A Rita estava lá fora, na pequena varanda da sala debruçada sobre o parapeito, só com uma das minhas t-shirts velhas que lhe chegava ao meio da coxa. O cigarro que ela fumava brilhava no escuro. Não disse nada de imediato. Fiquei a observá-la uns segundos. Ela parecia concentrada. Confesso que a vista me estava a agradar muito.
“Não acendas a luz”, sussurrou ela quando sentiu a minha presença, sem se virar. A voz estava rouca, baixa, quase conspiratória.
“O que se passa?”, perguntei, aproximando-me por trás.
Acendi o meu cigarro no escuro. Debrucei-me para perceber o que a Rita estaria a ver e foi então que percebi.
No terceiro andar do prédio de escritórios em frente, uma sala estava iluminada. As cortinas semi-abertas. Um homem alto, de camisa social clara, estava sentado na borda da secretária. Uma mulher mais nova, com saia justa preta e blusa branca, estava entre as pernas dele. Beijavam-se devagar, com calma, como se tivessem o escritório inteiro só para eles.
Estavam ao nível da nossa casa, mas nós tínhamos um andar acima com uma sala que só utilizamos no tempo quente e que sem luz passava completamente despercebido.
“Porra…”, murmurei a sorrir, “Isto é que é alegria no trabalho.”
“Cheguei há uns vinte minutos. Eles estavam a trabalhar, mas já cinco minutos que não param de mamar na boca um do outro. Ele está a abrir a blusa dela.”, respondeu a Rita
Aproximei-me mais, colando o meu corpo ao dela. A Rita abriu um pouco as pernas, quase por instinto. Senti o calor da sua pele.
“Ajoelha-te, Pedro”, pediu ela de repente, voz baixa e decidida, “Quero a tua boca na minha cona enquanto te conto tudo. Devagar. Não tenhas pressa.”
O pedido fez o meu pau endurecer instantaneamente. Apaguei o cigarro, ajoelhei-me no chão da varanda e levantei a t-shirt dela e tirei-lhe as cuecas. A cona já estava molhada, os lábios inchados e brilhantes mesmo na penumbra. Passei a língua devagar, de baixo para cima, saboreando-a.
“Ahhh… isso…”,gemeu ela baixinho, “Ele tirou a blusa dela toda. Os seios são lindos, Pedro. Redondos, mamilos escuros e duros. Ele está a chupar um deles devagar, apertando o outro com a mão.”
Enfiei a língua mais fundo, abrindo-a com os dedos. A Rita empinou a bunda contra a minha cara.
“Continua…”, pedi, com a boca colada nela.
“Agora ela ajoelhou-se. Caralho, que puta elegante… Está a abrir o cinto dele com calma. Tirou o pau para fora. É grosso, amor. Cabeça grande e rosada. Ela está a lamber desde as bolas até cima, devagar, olhando para ele. Agora meteu na boca… só a cabeça primeiro, chupando devagar. Porra, que broche lento e molhado. Está a babar tudo.”
Eu chupava a cona dela com mais fome, enfiando o polegar enquanto lambia o clitóris em círculos. A Rita respirava pesado, rebolando devagar contra a minha cara.
“Ele segura o cabelo dela, mas sem forçar. Ela está a engolir mais fundo agora… quase todo. Quero fazer isso contigo depois, Pedro. Quero chupar-te assim, devagar, enquanto penso neles.”
“Estás encharcada, Rita. Adoras ver, não adoras?”
“Adoro… Ai, fode-me com a boca. Ele levantou-a. Sentou-a na secretária, abriu as pernas dela. A saia está na cintura. Está a lamber a cona dela agora… devagar, como tu. Ela tem a cabeça inclinada para trás, boca aberta. Deve estar a gemer baixinho. Enfia mais os dedos, Pedro.”
Mantive o ritmo lento durante muito tempo. A língua e os dedos trabalhavam em conjunto enquanto ela narrava cada detalhe: a forma como ele se levantou, como alinhou o pau e entrou devagar nela, as estocadas longas, os beijos, os sussurros que imaginávamos.
Quando o casal no escritório acelerou, a Rita também perdeu o controlo. Veio-se com força, apertando a minha cabeça contra a cona, o corpo todo a tremer, gemendo o meu nome baixinho. Levantei-me, virei-a, e fodi-a ali mesmo contra o parapeito, devagar, enchendo-a enquanto ainda víamos o casal acabar. Viemo-nos quase ao mesmo tempo.
Ficámos em silêncio depois, abraçados, a ver as luzes do escritório apagarem-se.
Uns dias passarem e não havia dia em que não fossemos espreitar para ver se os encontrávamos novamente. Mas na terça-feira seguinte já não tínhamos grande esperança. No entanto, por volta da mesma hora da outra vez a Rita vem em passo acelerado ter comigo ao piso de baixo.
“Pedro, eles estão lá outra vez.”, disse excitada.
Colocámo-nos nas mesmas posições da semana passada, retirei os calções à Rita e tirei a foto de recordação que vos mostramos. Ajoelhei-me logo em seguida. Levantei o top que ela tinha vestido e expus as mamas dela, que apalpei por trás. Depois comecei a lamber a cona e o olho do cu.
“Descreve-me tudo.”, pedi.
“Ela está de costas para ele, inclinada sobre a secretária. Saia levantada, mas ainda vestida. Ele abriu só a braguilha. Está a meter nela por trás, devagar. Os dois completamente vestidos. Só o pau dele fora e a saia dela subida. Que malandrecos… parece que não conseguem esperar para tirar a roupa. Ele segura nos seios dela por cima da blusa, aperta com força. Ela vira a cabeça e beijam-se enquanto ele mete.”
A Rita rebolava contra a minha cara, cada vez mais molhada.
“Hoje foi só uma rapidinha, devem estar com pressa. Ele tirou o caralho de dentro dela e veio-se na boca dela.”, sussurrou um pouco desiludida, “foda-se 20 minutos aos beijos para foderem durante 5 minutos. Este rapaz tem que melhorar o desempenho.”
A Rita puxou-me para cima e fodeu-me mesmo ali, de joelhos no banco na varanda. Também fui breve a vir-me, nem fui a tempo de tirar da cona para a esporrar no seu lindo corpo.
“Mas que se passa com os homens hoje? Ninguém se aguenta”, brincou ela.
Durante a semana fantasiamos muito com aquele casal, mas nada de os ver. Na terça-feira, estávamos a jantar e a Rita esticou a perna acarinhado o meu caralho.
“Acho que hoje vamos ter sorte. É o dia deles.”
“Veremos”, disse eu, “Mas mesmo que eles não apareçam não te livras de uma boa foda!”
Desta vez decidimos arriscar mais. A Rita queria foi para o quarto das visitas, cuja janela ficava mesmo de frente para o gabinete onde os amantes se encontravam habitualmente.
Deitados na cama, lado a lado, ambos nus, com uma vista privilegiada.
Eles lá estavam a fazer horas extras, coitados. Mas desta vez tinham outro colega mais velho também a trabalhar.
“Que merda. Acho que hoje eles não vão conseguir comer-se.”, disse a Rita frustrada.
Eu virei-me de barriga para cima ao telemóvel, a passar o tempo. Mas a Rita não me queria distraído e começou a tocar-se levemente nas coxas, na barriga e nos mamilos. Depois focou-se no meu pénis.
As carícias converteram-se numa punheta quando o caralho começou a ergueu-se.
Ela abriu-me as pernas e colocou-se de frente para mim e para a janela, ainda não tinha perdido a esperança. Começou a chupar-me intensamente. Eu fechei os olhos e desfrutei.
“Amor, o colega está a ir-se embora. Ainda há uma hipótese.”, disse com uma voz animada. Começou uma punheta suave, canalizando a visão para o escritório.
Uns minutos depois os olhos dela brilharam.
“Olha, ele pegou nela e sentou-a na secretária e está a beijá-la. As pernas dela em volta da cintura.”
Eu não me mexi, estava a ter muito prazer e ouvi-la contar o que se passava ainda me excitava mais.
A Rita sorriu com malícia percebendo que ela era a fonte do meu prazer, os olhos ainda colados à janela. Levantou-se devagar, montou-se em mim com as pernas abertas, o corpo quente e húmido já pronto. Segurou o meu caralho com uma mão e guiou-o para dentro dela, descendo devagar até me engolir por completo.
“Ahhh… porra, que bom…” gemeu baixinho, começando a mexer as ancas em círculos lentos, “Eles estão mesmo a sério agora. Ele já lhe tirou a blusa… olha aqueles peitos, amor. Firmes, a balançarem enquanto ele chupa um mamilo. Ela tem a saia subida até à cintura, as pernas bem abertas na secretária…”
Eu agarrei-lhe as ancas, ajudando-a a cavalgar-me com mais força. O som molhado do nosso sexo enchia o quarto escuro. A Rita inclinava-se um pouco para a frente, os seios roçando no meu peito, mas nunca tirava os olhos do espectáculo do outro lado.
“Ele baixou as calças… está a meter devagar. Ela morde o lábio. Que puta… adoro vê-la.”
De repente, a Rita parou de falar por um segundo, os movimentos mais rápidos. Até que fez uma expressão de enorme surpresa.
“Espera… o colega mais velho… voltou. Está parado no corredor, a olhar.”
Eu virei a cabeça curioso, mas achando que iria dar merda, achei melhor manter-me fiel ao meu prazer. A Rita acelerou o ritmo de excitação, fodendo-me com mais ganas enquanto narrava.
“Ele está escondido atrás da porta entreaberta… a mão já dentro das calças. Está a bater uma punheta devagar, a ver os dois. Eles não se aperceberam de nada, coitados. Olha para ela, Pedro… está a olhar fixo para a pila dele a entrar e sair. Que safada fodilhona.”
A Rita rebolava as ancas, apertando-me por dentro. Eu sentia que não ia aguentar muito mais. Ela continuou, a voz entrecortada pelo prazer:
“O colega está a acelerar… a cara toda vermelha… ah, fode-me mais fundo, amor! Ele vai-se vir. Cabrao, escondido.”, disse ela, a montar-me freneticamente , enquanto apertava os próprios mamilos, “ele veio-se todo para o chão. Ahahah. Espera! Agora… merda, ele vai ter com eles!”
E continuou, agora pretificada pelo suspense, com o meu caralho dentro dela e eu cheio de vontade que ela me continuasse a foder:
“Eles já o viram. Ela tentou cobrir-se, ele virou-se assustado.”, disse com um como se estivesse a descrever a cena de um filme, “O colega está a rir-se, ela está chorosa, parece que lhe está a implorar alguma coisa.”
Houve um momento de silêncio tenso. A Rita continuou a foder-me devagar, em expectativa. E gritou de excitação.
“Ahhh!”, eu até me assustei, “o colega beijou-a. Que putedo do caralho. Assim sim, gente interessante.”
Continuou:
“ O gajo dela está paralisado, enquanto o colega lhe está a tocar nas mamas mas pernas. Enfiou-lhe dois dedos na cona foda-se. E o gajo nada, que manso! Esquece, parecia que vinha aí uma cena valente e estão todos a despir-se para sair.”
“Acho que a chantagem do colega não deve ter funcionado. Que filme”, disse eu, “Agora deita-te de cu para cima, porque vou rebentar-te toda.”
A Rita anuiu e deitou-se. Com as mãos abriu o cu, expondo o seu buraquinho para mim. Eu lambi-a toda, introduzi um dedo e depois dois. Quando o cu estava todo relaxado deitei-me por cima dela, em total contacto e penetrei-a lentamente.
Ela meteu uma mão por baixo do corpo e masturbou-se, mas desta vez foi ela que pouco aguentou.
“Vou-me vir, caralho!!!”, gritou ela.
“Vem-te, minha putinha vouyeurista. Eu ao vou parar depois de te encher o cu com a minha esporra.”
Ela, sabida, inclinou ligeiramente o cu, aumentando a penetração e contraia-se, rebentando comigo. Eu não tenho forma de me aguentar se ela não quiser que eu me aguente. E, claro, explodi dentro do seu cu maravilhoso.
No dia seguinte de manhã, a Rita e eu saímos para tomar café no habitual café ao lado do escritório de casa antes de seguirmos para o trabalho. Caminhávamos de mão dada quando vimos a mulher — a mesma que tínhamos visto a foder — a passar com um homem ao lado, que não era o seu amante do escritório.
Eles pararam no mesmo café, sentaram-se numa mesa mesmo ao lado da nossa. Ela estava mais composta, como sempre,cabelo bem arranjado, roupa de executiva sexy. Falava em voz baixa, mas conseguíamos ouvir:
“…estas horas todas a mais têm que acabar. Não vale a pena. É melhor procurar outro trabalho. Não aguento mais este stress.”
O marido acenou, acariciando-lhe a mão. “Tem razão, amor. Vamos encontrar algo melhor.”
A Rita apertou a minha perna por baixo da mesa, sorrindo com cumplicidade. Beijou-me o pescoço e sussurrou ao ouvido:
“Se voltas a chegar tarde do trabalho quando chegares a casa vais sentir na minha boca o sabor da esporra de outro homem! Atreve-te!”
“Olha, melhor ainda, tenho as chaves do escritório. Queres lá dar um salto hoje à noite. Eu prometo que ninguém nos vê”, provoquei.
“Oh, isso é que é pena”
