Depois da noite selvagem com a Cláudia, nós reencontramo-nos e vivemos uma das semanas mais intensas sexualmente dos últimos meses.
Mas para aquele sábado eu tinha uma ideia diferente e muito arrojada. Reservei uma pequena casa numa praia com uma banheira de hidromassagem no terraço e liguei para a Luana, uma acompanhante de luxo com quem já tínhamos vivido uma aventura há uns anos. Falamos um pouco, ela contou-me que ela e a Camila continuavam grandes amigas mas que ela já não era acompanhante a tempo inteiro, mas continuava a fazer uns programinhas. Contactou a Camila que alinhou e confirmou-me que podíamos contar com elas para uma noite de intenso prazer.
Ainda íamos no carro a caminho daquilo que ele julgava ser uma noite romântica num hotel na praia quando eu disse:
“Amor, começa agora a tua sentença. São 24 horas sem dizer não.”
“Ok, querida”, respondeu ele, sem que naturalmente tivesse outra hipótese.
Eu abri o decote do vestido em provocação e ele que ia de telemóvel na mão aproveitou logo para tirar a primeira foto que partilhamos convosco.
“Tira as calças. Quero que batas uma punheta até ao destino.”
Ele ficou atrapalhado, mas não deu o braço a torcer. Baixou as calças e começou a masturbar-se. Eu peguei na mão dele e lambi um a um os dedos para os deixar bem molhadinhos para que ele se tocasse.
“Agora fecha os olhos e imagina-te na cama comigo e com a Cláudia. Conta-me como nos fodias.”
“Foda-se Rita, hoje estás em grande.” Respondeu ele, para depois começar, “bem, eu adorava entrar quando tu estavas deitada com ela sentada em cima da tua cara. Abria-te as pernas e começava a foder-te e a cona dela abafava os teus gritos.”
Eu estava muito excitada, queria começar a tocar-me, mas tinha que me manter atenta à condução. Ele continuou entre gemidos:
“Queria muito que a fodessemos os dois. Eu comia-lhe o cu por trás com ela de joelhos abraçada a ti que lhe metas dois dedos na cona.”, a punheta era frenética, “depois tu deitavas-te e ela caia para frente e lambia a tua cona toda enquanto eu lhe comia o cu à canzana.”
Ele estava muito excitado. Já nem tentava abrir os olhos. Estava totalmente absorvido na cena d sexo que vivia dentro da cabeça.
“Vocês vinham-se juntas e eu tirava o caralho e batia uma punheta enquanto me faziam um broche em conjunto.”, parou a história para anunciar o inevitável, “ai caralho, vou-me vir.”
“Conta-me como te vinhas connosco!”, exigi eu.
“Hmmm… ai, esporrava a tua cara… toda… e ela lambia e engolia até à última gota.”, disse num último esforço antes de encher a sua própria barriga de esperma num orgasmo intenso.
Eu passei a minha mão várias vezes e recolhi tudo o que consegui e chupava os dedos cheios de esporra quentinha.
“Descansa, meu amor. Este é o primeiro de muitos.”, provoquei.
Quando chegamos ele percebeu que não era um hotel. Era bem mais fixe. Fizemos um reconhecimento à casa e eu desafiei-o logo para um Sunset na banheira de hidromassagem do terraço.
Abrimos o guarda-sol e levei umas cervejas bem geladas. Quando vim para o terraço já ele está todo nu à minha espera.
Eu desapertei os botões do meu vestido, ajoelhei-me e coloquei o caralho dele nas minhas mamas, assistindo ao seu veloz crescimento. Ele obviamente tirou mais uma foto, que também partilhamos. Então prometi:
“Na posta ir ganhei consegui realizar uma fantasia antiga e tive uma noite incrível sem a tua presença. Hoje é a tua vez?”
“Tem juízo! Não há compensação nenhuma e muito menos quero algo sem ti “
“ Vamos ver. Não te esqueças que quem decide sou eu.”
Estávamos a descontrair, nus, na banheira, entre beijos e amassos. Menos de uma hora depois, a campainha tocou.
“Vai tu abrir.”, ordenei.
Ele saiu da banheira nu, com o pénis semi-ereto dos amassos que estávamos a dar. Quando se preparava para enrolar a toalha voltei a dar uma ordem:
“Vai todo nu.”
“Ui, acho que me falta a coragem.”
“Pois é, pena que não te possas recusar.”, brinquei. Ele confiava em mim, portanto com esta resposta já sabia que o que quer que viesse não o ia prejudicar.
Todo nu, a pingar da água e espuma do banho foi até à porta. Quando abriu viu a Luana e a Camila.
Ele ficou todo corado. O pénis teve um pequeno espasmo reativo.
A Camila continuava a ser um canhão, baixinha, corpo de ginásio, cuidado, um cu redondo empinado uma mulher que qualquer homem desejaria. Agora com mais 5 anos de experiência desde a última vez que a vimos. Estava com um vestido branco justo e muito curto, sem soutien e sem costas.
Já a Luana estava bastante te diferente. Era alta, as mamas continuavam no sítio mas já não tinha aquela vibe de putarrona. Estava vestida com uma calções curtos e uma t-shirt com um decote rasgado, que descia revelando as suas maminhas.
Ao ver a cena disse da banheira:
“Surpresa, amor! Lembras-te delas?”
“Sim…”,, respondeu ele, visivelmente excitado e atrapalhado.
Elas entraram e viram-me na banheira. Nem fizeram perguntas, despiram-se imediatamente. A Luana foi buscar uma garrafa de espumante ao frigorífico, a meu pedido.
Servi champanhe nos copos e todos brindamos assim que nos sentamos todos na banheira.
A água quente borbulhava à nossa volta.
Sentei-me na borda da banheira. A Luana abriu-me bem as pernas, ajoelhou-se na água e atacou-me com gula. A língua dela lambeu toda a minha fenda quente, chupando o clitóris inchado com força.
“Ahhh, porra… isso, Luana! Chupa essa cona molhada como a puta que és!”, gemi alto, segurando o cabelo dela com força.
“Bem, ela já não é puta. Agora só fode por prazer.”, comentou a Camila
“Então porque aceitaste vir hoje?”, perguntei.
“Olha, porque não é todos os dias que somos contactados por alguém para nos divertirmos a dar prazer a outra pessoa. É só egoísmo. E quando se vê algo diferente e ainda por cima quando sei bem como vocês dão tudo!”, e dito isto, voltou a enterrar a cabeça entre as pernas da Rita.
“Pedro, faz o mesmo à Camila.”, ordenou a Rita.
A Camila sentou-se de frente para mim e puxou Pedro pela cabeça.
“Vem cá, Pedro. Lambe-me toda.”
Ele obedeceu, mergulhando o rosto entre as coxas dela, chupando ruidosamente.
“Assim… enfia a língua dentro, caralho! Lambe-me bem!” ordenou Camila, rebolando na cara dele.
Enquanto a Luana me devorava, olhei para o Pedro e disse:
“Pessoal, quero os três a proporcionarem-me o maior orgasmo da minha vida. E depois o foco é o Pedro.”
As duas acompanhantes ajudaram-me a posicionar dentro da banheira de pernas abertas e braços abertos apoiados sobre a berma. Ninguém disse nada, aceitando todos o desafio.
A Luana e a Camila lamberam o pescoço e acariciar as mamas. O Pedro levantou os meus quadris e enterrou a língua na minha cona. Estivemos assim por alguns minutos mas eu queria vir-me com o caralho dele dentro de mim.
Mudei de posição. Sentei-me no colo do Pedro, de frente, e guiei o pau dele para dentro de mim.
Eu cavalgava devagar, sentindo cada centímetro grosso dentro da minha cona.
“Mais rápido, Pedro! Fode-me!”, gritei, rebolando com força.
Aumentei o ritmo. A água agitava-se violentamente. A Camila colocou-se atrás de mim e enterrou-me dois dedos no cu. Eu estava louca, quase a explodir.
Felizmente o espaço onde estávamos era vedado, porque ao nosso lado ouviam-se vozes a comentar o barulho do meu prazer.
“Vou-me vir… ahhh!”, gritei, convulsionando violentamente, apertando a cona e o cu, sentindo o que me penetrava com muita intensidade.
“Deixem-me aqui a recuperar. Vão para dentro continuar a vossa diversão”, disse-lhes.
Eles saíram deixando-me com a visão incrível do meu marido com o caralho totalmente ereto abraçado a duas boazonas que iriam fode-lo até à exaustão.
Uns minutos depois, levantei-me ainda trémula e ouvi do outro lado da vedação:
“Estás viva? Pensei que tinham rebentado contigo! Que maravilha de orgasmo”
Não percebi se conseguiu ver ou apenas ouviu. Não respondi e fui para dentro corada.
Espreitei para o quarto tentando não fazer barulho. O Pedro estava deitado com uma venda que algumas delas trouxe e lhe colocou.
As duas ajoelhadas como putinhas obedientes. A Luana engoliu primeiro o pau grosso até a garganta, babando tudo, fazendo garganta profunda. Depois a Camila tentou, engasgou-se, olhos cheios d’água, enquanto Luana lambia as bolas dele. As duas línguas encontravam-se no caralho, trocando beijos safados com a cabeça roxa e babada no meio. A saliva escorria pelo queixo delas.
O Pedro puxou o pau e jorrou jatos grossos e quentes de esporra, acertando os peitos, as caras e as línguas das duas. Elas beijaram-se, lambendo tudo, a rir enquanto o sêmen escorria pelos corpos molhados.
Enquanto o Pedro descansava a Camila chupou os mamilos da Luana e envolveram-se quase como se estivessem a namorar, com carinho.
Viram-me à entrada do quarto e fizeram sinal para que me juntasse sem fazer barulho. Ajoelhei-me ao fundo da cama nua e ainda molhada.
“A Rita não terá adormecido na banheira?”, perguntou o Pedro preocupado.
“Querido, ela acenou e saiu. Hoje és nosso”
Ele não disse nada, mas ficou visivelmente desconfortável.
A Camila e a Luana continuaram a namorar cada vez com mais tesão. As mãos percorriam os corpos, os gemidos eram intensos.
O Pedro esticou o braço e procurou o corpo delas. Era o sinal de que estava a recuperar a forma.
A Camila não hesitou e virou-se para ele. Beijou o pescoço e as orelhas e começou lentamente a acariciar o pénis.
A Luana veio ter comigo. Colocou um almofada junto da minha boca. Percebi logo que iria fazer algo que me faria gemer e eu precisaria de algo para abafar o som.
Colocou-se por trás de mim e começou a masturbar-se lentamente, enquanto me beijava o pescoço e as costas da forma mais silenciosa possível.
A Camila colocou um preservativo ao Pedro e montou-o com fome, sentando-se devagar na pila grossa e dura. A cona dela estava encharcada, escorregadia, e engoliu o caralho dele até ao fundo num movimento lento e guloso.
“Ahhh, que maravilha”, gemeu a Camila, rebolando os quadris em círculos lentos, sentindo cada veia do pau dele a roçar nas paredes da sua cona.
O Pedro, ainda vendado, agarrou-a pelos lados da cintura e começou a foder para cima com força, empurrando o caralho bem fundo.
A Luana, entretanto, enfiou dois dedos na minha cona e começou a masturbar-me devagar enquanto me mordia o ombro.
Eu estava a ferver. Ver o meu marido a foder aquela puta com tanta vontade deixava-me louca.
“Fode-a com força. Enche essa cona”, disse a Luana ao Pedro, claramente par amemprova ar. Eu quase não consegui conter os gemidos.
A Luana acelerou os dedos dentro de mim, roçando o polegar no clitóris inchado. Eu comecei a rebolar contra a mão dela, com os olhos fixos no espectáculo à minha frente.
A Camila cavalgava cada vez mais rápido, as mamas firmes a saltarem, o cu redondo a bater contra as bolas do Pedro com estalidos molhados.
“Quero-te no meu cu”, ordenou a Camila, saindo de cima dele.
Virou-se de quatro, empinando aquele cu perfeito. O Pedro, sem ver nada, foi guiado até alinhar o caralho e enfiá-lo com força no cu da Camila, que me piscou o olho em provocação.
“Foda-se… assim, caralho! Rasga-me esse cu!” gritou ela, empurrando para trás.
Eu não aguentei mais. A Luana enfiou três dedos na minha cona e eu vim-me violentamente, mordendo a almofada para abafar os gritos, com o corpo todo a tremer enquanto via o meu marido a comer o cu da Camila com vontade.
A Luana beijou-me e foi ter com eles. Deitou-se de lado e a amiga percebendo, retirou o caralho do Pedro de dentro do cu, tirou o preservativo, colocando um novo. A prática delas era impressionante. Enquanto a Luana levantou uma perna e a se masturbou, a Camila deu uma chupadelas no Pedro e levou o caralho ao encontro da cona dela.
O Pedro enfiou-lhe o caralho na cona por trás, fodendo-a com estocadas profundas e ritmadas. A Camila sentou-se na cara dele, esfregando a rata molhada na boca e no nariz dele enquanto ele lambia tudo como um desesperado.
A certa altura colocaram-no de pé. A Camila ajoelhou-se e fez-lhe um broche incrível, lambendo os tomates e sugando tudo, enquanto a Luana com a língua lambeu o olho do cu dele, até ele ficar todo a tremer de tesão.
Sempre que ele parecia estar quase a vir-se faziam pausas estratégicas, alternando com beijos e carícias, que o estavam a deixar louco.
Por fim, as duas olharam para mim e sorriram.
Amarraram as mãos do Pedro aos postes da cama com dois lenços de seda, bem apertados. Ele ficou completamente exposto, com o caralho a latejar.
“Ei… o que vão fazer?” perguntou ele, a voz rouca.
Eu subi para cima dele em silêncio. A Luana tirou o preservativo devagar, revelando o pau inchado. Eu posicionei-me por cima e desci devagar, engolindo o caralho dele até ao fundo na minha cona encharcada.
“Ahhh… porra, não… sem preservativo não…” gemeu ele, ainda vendado.
Eu comecei a cavalgar devagar, apertando a cona à volta dele.
“Shhh… cala-te e fode-me”, sussurrei rouca.
A Luana tirou-lhe a venda de repente.
O Pedro abriu os olhos e viu-me. Eu, a sua mulher, completamente nua, empalada no pau dele até às bolas, rebolando com fome.
“Rita… caralho…” disse ele, o rosto passando de choque para um sorriso largo e safado.
“Surpresa, meu amor.”
Ele, excitadíssimo, começou a foder-me com força de baixo para cima, batendo fundo na minha cona. Eu cavalgava como uma louca, as mamas a saltarem, gemendo alto.
As duas putas deitadas ao lado lambiam os meus mamilos e o pescoço dele, incentivando.
“Fode-a bem, Pedro. Enche a cona da tua mulher.”
Eu acelerei, rebolando o clitóris contra ele até sentir o orgasmo a subir outra vez. O Pedro estava no limite.
“Soltem-me, soltem-me!”, gritou.
Elas desataram os nós e deixaram os seus braços livres. Ele imediatamente pegou em mim e num gesto sequencial virou-me e penetrou-me profundamente, enquanto me beijou louco.
Poucas estocadas bastaram.
“Vou-me vir… porra, vou-me vir!”
Saiu de dentro de mim no último segundo. O caralho dele começou a jorrar jatos grossos, quentes e brancos de esperma, acertando-me na barriga, nas mamas e até no pescoço. Esporrou tanto que escorria pelos meus lados.
A Luana e a Camila aproximaram-se imediatamente, lambendo tudo como duas gatas esfomeadas. As línguas delas passavam pela minha pele, recolhendo a esporra quente do meu marido, engolindo e trocando beijos viscosos entre elas, partilhando o sabor dele.
O Pedro ficou ofegante, olhando para mim com um sorriso exausto e feliz.
“Tu és completamente louca… e eu adoro-te, caralho.”
Deitamo-nos de barriga para cima, lado a lado. Cada uma das meninas dedicava-se a acariciar um de nós. Nem me recordo quem ficou com quem.
As duas saíram, nuas, suadas, e foram tomar um duche juntas. Nós nem nos mexemos.
Do chuveiro vieram gritos de prazer. Ambas tiveram um orgasmo e riram muito.
Minutos depois, regressaram nuas ao quarto, com toalhas enroladas a tapar pouco do seu corpo. Vestiram-se e a Camila pegou no envelope que eu deixara em cima da mesinha do quarto.
“Queridos, foi um prazer enorme.”, disse a Camila aproximando-se.
“Sim foi. Para mim estes momentos é que valiam a profissão. Agora são regressos ao passado.”, brincou a Luana.
Eu e o Pedro ficámos deitados. Cerca x euma hora. Aninhados. Depois tomamos um duche cheio de bons amassos e decidimos ir dormir para o outro quarto da casa, livre de todas aquelas provas da nossa loucura sexual.
No dia seguinte, saímos cedo. À entrada, um senhor com cerca de 50 anos passeava um cão e sorriu ao ver-nos passar. Como se soubesse o que ali se havia passado.
Mas a maior surpresa estava reservada para a semana seguinte. Fiz uma marcação no dentista, para tratar de uma dor súbita e muito incómoda e quando entrei no consultório deparei-me com a Luana.
“Ah, que surpresa, querida”, disse-me ela visivelmente atrapalhada.
“Podes crer”, respondi com vergonha.
A mulher que ia tratar da minha cárie tivera há poucos dias os seus dedos dentro da minha cona e o caralho do meu marido dentro da sua.
O mundo é um lugar estranho, mas muito divertido.


