Acordámos cedo naquela manhã e fomos directos para a praia. O sol ainda estava baixo e a areia fresca. Como a praia ainda estava deserta tirei a parte de cima do bikini e fiquei só de tanga, deitando-me de barriga para cima para bronzear as minhas maminhas. O Pedro não tirava os olhos delas.
“Porra, Rita… estás tão sensual assim”, murmurou ele, passando protector solar nos meus seios devagar, demorando-se nos mamilos até ficarem duros.
Já na altura o Pedro gostava de tirar fotos provocadoras e aqui vos deixamos uma.
Depois de algum tempo, decidimos fazer uma caminhada. Um pouco mais sabíamos que havia à frente uma zona que sabíamos ser frequentada por nudistas e eu para evitar confusões voltei a colocar a parte de cima do bikini. Essa zona estava quase vazia, só umas poucas pessoas ao longe. O Pedro parou, olhou para mim com um sorriso provocador e desafiou:
“E se tirássemos tudo e entrássemos nus no mar? Só nós os dois.”
Corei, mas a ideia excitou-me. Olhei à volta, confirmei que não estava quase ninguém e despi-me, ele fez o mesmo. Corremos nus para a água, a rir nervosamente. O mar estava fresco e delicioso. Abraçámo-nos, beijámo-nos. A pila dele já estava meia dura contra a minha barriga.
“Adoro sentir-te assim, toda nua no mar”, sussurrou ele, apertando-me o rabo.
Foi então que ela apareceu. Uma mulher morena, alta, corpo escultural, seios grandes e firmes, rabo redondo. Entrou na água com confiança.
“Bom dia!”, disse com um ligeiro sotaque brasileiro bem quente, mas que se notava que era de alguém que já estava em Portugal há muito anos e já tinha uma mescla que a tornava ainda mais exótica. Não tinha qualquer vergonha, porque afinal a zona era propícia à nudez e ela não fazia ideia do nosso desconforto.
Ela aproximou-se, sorrindo. Apresentou-se como Luana.
Conversámos um pouco. Ela disse que estava a morar em Portugal desde criança, mas que tinha saudades do seu país.
A conversa foi ficando mais quente. Luana olhava sem disfarce para os meus seios e para a pila semi-ereta do Pedro.
Ela tinha uma estranha capacidade para nos fazer sentir à vontade. Convidou-nos para nos juntarmos a ela ao sol.
Aceitámos. Deitámo-nos os três na toalha grande dela. A Luana deitou-se ao meu lado e ofereceu protector solar.
“Deixa-me passar em ti. Não quero que estas maminhas lindas queimem.”
As mãos dela eram experientes. Passou creme em todo o meu corpo, mas apostou nos meus seios com calma, apertando-os suavemente, circulando os mamilos com os polegares.
“Que delícia… tão firmes e sensíveis. Estás a ficar molhadinha, não estás?, murmurou ela, olhando-me nos olhos.
Gemi baixinho. O Pedro observava tudo, a pila agora completamente dura. Virou-se de barriga para baixo com vergonha.
A Luana sorriu e olhou para ele.
“Então, Pedro? Estás a gostar de ver a tua namorada a ser tocada? Olha como os mamilos dela estão duros… aposto que a bucetinha também já está bem molhada.”
Estávamos nesta tensão quando, pouco depois, chegou uma amiga dela, a Camila.
Ainda mais boazona: mais baixa, corpo definido, seios perfeitos, rabo empinado e um olhar de quem sabia exatamente o efeito que causava. Estendeu a toalha ao lado.
Era provocadora. Despiu-se toda e passou creme de joelhos mostrando bem todo o seu potencial.
Olhou para nós e sorriu sabendo perfeitamente que estávamos excitados com o seu corpo.
A Luana não parou. Continuou a passar creme nas minhas coxas, abrindo-as devagar. Os dedos roçaram na minha cona.
“Camila, este são meus novos amigos, Rita e Pedro. Olha como ela é linda e ele… já deve está latejando, com tudo isto.”
“ Vira aí , moço, deixa ver.”, disparou a Camila.
O Pedro olhou para mim e virou-se para cima mostrando o seu caralho grosso já bem ereto.
As duas moças riram de forma provocante.
“Porque é que não lhe dás uma mãozinha? Deixa-me ver-te a masturbar o teu homem enquanto eu te toco.”, disse a Luana de forma extremamente natural.
Hesitei, mas o tesão era demasiado. Coloquei-me de quatro, voltada para o caralho do Pedro, peguei na pila dele e comecei a masturbar devagar.
A Luana aproveitou e sem avisar enfiou um dedo dentro de mim, fodendo-me lentamente.
“Isso… assim. Mãozinha bem gostosa. Olha como ele está duro. Queres que eu te chupe o clitóris enquanto tu o punhetas?”
“Quero…”, gemi.
A Luana baixou a cabeça e começou a lamber-me devagar, a língua quente e experiente a rodear o clitóris enquanto enfiava dois dedos dentro de mim. O Pedro gemia a ver tudo.
“Foda-se, Rita… que cena…”, gemeu ele.
A Camila aproximou-se, tocando nos próprios seios enquanto via a cena.
“Que casal safado. Continua, Rita. Faz ele gozar. Quero ver o teu namorado a gozar enquanto a Luana come a tua coninha.”
Aumentei o ritmo da punheta e do broche. A Luana chupava com mais força, os dedos a entrarem e saírem rápido. Eu gemia sem controlo.
“Vou-me vir…” — avisou o Pedro.
“Goza, amor… goza pra nós”, pediu a Camila.
Ele explodiu, jorrando para dentro da minha boca a sua esporra. A Luana pouco depois também sentiu os sucos do meu orgasmo na sua boca.
“Maravilha.”, disse a Luana, dando-me um beijinho de língua a cada um de nós.
Eu e o Pedro ficámos uns minutos deitados a recuperar o fôlego. A Luana e a Camila perguntaram se iríamos embora e nós confirmamos que sim. Elas falaram-nos de uma discoteca ali perto e disseram que estariam lá nessa noite.
“Depois podemos falar-vos dos nossos serviços. Mas mesmo que não queiram podemos passar um bom bocado.”, disse a Luana brincalhona.
Elas foram para a água e rapidamente estavam acompanhados por um grupo de 3 homens.
Aproveitamos para acenar ao longe e regrassar ao parque de campismo, ainda excitados.
Mal chegámos ao balneário comum (quase vazio àquela hora), o Pedro trancou a porta de um dos duches, encostou-me contra a parede e enfiou a pila toda de uma vez.
“Caralho, Rita… ver-te assim hoje deixou-me louco”, rosnou ele, fodendo-me com força, com a água a cair sobre nós.
“Sim, mas elas eram prostitutas de certeza, viste como ela se referiu aos serviços delas?”
Fodemos como animais, com a ideia de que tínhamos estado com duas a profissionais do sexo. Ele apertava-me os seios, dava-me estocadas profundas, naquela sempre limitador silêncio de quem fode em locais públicos.
“Mais forte, Pedro… fode-me bem”, supliquei em sussurro.
Vim-me outra vez, apertando a pila dele. O Pedro saiu de dentro de mim, ajoelhou-me deu-me várias pancadinhas com o caralho na cara e depois esporrou-me toda, cobrindo os olhos, que rapidamente coloquei debaixo de água.
Quando saímos do balneário, ainda com o cabelo molhado, um homem de uns 40 anos que estava por perto olhou para mim e sorriu.
“Desculpa, mas vi-te na praia hoje… tens um corpo espectacular. Se quiseres, amanhã posso ajudar-te a passar creme nas costas… ou onde mais precisares.”, provocou, “acredita que tenho tanto jeito como aquelas putas”.
Corei, sorri sem responder e continuei a andar de mão dada com o Pedro, ainda com a cona a latejar do que tinha acontecido.
Depois de jantar e de umas tantas cervejas num bar, decidimos ir à discoteca de que elas falaram.
“Rita, estás tão sensual. Todos os homens te vão querer comer. Eu incluído!”, confessou o Pedro.
Eu estava com um vestido branco de praia em renda que expunha os seus seios discretamente e deixava ver o seu rabinho empinado numa tanga também branca. De facto, não era bem roupa para discoteca, mas estávamos de férias e não queria saber!
A discoteca ficava mesmo em cima da areia, com luzes coloridas a piscar, música alta e o som das ondas ao fundo. O ar estava quente, cheirava a protetor solar, perfume doce, suor e mar. Chegámos por volta da meia-noite. Elas já estavam lá.
A Luana usava um vestido preto curto, justo ao corpo, tão curto que mal cobria a curva do rabo. O decote era profundo, mostrando boa parte dos seios pesados. A Camila estava ainda mais provocante: saia branca minúscula, top crop que deixava a barriga bronzeada à mostra e os mamilos marcados no tecido fino. As duas chamavam a atenção de toda a gente.
Quando nos viram, sorriram com cumplicidade.
“Olha só o casal mais gostoso da praia”, disse a Luana, aproximando-se e dando-me dois beijos no rosto, demorando-se um segundo a mais. O cheiro dela era doce e sensual, “Rita, estás linda pra caralho. Esse vestido fica perfeito nessas curvas.”
A Camila abraçou o Pedro de forma provocadora, roçando o corpo no dele.
“E tu, Pedro… já estás duro só de nos ver?”, sussurrou-lhe ao ouvido, rindo baixinho.
Pedimos bebidas — caipirinhas bem fortes. Sentámo-nos num canto mais escuro, com sofás baixos. A conversa começou leve, mas rapidamente ficou quente.
“Então… contem lá”, pediu a Camila, cruzando as pernas e mostrando a coxa bronzeada, “Depois de hoje de manhã, ficaram com vontade de repetir?”
Olhei para o Pedro e sorri, corando um pouco.
“Ficámos”, respondi, “Não consigo parar de pensar na tua boca em mim, Luana.”
A Luana mordeu o lábio inferior e aproximou-se mais de mim.
A mão dela deslizou pela minha coxa por baixo da mesa, subindo devagar até quase tocar na minha cona. Senti um arrepio.
A música mudou para um ritmo mais sensual, com batida pesada. A Luana pegou na minha mão.
“Vem dançar comigo, Rita.”, disse ela.
Puxou-me para a pista. Os corpos colaram-se imediatamente. Ela era mais alta, os seios dela pressionavam os meus enquanto rebolávamos juntas. As mãos dela desceram para o meu rabo, apertando-o por cima do vestido fino.
“Gosto de sentir o teu corpo contra o meu”, murmurou ela ao meu ouvido, a voz rouca, “Imagina eu e a Camila a comer-te ao mesmo tempo… uma na tua coninha, a outra nos teus mamilos. Achas que aguentavas?”
Gemi baixinho contra o pescoço dela. Senti os mamilos endurecerem e a cona ficar molhada.
“Quero tanto…”, confessei.
Olhei para o lado e vi a Camila a dançar com o Pedro. Ela rebolava o rabo contra ele, a mão atrás das costas a roçar na pila dele por cima das calças. O Pedro tinha as mãos na cintura dela, o olhar vidrado.
Voltámos para o sofá os quatro, suados e excitados. A Camila sentou-se ao colo da Luana e começou a beijá-la devagar, línguas visíveis, gemendo baixinho. Eu e o Pedro observávamos, a tensão sexual quase insuportável.
A Luana interrompeu o beijo e olhou para nós, os lábios brilhantes.
“Estamos muito molhadas…”, disse ela, sem vergonha nenhuma, “E aposto que a Rita também está. Não querem ir para um motel? Só nós os quatro. Podemos continuar o que começámos na praia… mas com muito mais tempo e privacidade.”
A Camila lambeu o pescoço da Luana e acrescentou, olhando directamente para o Pedro:
“Quero ver o teu namorado a foder-te enquanto nós nos comemos ao lado. E depois vamos as duas tratar dele como merece.”
O Pedro apertou a minha coxa com força. Eu estava encharcada.
“Bem, provavelmente não temos dinheiro para vos pagar”, disparou o Pedro com tão pouca vergonha que me surpreendeu.
Elas olharam uma para a outra e começaram a rir abertamente e descontroladamente.
“Queridos, vocês pensam que somos prostitutas? Ahah! Essa nunca tinha acontecido!”, disse a Camila.
“Nós somos personal trainers e eu disse que falaríamos dos serviços, porque nós fazemos aulas personalizadas ao domicílio e em espaços publicos.”, disse a Luana, “mas percebo a confusão das minhas palavras. Ahahah!”
“Ah, sendo assim vamos divertir-nos um bom bocado e depois vamos conversar!”, disse a Rita.
“Mas antes vamos foder!”, disse a Camila
Fomos todos juntos de Uber para o motel e a temperatura já estava a subir demasiado. O motorista ficou maluco
Mal entrámos no quarto do motel, a tensão sexual tornou-se explosiva. O espaço era simples, mas o grande duche de vidro no canto e a cama king size já prometiam tudo. A Luana fechou a porta e trancou-a com um clique que soou como um sinal de partida.
“Finalmente sozinhos… “ murmurou ela, aproximando-se de mim e passando o polegar pelo meu lábio inferior, “Estou com tanta vontade de te provar outra vez, Rita.”
Mas a Camila não perdeu tempo e brincou:
“Venha cá minha putinha. Hoje você é minha, logo pago o que merecer.”
Puxou a Luana para si e beijou-a com fome. Foi um beijo molhado, ruidoso, línguas entrelaçadas, gemidos baixos saindo das gargantas delas. As mãos da Camila subiram pelo vestido da Luana e apertaram-lhe o rabo com força, levantando o tecido.
“Tira isso”,ordenou a Camila, voz rouca, “Quero ver essas tetas todas”
A Luana tirou o vestido preto pela cabeça, ficando só de tanga preta minúscula. Os seios grandes e pesados saltaram livres, mamilos escuros já duros. A Camila baixou-se e chupou um deles com vontade, sugando ruidosamente enquanto a mão deslizava entre as pernas da Luana.
Eu e o Pedro observávamos, colados um ao outro. Ele estava atrás de mim, mãos na minha cintura, pila já dura a pressionar o meu rabo por cima da roupa.
“Porra, olha para elas…”, sussurrou ele no meu ouvido, mordendo o lóbulo, “Estão tão loucas.”
Tirei o meu vestido devagar. O Pedro apertou os meus seios por trás, beliscando os mamilos enquanto víamos o espectáculo.
A Luana deitou a Camila na cama e tirou-lhe a saia e o top. As duas estavam agora nuas. A Luana abriu as pernas da Camila e baixou a cabeça, lambendo a cona dela com lambidelas longas e lentas.
“Hmmm… tão molhada já, sua puta. Estavas assim o dia todo pensando nisto? Nunca te cansas da minha boca?
“Estava… continua a chupar, Luana… assim, bem devagar”, pedia a Camila, rebolando as ancas contra a boca dela.
Eu não aguentei mais. Virei-me para o Pedro, beijei-o com desespero e empurrei-o para a cama, ao lado delas. Tirei-lhe as calças e a pila saltou, grossa, latejante.
“Quero-te dentro de mim.”, sussurrei, subindo em cima dele.
Sentei-me devagar na pila dele, sentindo cada centímetro a abrir-me, a esticar-me. Comecei a cavalgar com ritmo, rebolei as ancas enquanto via a Luana a comer a Camila com fome, três dedos dentro ao mesmo tempo que chupava o clitóris.
“Que delícia…”, gemi, acelerando, “Olha como ela está a comer a cona da Camila, Pedro…”
Ele apertava os meus seios com força, subindo as ancas para me encontrar.
“Adoras ver as duas, não adoras?”
“Adoro… fode-me mais fundo”, supliquei.
A Luana levantou a cabeça, tinha os lábios brilhantes dos sucos da Camila, e olhou para nós.
“Que casal mais safado… Olha como ela cavalga bem esse pau. Continua, Rita. Quero ouvir os teus gemidos enquanto eu como a Camila.”
A Camila, ofegante, virou a cabeça para nós:
“ Pedro, aperta mais as maminhas dela… isso. Mostra como gostas de foder a tua mulher enquanto nos vê.”
O quarto encheu-se de sons molhados: a minha cona a subir e descer na pila do Pedro, os gemidos da Camila, o som da língua da Luana.
Vim-me primeiro, tremendo violentamente, apertando a pila dele com força. O Pedro segurou-me o rabo e deu mais algumas estocadas profundas. Veio-se dentro de mim.
A Luana sugeriu que continuassemos no duche. Enquanto nos deslocavamos, o esperma do Pedro pingava pelas minhas pernas.
A água quente caiu sobre nós. A Luana e a Camila ajoelharam-se imediatamente à frente do Pedro, como duas predadoras.
A Luana pegou na pila dele primeiro, lambendo a cabeça devagar, saboreando.
“Que pau delicioso… tão grosso, tão quente…”, murmurou, olhando para cima, “Quer que te chupe bem fundo, Pedro?”
“Quero…”, respondeu ele, voz carregada.
A Luana engoliu metade da pila, chupando com pressão, enquanto a Camila lambia toda a extensão e chupava as bolas pesadas, gemendo.
“Hmmm… que cheiro bom de homem excitado”, dizia a Camila entre lambidas, “Rita, vem cá atrás dele. Aperta o peito dele enquanto nós o fazemos gozar.”
Coloquei-me atrás do Pedro, colada ao corpo dele, beijando-lhe o pescoço e mordendo-lhe o ombro. As minhas mãos deslizavam pelo peito molhado. As mãos foram à procura da minha cona.
As duas intensificaram. A Luana engolia cada vez mais fundo, babando, enquanto a Camila acelerava a língua nas bolas. Depois trocaram: Camila chupava com força e a Luana lambia por baixo.
“Vocês vão matar-me…”, gemeu o Pedro, as pernas a tremer.
A Luana olhou para mim, olhos brilhantes:
“Diz-lhe, Rita. Diz ao teu homem para gozar nas nossas bocas.”
“Enche as bocas destas duas safadas com a tua esporra, meu amor.”
O Pedro soltou um gemido gutural. A Luana engoliu a cabeça da pila e bombeou com a mão. Ele explodiu com força, jatos grossos e quentes de esperma enchendo a boca da Luana. Ela recuou um pouco, deixando o resto acertar na língua da Camila. As duas beijaram-se profundamente debaixo do chuveiro, partilhando o esperma.
“Tão bom… tão quente”, murmurou a Camila, lambendo os lábios.
Ficámos ali mais uns minutos, a água a cair, corpos colados, recuperando o fôlego. Lavamo-nos uns aos outros.
Na hora de ir embora atrevi-me:
“Meninas, as vossas sessões de treino são assim tão intensas.”
“Bem, na verdade nós somos mesmo acompanhantes de luxo, mas todos os meses fazemos uma aposta, como conseguimos convencer uma mulher a partilhar o seu marido. É a nossa oferta!”, disse a Camila a sorrir, para nossa perplexidade.
“Mas desta vez ele não nos fodeu. Nem acreditamos como vocês ficaram a transar juntos quando nos tinham à vossa disposição. Foi o primeiro!”, completou a Luana.
Naquele momento eu, que ia abrir a porta do quarto, parou, virei-me para elas e perguntei:
“Se eu estiver convencida, ainda conta como oferta ou teremos de pagar?”
Elas olharam uma para a outra e sorriram. Deram uns passos atrás e com o dedo indicador fizeram sinal a chamar-nos.
Foi só uma foda. O Pedro só fodeu a Camila. Eu só fodi a Luana. Mas foi das melhores fodas da nossa vida.
Acho que a intensidade foi tanta que só me foquei no Pedro no momento em que, depois de a Luana me ter proporcionada dois orgasmos seguidos, a Camila nos chamou para juntas a beijarmos e apalparmos enquanto ela cavalgava o Pedro até ao orgasmo.
“Agora sim, a aposta foi cumprida.”, disse a Luana aninhada com a Camila.
Elas saíram primeiro. Nós ainda voltamos ao duche.
Já na nossa cama, ao deitar, aninhados, eu sussurrei ao ouvido do Pedro:
“Elas serão muito caras? Não me importava de as contratar de vez em quando.”
O Pedro sorriu, foi a nossa primeira experiência acompanhantes, mas tal como muitas outras primeiras vezes, também esta não foi a última.
