Numa noite abafada de finais de setembro, depois de a ter fodido com força contra a parede do nosso quarto, ainda enterrado profundamente nela, segurei-lhe o rosto e sussurrei:
“Tenho tido um desafio para te fazer que não me sai da cabeça.”
“Fogo, Pedro. Agora vamos descansar um bocado!”, respondeu ela enquanto se atirava para a cama, toda nua, com o magnífico cu virado para mim.
“ Descansa, minha deusa. Mas antes lanço o desafio: Aposto que conseguimos foder nas camas de três amigas mais desejáveis antes do fim deste mês. Se conseguirmos, ganhas uma noite inteira em que eu não posso dizer não a absolutamente nada. Se falharmos, a noite é minha.”
Ela mordendo o lábio e calou-se por uns longos segundos.
“Estás louco, Pedro… mas aceito. Só espero que aguentes quando eu vencer.”
E foi assim que começou o nosso mês mais arriscado até então.
A primeira oportunidade surgiu na segunda semana. Tínhamos saído a beber com a Margarida, aquela morena voluptuosa, com seios muito aperitosos e um corpo cheio de curvas que fazia qualquer homem virar a cabeça. Depois de muita bebida, ela ofereceu a casa para ficarmos, como já acontecera várias vezes.
De manhã cedo, ela saiu do quarto e passou por nós no sofá-cama da sala onde ficámos a dormir.
“Vou comprar o pequeno-almoço. Descansem mais um pouco. A minha irmã já foi para as aulas. Como ficam sozinhos levo a chave, caso não acordem, mas deixo a porta no trinco.”
Mal a fechadura rodou, a Rita, ainda debaixo do cobertor que nos tapava tirou o top e olhou para mim com os olhos cheios de desejo.
“Para a cama dela. Agora!”
Eu nem respondi e segui-a.
Deitei-a sobre os lençois ainda quentes e impregnados do perfume doce da Margarida.
Abri-lhe as pernas e penetrei-a devagar, centímetro a centímetro, sentindo a cona quente e molhada engolir-me por completo.
Comecei a mover-me com estocadas profundas e ritmadas, o corpo dela arqueando-se de prazer.
“Meu Deus, Pedro… Que loucura.”, gemeu a Rita, cravando as unhas nas minhas costas, “Imagina que ela se esqueceu qualquer coisa e volta agora… abre a porta e vê-te a enterrar esse pau grosso e latejante dentro de mim.”
Eu dei uma gargalhada, acelerei e fodia-a com mais força. As mamas dela saltavam a cada investida. Agarrei-os com as duas mãos, chupando e mordendo os mamilos escuros enquanto o som molhado dos nossos sexos enchia o quarto.
“Não pares! Enche-me antes que ela chegue!”, suplicou Rita.
Meti tudo, sentindo-a contrair-se violentamente à volta de mim. Tirei o caralho de dentro dela e ajoelhei-me à frente da cara dela. Vim-me com força, jorrando esperma quente naquela carinha linda. A Rita virou-se e limpou o rosto deliberadamente na almofada da Margarida, deixando uma mancha visível, virando ao contrário, na esperança que ela não visse.
Quando a Margarida entrou, estávamos no sofá, corados, tapados pelo cobertor, a fingir que dormiamos.
“Meninos, trago croissants. Toca a acordar.”
Nós ainda estávamos nus. Pedimos mais uma minutos e enquanto ela arrumava o quarto lá conseguimos evitar ser apanhados.
Duas semanas mais tarde, a loucura continuou. Fomos a casa da Sofia, uma amiga de infância da Sofia, que pediu companhia para superar mais uma relação que acabara.
Depois de um fim de tarde absolutamente aborrecido, ela começou a despachar-s para ir para as aulas noturnas que frequentava.
“Vou tomar um duche bem quente, para recuperar o animo. Fiquem à vontade.”
Assim que a água começou a correr, a Rita puxou-me para o quarto dela silenciosamente.
“Come-me por trás. Rápido e sem esporradelas na cara.”
Depois de umas carícias e uma bons beijos, levantei o vestido dela e penetrei-a com uma estocada profunda. Segurei-lhe os cabelos loiros com uma mão e a anca com a outra, fodendo-a com força. A cona dela estava encharcada, escorrendo pelos meus tomates.
“Rita… Melhor aposta de sempre”, rosnei.
“Mete mais forte… Se ela sair agora do duche e nos apanhar assim…”, gemeu ela, empurrando o cu contra mim, “Queres que ela veja o quanto sou tão fodilhona como ela?”
A água parou de repente. Congelámos.
“Não abrandes…”, exigiu a Rita.
Continuei a fodê-la profundamente, tapando-lhe a boca quando os gemidos ameaçavam escapar. Ela veio-se primeiro, o corpo inteiro a tremer. Eu explodi logo depois, enchendo-a com jorros grossos de esperma. Saímos do quarto no exacto momento em que a Sofia abriu a porta da casa de banho, enrolada numa toalha.
A Rita caminhava normalmente, mas senti-a estremecer. O meu esperma escorria abundante pela parte interna da coxa dela. Com uma rapidez impressionante, ela passou a mão entre as pernas, limpou o máximo que conseguiu e esfregou discretamente na própria perna, mesmo a tempo de a Sofia aparecer no corredor.
“Vocês estão bem?”, perguntou a loira, inocente.
“Perfeitamente”, respondeu Rita, com um sorriso doce.
A última e mais arriscada das tentativas aconteceu na derradeira semana, em casa da Elizabete. A loira de olhos azuis enormes e corpo de modelo tinha-nos convidado para estudar durante o fim de semana par anos prepararmos para um teste complicado.
Ofereceu-nos a cama de casal dela para passarmos a noite
“Eu durmo no quarto do lado, que vai estar vazio, para ter-me uma cama de casal. As paredes são finas… tentem não fazer barulho.”, disse ela com um sorriso ingénuo.
Pouco depois de nós deitarmos eu estava com a bateria fraca no telemóvel e queria fazer um vídeo da foda que ia fechar a nossa aposta com a minha vitória e cujo print aqui vos deixamos. Então a Rita procurou um carregador nas gavetas da mesa de cabeceira. Não encontrou, achou um dildo grosso na gaveta. Colocou-lhe um preservativo e lambeu-o todo simulando um magnífico e profundo broche.
“Quero os dois buracos cheios”, sussurrou.
Montou-se no dildo e eu comi-lhe lentamente o cu, na dupla penetração mais silenciosa da História da Humanidade.
Mas desta vez ela quis mais risco. Levou-me até à janela do quarto, abriu ligeiramente o cortinado e apoiou-se no parapeito, oferecendo-se.
“Fode-me aqui. Quero que o vizinho do prédio da frente que está a fumar naquela varanda pense que é ela.”
Penetrei o cu dela por trás enquanto ela empurrava o dildo na cona. Comecei a fodê-la com estocadas profundas e ritmadas, uma mão numa mama, a outra tapando-lhe a boca. A luz do quarto estava baixa, mas suficiente para quem olhasse da janela em frente conseguir ver silhuetas.
“Imagina… o vizinho a ver a Elizabete a levar no cu” — gemi, acelerando.
A Rita rebolava as ancas, gemendo baixinho contra a minha mão.
“Sim… fode-me mais forte. Quero que ele pense que é ela a gemer como uma puta.”
Viemo-nos juntos, num orgasmo silencioso e cúmplice.
Ficámos imóveis longos minutos, ofegantes, antes de voltarmos para a cama. A Rita retirou o preservativo no dildo, que guardou no sítio. Colocou o preservativo na embalagem e disse-me provocadora:
“Vai ficar no bolso das tuas calças. Amanhã quando o deitares fora pensa que a minha cona também foi dele.”
Tínhamos completado o desafio!
Na noite seguinte, Rita cobrou o prémio. Vendou-me os olhos e amarrou-me à cabeceira e sentou-se devagar no meu pau, engolindo-o todo.
“Agora conta-me tudo, amor. Lembra-te que não podes recusar-te a nada”, ronronou, começando a cavalgar devagar, “O que querias mesmo fazer à Margarida?”
“Hmmm… Bem, já que insistem, queria enterrar a cara naqueles seios enormes… chupá-los enquanto tu me vias… depois fode-la por trás com força enquanto ela te lambia.”
Ela acelerou, gemendo.
“E à Sofia?”
“Queria foder as duas ao mesmo tempo… mostrar àquela puta experimentada como a minha mulher é uma foda incrivel. Ver aquela cara de puta cheia do meu esperma enquanto tu a beijavas.”
“Hmmm…E à Elizabete?”
“Queria acordá-la com o pau na boca… foder aquela loira enquanto tu vias usava o dildo dela em ti.”
A Rita veio-se com força, contraindo-se à volta de mim, e continuou até eu explodir dentro dela.
“Muito bem. Agora prepara-te porque durante o resto do dia vais ser o meu criado e fazer tudo o que eu quero, logo e sem queixinha.”
