O sol batia forte. Eu estava deitado numa espreguiçadeira a olhar para a Rita. Ela saíu da água de biquíni molhado, com gotas a descer entre os seios até ao umbigo. Quando se deitou ao meu lado, abri-lhe as pernas um pouco e murmurei:
“Se continuares assim, vou ter de te levar para o quarto e dar-te um tratamento especial.”
Ela sorriu de lado, aquele sorriso maroto.
“Diz isso outra vez e eu deixo-te duro aqui mesmo, à frente de toda a gente.”
No meio das nossas risadas, eles apareceram. O homem vinha à frente.Uns sessenta anos bem vividos. Alto, ombros largos, cabelo grisalho penteado para trás, peito firme, de camisa aberta, barriga ligeiramente marcada mas sem flacidez. Relógio caro no pulso esquerdo. Andava presunçoso, como quem sabe que o dinheiro abre todas as portas. Atrás dele vinha a mulher, muito mais nova. Trinta anos no máximo. Alta, quase da minha altura, seios fartos e empinados, que o top de biquíni preto mal continha, cintura estreita, ancas lindas e coxas firmes. O cabelo loiro escuro apanhado num rabo de cavalo alto. A pele dourada, sem uma marca. E os olhos escuros, directos, a medir-nos a ambos enquanto se aproximavam das espreguiçadeiras ao nosso lado.
O Ricardo parou, olhou para a Rita de cima a baixo sem qualquer pudor, e sorriu.
“Boa tarde. Importam-se se nos sentamos aqui?”
Eu acenei.
“Claro. Pedro. E esta é a Rita.”
“Ricardo. E a minha mulher, Sofia.”
A Sofia estendeu a mão. A pele dela era quente. Os dedos longos, as unhas bem feitas. Quando se deitou na espreguiçadeira, o top subiu um pouco e vi a curva inferior do seio.
Passámos a tarde a falar. O Ricardo falava de negócios, de um iate que tinha no Mediterrâneo, de viagens. A Sofia falava pouco, mas quando falava, a voz era grave, quase rouca. A certa altura ela olhou diretamente para a Rita e disse:
“O teu biquíni é bonito. Fica-te muito bem.”
A Rita sorriu e arriscou:
“O teu também. Tens um corpo… impressionante.”
Eu ouvi. Ricardo riu baixo. A conversa fluiu com interesse e passámos um bom bocado.
Ao fim da tarde, quando o sol baixava, o Ricardo propôs:
“Jantamos juntos? Há um restaurante no convés superior que é excelente. Eu reservo mesa.”
A Rita olhou para mim. Eu acenei.
“Combinado.”
Fomos para o quarto arranjar-nos para o jantar. Eu estava a mirar a janela e a Rita apareceu por trás, de lingerie. Começou a acariciar e a beijar-se as minhas costas, por cima da camisa. Sempre ppr trás de mim desaperta o fecho das minhas calças, que caem. Baixa os meus boxers e agarra o meu caralho com firmeza.
“Vais passar o jantar cheio de vontade de montar a Sofia, não vais?”
“Hmm. Que achas?”, disse eu, enquanto sentia o meu pau a crescer na mão dela.
“Então é melhor esvaziar-te os colhões para ires mais disponível para conversar.”
E dizendo isso levou a mão à boca, que humedeceu para depois lubrificar o meu caralho, ja ereto. E começou uma punheta que me derrotou muito rapidamente.
Antes de jorrar o meu esperma contra o vidro da janela, ouvi-a dizer entre suspiros:
“Fecha os olhos e imagina-te a vir dentro do lindo cu da Sofia, enquanto ela gritar de prazer.”
Arranjamo-nos a correr, para não falhar com a hora combinada.
A mesa era junto às janelas, o mar negro lá fora, só as luzes do navio a reflectirem-se na água. O Ricardo pediu espumante logo à chegada.
“Um brinde às novas amizades.”
Os copos tocaram-se e ele olhou fixamente para a Rita.
“Olhem-se nos olhos, senão ja sabem que ficam 7 anos sem sexo”
Rimos todos, ele nao largou os olhos da Rita e a Sofia retribuiu fixando o olhar em mim enquanto bebíamos.
O jantar foi divertido. Conversámos animadamente e o álcool foi-nos desinibindo.
O Ricardo fitava continuamente a Rita, que estava linda com um vestido de verão que denunciava as suas lindas formas.
Eles eram um casal de mente muito aberta. A diferença de idades não os impedia de partilhar aventuras marotas. Falaram de quando se conheceram, de como ela o levou a deixar a mulher com quem era casado, da chama acesa que os fazia experimentar todas as experiências que podiam.
Apesar de nós termos vivido muita coisa, não partilhámos nada. Acho que ambos achamos interessante ouvir.
A certa altura, já com o jantar terminado e enquanto saboreavamos um digestivo, elas combinavam marcar uma massagem e o Ricardo, sem que nada o fizesse adivinhar, surpreendeu-nos. Inclinou-se para mim, quase a sussurrar:
“Pedro… eu dou-vos o que quiserem. Dinheiro para mim não é um problema. Só quero uma noite com a Rita.”
A Rita ouviu. A conversa dela com a Sofia parou. Eu senti o coração a bater mais forte. Não era raiva. Era outra coisa — uma corrente eléctrica a subir pela espinha.
Olhei para a Rita. Depois ambos olhamos para a Sofia que sorriu sem mostrar qualquer tipo de incómodo.
Depois de um longo período de um silêncio constrangedor, foi a Sofia que resolveu o impasse:
“E se fossemos para a nossa suite conversar um pouco mais à vontade?”
Todos concordamos. O Ricardo colocou o jantar na conta dele e seguimos para o quarto.
A suite era enorme. Luz baixa, cortinas abertas para o mar negro, cama king-size no centro, carpete espesso. A Sofia, com o seu vestido preto curto, sem sutien por baixo, convidou-nos a sentar no sofá. Os seios marcavam o tecido e eu estava a ficar claramente excitado.
O Ricardo sentou-se numa poltrona larga de couro, e rapidamente surgiu com um copo de whisky na mão. A Rita sentou-se ao meu lado, com as pernas cruzadas e o vestido a subir até meio da coxa.
O Ricardo foi direto. Como um bom machista, dirigiu-se a mim:
“Quero a tua mulher. Quero fodê-la.”
Depois voltou-se para ela:
“Rita, prometo ser carinhoso. So quero provar o teu corpo roliço, sentir as tuas formas nas minhas mãos.”
A Sofia entrou na conversa com uma revelação impressionante:
“Sabem, nós somos um casal muito particular. Aproveitamos o que de melhor podemos dar um ao outro. Eu sou ótima na cama e ele dá-me tudo o que eu quero. Não andamos ao engano. E ele, bem, como hei-de dizer, é um colecionador. Mas em vez de colecionar selos, ou carros, coleciona experiências sexuais. Até regista tudo, para um dia escrever as suas memórias sexuais.”
Eu e a Rita trocamos um olhar cumplice. De certo modo fazemos o mesmo. Primeiro num diário, depois com fotos que marcaram os dias e agora contando neste fórum as nossas aventuras.
“Exatamente, minha querida. E hoje o que eu quero é escrever no meu caderno: paguei a um casal que conhecemos num cruzeiro para foder a mulher, enquanto o homem assistia.”
Eu olhei para a Rita, cujo olhar mostrava surpresa, mas, como eu bem a conhecia, percebi que não tinha grande desejo por isso.
“Ricardo, a Rita não é mercadoria. Connosco as coisas não funcionam assim”
Ele ergueu uma sobrancelha, com o copo a meio caminho da boca, como se tivesse recebido uma péssima notícia.
A Rita ganhou coragem:
“Nós não temos uma relação aberta, somos apenas um do outro, mas procuramos prazer de todas as formas possíveis. Percebemos bem o que nos dizem.”
“Então porque não de divertes com o Ricardo?”, questionou a Sofia.
“Até pode ser que aconteça, mas antes pergunto: Ricardo, jaalguma vez partilhaste a Sofia com alguém?”
“Não é assim que funciona. A Sofia é só minha. É a minha mudança, que me ajuda a satisfazer os seus desejos e em troca tem uma vida de luxo como sempre desejou.”
A Sofia nesse instante baixou o olhar. Como andava enganado o pobre machão, que certamente era encornado frequentemente.
“Então vamos fazer o seguinte, eu sou tua se ru pagares um preço que nunca pensaste pagar: a tua mulher fode o Pedro à nossa frente e recebe as esporra dele nas lindas mamocas.”, desafiou a Rita.
Ele arregalou os olhos, surpreso. Olhou para a Sofia que fez um sorriso maroto. Acho que tanto ela como a Rita sabiam que eu queria muito comer aquele mulherão.
Mas o Ricardo era um homem de negócios e claramnete viciado em sexo. Tudo tinha um preço e focado claramente em provar a todo o custo o corpo lindo da Rita, tratou de avançar com a vontade dela:
“Tira o vestido, Sofia. Devagar. Quero que o Pedro veja o teu lindo corpo.”
Ela puxou o fecho lateral. O tecido deslizou pelo corpo e caiu aos pés dela. Ficou só de tanga preta de renda. Os seios eram lindos com os mamilos rosados já duros. A pele lisa, o ventre plano.
“Agora ajoelha-te à frente dele”, continuou Ricardo, “E tu, Pedro, tira a piça. Quero vê-la dura antes de ela te tocar.”
Eu nem contestei. Abri o cinto e puxei o fecho. O meu caralho saltou para fora, grosso, já a latejar. A Sofia ajoelhou-se no carpete, com as coxas abertas, e olhou para o meu pau.
“Chupa só a cabeça primeiro”, ordenou a Rita, a voz calma, enquanto se sentava ao lado do Ricardo, “Sem as mãos. Só a boca. Quero ver a língua a trabalhar.”
A Sofia abriu os lábios e engoliu apenas a glande. A língua rodou por baixo, quente e húmida. Eu gemi baixo. Ela manteve-se ali, a chupar só a cabeça, a saliva a começar a brilhar.
O Ricardo bebeu um gole e falou, com a voz mais baixa:
“Ela gosta quando lhe seguras o cabelo. Aperto firme. E gosta quando a forças a engolir mais fundo. Faz isso.”
Eu agarrei-lhe o cabelo na base e empurrei. A Sofia engoliu mais. O meu pau deslizou pela língua até bater na garganta. Ela engasgou-se, um som abafado, mas não recuou. A saliva escorreu pelo queixo.
“Mais fundo”, disse a Rita, “Engole até as bolas.”
Eu empurrei até o nariz dela bater no meu ventre. A garganta fechou-se num espasmo. A Sofia soltou um gemido abafado, os olhos a lacrimejar. Mantive-a ali três, quatro segundos, antes de a deixar respirar. Ela puxou ar com ruído, um fio de saliva a ligar a boca à minha pila.
“Agora chupa a sério”, ordenou Ricardo, “Ritmo constante. Usa a língua por baixo enquanto sobe e desce. Ela gosta quando sentes a cabeça a bater no fundo da garganta a cada vez.”
Sofia obedeceu. A boca descia e subia, molhada, barulhenta. Eu segurava-lhe o cabelo e controlava o ritmo, empurrando quando queria ir mais fundo. O som de saliva e garganta enchia o quarto. A Rita tinha a mão por baixo do vestido, a masturbar-se devagar enquanto observava.
Depois mudou radicalmente. Começou a lamber o caralho em toda a sua extensão. A chupar os tomates e a bater uma discrera punheta. Ela sabia bem o que estava a fazer. Era auma profissional do prazer que se vendera a este homem a troco de tudo o que o seu dinheiro poderia comprar.
“Para, minha deusa brochista”, disse Ricardo de repente, “Agora é a vez dele. Deita-te na cama, Sofia. Pernas abertas. E tu, Pedro, come-lhe a cona. Devagar.”
A Sofia subiu para a cama e abriu as pernas. Eu puxei a tanga para o lado. A cona dela brilhava, toda depilada, os lábios inchados, o clitóris já plenonde excitação. Ajoelhei-me entre as coxas e passei a língua de baixo para cima, só pelos lábios exteriores. Ela tremeu.
“Mais devagar”, murmurou a Rita entre gemidos de prazer, “Abre-lhe os lábios com os dedos. Quero ver o clitóris. Depois lambe só à volta, sem tocar diretamente.”
Eu abri os lábios dela com os polegares. O clitóris estava inchado, brilhante. Lambi à volta, em círculos lentos, sem o tocar. A Sofia gemeu e moveu as ancas.
Ricardo falou de novo, a voz rouca:
“Ela enlouquece quando chupas o clitóris com os lábios e ao mesmo tempo metes dois dedos. Curvos. Ela gosta quando lhe tocas naquele sítio lá dentro.”
Eu fechei os lábios à volta do clitóris e chupei. Ao mesmo tempo enfiei dois dedos e curvei-os, a procurar. Encontrei o ponto. A Sofia arqueou alto as costas, com as mãos a apertar os lençóis.
“Isso… exactamente assim…”, gemeu ela.
“Mantém o ritmo”, ordenou a Rita, “Não aceleres. Quero vê-la a tremer antes de se vir.”
Continuei. A língua no clitóris, os dedos a moverem-se lá dentro. A Sofia começou a tremer, as coxas a fechar-se à volta da minha cabeça. Quando chegou ao orgasmo, o corpo dela contraiu-se em espasmos, um gemido longo e rouco a sair-lhe da garganta.
A Rita levantou-se e retirou da carteira um preservativo, que me entregou.
Eu abri o preservativo e quando ia colocar, a Sofia tirou-o da minha mão e tapou a glande, depois abocanhou e comnosnlabios e a língua desenrolou o restante.
Ajoelhei-me na cama entre as pernas dela, encostei a cabeça aos lábios molhados e empurrei devagar. A cona abriu-se à minha volta, quente e apertada. Entrei até ao fundo e fiquei parado, a sentir as contrações dela.
A Rita comecou a gemer alto, o seu orgasmo estava a chegar. Ela pegou na mão do Ricardo e levou às suas mamas.
“Apalpa-me enquanto me venho.”, disse já em esforço, antes de gritar de prazer, “Ahhh caralho!”.
Cada vez que entrava até ao fundo, as bolas batiam nela. ASofia gemia a cada estocada.
O Ricardo aproximou-se da Rita e falou baixo, quase ao ouvido dela, mas alto o suficiente para eu ouvir:
“Podemos começar?”
A Rita, derrotada pelo orgasmo armava. Olhou para ele e suspirou.
“Querido, só depois do Pedro se vir. Lembras-te?”
O Ricardo revirou os olhos como quem não está habituado a ser contrariado. Abriu as pernas da Rita e começou a acariciar as coxas dela, que lhe retorquiu:
“Porque não te vais despindo?”
Ele assim fez com uma rapidez impressionante e sem pudor. Ficou todo nu, sentado na poltrona com o pénis ereto.
“Mais forte… quero sentir fundo…”, gemeu a Sofia.
Eu agarrei-lhe as ancas e acelerei. A cama rangeu. A Rita levantou-se, aproximou-se e passou a mão pelo meu peito enquanto eu a fodia.
“Agora vira-a de quatro”, ordenou a Rita, “Quero ver o rabo dela.”
O Ricardo sorriu de lado.
Eu virei a Sofia de quatro. O rabo empinado, a cona a brilhar m. Abri as nádegas e passei a língua no cu dela, lento, circular. Ela gemeu e empurrou para trás. Depois enfiei um dedo, depois dois, a abrir. O lubrificante que o Ricardo me passou ajudou bastante.
Encostei a cabeça ao cu dela e empurrei. A Sofia arqueou, as mãos a apertar os lençóis. Entrei centímetro a centímetro até ficar totalmente dentro. O aperto era insano, quente, a tremer à minha volta.
“Fode”, ordenou a Rita, a voz rouca, “Ritmo constante. Fundo. Como fazes comigo.”
Comecei a mover-me. Cada estocada fazia o corpo dela abanar. Os seios balançavam. Eu segurava-lhe o cabelo com uma mão e as ancas com a outra. A Sofia gemia sem parar:
“Assim… mais fundo… não pares…”
O Ricardo aproximou-se e meteu os dedos na boca dela.
“Nao quero os dedos, quero o teu pau.”, disse ela entre gemidos.
Ele assim fez. E ela chupou-o com competência e frenesim.
Eu acelerei. O prazer subiu rápido, as bolas a apertar. Quando senti que ia vir-me, saí de dentro dela, tirei o preservativo num movimento rápido.
Ia vir-me mas ele veio-se primeiro. Na boca dela. Deixou-nos todos surpreendidos pela rapidez com que teve um orgasmo.
Ee pus-me de joelhos à frente dela e vim-me para as mamas dela.
A Sofia ficou de joelhos, a respirar fundo. A Rita aproximou-se, passou o dedo pelo sémen e levou-o à boca da outra mulher.
O Ricardo olhou para mim, ainda com o copo na mão, e disse apenas:
“Amanhã à noite… é a vossa vez. Hoje rebentaram comigo da emoção.”
Na noite seguinte, depois do jantar, fomos para o nosso quarto.
A luz estava baixa. A Rita deitou-se na cama, só de tanga preta. Eu sentei-me na poltrona. O Ricardo e a Sofia entraram. Ele já não tinha a mesma confiança de antes. A Sofia fechou a porta.
A Rita sentou-o na poltrona e algemou as mãos dele atrás das costas.
“Se me queres foder, é nas minhas condições.”, disse-lhe, “vocês os dois dispam-se e sentem-se no sofá.”
Eu e a Sofia assim fizemos. A Rita depois desapertou a camisa do Ricardo e baixou as calças, deixando-as no fundo das pernas. O que o deixou ali preso.
“Vais ter uma experiência que vai tornar tudo o que viveste numa brincadeira e nunca me esquecerás.”
Tirou a tanga preta e enfiou-a dentro da boca do Ricardo, que ficou tão excitado que parecia que o pau ia rebentar. Depois ela colocou-lhe uma venda nos olhos.
Fez depois sinal à Sofia que se aproximasse e ambas começaram um broche intenso. Lambia, chupavam, beijavam-se pelo meio. À vez colocavam o pau dele nas suas mamas e masturbavam levemente. Depois correram o corpo todo dele com beijos e carícias.
A Rita olhou para o Ricardo, ainda vendado, algemado e com a tanga dela enfiada na boca, e sorriu de lado. Fez o Ricardo abrir as pernas o máximo que as calças descidas permitiam. Depois mandou a Sofia sentar-se no colo dele, de costas para o peito do marido, as nádegas a esmagarem o caralho duro e latejante que ele tinha. O contacto fez o Ricardo soltar um gemido abafado.
A Rita ajoelhou-se à frente dos dois. Puxou as pernas da Sofia para os lados, abrindo-a completamente sobre o colo do marido. A cona molhada ficou exposta, a roçar no pénis de Ricardo a cada movimento mínimo.
Passou a língua de baixo para cima na cona da Sofia, lentamente. A Sofia arqueou as costas contra o peito do marido e gemeu alto. O movimento fez o rabo dela esfregar-se com mais força no caralho do Ricardo. Ele tremeu de excitação.
A Rita enfiou dois dedos dentro da Sofia sem aviso. Fundo. Curveados. Começou a foder-lhe a cona com ritmo firme, os dedos a entrarem e saírem molhados, o polegar a pressionar o clitóris. O som era obsceno — sucção húmida, pele contra pele.
“Assim…”, gemeu a Sofia, a voz rouca, “Tão bom!”
Cada estocada dos dedos da Rita fazia o corpo da Sofia balançar no colo do Ricardo. O caralho dele ficava preso entre as nádegas dela, a ser esmagado e esfregado a cada movimento. Ele respirava pelo nariz como um animal.
A Rita levantou os olhos para mim, ainda a foder a Sofia com os dedos. Aproximei-me. Acariciei a face da Sofia que prontamente se incluinou para o lado, abriu a boca e engoliu o meu caralho até meio, molhada, ansiosa. A Rita acelerou os dedos. O ritmo ficou mais duro, mais profundo. A Sofia gemia com a boca cheia, o corpo a tremer no colo do marido.
O Ricardo estava completamente preso por baixo dela. Sentia o peso, o calor, a humidade que escorria da cona da mulher e molhava as suas coxas. Sentia cada vibração do orgasmo que se aproximava. E não podia ver nada. Só sentir.
A Rita tirou os dedos de repente, lambeu-os devagar à frente da cara vendada dele, e depois voltou a enfiar três. A Sofia gritou contra o meu caralho. O corpo dela contraiu-se. As coxas a tremerem, a cona a apertar os dedos da Rita em espasmos. O movimento fez o rabo dela esfregar-se com força no pénis do Ricardo, quase o masturbando sem querer.
Quando o orgasmo passou, a Sofia ficou mole contra o peito do marido, a respirar fundo, a minha pila ainda na boca.
A Rita limpou os dedos na coxa da Sofia e falou baixinho, junto ao ouvido do Ricardo:
“Ela veio-se em cima de ti. Sentiste? Agora vais ficar assim enquanto eu continuo a fodê-la. E tu… só podes aguentar.”
A Sofia ainda tremia. Com um gesto suave, a minha Rita ajudou-a a levantar-se do colo do Ricardo. O caralho dele ficou de repente exposto, brilhante de humidade, a latejar. O homem vendado soltou um gemido frustrado contra a tanga na boca.
A Sofia veio direta a mim. Ajoelhou-se entre as minhas pernas sem dizer palavra e engoliu-me de uma vez, molhada, ansiosa, a saliva a escorrer-lhe pelo queixo. A boca dela era quente e experiente. Começou a chupar com ritmo firme, a língua a trabalhar por baixo da glande a cada subida.
Enquanto isso, a Rita virou-se para o Ricardo. Subiu para o colo dele de frente, as coxas abertas sobre as dele. Nada separava a cona molhada do caralho duro e escorregadio do homem. Ela baixou-se devagar, até sentir a cabeça dele a pressionar contra os lábios vaginais, e começou a esfregar-se. Devagar. Muito devagar.
O movimento era deliberado. A cona dela deslizava de cima a baixo ao longo de todo o comprimento do pénis dele. O Ricardo tremeu por baixo dela. As algemas tilintaram. A respiração saía-lhe pelo nariz em rajadas curtas e desesperadas.
A Rita inclinou-se e falou junto ao ouvido dele, a voz baixa e rouca:
“Sentes? Gostavas de me foder, não gostavas?”
Ela acelerou um pouco o vaivém das anca. Cada vez que descia, a cabeça do caralho dele encaixava-se perfeitamente entre os lábios dela, só para ela voltar a subir e negar-lhe a penetração. O Ricardo debatia-se levemente, as coxas a tremerem.
Eu sentia a boca da Sofia a trabalhar-me com mais intensidade. Ela gemia em volta do meu caralho cada vez que ouvia os gemidos abafados do marido. A mão dela subiu e começou a apertar os meus tomates com jeito, enquanto a garganta se abria para me engolir mais fundo.
A Rita continuava o seu vaivém cruel. Agora mais rápido. O som molhado a esfregar no caralho dele enchia o quarto. O corpo do Ricardo ficou rígido de repente. As nádegas apertaram-se. Um gemido longo e desesperado saiu-lhe pelo nariz.
Veio-se. O esperma jorrou com força entre o ventre de ambos. Ela continuou a esfregar-se devagar enquanto ele se esvaziava, prolongando os espasmos até ele ficar a tremer e a ofegar.
Só então a Rita parou. Levantou-se do colo dele com calma. O caralho do Ricardo ficou mole e sujo, a latejar ainda. Ela tirou a tanga da boca dele com dois dedos. Um fio de saliva ligava o tecido aos lábios dele.
O Ricardo puxou o ar com avidez, a voz rouca e quebrada:
“Espera… só uns minutos… por favor.”
A Rita ficou de pé à frente dele, a olhar para o homem vendado e ainda algemado.
Ele engoliu em seco e continuou, a voz quase a falhar:
“Não vás embora sem me foderes. Peço-te. Quero sentir-te de verdade. Só… dá-me um momento para recuperar. Mas não saias daqui sem me dares o que prometeste.”
A Rita ficou em silêncio durante alguns segundos. Depois passou o polegar pelos lábios dele, limpando um resto de saliva, e respondeu apenas:
“Vamos ver se mereces.”
Virou-se para mim e para a Sofia com aquele sorriso maroto. Deitou-se sobre ele de barriga para cima e abriu as pernas expondo a sua linda cona para mim, com o pau dele encostado ao fundo das costas.
“Vem, Pedro. Fode-me.”
Aproximei-me. A cona dela estava encharcada, os lábios inchados e brilhantes. Encostei a cabeça e empurrei de uma vez, fundo. A Rita arqueou as costas e soltou um gemido longo. Comecei a foder com ritmo firme, as bolas a baterem no cu dela a cada estocada. Por baixo, o Ricardo gemia baixinho, ainda sem ver nada, só a sentir o peso e o movimento.
Aos poucos o caralho dele começou a endurecer contra as nádegas da Rita sentiu. Virou a cabeça para a Sofia, a voz rouca de prazer:
“Põe-lhe um preservativo. Rápido.”
A Sofia obedeceu. Tirou um preservativo da carteira, abriu o invólucro com os dentes e desenrolou-o com jeito sobre o caralho já quase completamente duro do marido. A Rita ergueu ligeiramente as ancas, alinhou-se e desceu devagar.
O gemido que saiu da garganta dela quando a cabeça do Ricardo abriu o cu foi profundo, quase animal. Centímetro a centímetro ela foi engolindo o caralho dele até ficar completamente cheia. Eu continuei a foder-lhe a cona, agora sentindo a pressão extra do outro pénis a separar-se de mim apenas por uma fina parede de carne.
A Rita começou a mover-se. Subia e descia no caralho do Ricardo enquanto eu empurrava fundo. O ritmo era sujo, molhado, sincronizado. Cada vez que ela descia, eu entrava até ao fundo. O Ricardo, ainda vendado e algemado, gemia sem parar, as ancas a tentarem encontrar um ritmo próprio.
Saí de dentro dela de repente, agarrei o caralho e vim-me sobre a barriga da Rita.
A Sofia não perdeu tempo. Ajoelhou-se e passou a língua pela barriga da Rita, limpando tudo com lentidão obscena, lambendo até ao último fio. Depois subiu e beijou a Rita, partilhando o gosto.
Eu aproximei-me da cabeça do Ricardo, tirei-lhe a venda num movimento seco.
Os olhos dele abriram-se, desfocados primeiro, depois a focarem. Viu a Rita em cima dele, o corpo a cavalgar o caralho que tinha no cu, os seios a balançarem, a barriga ainda brilhante de saliva e restos do meu esperma. Espreitou e viu a Sofia, novamente de joelhos, mas agora a lamber a cona da Rita e a chupar o clitóris.
A Rita sorriu para ele, ainda a subir e a descer com ritmo constante.
Acelerou. O corpo dela batia contra o dele com força. O Ricardo gemeu alto, as algemas a tilintarem enquanto tentava agarrá-la. Eu vi o momento exacto em que ele perdeu o controlo. O corpo dele contraiu-se, as ancas ergueram-se e ele veio-se dentro do cu dela, com um gemido rouco e longo a sair-lhe da garganta.
A Rita não parou. Continuou a cavalgar até ao orgasmo. O corpo tremeu, a cona apertou, e ela gritou, as unhas cravadas no peito do Ricardo.
Só então abrandou, ainda com o caralho dele dentro, a respirar fundo, o suor a brilhar na pele.
Os momentos que se seguiram foram de enorme silêncio. Decidimos que íamos tomar banho no nosso quarto. Vestimo-nos e saímos.
No nosso quarto, vencidos, tomamos um duche e a Rita adormeceu quase instantaneamente. Tirei-lhe uma foto para as nossas memórias, que aqui partilhamos, enquanto agradeci ao universo a minha sorte.
Nos dias que se seguiram o Ricardo tornou-se particularmente chato, a insistir que queria mais. Não houve mais ... ali.
Mas exatamente um ano depois, já com uma nova “Sofia”, fomos passar um dia no iate dele e posso dizer que um dia vos vamos contar como a Rita recebeu uma proposta acompanhada de uma mala cheia de dinheiro.
