lhe um beijo e um chupão no pescoço.
“Obrigada pela comida”, disse, com voz doce.
“Obrigado eu, pelo melhor broche da minha vida”
Assim que a porta se fechou, voltou para mim com as mãos sujas e o olhar triunfante.
Dei-lhe uma toalha, para ela se limpar. Depois deitei-a sobre a mesa e fodi-a com força bruta, sabendo que a câmara ainda gravava tudo.
“Da próxima vez… talvez deixes que ele te foda”, sussurrei, enterrando-me fundo.
A Rita apertou-me dentro dela, gemendo alto:
“Só se tu estiveres a ver.”
O nosso fim de semana terminou, mas o fogo entre nós ardia mais intenso do que nunca. Deixamos um print de cada noite para vossa apreciação.



Sensacional essa cumplicidade entre vocês! Parabéns. Bjos, Ma & Lu