Tudo começou três dias antes, em casa. Estávamos os dois na cama, quando eu lancei o desafio que vinha fantasiando há semanas.
“Amor… nestes dias em que vou estar fora podias convidar a Cláudia para vir até cá, para não passares tanto tempo sozinha.*
“Boa ideia.”, confirmou ela.
“Pode ser que finalmente concretizes a tua fantasia” brinquei eu. A Rita sempre tiveram uma paixão platónica pela amiga. Várias vezes fantasiavamos que elas se comiam durante o sexo ou a masturbação. A Rita chegou ao clímax muitas vezes com esse pensamento na cabeça.
“Hmmm acho que as coisas no casamento já andam melhores. Se não aconteceu já não vai acontecer “ desabafou ela.
“Confia em ti. És um mulherão tão interessante.”, e depois ganhei coragem, “até te digo mais, se conseguires foder com ela fica garantido um dia inteiro em que não te posso dizer não. Faço a nossa aposta da praxe, tal é a minha confiança. Mas para dares tudo, se não conseguires eu cobro-te o mesmo.”
“Não quero fazer nada sem ti.”
“E não farás, eu estarei a ver tudo.”, disse-lhe, antes de planearmos o esquema das câmaras ocultas.
A Rita levantou a cabeça, os olhos brilhavam de excitação e malícia. Os seios dela pressionados contra mim, mamilos duros.
“Quero ver-te a chupar as maminhas da Cláudia.”
“Imagino…”
No dia seguinte montamos as câmaras juntos. Colocamos uma na sala, escondida na estante, com ângulo perfeito para o sofá. Outra no quarto, no móvel em frente à cama, capturando cada centímetro do colchão. Testamos o áudio, o streaming e a gravação local.
Agora, no hotel, o meu coração acelerou quando ouvi o barulho da chave na porta de casa.
A Rita abriu antes mesmo da Cláudia bater. A minha mulher estava irresistível: vestido curto, decote profundo que deixava boa parte dos seios à mostra. A Cláudia entrou devagar, jeans justos e na blusa branca sem soutien.
Elas ficaram na sala, conversavam, riam, bebiam vinho tinto. A Cláudia elogiou o vestido da amiga. Por uns minutos a Rita saiu para ir à casa de banho e percebi que a noite ia ser um sucesso. A Cláudia estava visivelmente excitada, ajustou a roupa e desapertou um botão da blusa expondo um belo decote.
Quando a Rita regressou a postura de ambas foi diferente. Sentaram-se muito próximas, com as pernas a tocarem-se.
A Cláudia deu o primeiro incentivo, passou os dedos devagar pela borda do decote, roçando a pele macia do colo de Rita, que corou.
A conversa fútil desapareceu.
“Rita, quem olha para ti sabe que estás tão bem resolvida. Uma mulher bem casada, sem problemas de prazer”
“Todos temos os nossos problemas, mas não me posso queixar.”
“Pois olha, eu queixo-me bem. Sempre fui tão espigadota, com vontade de aventura e agora pareço uma velha, sem brilho nenhum.”, insistiu a Cláudia.
“Tens a vida toda pela frente. Ainda vais viver muita coisa.”
“Eu sei bem o que ainda queria viver”, disse ela com um sorriso maroto.
Aproximou-se mais. Abraçaram-se devagar, corpos colados. As mãos da morena desceram pelas costas de Rita até apertar a bunda por cima do vestido, que enfiou o rosto no pescoço dela.
Os beijos começaram leves — lábios roçando, respirações misturando. Depois ficaram mais profundos, as línguas tocavam-se. A Cláudia segurou o rosto de Rita e enfiou a língua com mais vontade. Enquanto isso, suas mãos abriram o vestido devagar.
O vestido deslizou e caiu aos pés de Rita. Ela ficou nua, apenas de tanga. Os seus lindos seios redondos e empinados ficaram completamente expostos, com os mamilos duros de tesão. A Cláudia afastou o corpo só para a admirar.
“Porra, Rita… és tão perfeita.” murmurou a Cláudia, voz rouca. Segurou os dois seios com as mãos.
A Rita gemeu baixinho. A Cláudia massageou com calma, polegares circulando os mamilos, beliscando de leve, puxando. Depois abaixou a cabeça e lambeu um mamilo devagar, circulando a língua antes de chupar com fome, sugando forte para dentro da boca. A Rita arqueou as costas, segurando a cabeça loira contra o peito, gemendo mais alto.
“Isso… chupa-me as mamas, Cláudia…”
Cláudia alternou entre os dois seios, chupando um enquanto apertava e torcia o outro. Juntou os dois e passou a língua nos mamilos ao mesmo tempo, deixando-os brilhando de saliva, inchados e vermelhos. A Rita tremia e apertava as coxas.
A Rita retribuiu. Tirou a blusa de Cláudia e enterrou o rosto entre eles. Chupou com devoção, mamando com força, mordendo, enquanto a Cláudia gemia e segurava a cabeça dela.
“Vai, amor… me mostra do que você é capaz”, murmurei para a tela.
A Cláudia sentou-se no sofá e puxou Rita para o seu colo. Chupou um dos mamilos, enquanto enfiava a mão entre as coxas da Rita, massajando o clitóris.
A excitação delas só crescia. E eu, no hotel, pau na mão, assistia tudo com a respiração presa, sabendo que o melhor ainda estava por vir.
“Caralho…”, sussurrei, apertando meu pau enquanto via a minha mulher gemer e rebolar no colo de outra mulher.
A Rita veio-se ali mesmo, tremendo, mordendo o ombro da Cláudia. Eu vi o corpo dela em convulsão, as coxas a apertar o braço da amiga. A Cláudia riu, tirou os dedos da cona da Rita e limpou-os na sua própria boca.
“Que delicia!”, disse ela, acariciando o corpo da Rita com gestos meigos enquanto esta se deixava ficar caída sobre ela, ainda ao seu colo.
“Cláudia, vai para o quarto. Dá-me um minuto e já vou ter contigo.”, disse a Rita, saindo do colo dela e esticando-se no sofá.
A Cláudia obedeceu. Beijou a Rita, retirou a blusa e as calças, expondo o seu corpo bastante jeitoso. Deu dois passos em direção ao hall, virou-se para trás e enquanto apalpava o seu rabo disse:
“Não me deixes sozinha. Estou demasiado excitada para isso.”
No quarto a Cláudia deitou-se e começou a tocar-se lentamente, dando pequenos gemidos de excitação.
Cá em baixo a Rita virou-se para a câmara e sorriu mandando um beijo na minha direção.
“Espero que estejas a gostar!”
A Rita foi buscar a uma gaveta da sala o Satisfyer, um vibrador que lhe dava grandes orgasmos. Levou-o para o quarto e parou à porta a contemplar o prazer da amiga.
A Cláudia olhou e ela acabou com o vibrador.
“Hoje não vamos precisar de nada disso. O nosso tesão chega para dar e vender todos os orgasmos que quisermos.”
A Rita juntou-se a ela na cama deitou-a em posição de cruz, de pernas estocadas e braços totalmente abertos. Beijou todo o seu corpo, começando na testa, orelhas e pescoço, baixando para o peito e mamilos. Causou imensos gemidos no umbigo e virilha da amiga. Depois lambeu as pernas até chupar os dedos dos pés.
Com gentileza afastou as pernas da amiga e retirou a tanga dela. Inteligente e malandra, colocou-se de lado deixando-me contemplar a cona aberta e depilada da Cláudia de frente para a câmara.
Depois ajoelhou-se no chão entre as pernas da amiga, puxou-a e começou a lamber a cona, causando vários gemidos e convulsões de excitação.
A Cláudia tentou resistir ao orgasmo. Levantou-se num ápice, puxou a Rita para a cama e abriu as pernas dela com força. Eu tinha agora visão direta da cona da minha mulher: rosada, inchada, brilhando de tesão.
A Cláudia lambeu devagar, da entrada até o clitóris, saboreando. A Rita arqueou as costas e gemeu alto:
“Ahhh foda-se… Cláudia… tão bom…”
A Cláudia enfiou a língua toda dentro da cona da Rita por uns largos minutos e depois chupou o clitóris com força. Enfiou dois dedos, curvando pra cima, entrava e saia rápido e de forma barulhenta. O som molhado chegava claro pelo microfone. A Rita tremia, as coxas apertavam a cabeça da amiga, gritando.
Ela teve um orgasmo muito forte. O meu pau latejava na minha mão.
A Cláudia desta vez não parou. Virou a Rita de bruços, levantou o cu dela e enterrou o rosto entre as nádegas. Lambeu a cona e o cuzinho, enfiando a língua no cu enquanto os dedos voltaram a penetrar a cona. A Rita soluçava de prazer, empinando mais, pedindo mais. Em menos de 10 minutos teve outro orgasmo intenso.
Depois, a Cláudia virou-a novamente para cima, com gentileza e montou o rosto dela. A Rita agarrou aquelas coxas grossas e chupou a cona dela como uma faminta, enfiando a língua fundo, lambendo o clitóris. Cláudia rebolava, fodendo a cara da minha mulher, esfregando a cona molhada por toda a cara dela.
“Isso… chupa-me… enfia essa língua toda…”, rosnava Cláudia.
A Rita enfiou os dedos nela e pouco depois a Cláudia veio-se, tremendo, inundando a boca da minha Rita de sucos vaginais.
Mas estavam imparáveis. Eu vim-me e fiquei a contemplar. Elas trocaram posições várias vezes. Vi a Cláudia de quatro enquanto Rita a comia por trás, língua na cona e no cu. Depois uma linda tesoura, em que as duas se esfregavam, cona contra cona.
Os gemidos enchiam o quarto. Suor brilhava nos corpos. Fluidos escorriam pelas coxas.
Aninharam-se. Acreditei que iam ficar por ali, mas de repente os beijos intensificaram e começaram a masturbar-se mutuamente. Vieram-se quase em simultâneo, as mamas em contacto, as bocas num beijo permanente, interrompido pelos gritos de prazer.
Elas desabaram, suadas, ofegantes, bocetas ainda roçando, fluidos misturados escorrendo nos lençóis. A Cláudia beijou a Rita devagar, as duas rindo baixinho, exaustas.
Durante quase uma hora ficaram imóveis. Mas Cláudia levantou-se lentamente.
“Fica”, pediu a Rita
“Infelizmente não posso. Tenho que ir aturar o idiota”, disse referindo-se ao marido, “e tu não te sentes mal por ter feito isto ao Pedro?”
“Cláudia, não te preocupes, ele ficaria louco de tesão se soubesse disto”, disfarcei.
“Não lhe contes nada, por favor.”
“Não te preocupes, Cláudia. Connosco só podes contar com coisas boas.”.
A amiga saiu, novamente só de tanga. Vestiu-se na sala, sempre com um sorriso na cara e saiu. A Rita foi à janela toda nua e despediu-se com um beijo.
Depois atirou-se para a cama e num gesto de enorme felicidade do qual fiz um print que aqui partilhamos, disparou:
“Prepara-te porque o teu dia sem dizer não vai dar-te muito prazer. Obrigado por me incentivares a isto. Foi só incrível!”
Eu enviei uma SMS:
“Vamos dormir, amor. Daqui a dois dias vou-te foder enquanto vemos todo o vídeo.”
E assim foi. Aliás, assim foi várias vezes.
