Decidimos que seria este ano.
Vestimo-nos para pecar. Eu pus o vestido longo preto colado ao corpo, decote profundo quase a deixar os meus seios à mostra, fenda alta na coxa. Por baixo um body preto muito provocador. Ele estava lindo num smoking preto.
“Porra, amor… estás um luxo”, disse ele, passando as mãos pela minha cintura e apertando a minha bunda, “Já estou duro só de te ver.”
“E tu estás com cara de quem vai foder tudo o que mexer esta noite”, respondi, mordendo o lábio e apertando o volume dele por cima das calças, “As máscaras vão ficar? Quero-te assim, anónimo, só meu”
“Claro que ficam. Vamos!”
Chegámos à vivenda. O ar cheirava a sexo, incenso e champanhe. Casais mascarados dançavam colados.
Fomos até ao bar, demos uns amassos e uns beijos, excitados com o ambiente louco e excêntrico.
Uma mulher alta, corpo escultural, seios enormes e firmes quase a saltar do corpete preto, aproximou-se com o marido musculado. Máscara prateada.
“Olá! É a vossa primeira festa swing?”, perguntou ela com voz rouca e sensual.
“Sim… primeira vez”, menti, sorrindo por baixo da máscara. O que nos vivemos só a nós diz respeito. E não me interessava responder a perguntas sobre a nossa vida.
Mas na verdade era apenas uma meia mentira. Com duas décadas de relação já tínhamos vivido muita coisa, o que nos retirava o nervosismo desta situação, mas nunca tínhamos estado em algo tão luxuoso. Pagamos um bom preço e queríamos usufruir ao máximo.
“Ótimo”, disse ela, passando os olhos pelo corpo do meu marido, “Eu adoro casais novos. O teu homem tem um ar bem… capaz.”
Ele riu baixo.
“E a tua mulher é uma visão. Esses seios estão a pedir para serem chupados.”
Conversámos, flertámos, bebemos champanhe. As mãos já se atreviam: ela roçava o braço dele, eu sentia o olhar do marido queimando o meu decote.
Então apareceu uma mulher da organização. Um sonho de mulher e de elegância.
“Atenção, damas e cavalheiros, nem só de dança e de conversa se faz esta festa. Vamos fazer um jogo para despertar a líbido.”, começou, despertando a curiosidade dos 17 casais que eu contava ali presentes, “As senhoras acompanham-me para uma sala. Os senhores esperem um pouco aqui mesmo no salão.”
Olhei para ele.
“Querido… queres?”
“Quero. Confio em ti. Vamos a isso.”, respondeu ele, apertando a minha mão. Dei-lhe um beijo no rosto e acompanhei a anfitriã.
Na sala ela explicou o jogo.
“Minhas senhoras, estão aqui porque são swingers. Uma forma de vida excêntrica e muito saborosa. Hoje vamos começar da melhor maneira, com uma negociação. Cada uma de vós tentará encontrar nesta sala a parceira que acompanhará o vosso marido nesta festa.”
A risada foi geral. Havia claramente casais que tinham vindo juntos e decisões que foram tomadas quase de imediato.
A mulher que nos tinha abordado no bar veio ter comigo.
“Querida, vou ser direta, quero muito foder o teu marido.”, disse sem vergonha, “e quero-te a ver-te.”
Eu encostei os lábios ao ouvido dela.
“Quero ver-te a cavalgá-lo bem fundo. Cuidas bem dele?”
“Sim, vou dar-lhe tudo o que ele pedir. Mas com uma condição: quero que masturbes o meu companheiro enquanto nos observam. Muito devagar, sem o deixares foder-te e sem o deixares vir. Quero que ele sofra de tesão enquanto me vê a foder o teu homem.”
“Combinado.”, respondi-lhe.
Ela sorriu, excitada. Encostou-se a mim e meteu-me a mão pela fenda do vestido, tocando a minha cona por cima da lingerie.
“Safada… adoro o teu estilo de putinha santa. Quero que vejas cada centímetro dele a entrar em mim.”
Foi dito aos homens que entrassem. Ela pegou na mão do companheiro dela e eu na do Pedro. Eles acompanhar-nos sem saberem o que estava combinado.
No quarto, ela entregou-me a mão do companheiro e pegou na do Pedro. A divisão era grande, tinha uma enorme cama redonda e várias poltronas e sofás, preparada para assistência.
-Tira o fato. Quero ver esse pau — ordenou ela ao Pedro.
Ele obedeceu. O pau saltou, grosso e latejante.
“Porra… que maravilha”, gemeu ela, lambendo os lábios. Virou-se para mim, “Olha como ele está duro para mim.”
Eu sentei-me na poltrona, vestido subido, dedos na cona.
“Chupa-o. Quero ver.”
Ela baixou-se e engoliu o pau dele devagar, gemendo.
“Mmm… tão grosso… sabes tão bem”, murmurou ela entre chupadelas.
Ele gemeu de olhos postos em mim. Morto de tesão, enquanto eu despia as calças ao meu parceiro da noite.
Ele era um homem magrinho e pouco atraente, com um caralho mediano. Claramente rico, para ter um mulherão daqueles. Pode parecer preconceito, mas era muito avião para tão modesto piloto.
Agarrei o pau do marido dela.
“Tu vais sofrer. Olha para a tua mulher a chupar o meu.”
“Adoro ser corno “, respondeu ele muito excitado.
Ela subiu para a cama, tirou o corpete. Os seios grandes saltaram.
“Vou sentar-me nele. Queres ver?”
“Quero. Enfia tudo.”
Ela posicionou-se, colocou rapidamente um preservativo e desceu, engolindo o pau dele centímetro a centímetro.
“Aaaah… fode-me… ele abre-me toda!”, gritou ela, rebolando os quadris, “Tão fundo… estás a ver, meu corninho? O pau dele está a esticar a minha cona!”
O Pedro segurava as ancas dela, metendo com força. Percebeu a fantasia deles e entrou no jogo.
“Sim… cavalga-me, sua puta mascarada. Deixa o teu marido ver como gostas.”
Coloquei-me por trás do homem dela, lambi o pescoço, fiz um valente chupão, acaricie os mamilos, sempre intercalando com uma lenta punheta, de estocadas profundas.
“Olha para ela a levar o meu homem. Fode tão bem!”
“Ela é a minha rainha, ninguém fode como ela. Também gostas de ser traída?”
“Eu nunca fui traída. Tudo o que fazemos é combinado, consentido e partilhado.”, respondi, apertando o caralho dele, enquanto lhe tapava a boca com um dedo a ser chupado, “mas sim, adoro vê-lo foder.”
Ela fodia cada vez mais rápido, seios saltando, som molhado ecoando.
De repente, um homem todo nu, apenas x e mascara, muito musculado e acompanhado por uma mulher com uma impressionantes e deliciosas mamas de silicone aproximou-se.
A mulher colocou-se por trás de companheira do Pedro e segredou algo ao seu ouvido. Depois começou a beijar o seu corpo, até que se ajoelhou por trás e começou a lamber o olho do cu e os tomates do Pedro.
Ficou tudo claro, quando disse:
“Quero os dois agora!”
O jovem musculado entrou em ação. A companheira dele colocou friamente um preservativo e deu-lhe uma palmada no caralho que demostrou bem o seu nível de rigidez e excitação. Depois pegou num frasco de lubrificante que por ali estava e quase o despejou todo no caralho dele e no cu da outra mulher. E o homem começou a penetrar.
“Devagar… aaah porra! Os dois… estou cheia!”, gritou ela quando os dois paus a penetraram fundo, um na cona, outro no cu.
Eu retirei o meu vestido, peguei na mão do homem que masturbava e levei-a à minha cona atrás da suas costas.
“Sente a minha cona molhada, corninho. Sente como ficou ao ver o meu marido a foder a tua mulher.”
Ele gemeu e dedilhou o meu clitóris com empenho.
“Faz-me vir.”, pediu-me sôfrego.
“Não queres entrar em mim?”, perguntei-lhe a testar o seu limite.
“Não! Quero esporrar-me todo enquanto vejo a minha mulher a ser fodida por dois.”
Uma segundos depois a sua mulher cedeu ao prazer. Teve um orgasmo intenso, em que gritou tão alto que todos os outros barulhos dentro daquela casa pareceram deixar de existir.
Ele ficou louco. Do seu modesto caralho jorrou tanta esporra que encheu a sua barriga. Eu apertei os quilhoes dele, puxei a pele toda do caralho atrás, expremi-o até ficar seco.
Depois espelhei a esporra toda pela barriga dele e limpei a minha mão às suas pernas.
A jovem do casal que se juntara depois, ao ver aquilo veio ter connosco e lambeu a minha mão, a barriga do homem e todo o esperma que conseguiu encontrar.
E disse-me ao ouvido:
“Hoje calhou-te o corninho do grupo. Queres terminar em grande e fazer vir o meu namorado?”
Eu não respondi, mas ele foi buscar o companheiro, trocou o preservativo e puxou-me pela mão. Eu deixei o outro homem derrotado, sentado na poltrona, a descansar.
Agora tinha um desafio mais interessante. Um caralho jovem, duro, muito grosso à minha disposição.
A mulher dele deitou-o no chão e levou-me até ao colo dele. Como até então, da boca dele não saiu qualquer palavra. Era um fodilhao submisso.
Eu penetrei-o. Cavalguei-o rebolando, com afinco. Sabia que nenhum de nós tardaria a ter um orgasmo.
A companheira dele juntou-se à outra mulher a fazer um broche ao Pedro que de cabeça deitada para trás nem abria os olhos, tamanho era o prazer.
O Pedro veio-se com espasmos. Lançou a esporra na cara das duas mulheres, sujando as máscaras. Só depois olhou para mim e sorriu com a imagem da minha entrega a outro homem.
Aos seus pés, as duas mulheres beijaram-se partilhando o fruto do prazer do meu Pedro.
Até que, quebrando o seu silêncio, o homem que me fodia disse:
“Vou-me vir. Autorizas-me?”
“Onde queres vir-te?”, questionei.
Ele fez sinal à sua companheira, que subitamente levantou-se e veio ter connosco, ainda com esperma do Pedro na sua máscara
“Queres vir-te, escravo?”, perguntou ela.
“Sim, mestre” disse ele, entre fortes gemidos.
“Já tens autorização?”
“Sim, mestre”
Ela olhou para mim e perguntou:
“Onde queres que ele se venha?”
“Perguntei-lhe isso mesmo”, disse eu quase a atingir o clímax, “eu não me importo de receber o esperma dele onde ele quiser.”
“Ele não tem querer.”, respondeu ele, depois virou-se para ele e ordenou, “tira o preservativo e vem-te nas mamas dela, para eu depois as chupar.”
Ele assim fez. Era tão quentinho. Foi delicioso
Ele então debruçou -se sobre mim e lambeu todas as minhas mamas e os meus mamilos. Aproveitou e enquanto o fazia penetrou-me a cona com dois dedos.
Eu segurei-lhe o braço.
“Só sais daqui depois de me fazer vir.”
E ela assim fez. Não tardou muito. Beijei-a intensamente.
“Afinal a mestre também sabe obedecer”, disse a sorrir. Ela sorriu de volta, beijou-me, pegou no homem dela pelo braço e saiu.
Uns minutos depois só eu e o Pedro estávamos naquele quarto.
Íamos levantar-nos e por trás da porta reparei em duas pequenas janelas, estilo glory hole que estavam fechadas. Enquanto o Pedro repousava, eu levantei-me e fui até lá. Abri um deles e espreitei. Noutro quarto um casal fodia com uma assistência à volta.
A luz do nosso quarto penetrou o breu e um homem apercebeu-se da minha espionagem. Voltou-se, desapertou as calças e voltou o caralho negro, enorme na minha direção.
Eu afastei-me ligeiramente e ele sem hesitação meteu o caralho no buraco. Engoli devagar.
“Mmm… que delícia de caralho”, gemi com o pau na boca. O homem do outro lado empurrou.
“Isso… chupa mais fundo, sua safada”, grunhiu ele.
Chupei com fome, caprichei com a língua.
“Engole tudo… isso… boa menina”, incentivava ele.
Ele veio-se sem avisar na minha boca.
“Engole tudo.”, disse-me o Pedro, que entretanto estava ao meu lado. E eu assim fiz.
Da janela do lado ouviram-se três pancadas. Eu abri, achando que era outro caralho. Em vez disso surgiu uma cara mascarada, com uma boca linda, lábios grossos.
“Vem cá, Pedro.”
Ele obedeceu. O pau dele passou pelo buraco. Pouco depois ouvi a boca desconhecida.
“Mmm… que pau delicioso”
“Porra… ela chupa tão bem, gemeu ele.
Eu ajoelhei-me atrás dele, acariciei-o. Com a mão entre as pernas dele fiz uma massagem nos tomates, até que ouvi os gritos dele de prazer e senti a contração dos tomates, denunciando o orgasmo.
“Boa, meu garanhão. Vieste-te na boca dela?”
“Sim, meu amor.”
Saímos da sala com as pernas fracas, mas já completamente vestidos. De regresso ao salão, não tínhamos força para dançar e continuar naquela loucura. Ambos queríamos um tempo um para o outro.
Chegámos a casa. Ele não me deixou tirar a máscara. Ligou a câmara.
“Quero-te assim, mascarada. Deita-te. Já que não nos deixaram usar a câmara lá, vamos fazer aqui a nossa lembrança.”
Tirou-me o vestido, abriu-me as pernas e enfiou fundo.
“Olha como a tua cona me engole.”
“Mete tudo… grava a minha cona inchada a levar o teu pau”, pedi, gemendo, “Fode-me como fizeste a gaja da festa”
“És a minhaascarada favorita.”
Viemo-nos juntos.
Ele desligou a câmara e beijou-me. Juntos escolhemos uma prints que aqui vos deixamos.



