Felicidade com uma universitária - fomos os primeiros

O Pedro e eu chegámos a casa por volta das onze da noite, depois de um jantar romântico e tranquilo. Quando abri a porta, a sala estava iluminada apenas pela luz azulada da televisão.

Na sala estava a jovem que tinha estado a viver connosco no último ano. Filha de uns amigos dos pais do Pedro, que conhecíamos desde criança. Mudara-se para a nossa cidade para frequentar o primeiro ano de faculdade e ficaram em nossa casa até arranjar um quarto adequado.

Era o último fim de semana dela lá em casa antes das férias e desejavelmente não voltaria, para nós recuperamos a intimidade.

A jovem estava enroscada no canto do sofá, com os micro calções que habitualmente usava por casa e de top, coberta por uma manta.

Era morena, com cabelo castanho-escuro ondulado que lhe caía pelos ombros. Tinha um corpo roliço e apetecível, daqueles que parecem feitos para serem descobertos: mamas jeitosas, redondas e naturalmente empinadas que marcavam o top, cintura marcada, ancas generosas e um cu redondo, firme e volumoso que se destacava sempre que ela se mexia. Era o corpo tentador de uma virgem curiosa — macio, fresco e cheio de promessas.

Tinha começado a ver o filme Poor Things sozinha. Talvez pensasse que não chegaríamos tão cedo.

“Olá…”, disse ela, sobressaltada, pausando o filme, com o rosto corado.

Pedro sorriu com ternura e alguma desconfiança. Acho que ambos pensamos que ela poderia estar a explorar um pouco o seu prazer.

“Bem, vou para o quarto, estou podre e amanhã temos muita coisa para arrumar para te levarmos de volta a casa.”, respondeu o Pedro.

“Não adormeças sem mim”, disse-lhe provocando.

Deu-me um beijo na face e piscou-me o olho discretamente antes de sair. Ficámos só as duas.

Sentei-me ao lado dela no sofá. Continuámos a ver o filme. Após uma cena de descoberta sexual da Bella, ela virou-se para mim, visivelmente inquieta, e perguntou baixinho:

“Rita… ela nunca tinha feito nada e de repente quer experimentar tudo. Isso é normal? Sentir tanta curiosidade assim?”

“É muito normal, querida”, respondi suavemente.

Ela hesitou bastante, depois confessou, quase num sussurro:

“ Sabes, eu… já deixei um rapaz tocar-me nas mamas uma vez. Só isso. Nada mais. Ele pediu e eu deixei… acho que ele queria mais, mas tive medo.”

“Conta-me como foi”, pedi, genuinamente curiosa, “Ele tocou por cima da roupa ou por baixo?”

“Por baixo…”, respondeu ela, corada, “Meteu as mãos por baixo da blusa e do sutiã. Ficou a apertar e a esfregar.”

“E tu? O que sentiste?”, perguntei, mantendo a voz calma.

“Senti-me nervosa… um pouco excitada, mas desconfortável. Ele beijava muito bem, mas era tão inexperiente na intimidade como eu”

“Entendo”, disse eu, acariciando-lhe o braço, “todas passamos por aprendizagem e experiências menos boas até sabermos encontrar o nosso prazer e ensinarmos os outros a encontrar.”

“Sim, eu quero muito aprender. E… acho tenho mais curiosidade com raparigas do que com rapazes. Sinto-me estranha por causa disso.”

“Não tens que te sentir estranha. É normal. Eu ainda tenho muita curiosidade sobre muitas coisas no sexo e eu e o Pedro tentamos não perder oportunidades de experimentar coisas novas, desde que ambos nos sintamos confortáveis e seguros.”, disse, sempre a acariciar o seu braço, por baixo da manta que agora nos tapava as duas, “E quando pensas em raparigas, o que é que mais te deixa curiosa?”

Ela respirou fundo, como se aquela confissão tivesse libertado algo dentro dela. A voz ficou um pouco mais rouca:

“Como é ser tocada por uma rapariga… como é ser beijada… como é sentir a boca nos meus seios… e como é ser tocada e beijada lá em baixo.”

O ar entre nós ficou mais denso. Deixei o silêncio pairar por uns momentos, olhando para o filme. Ela encostou a cabeça no meu ombro e começou a acariciar-me as coxas descobertas pelo vestido curto de verão que eu tinha vestido.

O álcool do jantar e a tensão sexual existente desinibiu-me completamente. Virei o rosto dela para mim e dei-lhe um beijo muito suave. Ela tremeu. Beijei-a novamente, um pouco mais demorado. Aos poucos, a vergonha dela foi diminuindo.

Deslizei a mão por baixo do top e acariciei-lhe os seios. Eram cheios, macios e empinados. Ela soltou um suspiro trémulo.

“Rita… o teu beijo foi ótimo e o teu toque é incrível”, murmurou.

Levantei-lhe o top devagar e chupei um mamilo com delicadeza. Ela gemeu baixinho, arqueando as costas para trás.

Só depois de vários minutos a beijar e lamber os seus seios é que ela, já bastante excitada e com a voz rouca, admitiu:

“Rita, sabes… às vezes ouço vocês os dois a foder no quarto… Fico quietinha na cama a ouvir os gemidos… e toco-me a pensar em ti.”

A confissão fez o meu corpo aquecer imediatamente. Olhei para ela, muito surpreendida e excitada. Afinal as paredes não isolam tudo e por mais que esperássemos que ela estivesse a dormir, afinal, não conseguíamos mesmo manter a nossa a intimidade privada. Bem sei que às vezes é difícil controlar o volume…

“Pensas em mim quando te tocas?”, perguntei, enquanto continuava a chupar o mamilo.

“Sim…”, confessou ela, corada mas sem parar, “Imagino que és tu a tocar-me… a lamber-me… Fico muito molhada quando vos ouço.”

A excitação dela era palpável agora. Abri-lhe as pernas devagar, tirei-lhe os calções e passei a língua suavemente pela cona inchada e encharcada. Para uma menina tão inocente sabia bem depilar-se com um suave risquinho para ter toda a cona à disposição de quem a merecesse.

“Ahh… Rita…”, — gemeu ela, agarrando o sofá, “A tua língua… é tão bom… Continua, por favor.”

A partir daí, a vergonha desapareceu por completo. Ela rebolava os quadris contra a minha boca, gemendo baixinho enquanto eu a lambia com vontade, sabendo que aquela curiosidade tinha sido alimentada por meses de ouvir-nos através das paredes.

Também estava a satisfazer uma fantasia de comer uma mulher. Que loucura ser a sua primeira pessoa e ela ser a minha primeira mulher

A confissão dela ainda ecoava na minha cabeça: ouvir-nos foder, tocar-se a pensar em mim. Isso deixou-me extremamente excitada. Segurei nas ancas roliças e macias dela e lambi com mais vontade, passando a língua devagar desde a entrada da cona até ao clitóris, saboreando o quão molhada e doce ela estava.

“Assim?”, perguntei, entre lambidas, “É assim que imaginas quando te tocas a ouvir-nos?”

“Isto é muito melhor do que poderia imaginar”,respondeu ela, ofegante, “Às vezes ouço-te gemer alto quando o Pedro te fode… e imagino que sou eu a fazer-te gemer assim. Fico tão molhada na cama… toco-me a pensar na tua boca.”

A voz dela, que antes estava cheia de vergonha, agora saía rouca e carregada de desejo. Segurei-lhe as coxas roliças e abri-as mais, chupando o clitóris com ritmo constante. Ela tinha um cu redondo e firme que se contraía a cada gemido.

“Rita… por favor… mete um dedo… quero sentir-te dentro de mim “, pediu, já sem qualquer hesitação.

“Ma seu não és virgem, de certeza aque queres isto?”

Ela ergueu-se, beijou-me e confessou:

“Sabes, quando fiz 18 anos uma amiga ofereceu-me um vibrador, na brincadeira. Usei-o poucas vezes para me masturbar, porque é muito grande, mas a minha coninha já não é bem virgem.”

“Claro que é. Só a pode perder a virgindade com outra pessoa. A tua inocência sexual não se perde por procurares o prazer. Aliás, até se recomenda. Eu sempre adorei tocar-se”

Ela sorriu, pegou na minha mão e levou-a até à sua boca. Lambeu-me os dedos num claro sinal do que queria.

Enfiei um dedo devagar na coninha apertada e húmida, enquanto continuava a chupar o clitóris. Ela arqueou as costas e soltou um gemido mais alto.

“Ahhh! Assim… assim mesmo!”, exclamou, “É tão bom…”

Aumentei o ritmo, fodendo-a com o dedo enquanto lambia e chupava o clitóris inchado. O corpo roliço dela tremia, as mamas jeitosas e empinadas subiam e desciam rapidamente com a respiração acelerada.

“Rita… estou a sentir… vai acontecer… Não pares… chupa-me… por favor não pares!”

Ela veio-se com força. O corpo inteiro estremeceu, as coxas apertaram a minha cabeça e soltou um gemido longo e agudo, quase desesperado. Senti a cona dela contrair ritmicamente contra o meu dedo, inundando-me a boca com o seu prazer.

Fiquei a lamber devagar até ela acalmar, depois subi pelo corpo dela, beijando a barriga, as mamas e finalmente a boca. Beijámo-nos profundamente e ela provou o seu próprio sabor nos meus lábios.

Ainda ofegante, olhou para mim com os olhos brilhantes e confessou:

“Foi o melhor que já senti na vida… Rita, quando ouço vocês a foder… às vezes imagino que estou no meio… que tu me lambes enquanto o Pedro me fode. Achas que sou pervertida por pensar nisso?”

Sorri e acariciei-lhe o rosto.

“Não és pervertida. És curiosa… e muito malandra.”, respondi, beijando-a novamente, “Adorei dar-te prazer e saborear o teu corpo”

Ela mordeu o lábio e, com a voz ainda rouca, perguntou:

“Queres que te tente dar prazer?”

“Deixa a coisa fluir. No sexo nunca deves sentir obrigação. Eu e o Pedro experimentamos muita coisa, sempre sem sentido de obrigação. O ponto de partida e de chegada é o nosso conforto”

Foi nesse momento que ouvi um movimento atrás de nós. O Pedro estava encostado à porta da sala, de boxers, o volume evidente. Tinha estado a observar em silêncio. E nós, tão distraídas nem nos apercebemos.

A jovem olhou para ele, corada mas sem tentar esconder o corpo nu da cintura para baixo, e disse com uma mistura de vergonha e excitação:

“Pedro… posso ver? Gostava de ver o teu pénis”

Pedro aproximou-se devagar, sem dizer nada. Tirou os boxers e o pau saltou para fora — grosso, duro e latejante. Os olhos da jovem arregalaram-se.

“Meu Deus… é tão grande…”, murmurou ela, fascinada, “Muito maior do que eu imaginava. Como é que cabe todo dentro de ti, Rita?”

Sorri e respondi enquanto acariciava o cabelo dela:

“Com calma e muita excitação, cabe. E sabes, com o tempo vais perceber que não é assim tão grande. Ha muito maior.”, disse olhando com um sorriso trocista para o Pedro, “Queres tocar?”

Ela assentiu, ainda deitada no sofá com as pernas abertas. Estendeu a mão trémula e envolveu o pau de Pedro com os dedos.

Ele permanecia calado, provavelmente num misto de enorme excitação e preocupação, até que finalmente soltou:

“Sabes que tens aqui um enorme segredo para guardar dos nossos pais?! Tu tens 19 anos, é suposto nós cuidarmos de ti.”

“O vosso segredo é bem maior que o meu. Acho que temos aqui um pacto para a vida.”

E sem esperar resposta, demonstrando que parecia estar totalmente confortável com a ideia, começou a masturbá-lo devagar, explorando.

“É tão quente… e tão duro”

“Estás a fazer muito bem.”

Enquanto ela o masturbava, inclinei-me e voltei a chupar suavemente um dos mamilos dela. A jovem soltou um gemido baixo, apertando o pau de Pedro com mais força.

“Rita…”, disse ela, ofegante, “quando vos ouço foder… o Pedro mete com força? Ou vai devagar no início?”

“No início vai sempre devagar”, respondi, lambendo o mamilo, “Depois, quando estou bem molhada, mete mais fundo e mais forte.”

“Bem, às vezes ela pede forte logo desde o início. Vais ver que tudo tem os seus momentos”, brincou ele visivelmente muito excitado.

Ela respirou fundo e confessou:

“Uma vez ouvi-te a pedir mais fundo”

O Pedro gemeu baixinho com as palavras dela. Eu senti alguma vergonha, mas olhei para ele e depois para ela e arrisquei:

“Queres senti-lo dentro de ti hoje, querida?”

Ela ficou em silêncio por uns segundos, mordendo o lábio com força, depois assentiu:

“Quero… Quero que vocês os dois me guiem. Quero aprender tudo.”

“Tudo é muita coisa. Tanta que nem nós sabemos.”, confessei, “também estamos a aprender contigo, uma virgem a quem queremos dar prazer.”

Deitei-a no sofá, confortavelmente. Fiquei atrás dela, apalpei as mamas, beijando-lhe o pescoço. O Pedro posicionou-se à frente, esfregando a cabeça grossa do pau na cona encharcada dela.

“Tens preservativos contigo?”, perguntou o Pedro, “”É importante que tenhas sempre. Os rapazes são terríveis a fugir a essa obrigação.”

“Tenho sim”, disse e levantou-se a correr. À saída da sala tirou o top e ficou completamente nua e seguiu para o quarto.

Eu e o Pedro não fizemos qualquer comentário mais beijamo-nos lascivamente.

Ela regressou e disse a sorrir: “outro dia numa festa estavam a distribuir estes, supostamente têm sabores.”

“Bem, se têm sabores, há mais uma coisa que tens que aprender hoje”, disse-lhe provocadora, “vais colocar o preservativo ao Pedro e dar o toque final de mestre que deixa os homens todos loucos”.

Ela abriu a embalagem e começou a colocar com dificuldade. Eu dei uma ajuda e o Pedro sentiu uma breve masturbação a quatro mãos.

“Agora que está colocado colocas apenas a glande dentro da tua boca e apertas o caralho dele com as tuas mãos enquanto com os lábios, sem usar os dentes apertas a cabecinha. Toda essa contracção vai fazê-lo querer entrar em ti rapidamente, louco de excitação.”

Ela assim fez e depois ainda tentou um breve broche, muito atrapalhado.

“Não tenho jeito nenhum”, disse.

“Tens sim e vais aperfeiçoar, não te preocupes.”, disse-lhe eu.

“E tens aí uma expert para te ajudar. Ninguém chupa como a Rita”, brincou o Pedro.

Voltei a ajudá-la a deitar-se, fiquei agora de lado no chão abrindo as pernas dela, tocando no clitóris e nos mamilos, recuperando a tensão sexual, porque tesão havia muito.

“Respira fundo”, murmurei no ouvido dela, “Vai sentir pressão agora. Se doer demasiado, avisas.”

O Pedro começou a entrar muito devagar. A jovem abriu a boca num gemido misto de surpresa e desconforto quando a cabeça dele a abriu.

“Ai… está a entrar… é tão grosso…”, gemeu ela, cravando as unhas no meu braço, “Nao sei se aguento… devagar, Pedro… por favor…”

“Estás a portar-te tão bem”, elogiei, beijando-lhe o pescoço e acariciando-lhe o clitóris com os dedos, “Como te sentes?”

“Dói um bocadinho… mas é bom também”, respondeu ela, ofegante, “Continua… quero sentir mais.”

O Pedro avançou centímetro a centímetro, com extremo cuidado, até entrar quase todo. A jovem soltou um gemido longo quando ele começou a mover-se devagar.

“Rita… ele está a foder-me…”, sussurrou ela, a voz tremendo de prazer, “Sinto-o todo dentro de mim…”

Aumentei os movimentos no clitóris dela enquanto a beijava. A jovem começou a rebolar as ancas, cada vez mais entregue.

“Mais rápido…”, pediu ela, já sem vergonha, “Quero sentir como a Rita sente quando vocês fodem.”

O Pedro acelerou um pouco o ritmo, fodendo-a com estocadas controladas. Eu chupava os mamilos dela e tocava-lhe o clitóris sem parar. A jovem gemia cada vez mais alto, o corpo roliço tremendo entre nós.

“Estou a sentir que vou ter um orgasmo com ele dentro de mim… não parem!”

Ela explodiu num orgasmo intenso, o corpo convulsionando, a cona apertando o pau do Pedro com força. O Pedro não aguentou muito mais e veio-se dentro dela.

Ficámos os três abraçados no sofá, suados e ofegantes. A jovem olhou para mim com um sorriso satisfeito e exausto.

“Obrigada…”, sussurrou, “Nunca imaginei que a minha primeira vez fosse assim… tão intensa, tão perfeita”

Beijei-lhe a testa e depois troquei um beijo com o Pedro.

“Boa, garanhão.”, disse-lhe na brincadeira.

Depois de uns minutos de silêncio em descanso, a jovem levantou-se e pegou na mão de cada um de nós, levando-nos par ao quarto dela.

A cama grande estava fresca e convidativa. Ela deitou-se no centro, ainda nua, o corpo roliço a brilhar de suor. Os olhos dela saltavam entre nós, cheios de curiosidade e desejo.

“ Mostrem-me como fodem quando estão sozinhos…”

Pedro sorriu e puxou-me para si. Beijámo-nos com fome, as línguas enroscadas. Deitei-me e abri as pernas. Ele posicionou-se entre elas e esfregou o pau grosso na minha cona molhada.

“Ora bem, agora já estou muito molhada, o Pedro pode entrar com mais intensidade.”, disse-lhe.

O Pedro empurrou numa só estocada todo o seu caralho para dentro de mim. Soltei um gemido longo quando ele me preencheu.

“Ahh… fode-me, amor.”

A miúda colocou uma mão no meu peito, sentindo os movimentos.

“Meu Deus… é tão fundo”, murmurou, “Consigo ver a tua cona a apertá-lo, Rita.”

“Pedro, mete mais forte… mostra-lhe como me fodes tão bem.”

O Pedro acelerou o ritmo, estocadas firmes e profundas. O som molhado enchia o quarto. Ela não resistiu, baixou a cabeça e começou a lamber o meu clitóris enquanto ele me fodia, a língua quente tocando também na base do pau dele.

— Porra… estás a aprender rápido — gemeu Pedro.

Mudámos de posição. Fiquei de quatro, virada para ela. O Pedro entrou em mim por trás com força. Agarrei-me aos lençóis, gemendo alto.

“Assim… assim mesmo! Fode-me com força, Pedro!”

Ela ajoelhou-se à minha frente, segurou-me o rosto e beijou-me profundamente. Depois desceu, chupando-me os mamilos balançantes enquanto observava o pau grosso a entrar e sair.

“Adoro ver o teu cu a bater contra ele”, confessou ela, excitada, “Posso tocar?”

“Toca onde quiseres…”

Ela passou a mão pelas minhas costas, apertou o cu do Pedro e depois acariciou as bolas dele por entre as pernas, enquanto ele me fodia. O Pedro soltou um gemido rouco.

“Ela é gulosa…”, disse ele, sorrindo.

Pedro deixou-se cair de costas, o pau duro e brilhante apontando para cima. Sentei-me em cima dele devagar, de frente para a jovem. Desci até engolir tudo com a minha cona, gemendo de prazer.

“Porra… ele fica tão fundo nesta posição”, expliquei, começando a rebolar as ancas.

Ela sentou-se ao lado, fascinada. Passou as mãos pelo meu corpo: apertou-me as mamas, beliscou os mamilos, depois desceu até onde o pau do Pedro entrava em mim. Tocava na minha cona, esfregava o meu clitóris e acariciava a haste molhada dele.

“É lindo ver-te assim, Rita… estás tão molhada.”

“Anda cá minha malandra.”, disse-lhe o Pedro, orientando-a para se colocar por trás da Rita com as pernas abertas e oferecendo a sua cona à boca dele. Ele começou a lambê-la com vontade enquanto eu cavalgava o pau dele com mais força.

Depois de uns minutos em que ela arfava de prazer e me apertava as mamas por trás, virei-me para contemplar o seu prazer.

Beijámo-nos, mamas contra mamas, gemendo na boca uma da outra. Toquei o clitóris dela, ela fez-me o mesmo, ambas em movimentos circulares, enquanto o Pedro a fodia com a língua. Rebolei no pau do Pedro intensamente.

“Estou a sentir… vou-me vir outra vez”, avisou ela a tremer.

Eu acelerei, rebolando com força. O Pedro segurava as minhas ancas. A jovem veio-se primeiro, gemendo alto contra a minha boca, inundando o rosto dele com o seu prazer. Pouco depois senti o orgasmo.

“Pedro… vou-me vir…”

Ele segurou-me com força e deu estocadas rápidas por baixo, enquanto eu rebolava no pau. Vim-me com intensidade, contraindo-me à volta dele. Ela beijou-me enquanto eu tremia de prazer.

Eu e o Pedro deitámos a miúda de lado. Eu fiquei atrás dela, abraçando-a, beijando-lhe o pescoço e esfregando-lhe o clitóris e levantei-me uma perna, expondo a sua cona molhada, com os lábios e o clitóris bem inchados. Pedro entrou devagar, mas o caralho dele deslizou facilmente na sua totalidade para dentro da cona dela.

“Ahhh… é tão bom”, gemeu ela, “Ainda bem que não pararam! Estou tão excitada!”

“Sente-o a abrir-te.”, sussurrou enquanto por trás dela lhe beliscava o mamilo.

Enquanto o Pedro a fodia com estocadas ritmadas, eu comecei a tocar-lhe o clitóris sem parar. Adorei esta energia inesgotável da juventude dela. Parecia que se não parecemos estava pronta para passar a noite a foder. Ela explorava os nossos corpos com as mãos: apertava o cu do Pedro, puxava-o contra si para ser penetrada mais fundo, depois colocou um braço atrás do seu corpo e tentou enfiar um dedo dentro da minha cona, não tendo conseguido tocou-me freneticamente no clitóris.

Mudámos novamente. O Pedro deitou-se e a jovem sentou-se em cima dele de costas, oferecendo a imagem do seu lindo cu a bater a cada salto inexperiente que dava no seu caralho. Eu posicionei-me à frente dela, de joelhos, e ela inclinou-se para a frente, quase deitada de joelhos. Nessa posição perdia o controlo dos movimentos. Tinha as pernas debaixo das dele, o corpo tombado para a frente e o caralho todo enterrado. Colocou o rosto entre as minhas pernas, lambendo-me com fome enquanto tentava rebolar no pau dele.

“Assim… lambe-me toda”, incentivei, segurando-lhe o cabelo e tentando ajustar a minha posição da melhor maneira para diminuir o esforço dela, “Chupa o clitóris como eu te ensinei.”

O Pedro segurava as ancas generosas dela, metendo com força. O quarto estava cheio de gemidos, sons molhados e respirações entrecortadas.

“Anda, vou mostrar-te como se faz vir um homem rapidamente”, brinquei eu, sabendo que ele não demoraria a vir-se.

Colocámos-nos de joelhos de frente para ele, agora em pé. Começaram a lamber e chupar o caralho dele as duas, intervalando-se com beijos entre si.

“Quando estás no broche final olha-o sempre nos olhos. É infalível.”

O Pedro deu por si com duas mulheres a fazerem-lhe um broche e a Rita com uma ligeira e húmida punheta, com estocadas curtas. Olhávamos ambas para os olhos dele, que alertou:

“Meninas, estou quase a vir-me.”

“Vês, eu avisei”, brinquei, “meu amor, vem-te nas minhas mamas.”

E ele assim fez. Jorrou a sua esporra, que me deixou o peito e as mamas bem molhadinhas. Atrevi-me e agarrei no pescoço da miúda por trás e com uma ligeira pressão conduzir a boca dela até ao meu peito.

“Lambe tudo e não enguias. Beijar-me com a boca cheia de esporra.”

Ela assim fez.

“Hmmm, é mais saboroso do que eu pensava.”, disse a miúda sorridente.

Depois trocamos longos beijos e acabamos a engolir toda a esporra do Pedro.

Ficámos os três caídos na cama, num emaranhado quente e suado.

“Adorei.”, disse ela interrompendo o silêncio.

Eu sorri e beijei-a. O Pedro abraçou-nos. Eles estavam nus, eu praticamente, porque o vestido que nunca tirara estava todo enrolado quase como um cinto.

“Vocês as duas acabaram comigo…”, disse ele. Menos de dois minutos depois adormeceu.

Eu levantei-me e fui à casa de banho refrescar-me. Estava de frente para o espelho e a miúda apareceu por trás de mim, nua, com aquela cara de sexo que deixa qualquer pessoa derretida. Encostou-se a mim por trás, senti as suas mamas e depois um dedo maroto a acariciar-me a entrada do cu. Beijou-me o pescoço, lambeu-me as orelhas. Eu fiquei incontrolavelmente excitada. Eu era o seu objeto de prazer, eu fora a sua primeira experiência sexual.

Num gesto súbito, troquei com ela. Coloquei-me por trás, olhamos uma para a outra através do espelho. Ajoelhei-me e lambi-lhe o cu por uns segundos. Voltei a subir e sussurrou ao ouvido:

“Toca-te para mim”.

Em pé ela começou a masturbar-se enquanto eu a acariciava, a chupava no pescoço, lhe beliscava os mamilos e finalmente comecei a concentrar-me no seu cuzinho. Abri o armário da casa de banho e tirei um frasco de vaselina, untei dois dedos.

Antes que eu dissesse alguma coisa, ela atirou:

“Sabes Rita, eu adoro meter um dedo no meu rabo quando me estou a masturbar. Fica tão sensível.”

“Sim, é muito bom, eu adoro que o Pedro me meta um dedo enquanto me fode, às vezes nem precisa de meter, basta acariciar na portinha.

Depois de bem lubrificada e de muitas carícias, o indicador da Rita deslizava pelo cu. A miúda tocava-se e gemia de prazer.

Aos tropeções fomos para a sala, mesma ali ao lado, beijámo-nos loucamente e masturbamo-nos uma à outra.

Depois de nós virmos eu fiquei completamente sem energia. Deitei-me no sofá, ela deitou-se no chão.

“Rita, este foi o melhor dia da minha vida”

“De facto foi incrível”, disse-lhe enquanto deixei cair o meu braço em cima do peito dela e a senti pela última vez.

Adormeci.

Horas depois acordei no sofá. Ela ainda dormir no chão. Eu levantei-me e fui para o quarto. Contemplei-a, a dormir de lado, linda, jeitosa, jovem, mas já não era o corpo de uma virgem. Eu e o Pedro fomos os seus primeiros parceiros. Acreditei que ela fora feliz naquela noite e que o que se passara ficaria para a sua vida.

Peguei no telemóvel para ver as horas e reparei numa mensagem do Pedro:

“Olha lá o que encontrei em nossa casa quando me levantei para ir à casa de banho”

Em seguida apareciam duas fotos. Uma da miúda a dormir no chão, numa posição muito sugestiva, de pernas abertas e outra minha, a dormir no sofá, que aqui vos mostramos.

Naquele momento o Pedro virou-se na cama, todo nu e eu aninhei-me a ele, completa.

Foto 2 do Conto erotico: Felicidade com uma universitária - fomos os primeiros


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Felicidade com uma universitária - fomos os primeiros

Codigo do conto:
261634

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/05/2026

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