Depois do jantar, fomos de carro até à zona das praias, estacionamos num dos parques e fomos passear pela areia, beijando-nos e tocando-nos. Quando regressámos ao carro estávamos os dois cheios de tesão.
Assim que entrámos, a Rita não perdeu tempo. Ajoelhou-se no banco do passageiro, com o seu lindo cu virado para a janela e inclinou-se sobre mim, abriu-me as calças e tirou o meu pau já duro. Começou um broche lento e guloso. Lambeu toda a extensão, girou a língua à volta da cabeça inchada, depois enfiou-o na boca, sugando com força, babando bastante e descendo fundo.
“Foda-se, Rita… que boquinha maravilhosa”, gemi, segurando o cabelo dela.
Ela chupava com fome, fazendo barulhos molhados e obscenos.
De repente, vi movimento lá fora. Dois homens estavam parados a poucos metros, observando. O meu coração disparou.
“Rita… está aqui gente”, murmurei.
Ela parou imediatamente, tirou o meu pau da boca e olhou para eles, corando um pouco. Ficou quieta, com o meu pau ainda na mão, com a saliva a escorrer no queixo.
Os dois homens aproximaram-se devagar. Um deles, mais alto, sorriu e disse com voz rouca:
“Não parem por nossa causa…”
A Rita hesitou, mas o outro homem provocou:
“Estava tão bom… continua, linda. Ele está a adorar. Olha como o pau dele está a latejar.”
Ela olhou para mim, mordendo o lábio. Eu estava em choque, mas o tesão era mais forte. Acenei levemente com a cabeça.
A Rita sorriu, maliciosa, e voltou a meter o meu pau na boca, agora ainda mais ruidosa e gulosa, como se a presença deles a tivesse acendido. Chupava fundo, engasgando-se de propósito, babando tudo enquanto olhava de lado para os dois homens.
“Isso mesmo, puta… chupa bem”, disse um deles, com a mão dentro das calças.
A Rita acelerou, usando a mão para me masturbar enquanto chupava a cabeça. Os sons molhados enchiam o carro. Os dois homens aproximaram-se mais, um de cada lado da janela meio aberta, e tiraram os caralhos para fora, masturbando-se enquanto assistiam.
Eu não aguentei mais. Segurei a cabeça dela e vim-me força na sua boca. A Rita engoliu quase tudo, deixando escorrer um pouco pelo queixo.
Quando ela se endireitou, limpando a boca com as costas da mão, um dos homens deu uma gargalhada e disse, voltando-se para o Pedro:
“Parece que tivemos sorte. Trouxeste esta boazona para um local de dogging, sem saber, certo?”
Curiosamente já tínhamos falado sobre isto uns tempos antes. Mas nunca decidimos avançar. A Rita, ainda ofegante e com os olhos brilhantes, olhou para eles e perguntou com voz safada:
“E então… o que é que vocês esperavam de mim?”
Os dois sorriram. O mais alto respondeu:
“Queríamos ver exatamente isto… uma mulher linda a chupar e a gostar de ser vista.”
A Rita mordeu o lábio, excitada com as palavras deles.
Ainda com o sabor do meu esperma nos lábios e um brilho selvagem nos olhos, virou-se para os dois homens que nos observavam através da janela entreaberta. Ela lambeu lentamente o canto da boca e disse com voz rouca e desafiadora:
“Então… se gostaram tanto de ver, porque não se vêm também? Quero ver esses paus a rebentarem por mim.”
Os dois trocaram um olhar surpreendido, mas os sorrisos cresceram. O mais alto, com o pau já bem duro na mão, respondeu:
“Tu é que mandas, linda.”
Eu ainda recuperava o fôlego, mas o tesão não tinha diminuído. A Rita subiu o vestido pelas coxas. Sem hesitar, puxou as alças para baixo, ficando com as mamas expostas sob a luz fraca do parque de estacionamento. Os seios firmes e os mamilos duros destacavam-se no ar quente da noite. A pele dela brilhava com uma fina camada de suor.
“Pedro… toca-me”, murmurou ela, encostando-se para trás.
Puxei-a para mim, beijando-a com força enquanto as minhas mãos percorriam o corpo dela. Apertei-lhe os seios, belisquei os mamilos e desci uma mão até à sua cona molhada, enfiando dois dedos devagar. A Rita gemeu alto, de propósito, arqueando as costas para os dois homens verem bem.
Eles aproximaram-se mais, batendo punhetas ritmadas. A Rita abriu bem as pernas colocando os oes sobre o tablier enquanto eu continuava a fodê-la com os dedos.
Um dos homens gemeu mais alto. A Rita baixou totalmente o vidro,esticou o braço e tocou no pau dele, só a roçar com as pontas dos dedos.
De repente, faróis de outro carro varreram o parque. Estacionou a uns metros. Um homem sozinho saiu, viu a cena e parou por um segundo. Depois aproximou-se devagar, já com a mão na braguilha. Era mais velho, corpulento, e sorriu ao ver a Rita.
“Porra… isto aqui está animado hoje”, murmurou ele, tirando o pau grosso para fora e começando a masturbar-se imediatamente.
Os três homens formaram um semicírculo à frente da porta dela.
Ela provocava sem parar:
“Quero que se venham para mim… pintem-me a mão com o vosso leitinho.”
O mais alto foi o primeiro a não aguentar. Grunhiu e disparou um jato sobra a mao da Rita, dando-lhe umas palmadas com o caralho ainda firme no braço. Ela riu baixinho, excitada, esfregando o esperma na pele com a ponta dos dedos. Pouco depois outro explodiu espalhando a esporra no pulso e mão dela.
O recém-chegado masturbava-se furiosamente, os olhos fixos no corpo da Rita.
Ela, em êxtase, colocou-se de joelhos, de cu virado para mim e debruçada para o lado de fora do carro.
“Pedro, fode-me”
Não precisei de convite duas vezes. Posicionei-me atrás dela e entrei com força, fodendo-a devagar mas fundo. A falta de conforto da posição era compensada pela excitação de toda a situação. O ar enchia-se de suspiros e insultos safados.
O terceiro homem grunhiu e sem parar a punheta aproximou-se e agarrou uma das mamas da Rita, beliscando depois o mamilo.
“Foda-se, vou-me vir”, anunciou.
A Rita espetou as mamas em provocação e agarrou no caralho dele, terminando a punheta.
E ele veio-se com força, um impressionante jato de esporra acertou no braço e chegou ao peito dela.
Eu não aguentei muito mais. Segurei-a pelas ancas e descarreguei dentro dela com um gemido rouco.
A Rita, ofegante, virou-se para os desconhecidos com um sorriso satisfeito, quando uns faróis mais intensos iluminaram o parque. Um carro escuro estacionou mesmo ao lado do nosso. As portas abriram-se e saiu um casal na casa dos quarenta. Ele, moreno, corpo atlético, já com a mão a roçar a braguilha. Ela, loira, seios generosos, saia curta e um sorriso safado que deixava claro que sabiam exatamente onde estavam.
Olharam para a cena — a Rita nua da cintura para cima, o meu pau ainda semi-duro a brilhar com o meu próprio esperma, e os três homens à volta — e a mulher do casal soltou um “porra…” baixo e excitado.
O marido dela não perdeu tempo. Aproximou-se, tirou o pau grosso e já duro e ficou a observar. A mulher deu a volta ao nosso carro, olhou diretamente para mim e depois para a Rita.
“Vocês são novos nisto?”, perguntou ela com voz rouca. “Ou já sabem como se brinca aqui na Caparica?”
A Rita, ainda ajoelhada, limpou um fio de saliva do queixo e sorriu.
“Estamos a aprender… mas gostamos de aprender depressa.”
O ar ficou ainda mais carregado. Os três homens que já lá estavam recuaram um pouco, abrindo espaço, mas não se afastaram.
Eu saí do carro. A Rita também. Ela apoiou as mãos no capô do carro do casal, empinou o rabo e olhou por cima do ombro para mim.
Posicionei-me atrás dela e comecei a acariciar as pernas, a tocar nas suas áreas sensíveis. Dois dos desconhecidos fizeram o mesmo, focando-se em apalpar e acariciar as suas mamas e as costas. A Rita gemia suavemente. Eu ja estava novamente totalmente ereto e então abri-lhe as nádegas e enfiei o pau de uma só vez. A Rita soltou um gemido alto, o som a ecoar no parque. Comecei a foder com estocadas firmes e profundas, o corpo dela a bater contra o metal quente do carro, enquanto dois homens a cariciavam e lhe diziam obscenidades ao ouvido.
Enquanto a fodia, com a mão esquerda ela agarrou o pau de um dos homens e começou a masturbá-lo com movimentos rápidos e molhados. Com a mão direita, alcançou o homem do casal, que se tinha aproximado, e envolveu-lhe o caralho grosso, batendo-lhe punheta ao mesmo ritmo.
“Isso… os dois…”, gemeu ela, a voz partida pelas minhas estocadas. “Quero sentir os vossos paus a latejar nas minhas mãos enquanto o Pedro me fode.”
A mulher do casal ajoelhou-se ao nosso lado. Sem cerimónia, tirou o meu pau da cona da Rita por um segundo, chupou-o fundo, saboreando a mistura dos nossos fluidos, e depois guiou-o de novo para dentro dela. Depois disso, ficou de joelhos entre nós e começou a tocar as bolas e a base do pau por entre as minhas pernas.
Um dos homens aproximou-se dela em desafio. Ela começou a masturbar os dois paus livres. O cenário era impressionante: a Rita a ser fodida por mim e a masturbar dois homens e a mulher do casal a masturbar dois homens ajoelhada na areia aos nossos pés.
A cona da Rita apertava-me com força a cada estocada. Um dos homens massajava-lhe o cu, alargando o seu branquinho, levando-a à loucura.
O homem do casal, com o pau na mão da Rita, inclinava-se e beliscava-lhe os mamilos, puxando-os e metia os dedos na boca dela de vez em quando, fazendo-a chupar.
O parque cheirava a sexo, a suor e a esperma. Os gemidos misturavam-se.
A mulher do casal disparou:
“Vem-te dentro dela… quero ver o teu leitinho a escorrer da cona.”
Acelerei o ritmo. A Rita estava a tremer, inclinada sobre o capô, apoiada pela cabeça. As duas mãos a trabalhar freneticamente nos paus que segurava. O homem do casal foi o primeiro a não aguentar. Soltou um gemido rouco, aproximou-se da cara dela e com duas estocadas veio-se com força na cara da Rita. Quase ao mesmo tempo, o outro homem explodiu também, sujando-lhe a mão e o braço.
A Rita veio-se logo a seguir, a cona a contrair-se em volta do meu pau, um gemido longo e alto a sair-lhe da garganta. Eu segurei-lhe as ancas com força e descarreguei fundo nela.
A mulher do casal pediu aos homens que masturbava:
“Venham-se nas minhas mamas. Quero sentir a vossa esporra.”
E eles assim fizeram. Ela puxou pela mão fazendo-a espalhar pelo seu peito o esperma recebido. Depois lambeu-lhe desejosa os dedos. Levantou-se e lambeu o esperma que ontem marido acabaram de jorrar na cara da Rita.
Ficámos todos ofegantes durante alguns segundos. Até que a mulher do casal quebra o silêncio:
“Desculpem, mas eu não vim aqui para não me vir.”
“Então vamos cuidar de ti”, disse a Rita, com a voz rouca de excitação.
Em segundos o círculo apertou-se à volta da mulher do casal. Eu fiquei atrás dela. A Rita ajoelhou-se à sua frente. Os três homens e o marido dela formaram um semicírculo, todos com os paus expostos.
A Rita puxou a saia da loira até à cintura. Não trazia nada por baixo. A cona estava completamente depilada, inchada e a brilhar. A Rita não hesitou e abriu-lhe as coxas e enterrou a língua nela, chupando o clitóris com força enquanto a penetrava primeiro com um dedo e depois com dois dedos.
A mulher soltou um gemido longo e agarrou o cabelo da Rita.
“Isso… mais fundo…”
Eu, por detrás, passei as mãos pelos seios generosos dela, apertando-os, beliscando os mamilos duros. Depois desci as mãos até às nádegas, abri-as e com um dedo massajei e abri o olho do cu. Enfiei lentamente um dedo e iniciei movimentos de penetração. A loira tremia entre nós.
O marido dela puxou-lhe a cabeça para baixo, fazendo-a ficar de pernas abertas imclinada por cima da Rita. Colocou o caralho grosso na boca da mulher, que o engoliu imediatamente, chupando com fome.
Os três observadores tocavam-na e iam recebendo ligeiras punhetas alternadas.
“Meu querido, come-me o cu, enquanto a tua mulher me lambe a cona”
Eu olhei para o marido dela, que acenou em validação. Entregou-me depois um preservativo que retirou do bolso. Tirei o dedo do cu dela, alinhei o meu pau encaputado e enfiei-o de uma só veznao cu dela. Ela gritou contra o pau do marido, o corpo a empurrar-se para trás para me receber mais fundo. Comecei a foder com estocadas longas e firmes, enquanto a Rita continuava a lamber o clitóris.
Os homens começaram então a alternar-se. Quando um saía da boca dela, outro entrava. As mãos e a boca dela nunca paravam.
A mulher do casal estava a perder o controlo.
“Mais… fode-me… quero vir-me…”
A Rita levantou-se e enquanto recebia carícias aleatórias enfiou dois dedos na cona da mulher, curvados para encontrar o ponto g.
O marido dela meteu a mão por trás da Rita e deu-lhe uma palmada no cu. A Rita agarrou-lhe na mão e levou dois dedos à sua boca, conduzindo-o depois ao seu clítoris.
O orgasmo da mulher veio violento. O corpo inteiro tremeu, o cu apertou o meu pau com força e um gemido abafado saiu-lhe da garganta enquanto ela gozava, com as pernas a fraquejar. Eu segurei-a pelas ancas para não cair.
Assim que ela começou a descer do orgasmo, a Rita afastou-se e olhou para nós.
“Agora… todos nela.”
A loira, ainda a tremer, ajoelhou-se no chão de areia, de boca aberta, seios expostos, a língua de fora.
“Venham… quero tudo na cara e nas mamas.”
Foi um bukkake completo.
O marido foi o primeiro. Segurou a cabeça dela e descarregou jatos grossos na boca e na bochecha. Logo a seguir um homem pintou-lhe a testa e o cabelo. Os outros encheram as mamas de esperma. Eu fui o último. A Rita segurou no meu caralho masturbou-me, fazendo-me disparar o que restava dentro dos tomates diretamente na língua e no queixo dela.
A Rita, ajoelhou-se ao lado e com as mãos espalhou o esperma pelos seios e pela cara da loira, esfregando, misturando, enquanto a mulher gemia de prazer puro, a língua a recolher tudo o que conseguia.
“Porra… isto sim é dogging.”, disse a mulher, “têm que aparecer mais vezes, porque isto foi de outro nível”.
A retirada foi silenciosa. Entramos no carro e abandonamos os desconhecidos sem mais palavras. No hotel, a Rita deitou-se de imediato na cama, enquanto eu fui tomar um banho. Quando regressei deparei-me com o cenário que partilhamos, a Rita a masturbar-se freneticamente até ter um orgasmo silencioso cheio de espasmos.
Adormeceu quase instantaneamente, mas antes ainda disse:
“Dogging check! E é para repetir!”
