Fantasia - o colega de trabalho

Durante a pandemia eu e a Rita criamos as “Segundas feiras porno”. Basicamente todas as segundas feiras antes de deitar víamos um filme porno para nos inspiramos para as nossas aventuras. O sucesso foi tão grande que tem durado desde então.

Estávamos os dois deitados na nossa cama grande, o quarto às escuras exceto pelo brilho azul do ecrã da televisão. O corpo quente da Rita colado ao meu, a perna dela por cima da minha coxa, a mão dela a acariciar-me enquanto eu apertava o cuzao dela e ia metendo um dedinho atrevido.

Em cena, a mulher estava sentada de pernas abertas em cima da cama, o homem deitado de costas com o pau duro e latejante na mão dela. Ela masturbava-o devagar, apertando a base e subindo até à cabeça brilhante, enquanto falava com voz rouca e provocadora.

Contava como no dia anterior estivera com um amante que a fodeu na cama deles. O homem no filme gemia alto, o pau dele a pulsar na mão dela.

Eu sentia o meu próprio pau a endurecer contra a coxa da Rita. Ela reparou, claro. Sorriu maliciosamente e apertou-me a perna.

“Gostas disto, não gostas, Pedro?”, murmurou ela ao meu ouvido, a voz já com aquele tom malandro que eu adorava.

De repente, a Rita levantou-se da cama. Ouvi os passos descalços dela no chão de madeira e o ruído de uma gaveta a abrir. Voltou segundos depois com uma venda preta de cetim nas mãos.

“Vamos brincar um bocadinho”, disse ela, com um sorriso que eu conseguia ouvir na voz, “Deita-te no meio da cama.”

Obedeci, o coração a bater mais rápido. Ela colocou-se de joelhos ao meu lado e cobriu-me os olhos com a venda, apertando-a bem para que eu não visse nada. O mundo ficou escuro. Só sentia o cheiro do corpo quente da Rita e o som da respiração dela.

A mão dela deslizou pelo meu peito, desceu pela barriga e envolveu o meu pau já completamente duro. Começou a masturbar-me devagar, exatamente como a mulher do filme, apertando e soltando no ritmo certo.

“Imagina, Pedro…”, começou ela, a voz baixa e sedutora, quase um sussurro, “Eu e o João no escritório, depois de toda a gente sair. Sempre que ele passa por mim sinto aquele cheiro dele, aquele perfume caro misturado com o cheiro de homem.”

A mão dela subia e descia, o polegar acariciava a cabeça do meu pau.

“Ele fechou a porta, trancou-a e encostou-me à mesa. Beijou-me com força, a língua dele na minha boca, enquanto as mãos dele subiam por baixo da minha saia. Tirou-me as cuecas e enfiou dois dedos grossos logo, a mexerem dentro de mim. Eu estava encharcada, amor. Tive de morder o ombro dele para não gemer alto.”

Eu gemi, o corpo todo a latejar. A Rita acelerou um pouco o movimento da mão.

“Depois ele ajoelhou-se, levantou-me uma perna por cima do ombro dele e comeu-me com a boca. A língua dele era tão quente, lambia-me o clitóris devagar, depois enfiava-a dentro de mim. Eu agarrei-lhe o cabelo e vim-me logo na boca dele, Pedro. As minhas pernas tremiam tanto.

A voz dela estava mais rouca agora, excitada com a própria história.

“Quando me levantei, pus-me de joelhos e tirei o pau dele para fora. É maior que o teu, sabes? Mais grosso. Eu adorei sentir o peso dele na mão. Lambi desde as bolas até à ponta, devagar, olhando para ele. Depois meti-o todo na boca, até ao fundo da garganta. Ele agarrou-me o cabelo e fodeu-me a boca, devagar primeiro, depois mais rápido. Eu babava-me toda, as lágrimas a correrem-me dos olhos de tanto prazer.”

A mão dela apertava-me com mais força, masturbando-me agora com um ritmo constante e delicioso.

“Ele sentou-se na minha cadeira e eu subi para cima dele. Desci devagar, sentindo cada centímetro a abrir-me. Quando estava todo dentro, comecei a cavalgar. Devagar primeiro, sentindo-o a tocar bem fundo. Depois mais rápido, as minhas mamas a saltarem enquanto ele as chupava. Ele agarrava-me a cintura com aquelas mãos grandes e empurrava-me contra ele.. Eu dizia-lhe ao ouvido: ‘Fodes-me melhor que o meu marido.’. Ele ficou entusiasmado e disse-me que eu era a putinha dele.”

Eu respirava com dificuldade, o pau latejando na mão dela. A Rita inclinou-se e lambeu-me o pau todo enquanto continuava a falar.

“Ele levantou-me, virou-me de bruços na mesa e meteu-me por trás. Batia fundo, as bolas dele a baterem contra mim. Dizia-me que eu era a puta mais apertada que ele já tinha fodido. Eu vim-mep outra vez, gritando o nome dele baixinho. E quando ele estava quase, tirou-o para fora e veio-me nas costas, jatos quentes e grossos a escorrerem pela minha pele. Depois limpou-me com os dedos e fez-me lamber.”

A Rita parou de falar por um momento, só a masturbar-me mais rápido, a respiração dela também acelerada.

“Gostas de me imaginar assim?”

Eu não consegui responder com palavras, só gemi alto, o corpo todo tenso.

“Vem-te para mim, amor”, sussurrou ela, acelerando ainda mais.

Explodi com um gemido rouco, o esperma a jorrar forte enquanto a mão dela continuava a trabalhar, ordenhando cada gota. A Rita riu baixinho, satisfeita, e deu-me um beijo molhado na ponta do pau.

“Boa noite, meu corninho”, murmurou ela, tirando finalmente a venda.

Eu pisquei os olhos, ainda ofegante, olhando para o sorriso malandro dela. O filme continuava a passar no ecrã, mas agora a única coisa que importava era o calor do corpo da Rita contra o meu.

Ela lambeu cada gota de esperma. Eu claro que aproveitei e tirei a foto que aqui vos mostramos.

No dia seguinte, acordamos muito cedo para ir trabalhar. A Rita despiu-se e passou toda nua à minha frente, com o corpinho que eu tanto desejo.

Então tive uma ideia. Levantei-me, coloquei o telemóvel a filmar na bancada da casa de banho, virada para a banheira e juntei-me a ela.

Estávamos os dois debaixo do jato quente do chuveiro, a água a cair sobre os nossos corpos nus e ensaboados. O meu pau já estava semi-ereto, roçando entre as nádegas macias e molhadas da Rita. Encostei-me às costas dela, beijei-lhe o pescoço e mordi-lhe levemente a orelha.

“Quero foder-te o cu agora”, disse com a voz grossa de desejo, “Quero que me dês esse rabinho apertado enquanto me contas, com todos os pormenores, como seria se fosse o João aqui no meu lugar.”

A Rita soltou um gemido baixo, empinando o rabo contra mim.

“Sim, amor… Quero-te aqui dentro enquanto te conto tudo. Usa bastante gel.”

Apliquei gel no meu pau e no cu dela, esfregando a cabeça grossa contra o buraquinho franzido. Empurrei devagar, centímetro a centímetro. Ela relaxou, respirando fundo, e eu fui entrando naquele calor apertado e delicioso. Quando estava meio dentro, parei, deixando-a acostumar-se.

“Ahhh… enterra o teu caralho no meu cu”, gemeu ela, “Ele é maior… ia abrir-me ainda mais.”

“Conta-me”, ordenei, empurrando mais um pouco até estar completamente enterrado no cu dela.

Comecei a mexer-me devagar, estocadas longas e profundas, saindo quase todo e voltando a meter até às bolas. A água do chuveiro escorria entre os nossos corpos.

“Ele… ahh… não seria tão paciente”, começou a Rita, a voz já rouca de prazer, “Seria mais bruto. Agarrava-me as ancas com aquelas mãos grandes e fortes e metia tudo de uma vez, fazendo-me gritar. ‘Este cu hoje é meu, Rita’, diria ele com aquela voz grossa. Depois começaria a foder-me com força, batendo o corpo contra o meu rabo, as bolas dele a baterem contra a minha cona molhada.”

Aumentei o ritmo, fodendo-a com estocadas mais firmes. Agarrei-lhe o cabelo molhado com uma mão e puxei-lhe a cabeça para trás, enquanto a outra mão segurava a cintura dela.

“Assim?”, perguntei, metendo mais fundo.

“Mais forte…”, pediu ela, “Ele seria mais agressivo. Imagina-o atrás de mim, o peito largo colado às minhas costas, o pau grosso a esticar-me toda. Ele ia bater-me no rabo com a palma da mão enquanto me perguntava ‘Gostas de levar no cu do teu colega, sua putinha casada?’ e eu ia responder que sim, que o meu cu lhe pertencia.

Dei-lhe uma palmada sonora na nádega direita, depois na esquerda, e acelerei as estocadas. O som molhado da foda ecoava na casa de banho misturado com o barulho da água.

“Sim! Assim…”, gemeu ela alto, “Ele puxaria o meu cabelo com mais força, obrigando-me a arquear as costas. Fodia-me fundo, girando as ancas para me abrir ainda mais. Eu sentiria cada veia daquele pau grosso a roçar dentro de mim. “Diz que o meu caralho é melhor que o do teu marido’, ele exigiria.”

“E tu que dirias?”, perguntei, ofegante, metendo com mais vontade, o cu dela apertando-me deliciosamente a cada estocada.

“Diria… ahh, ‘fode-me, João! O teu pau é maior, mais grosso… enche-me toda com a tua esporra!’ e sentiria o meu orgasmo a chegar”, gritou ela, empurrando o rabo contra mim, “Ele ria-se e fodia ainda mais rápido, fazendo-me gemer como uma vadia. Depois tirava-o devagar, via o meu cu piscar aberto, e voltava a meter tudo, repetidamente.”

Mudei ligeiramente o ângulo, fodendo-a mais para fundo, tocando num ponto que a fazia tremer. A Rita apoiou as mãos na parede da banheira, o corpo todo molhado. Colocamos aqui um print desse momento.com fraca qualidade por causa do valor da água.

“Ele ia virar-me de lado, uma perna levantada, e continuar a foder-me o cu assim, vendo a minha cara de prazer”, continuou ela, quase sem fôlego, “Ia cuspir na mão e esfregar na minha cona e no clitóris enquanto me comia o rabo. E eu vinha-me a primeira vez!”

Eu estava a foder com força agora, estocadas longas e ritmadas, o suor e a água misturando-se na nossa pele. O meu pau entrava e saía completamente, brilhante, antes de voltar a desaparecer dentro daquele cu apertado.

“Continua a contar”, grunhi, dando-lhe outra palmada.

“Ele ia dizer-me ao ouvido, mordendo-me o pescoço: ‘Hoje vais deitar-te ao lado do Pedro ainda com o cu latejar. Vais sentir-me o dia todo.’ e depois acelerava, batendo fundo, as mãos a apertarem-me os seios com força, torcendo os mamilos. Eu vinha-me novamente, Pedro… apertando o pau dele enquanto gritava o nome dele.”

O prazer subia cada vez mais. Segurei-a com as duas mãos na cintura e comecei a foder com estocadas curtas e rápidas, bem fundo.

“E quando ele estivesse quase?”, perguntei, a voz entrecortada.

“Ele ia avisar… ‘Vou encher-te o cu, minha fodilhona.’ e vinha-se com força, jatos quentes e grossos a dispararem bem fundo dentro de mim, tanto que escorreria quando ele tirasse.”

Aquilo levou-me ao limite. Meti até ao fundo e fiquei lá, sentindo o cu dela pulsar à volta do meu pau.

“Vem-te para mim, Pedro…”, gemeu ela, apertando-me com os músculos internos.

Explodi com um gemido rouco e longo, ejaculando profundamente dentro do cu da Rita. Jato após jato de esperma quente a enchê-la enquanto eu continuava a mexer devagar, prolongando o orgasmo. Ela gemeu alto, o corpo tremendo, e veio-se também, apertando-me com força.

Ficámos assim vários segundos, eu ainda dentro dela, a água a lavar o suor. Beijei-lhe as costas, ofegante.

“Porra, Rita… isto foi incrível”, murmurei.

Ela virou a cabeça, sorrindo com malícia, ainda empalada no meu pau.

“Adoro quando me fodes enquanto te conto as minhas fantasias… Podemos ver o vídeo esta noite e repetir?”

Desliguei o telemóvel, sabendo que tínhamos gravado uma foda longa e boa que iríamos adorar rever juntos. Saímos da banheira, ainda excitados.

O dia de trabalho ia ser longo, mas com aquela memória fresca na cabeça.

Mas a Rita queria criar mais memórias. A meio da tarde o meu telemóvel vibrou em cima da secretária. Era a Rita.

“Amor, o João acabou de me convidar para ir tomar um café. Aceitei ??”

Sorri, sentindo logo um calor subir pela barriga. Respondi depressa.

“E vais sozinha com ele?”

“Claro. Ele disse que queria falar de um processo... Estou tão molhadinha.”

“Vai falando comigo.”, disse eu excitado.

Passaram vários minutos com silêncio do lado da Rita. Foi uma tortura deliciosa.

“Estamos sentados numa mesano canto. Ele não para de olhar para o meu decote. Disse-me que eu estou especialmente bonita hoje.”

“Conta-me tudo.”

“Não posso estar sempre ao telemóvel, estamos a conversar. A perna dele está encostada à minha por baixo da mesa.”

Eu já estava duro só de ler. Levantei-me e fui rapidamente para a casa de banho dos homens, tranquei a porta e baixei as calças. O meu pau saltou, duro e latejante.

“Pedro, ele já me tocou com a mão na perna várias vezes.”

Eu masturbavam-se sem tirar os olhos do telemóvel.

“Rita, não aguento de tesão. Estou a bater uma punheta na WC do trabalho.”

“Que bom, meu Pedro. Acabou de enfiar a mão por baixo da saia. Os dedos dele estão a roçar na minha cona por cima das cuecas.”

Eu estava a masturbar-me com força, a mão subindo e descendo rápido, imaginando a cena.

“Ele puxou as cuecas para o lado e enfiou um dedo dentro de mim. Já me perguntou se eu estava a falar contigo. Eu disse que sim e ele desafiou-me a contar-te o que estava a fazer comigo.”

“Filho da puta convencido.”

“Ele disse que me queria comer.”

“Onde???”

“Vou com ele para o piso de cima no trabalho. Hoje não está lá ninguém.”

O meu punho acelerou. Estava quase.

“Estamos a ir para lá. Ele vai atrás de mim, a mão dele já esteve no meu rabo.”

Eu gemi baixo, batendo a punheta cada vez mais rápido, as veias do pau inchadas.

“Vem-te para mim.”

Eu masturbei-me até jorrar. Na esperança de ter alguma reação, mandei uma mensagem a dizer que tinha acabado d me vir. Mas a reação foi silêncio.

Sem largar o telemóvel voltei para a minha secretária. Não conseguia trabalhar. Passou quase uma hora até ter notícias dela.

“??????”

“Ui, ferveu assim tanto?”

“Nem imaginas. Logo conto tudo. Agora tenho muito que fazer.”

“Foda-se, rebentas comigo.”

Quando cheguei a casa já a Rita lá estava.

Eu fui ter com ela ao sofá, peguei nela e sentei-a ao meu colo.

“Chega de esperar”, disse-lhe louco, “quero saber tudo.”

“Tens a certeza, querido?”, brincou ela.

Eu acenei que sim, enquanto metia a mão por dentro da blusa e sentia as mamas macias dela.

“Ele trancou a porta, levantou-me a saia, baixou-me a tanga e ao sentir que eu estava toda molhada, meteu-me logo. Não podíamos arriscar demorar muito tempo. O pau dele é tão grosso, Pedro… Eu apoiada na secretária e ele a foder-me por trás com força. Tapou-me a boca para eu não gemer alto.”

Ela abriu as minhas calças e beijou-me apaixonadamente. Tirou o meu pau duro e continuou a falar.

“Fodeu-me tão forte, tão rápido.”, disse-me a bater uma punheta.

A Rita beijou-me o pescoço e acariciou-me sem parar de me masturbar.

“Eu tive um orgasmo super rápido cheia de medo e de tesão. Imagina que alguém aparecia?”

Eu já não respondia, só gemia. Não tirava da cabeça o que ela me contava

“Ele queria vir-se dentro de mim. Mas eu não deixei. Ele ficou aborrecido e deu-me estocadas fortes antes de tirar.”, deu-me estocadas fortes e sentiu que o meu orgasmo estava a chegar, “ajoelhei-me e deixei-o vir-se na minha cara. Senti a esporra quentinha dele.”

Aquilo foi demais. Vim-me intensamente com jatos grossos de esperma a jorrar sobre a minha barriga e a mão da Rita.

Depois de uns minutos aninhados a Rita rematou:

“Bem, foi um dia interessante, mas hoje passei pelo João duas vezes e senti uma súbita vontade de o foder. Se calhar abrandamos na fantasia!”

Foto 1 do Conto erotico: Fantasia - o colega de trabalho

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fantasia - o colega de trabalho

Codigo do conto:
264322

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
12/06/2026

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