A multidão gritava, as luzes piscavam, e a mão dela apertava o meu pau por cima das calças, à minha frente, bem encostadinha. Eu aproveitei e no meio da multidão toquei o clitóris e a cona molhada dela.
“Quero que me fodas agora, Pedro”, sussurrou ela, mordendo-me o pescoço.
Não pensei duas vezes. Puxei-a pela mão e fomos para as casas de banho mais afastadas, junto da zona VIP. Entrámos num cubículo grande, tranquei a porta e empurrei-a contra a parede. Levantei a saia dela até à cintura e meti o caralho todo de uma vez. Rita soltou um gemido rouco quando sentiu o meu pau grosso abrir-lhe a cona quente e molhada.
“Fode-me com força… ai, caralho, assim!”, pedia ela, empinando o cu contra mim.
Eu metia fundo, as bolas batia na pele dela, o som molhado e obsceno ecoando, mas se ouvia, com o rock de fundo a abafar tudo. Estava quase a vir-me quando a porta do cubículo abanou com força.
“Estão a foder aí dentro?”, perguntou uma voz grave de homem.
Antes que pudéssemos reagir, ele empurrou a porta com o ombro e entrou. Era alto, atlético, com ar de quem se cuidava. Ao lado dele apareceu uma mulher loira, corpo perfeito, pernas intermináveis. A Rita conheceu-a logo, uma modelo do Instagram. Eu conheci-o a ele, jogador de futebol do "meu" clube.
Ele sorriu ao ver o meu pau ainda meio dentro da Rita e depois de trocar um olhar com a companheira desafiou:
“Quanto queres para eu foder a tua mulher agora? Para acabar o serviço que começaste.”
Tirou um maço grosso de notas do bolso e estendeu-o.
“Isto é só pela interrupção. Se me deixares comer essa cona, pago muito mais. Tu e a minha miúda só têm que ficar do lado de fora a ouvir-nos e a guardar a porta.”
A Rita fechou as pernas imediatamente e eu puxei as calças para cima.
“Não estamos à venda”, respondi seco, “muito menos a minha mulher..”
A modelo olhou para a Rita com desejo evidente, mas não insistiram naquele momento. Saíram. Durante o resto do concerto, a Rita estava estranhamente excitada.
No final, quando saíamos, o casal voltou a aproximar-se e ele foi muito direto e estranhamente transparente.
“Viva! Olhem, nós somos malucos por sexo e pagamos bem para que sejam discretos connosco. Gostávamos muito de vos ver a foder. Só isso. Temos uma suíte no Sheraton. Champanhe, privacidade total. Quinze mil euros só para assistir.."
A Rita olhou para mim. Vi o brilho nos olhos dela. Acabámos por aceitar. Fomos no carro deles, digo antes, no super carro.
Na suíte presidencial, o ambiente era luxuoso. Bebemos um espumante e ele trouxe uma caixa de charutos cheia de notas, que nos entregou.
“Não fazemos isto pelo dinheiro. Fazemos pela aventura.”, disse a Rita.
“E queres maior aventura do que acabar a ser paga para um jogador de futebol e uma modelo te verem foder?”, disse o homem.
“Nós só queremos uma boa história e muito prazer. Adoramos.”, completou a companheira dele.
“Temos mais em comum do que julgam, nesse aspeto.”, rematei eu, “mas percebemos que para vocês manter o anonimato seja muito difícil. Nós fazemos muita loucura, mas ninguém sabe nem quer saber quem somos.”
“Pois, é difícil, mas o dinheiro ajuda.”, brincou a Rita, pegando na caixa do dinheiro.
Eu e o jogador colocamos duas poltronas voltadas para o sofá, onde eu e a Rita iríamos foder para os divertir.
O jogador e a modelo despiram-se um ao outro, com muitos beijos e tesão. E sentaram-se cada um em sua poltrona, já sem roupa. Ele tinha um corpo musculado, abdómen definido, e um pau grosso e comprido. Ela era magra, seios firmes, corpinho de modelo, que, sinceramente às vezes parece que fica melhor com roupa. Ambos estavam completamente depilados.
“Podem começar, disse ele, a voz rouca de tesão e com um sorriso maroto, “Pagámos para ver.”
Puxei a Rita para o sofá. Tirei-lhe a roupa devagar, beijando cada pedaço de pele. Ela atirou a saia e a t-shirt para o homem que cheirou a roupa e esfregou no caralho cada vez mais rijo. Quando ela ficou nua, deitei-a de lado e abri-lhe as pernas. A cona dela brilhava. Meti a língua primeiro, lambendo o clitóris inchado enquanto ela gemia.
“Lambe-me… ai, Pedro, assim… mete a língua dentro.”
A Rita quis dar espetáculo, então afastou-se e deitado no sofá beneficiei da sua excitação, com ela a ajoelhar-se e a brindar-me com um broche épico.
Eles não aguentaram a excitação e começaram a masturbar-se.
Eu não queria vir-me rápido. Seria uma vergonha. Levantei-me subitamente e meti o meu caralho na cona da Rita, fodendo-a devagar, bem fundo. Ela olhava para o outro casal enquanto eu a penetrava.
Os olhos deles não saíam de nós. A modelo gemia alto, olhando para o meu pau a entrar e sair da cona da minha mulher.
Mudámos de posição. Pus Rita de quatro. Meti com força, batendo fundo, agarrando-lhe o cabelo. O som molhado da foda enchia o quarto.
“Que cona linda”, rosnou o jogador, “aposto que é bem apertadinha”.
A Rita estava a ferver, empurrou-me para trás.
“Senta-te no sofá.”, disse-me super excitada.
Depois sentou-se sobre mim, também virada para eles e abriu as pernas, colocando os pés sobre os meus joelhos. A posição não era confortável, mas o efeito foi cumprido, expor a sua linda cona aos olhos deles, com o meu pau dentro dela.
“Caralho, que gaja incrível”, disse o jogador, enquanto se levantava e pegava na sua companheira ao colo.
Sentou-se com ela por cima e imitaram a nossa posição.
“Que caralho apetitoso.”, gemeu a Rita.
Elas sentaram-se ambas sobre os nossos caralhos, de pernas fechadas e inclinadas para a frente. Estavam a menos de um metro uma da outra.
“Querem mais dinheiro?”, perguntou ele de repente, a voz entrecortada pelo prazer, “Trinta mil se ela me deixar foder só uma vez.”
“Se a a fodes também a quero foder”, desafiou a companheira.
A Rita virou a cara para mim, ainda empalada no meu caralho.
“Não”, disse ela com firmeza, mas a voz rouca de tesão, “Não faço isso por dinheiro. Nunca.”
Ele insistiu.
“Quarenta mil. Só uma foda.”
A modelo cavalgava-o cada vez mais rápido. Ele ficou empolgado, levantou-a virou-a e sentou-a no pau. Fodeu-a em pé à nossa frente, mostrando toda a força e virilidade.
A Rita olhou diretamente para ele, os olhos brilhando de desejo. Ter um homem rico e conhecido a querer tanto fode-la empoderou-a.
“Não há dinheiro no mundo que me pague.”, disse entre gritos de prazer.
O jogador gemeu, claramente mais frustrado. A modelo deu uma gargalhada.
“Estás a dar cabo dele com tanta rejeição.”, disse ela a gemer.
Ele tornou-se mais arrojado. Com autoridade colocou-a de quatro no chão mesmo à nossa frente e penetrou-a por trás. Com a força das estocadas, o rosto dela várias vezes ia contra as pernas da Rita.
A Rita virou-se e ofereceu-lhes a visão do seu lindo cu, enquanto me cavalgava, rebolando devagar.
E aí tivemos mais uma surpresa.
“Posso filmar-vos a foder?”, disse o homem.
As semelhanças entre os nossos gostos eram incríveis, nós também adoramos ficar com registos das nossas aventuras, mas nunca registamos caras e nunca publicamos outra pessoa.
A Rita parou de se mexer.
“Fazemos assim. Podemos tirar fotos e filmar com o nosso telemóvel e nos mandamos uma foto da nossa escolha para vocês recordarem este momento.”, disse eu.
A Rita retirou o telemóvel da mala que estava na mala ao lado do sofá e entregou-o na mão dele, que fez questão de a agarrar com tesão.
Ele fez alguns pequenos filmes muito tremidos pelos movimentos dele. E tirou algumas fotos. O que lhes enviamos foi a que aqui vos partilhamos, em que a Rita pousou para a câmara para frustração dele. Mas já vamos a isso.
Nesta altura eu fodia a Rita de lado, colocando-me por trás, uma perna dela levantada, para lhe dar uma boa visão da penetração.
Ele fodia a modelo freneticamente, os olhares cruzados.
“Vou-me vir.”, anunciou ele.
“Aguenta mais um bocadinho, eu estou quase”, pediu a companheira.
Ele aumentou o ritmo das estocadas e levou-a ao orgasmo. Momento em que tirou o caralho de dentro dela e ejaculou toda a esporra nas costas dela.
A Rita ficou tão excitada que começou a tocar com avidez o clitóris enquanto eu a fodia e veio-se intensamente.
Depois saiu de cima de mim e ajoelhou-se novamente e chupar-me, mas agora a punheta era forte, a puxar pelo meu orgasmo.
E eu respondi à chamada. Esporrei a cara dela, deixando-a coberta do meu esperma quente. E aqui aconteceram os únicos 5 segundos em que houve mais do que observação. A modelo ajudou-a a retirar um pouco de esporra que tapava um dos olhos da Rita e levou o dedo à boca, provando o meu prazer. O companheiro nem se apercebeu, deitado para trás a arfar, em recuperação.
“Passem a noite connosco” pediu ela.
“Desculpem mas não podemos, temos que ir buscar o carro, que manhã de manhã ainda é rebocado.”, disse eu, com alguma frustração.
Neste momento, ele fez uma última tentativa.
“Pensa melhor, Rita. Podes ficar aqui connosco a passar um bom bocado, enquanto ele vai buscar o carro.”
Ela sorriu, colocou-se de costas na poltrona onde ele estivera sentado a vê-la foder.
“Tira uma foto ao cu que podias ter comido se não tivesses tentado comprar.”
Ele partilhou o número de telemóvel com ela.
"No primeiro segundo em que te vi, quis ter-te. Uma doida que fode numa casa de banho de um concerto é uma mulher capaz de tudo por sexo. Se um dia me quiseres, é só ligares."
"O que eu quero é que não ganhes o campeonato, por muito triste que o Pedro fique.", brincou ela.
Saímos do Sheraton era noite cerrada, com os corpos a cheirar a sexo e uma caixa com dinheiro.
No táxi, Rita encostou a cabeça no meu ombro e murmurou:
“Gostei que nos vissem… E estava cheia de vontade de foder aquele caralho grosso”
“Isso sei eu. E confesso que gostava de saber qual era o teu preço”, provoquei.
“Todos temos um preço, claro.”, disse ela a sorrir.
