A felicidade do despertar sexual



Há mais de vinte anos, quando o Pedro tinha acabado de fazer 19 anos, a nossa vida era um turbilhão de juventude, desejo e descobertas. Namorávamos há um ano, desde o início do curso. Chegámos um ao outro muito puros e inocentes e desde cedo começámos um caminho de aventura. Já vos contámos algumas coisas desses tempos, mas o que vamos contar agora definiu um caminho para toda a nossa relação.

Estávamos no Minho, a acampar por três dias, mas preparavamo-nos para ir de autocarro para o Algarve, onde passaríamos duas semanas acampados com um grupo de colegas.

Foi nesses três dias que tudo começou, como uma brasa que se acende e até hoje não apagou.

O ar estava morno, carregado do cheiro a pinheiros e a água fresca do rio. Montámos a nossa pequena tenda com calma e fomos até à praia fluvial. A água cristalina convidava. Foi aí que os vimos pela primeira vez.

António e Isabel estavam sentados numa toalha grande, perto da autocaravana imponente deles. Ele, com cerca de quarenta e seis anos, tinha uma presença sólida e serena: barba bem cuidada com fios grisalhos que lhe davam um ar distinto, corpo forte mas confortável, de quem caminhava muito, mãos grandes e expressivas. Ela, quarenta e três anos, loira natural com madeixas mais claras pelo sol, olhos azuis intensos e cálidos, um corpo voluptuoso e maduro — seios generosos que se moviam com naturalidade, ancas largas e femininas, uma pele bronzeada e cuidada. Eram professores — ele de História, ela de Português — e tinham um ar viajado, sereno, conforme soubemos uns minutos depois.

Sentamo-nos perto deles, que simpaticamente cumprimentaram e falaram um pouco connosco. A conversa começou de forma leve: o estado da água, o tempo, as vantagens de viajar de autocaravana, as profissões. A Isabel era especialmente simpática e tinha um sorriso genuíno.

“Vocês são tão jovens e cheios de energia.”, disse ela, com voz suave e melodiosa.

O Pedro conversou animadamente com António sobre rotas e viagens. Eu senti o olhar de António demorar-se um segundo mais em mim quando me levantei para entrar na água. Nada de explícito. Apenas uma atenção. A Isabel e eu falámos sobre livros e poesia. Ela tinha uma forma de ouvir que me fazia sentir especial.

Ao fim da tarde, eles convidaram-nos para um copo de vinho à volta da mesa deles.

Aceitámos. O sol poente pintava tudo de dourado. Sentei-me ao lado de Isabel. O perfume dela era subtil, floral com um toque amadeirado. Os nossos joelhos roçaram uma ou duas vezes, por acaso. O Pedro ria das histórias de António sobre viagens antigas.

Nessa noite, na nossa tenda, o Pedro puxou-me para si com ternura. Beijámo-nos longamente, as mãos explorando os corpos conhecidos. Despiu-me devagar, beijando cada pedaço de pele revelada.

“És tão linda, Rita…”, murmurou, a voz rouca.

Entrou em mim em missionário, centímetro a centímetro, os olhos fixos nos meus. Movia-se com ritmo profundo e pausado, girando os quadris, tocando pontos que me faziam arquear as costas.

“Amo-te tanto”, sussurrou.

“Também te amo muito”

Depois montei-o, cavalgando devagar, sentindo-o todo dentro de mim, os meus seios nas mãos dele. Depois, de lado, ele por trás, uma mão no meu peito, a outra no clitóris, estocadas longas e ritmadas que duraram muito tempo. Viemo-nos juntos, abraçados, ofegantes.

Acordámos com o sol a entrar pela tenda. O casal convidou-nos para a praia novamente.

Desta vez, passámos o dia inteiro juntos. A Isabel usava um fato de banho que realçava as suas curvas generosas. Nadámos e brincámos na água. O António ajudou-me a equilibrar-me numa pedra escorregadia, a mão grande na minha cintura nua por uns segundos mais do que o necessário. Senti o calor da palma dele.

“Tens um equilíbrio natural, Rita”, comentou ele, sorrindo.

A Isabel passou protetor solar nas costas do Pedro, os dedos deslizando devagar pela pele dele.

“Que maravilha passar as mãos num rapaz tão novo”, disse ela, com um tom leve mas apreciador.

O Pedro corou ligeiramente.

Deitámo-nos ao sol. A Isabel e eu conversámos sobre relacionamentos, liberdade, ciúmes. Ela partilhou histórias de casais que conheciam.

Os olhares entre o Pedro e Isabel, e entre mim e António, tornaram-se mais frequentes, mais demorados. Toques “acidentais” na água, carícias “inocentes” entre conversas. A tensão era subtil, como uma brisa quente que se intensifica.

Depois passei por uma situação constrangedora. Mergulhei e quando voltei à superfície um dos meus mamilos ficou exposto. O Pedro estava de costas e não reparou, a Isabel, que falava com ele, reparou e fez-me sinal.

Quando eu ia tapar-me senti a mão do António a tapar-me a mamã com o top do bikini. Fiquei sem reação.

Ele sorriu.

À tarde, mais vinho e petiscos. A conversa fluía sobre desejos para o futuro e aventuras. Nada directo, mas senti o ar mais pesado, carregado.

Nessa noite, na tenda, o Pedro estava mais intenso. Beijou-me com fome.

“O António olha para ti de uma forma…”

“Senti isso também”, admiti, excitada.

Fodemos. Ele segura as minhas pernas abertas, dava estocadas profundas e lentas. Fechei os olhos e imaginei-me a foder com o António. Vim-me.

Quando o Pedro anunciou que estava quase a vir-se, retirei-o de dentro de mim e chupei-o até encher a minha boca de esporra.

O terceiro dia foi o clímax da espera. Fomos para a praia sozinhos e esperávamos que eles aparecessem.

Eles apareceram uma hora depois. Os olhares eram agora abertos, famintos mas contidos.

O António ofereceu-se para colocar protetor solar nas minhas costas enquanto eu estava deitada e o Pedro nadava com a Isabel. Acabou por passar protetor nas minhas pernas, os dedos subindo pelas coxas devagar.

“Não quero que queimes essa pele tão macia”, disse, com a voz baixa.

A Isabel encostou-se ao Pedro na água, os seios pressionando-o levemente, rindo de algo inocente.

À noite, à volta da mesa, com vinho e o céu estrelado, a conversa virou-se para a intimidade e estilos de vida.

Isabel, com a voz suave mas firme lançou a bomba.

“Nós vivemos de forma aberta há anos. Somos swingers. Trocamos parceiros com total confiança e consentimento. Começou por curiosidade e tornou-se algo bonito, libertador.”

“Ver o outro a sentir prazer multiplica o nosso. Sem ciúmes, só amor e desejo.”, completou o António.

Contaram histórias devagar, com pausas, detalhes sensoriais que faziam o meu corpo reagir. Os toques aumentaram: mão de Isabel na minha coxa, joelho de António contra o meu. A tensão sexual era palpável, o ar elétrico.

“E vocês… sentem alguma curiosidade sobre aventuras enquanto casal?”, perguntou a Isabel, com olhos nos meus.

O Pedro e eu admitimos, corados, excitados.

Até contámos a nossa primeira aventura sexual, quando namoravamos há dois meses, que um dia também vos contaremos. Bem como algumas loucuras tínhamos vindo a fazer, ainda muito verdinhos.

A conversa prolongou-se até tarde, cheia de perguntas, risos nervosos e desejo contido. Eles conseguiam seduzir-nos de forma magnética, deixando-nos super à vontade.

Chegou a hora de deitar. Eu só queria estar com o Pedro para lhe oferecer a minha cona, molhada e cheia de tesão depois daquela conversa.

“Bem, está na nossa hora. Amanhã temos uma longa viagem pela frente.”

“Ah, pois é. Amanhã estão de saída.”, lamentou a Isabel.

“Sim, espera-nos uma seca de quase 10 horas de autocarro até ao Algarve.”

O António olhou para a Isabel por uns segundos e depois lançou a ideia:

“Nós vamos passar uns dias ao sul de Espanha. Ainda íamos ficar aqui mais dois ou três dias, mas se vocês aceitarem fica uma noite pelo caminho, podemos oferecer uma boleia.”

“Por mim está ótimo”, disse o Pedro impulsivamente.

Eu disse apenas que ia avisar o pessoal que chegaríamos um dia mais tarde.

Na tenda, a foda foi explosiva. Não fizemos amor, fizemos sexo carnal. Ele comeu-me por trás, comigo deitada. Mordeu-me as orelhas, abriu-me toda, puxou-me os cabelos.

“Um dia vamos ser uns aventureiros como eles.”

“Sim, eu vou ser a tua putinha”

“Já es, caralho. Já es.”

“Fode-me caralho. Quero a tua esporra dentro de mim”

Ele obedeceu e gritou. De certeza que eles nos ouviram. E sabe-se lá quem mais… Ele saiu de dentro de mim e eu masturbei-me até me vir.

“Desculpa, não aguentei a excitação.”

“Tudo bem, amor. Mas diz-me excita-te mais a ideia de foder a Isabel ou de me ver fode ro António?”

“Ambas. Nem queria uma sem a outra.”

“A sério? Eu tanto hoje como ontem imaginei o António a foder-me”

“Minha cabra fodilhona!”, disse ele, dando-me uma palmada no meu cu despido.

Na manhã seguinte acordámos cedo, desmontamos a tenda, tomamos banho e tínhamos tudo arrumado para aproveitar a boleia.

“Bom dia!”, disse o António, ao abrir a porta da caravana.

Foi depois arrumar tudo o que estava fora da caravana.

“Bom dia. Cansados, meninos?”, disse a Isabel ao sair da tenda com um vestido semi-transparente que permitia ver o seu cu, a sua

“Sim, foi uma noite porreira”, disse a Rita

“Bem, espero que tenham sido tão porreira para ti como foi para o Pedro, que deixou tudo à imaginação de quem ouvia.”

Coramos os dois. Claro que eles tinham ouvido…

Foi uma viagem cheia de expectativa.

Sentada no banco de trás da autocaravana, com a mão do Pedro apertando a minha, eu mal imaginava o que estava prestes a acontecer.

O António conduzia com calma, e a Isabel virava-se de vez em quando para trás, lançando-nos olhares quentes e cúmplices.

Quando chegámos ao parque de campismo no alto Alentejo, já o sol se punha atrás das colinas suaves, pintando tudo de tons alaranjados e dourados. O ar cheirava a terra quente, a sobreiros e a ervas selvagens. Escolhemos um canto mais reservado, perto de um pequeno lago.

Montámos a tenda rapidamente, mas intimamente ambos desejávamos não dormir lá.

Fomos tomar um duche rápido no balneário do parque. Eles ficaram na caravana.

Quando regressamos, eu levava vestido de praia sem nada por baixo e o Pedro uns calções de praia e t-shirt. O António estava apenas de calções em tronco nu, a Isabel tinha um vestido de praia ainda mais transparente do que o meu, que revelava o esplendor das suas lindas mamas e uma tanga minúscula preta.

Reunimo-nos à volta da mesa exterior. A Isabel tinha preparado uma tábua de queijos, presunto ibérico, pão fresco, azeitonas e uma garrafa de vinho tinto. O céu encheu-se de estrelas, e o silêncio era apenas interrompido pelo canto ocasional de um grilo.

“À confiança e ao desejo”, brindou o António, erguendo o copo. Tocámos os copos e bebemos. O vinho desceu quente pela minha garganta.

“Vocês são lindos juntos”, disse a Isabel, olhando-nos com aqueles olhos azuis profundos. “Tão jovens, tão cheios de vida. Confesso que desde o primeiro dia na praia fluvial fiquei com vontade de vos conhecer melhor… muito melhor.”

A tensão no ar era quase insuportável. Sentada à mesa exterior da autocaravana, com o vinho a aquecer-me o corpo e o olhar de António fixo em mim, senti o coração bater descompassado. O vestido leve que eu usava mal escondia a excitação: os mamilos duros roçavam o tecido fino, e entre as pernas já estava molhada, latejante. O Pedro, ao meu lado, apertava a minha coxa por baixo da mesa, cim a respiração um pouco mais pesada.

A Isabel sorriu e inclinou-se ligeiramente para a frente. O decote do seu vestido transparente revelava os seios generosos, os mamilos rosados visíveis contra o tecido.

“Rita, querida…”, disse ela, com a voz baixa e melodiosa, “Desde que vos vimos na praia fluvial que não consigo parar de pensar em ti. Na tua pele jovem, nos teus olhos curiosos. Queres… experimentar algo novo esta noite?”

Olhei para o Pedro. Ele acenou levemente com a cabeça, os olhos brilhantes de desejo. Engoli em seco.

“Sim… quero” respondi, com a voz a tremer.

O António pousou a mão grande na minha coxa, subindo devagar.

“Só se todos estiverem confortáveis. Consentimento total. Podemos parar quando quiserem.”

AIsabel levantou-se primeiro e estendeu-me a mão. Levantei-me e ela puxou-me para si. Os nossos corpos colaram-se. Os seios dela, mais cheios e macios, pressionaram os meus.

Beijámo-nos devagar, primeiro um toque leve de lábios, depois as línguas encontraram-se, quentes e curiosas. O sabor do vinho misturava-se com o perfume dela.

“És tão doce…”, murmurou ela contra a minha boca, as mãos deslizando pelas minhas costas até ao meu rabo, apertando-o por cima do vestido fino.

Senti as mãos do Pedro nas minhas ancas por trás, mas a Isabel afastou-se um pouco e sorriu para ele.

“Deixa-nos um bocadinho, amor. Quero saborear a Rita primeiro.”, brincou.

Levou-me para dentro da autocaravana, para a cama grande que ocupava quase todo o espaço traseiro. O António e o Pedro seguiram-nos, sentando-se numa espécie de banco ao lado, observando.

A Isabel despiu-me o vestido devagar, beijando cada centímetro de pele revelada. Quando fiquei nua, ela admirou-me.

“Que corpo lindo… tão firme, tão jovem.”, os dedos dela percorreram os meus seios, beliscando os mamilos com delicadeza. Gemi baixinho.

Deitei-me na cama e ela deitou-se por cima de mim. Beijámo-nos com mais fome. A mão dela desceu entre as minhas pernas até à minha cona.

“Já tão molhada para mim…”, sussurrou, introduzindo um dedo devagar, depois dois, movendo-os num ritmo perfeito enquanto o polegar circulava o meu clitóris.

Arqueei as costas, gemendo mais alto. A Isabel baixou a boca para os meus seios, chupando e mordiscando, enquanto os dedos entravam e saíam de mim com a curvatura certa para me provocar um prazer descontrolado. O orgasmo veio rápido, intenso. Tremi contra a mão dela, apertando os lençóis.

“Boa menina…”, elogiou ela, beijando-me enquanto eu recuperava o fôlego.

Olhei para os rapazes. O Pedro tinha a mão dentro dos calções, acariciando-se devagar. O António observava com um sorriso sereno, o volume nos calções era evidente.

A Isabel levantou-se e tirou o vestido. O corpo dela era voluptuoso, maduro, perfeito.

“Pedro, vem cá.”, disse ela.

O Pedro aproximou-se, nervoso mas excitado. A Isabel beijou-o profundamente enquanto o António se aproximava de mim.

Ele tocou-me nas mamas levemente e despiu os calções, revelando um membro grosso, já totalmente duro. Colocou um preservativo, olhando-me nos olhos.

“Tudo bem, Rita?”

“Sim…” respondi, abrindo as pernas para ele, que sorriu da minha iniciativa.

António colocou-se por cima de mim e entrou devagar, centímetro a centímetro, esticando-me deliciosamente. Gemi alto, agarrando os ombros dele. Começou a mover-se com estocadas profundas e controladas, as mãos grandes segurando as minhas ancas.

Ao lado, Isabel estava de quatro a chupar o Pedro. Depois olhou-me nos olhos e pegando num preservativo, disse-me:

“Rita, agora vaia perceber porque nós adoramos ser swingers. O prazer que sentes nessa foda vai aumentar imenso assim que o Pedro entrer em mim.”

Depois colocou o preservativo no Pedro, devagar, com ajuda da boca, colocou-se de quatro e puxou o Pedro pela mão, levando-o ao seu encontro.

A penetração foi rápida e profunda. O Pedro atrás dela fodia com entusiasmo. Os gemidos dela misturavam-se com os meus. Era verdade, o prazer era agora único.

“Isso, Pedro… mais fundo”, incentivava ela, “És tão duro, tão jovem…”

A visão do meu namorado a foder a Isabel, combinada com as estocadas firmes de António, levou-me ao segundo orgasmo. Apertei-me à volta dele, gritando.

Mas ele não parou de me foder. Deitou-me de lado e entrou novamente em mim, por trás, com uma mão no meu clitóris. A Isabel também trocou de posição e montou o Pedro, cavalgando-o devagar, com os seios a balançar.

“Olha para eles, Rita…”, murmurou António ao meu ouvido, “Olha como o teu Pedro gosta da cona madura da Isabel.”

Gemi, excitada com as palavras e a visão. A Isabel inclinou-se para me beijar enquanto cavalgava o Pedro, e eu estendi a mão para tocar nos seios dela.

Havia toques por todo o lado. A Isabel e eu estavamos agora deitadas lado a lado, beijando-nos enquanto os homens nos fodiam. Os nossos orgasmos vinham em ondas. Eu vim-me com os dedos da Isabel no meu clitóris enquanto António me fodia devagar. A Isabel veio-se com força quando o Pedro a comeu de lado, gritando o nome dele.

O António acelerou dentro de mim, as estocadas eram mais fortes. Com um grunhido profundo, veio-se dentro de mim. O corpo tenso contra o meu. Senti o pulsar, maravilhada.

Pouco depois, o Pedro gemeu alto, enterrando-se na Isabel. Ela percebeu que ele ia vir-se e tirou o pau dele de dentro dela virou-se para ele, retirou o preservativo rapidamente e deu-lhe duas estocadas com a mão. Ele gritou alto e veio-se com jatos longos na barriga dela.

“Fantástica, meu rapaz.”, disse ela ofegante, “Rita, vem cá. Lambe o esperma do teu namorado do meu corpo.”

Eu assim fiz. Depois beijámo-nos, partilhando o esperma dele nas nossas línguas.

Virei-me, então para o António, que ja havia retirado o presrvativo e lambi-lhe o caralho encharcado do seu esperma. Onsabor era bem diferente.

A Isabel deitou o Pedro de costas e começou a masturbá-lo devagar, enquanto António me colocava de quatro e acariciava todo o meu corpo. A sensação era incrível.

“Meninos, vocês já foderam outra pessoa sem preservativo?”

“Não, nunca”, respondeu o Pedro a gemer às mãos da Isabel.

“Eu também nao.”, disse eu.

“Mas já tinham feito sexo com alguém antes de estarem juntos?”

“Nao…”, respondi ofegante, com a maomdo António a acariciar a minha cona molhada.

“Que bonito!”, disse a Isabel sorridente.

“Sabem, nós há mais de 20 anos que não fodemos outra pessoa sem preservativo. Começámos a relação jovens. Não tão jovens como vocês, mas desde então, mesmo tendo tido relações com dezenas de pessoas, nunca mais sentimos o sexo de outra pessoa.”

Eu fiquei assustada. Nao sabia bem como reagir, mas estava num ponto de excitação em que teria pouca capacidade para dizer que nao a qualquer sugestão.

“O que vamos pedir foi algo que eu e o António falamos enquanto tomávamos banho e sabemos bem que é difícil de decidir.”, disse ela parando para lamber os dedos e molhar a cabeça do pau do Pedro, agora novamente ereta, gostávamos de foder sem preservativo.”

O António interrompeu, enquanto enterrou um dedo na minha cona encharcada:

“Nós sabemos que não temos qualquer questão de saúde e estamos confiantes que vocês também não.”

Eu e o Pedro ficamos em silêncio. Eu estava naquele momento com dois dedos do antonio dentro de mim, que quatro, com uma mão a beliscar-me e apalpar-me as mamas. Não conseguia raciocinar direito, só queria senri-lo dentro de mim.

O Pedro olhava-me diretamente nos olhos excitado pela punheta que ela lhes batia naquele momento.

A Isabel, experiente, percebeu o nosso silêncio e mudou de estratégia.

“Fode-me, António…”, pediu puxando-lhe o braço., “vamos dar algum espaço aos nossos amigos’

Ele segurou a cintura dela com firmeza, levantou-a e encaixou-a ao seu colo. Ela inclinou-se e colocou o caralho dela dentro, numa penetração funda.

O Pedro veio ter comigo e eu, sem lhe dirigir a palavra chupei o pau dele e depois montei-o. Estava tão molhada que tudo escorregava na perfeição e num imenso prazer.

Deixei-me cair sobre ele e fodi-o.

“Queres?”, perguntou-me ao ouvido.

“Quero tanto.”, disse-lhe em êxtase.

Eles ouviram e perceberam. Menos de dois minutos depois, a Isabel desceu do colo do marido e veio ter connosco. Beijou as minhas costas e o meu cu, lambendo depois os tomates do Pedro enquanto eu o montava.

“Confias-me o teu homem?”, perguntou-me entre carícias.

“Ahhh… sim’

Sai de cima dele e levantei-me, ficando ao lado do António em pé enquanto assisti.

Ela deitou-se de costas, abrindo as pernas. Ele entrou sem preservativo, fodendo-a imediatamente com força.

“Isso, fode-me com essa pila jovem! Mais forte!”, pediu ela, elevando as pernas, colocando-as à volta da cabeça do Pedro para aumentar a penetração.

Eu acariciei o pau do António enquanto via o meu namorado a enterrar-se na cona madura da Isabel.

“Olha como ele a quer…”, murmurei para António, beijando o pescoço dele.

A Isabel gemia alto. As estocadas longas e profundas.

Comecei a masturbar o António.

“Miúda, quero tanto foder-te.”, disse-me ele ao ouvido. Posicionou-se por trás de mim, inclinou-me ligeiramente para a frente, fazendo-me apoias as mãos, com os braços esticados na cama onde o Pedro fodia. Afastou ligeiramente as minhas pernas e posicionou o caralho bem encostadinho à minha cona. Começou a mover-se como se me estivesse a foder, com movimentos lentos, com muita fricção.

Eu estava a morrer de tesão. Só o queria dentro de mim. Ele conduziu o caralho à entrada da minha cona e ameaçou penetrar-me, mas nao o fez. Repetiu isso mais duas vezes. Eu nao aguentava mais. Na vez seguinte pressionei o meu corpo contra o dele, forçando a penetração.

Ele grunhiu de prazer.

O primeiro caralho desprotegido que tive dentro de mim, com exclusão do Pedro, até então.

“Vês a Rita tão satisfeita com o António?”, provocoi a Isabel, “olha para ele a foder a tua namorada.”

O Pedro gemia, os olhos fixos em nós. Eu vim-me outra vez, tremendo, apertando António dentro de mim.

Pouco depois, o António saiu de mim e eu virei-me e Ajoelhei-me, oferecendo a minha boca para o receber. Mas ele tinna outra ideia. Masturbou-se rápido e jorrou abundantemente sobre os meus mamilos e peito, jatos quentes e grossos.

O Pedro nao aguentou a excitação e tirou o caralho dentro dela mesmo no último segundo. Veio-se no baixo ventre e no umbigo dela.

Eu espalhei toda a esporra do António pelo meu peito, deixando-o bem meloso, para depois responder ao apelo da Isabel, que abriu as pernas para mim. Aproximei-me e lambi o esperma do Pedro que escorria na barriga e virilha dela, partilhando-o depois com Isabel num beijo.

Ficámos os quatro deitados, suados, ofegantes, tocando-nos preguiçosamente.

“Pode parecer impossível, mas eu nao quero que esta noite acabe”, desabafou o Pedro.

“Olha, já somos dois.”, disse o António entre gargalhadas, “será que as meninas nos acompanham?”

Houve gargalhada geral.

“Vamos fazer o seguinte, eu e a Rita vamos passar o chuveiro pelo corpo enquanto vocês recuperam a forma.”

Levantamo-nos e fomos para o chuveiro da caravana, onde me esperavam cinco minutos muito intensos. O chuveiro era muito apertado, estávamos encaixadas uma na outra. Molhamos o corpo e passamos gel de banho.

Até que a Isabel retirou de uma prateleira um vubrador rabbit.

“Conheces este menino?”

“Conheço muito bem. Foi a primeira prenda erótica que o Pedro me ofereceu.”

“Se for tão bom contigo como é comigo, tens aqui um melhor amigo.”

“Podes crer.”

A Isabel ligou-o e usou-o em mim. Nao resisti muito tempo. Estava num ponto de tesao que os orgasmos vinham demasiado rápido.

Saímos do duche limpinhas e cheirosas. Na cama o António e o Pedro estavam a beber um pouco de vinho, nus, numa naturalidade que me surpreendeu no meu namorado.

Quando nos viram pousaram os copos e deitaram-se de barriga para cima, com as mãos atrás da cabeça.

“Olha para isto, parecem dos reis à espera de ser servidos.”, disse a Isabel ao sorrir, “e então, Rita, como fazemos isto?”

Eu sussurrei ao ouvido dela e causei uma gargalhada. Sem dizer nada ajoelhamo-nos ambas na cama, em torno do caralho do António, chupando e lambendo juntas e trocando beijos entre nós.

O Pedro começou a masturbar-se, mas a Isabel nao deixou que isso acontecesse por muito tempo. Virou-se para ele e chupou-o.

Cada uma de nós fazia um broche ao companheiro da outra. Eles gemiam de prazer.

“Rita, sabes o que é reverse cowgirl?”

“Claro, eu e o Pedro já tentamos correr o kamasutra todo”, disse a rir.

“É a minha posição favorita, decidimos a velocidade, a penetração e temos espaço para nos tocarmos livremente. Bora??”

E assim fizemos, lado a lado, fodemos como duas loucas, sem preservativo, em troca de casal.

Demos as mãos e montámos os nossos homens com força. Viemo-nos quase em simultâneo e continuamos a foder.

“Rita, vamos recebe-los dentro de nós?”

“Ai sim, foda-se.”

O primeiro foi o Pedro. A Isabel rebolou em cima do caralho dele com experiência e ele num tesão desesperado esporrou a cona dela.

Segundos depois o António explodiu. Apertou-me os quadris a pressionar-me contra ele. Senti o pulsar dele dentro de mim.

A Isabel nao descansou, era insaciável. Saiu de cima do Pedro e começou um 69 comigo em que lambidos os sucos vaginais uma da outra e o esperma que escorria da nossa cona.

Ela veio-se novamente, eu nao me vim, mas quando ela parou eu rendi-me. Foi demasiado prazer numa noite só, julgava eu tão inocentemente à época.

Desta vez adormecemos todos nus bem apertados na cama da caravana, durante duas horas. A noite tinha voado e tínhamos que sair de manhã cedo.

Durante a viagem o silêncio imperou. Até que a Isabel decidiu dar uma de professora nos quilómetros finais.

“Meninos, o que se passou aqui nao se pode voltar a passar, ouviram?!”, disse para começar, “sexo sem preservativo com pessoas que nao conhecem? Já par anão falar de ejaculação dentro. Para engravidar ou ficar grávida?”

Eu e a Rita tínhamos noção do disparate.

“Para nós foi um privilégio e uma raridade. Podem nao acreditar mas nós olhamos para isto como um risco. Mas o vosso foi muito maior.”

O resto da viagem foi assim, com os dois a assumirem um lado doutrinador, como se fossem responsáveis pelo nosso despertar.

E foram.

E mal sabíamos que decorridos mais de 20 anos nós estaríamos na posição deles e sentiriamos a mesma responsabilidade com um jovem casal. Será o nosso próximo relato.

Chegados ao Algarve, os nossos amigos já tinham saído do parque para a praia. Despedimo-nos com abraços, sem beijos. Voltaríamos a ver-nos mas por muita saudades que eu tenha nao voltamos a foder.

Depois de montarmos a tenda seguimos para a praia. Onde o Pedro tirou a foto que partilhamos. Eu a dormir na praia menos de 7 horas depois de ter recebido esperma de outro homem dentro da minha cona. Anos mais tarde fizemos um quadro grande com esta imagem e colocamos no nosso quarto, como lembrança do despertar que nos tornou os íntimos fodilhoes que somos hoje.

Foto 1 do Conto erotico: A felicidade do despertar sexual


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Ficha do conto

Foto Perfil rpcl
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Nome do conto:
A felicidade do despertar sexual

Codigo do conto:
264842

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/06/2026

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