“Pedro?”, chamou ela baixinho, aproximando-se da janela aberta, “Trouxe a mala que me pediste…”
“Podes por aqui dentro”, disse eu, abrindo o vidro.
Assim que ela se debruçou para dentro do carro, subi o vidro elétrico com força. O vidro prendeu-lhe a cabeça, com pouco espaço para mover do pescoço. O corpo de fora com o cu empinado.
“Ai! Pedro! Que estás a fazer?! Solta-me!”, gritou ela, batendo no vidro com as mãos, “isto não tem graça, caralho!”
Saí do carro em silêncio e contornei-a por trás. Levantei-lhe o vestido até à cintura e arranquei-lhe as cuequinhas pretas de renda com violência, rasgando o tecido. Enfiei-as no bolso, sentindo o cheiro da cona dela nelas.
“Cala a boca”, rosnei, cuspindo na mão.
Esfreguei a saliva na cabeça roxa e inchada do meu caralho e pressionei contra o buraco apertado do cu dela.
Depois passei saliva no olho do cu e passei um dedo em massagem até ele relaxar.
“Hoje vou comer-te este maravilhoso cu.”
“Não! Aí não, Pedro… por favor! Vai doer!”, implorou Rita.
Empurrei de forma controlada. A cabeça grossa abriu-lhe o anel apertado e enfiei metade do pau de uma só vez, sentindo o interior quente e seco.
“Aaaah! Foda-se! Tira! Está a rasgar-me o cu!”, berrou ela, o corpo inteiro a tremer.
Este estava a ser o nosso roleplay mais arriscado de sempre em todos os sentidos.
Tive a certeza que a dor dela se transformava em prazer quando entre gritos e gemidos usou as suas duas mãos para afastar as nádegas e abrir ainda mais o cu para mim.
Comecei a foder com força selvagem, metendo cada vez mais fundo, sentindo as paredes quentes e apertadas dela a estrangularem-me o caralho. Os meus tomates pesados batiam contra a cona molhada dela a cada estocada.
Cuspi novamente na mão e lubrifiquei o meu caralho. Depois tentei tirar algumas fotos, mas a intensidade era tanta que, como podem ver, ficou tudo tremido.
“Isso… aperta esse cu de puta à volta do meu pau”, grunhi, dando-lhe palmadas fortes nas nádegas que ficavam vermelhas, “Estás toda escorregadia. O cu está a piscar de tesão enquanto finges que não queres. Já te queria comer o cu assim à bruta há muito tempo!”
“Para… ai caralho…”, gemia ela, a voz partida entre dor e prazer, o vidro completamente embaciado pela respiração quente.
Agarrei-lhe as mamas com força e acelerei como um animal, fodendo-lhe o cu sem piedade, o pau entrando e saindo quase todo, brilhando com a saliva e os sucos dela.
“Diz que és minha cabra!”
“Sou… sou tua cabra fodilhona, Pedro! Fode-me o rabo! Rasga-me!”, gritou ela finalmente, já a fugir da personagem.
Aquilo fez-me explodir. Dei mais umas estocadas brutais e descarreguei-me fundo dentro dela, jorrando esperma grosso e quente em golfadas pesadas, enchendo-a até transbordar.
“Toma tudo, sua puta… enchi-te do meu esporra quente! — rosnei enquanto o caralho pulsava e esguichava dentro do cu destruído dela.
Puxei devagar, vendo o buraco vermelho e aberto a piscar, vomitando esperma branco e viscoso que escorria pelas coxas dela até ao chão.
Entrei no carro, baixei o vidro só o suficiente para ela tirar a cabeça e tranquei as portas.
“Pedro… espera…”, murmurou ela, ofegante.
Liguei o carro e arranquei, deixando-a sozinha no escuro
A Rita começou a andar, pernas trémulas, o vestido curto mal tapando o cu.
Quando chegou à rua, eu estava estacionado à espera. A Rita correu e entrou no carro, trancando a porta. Agarrei-a pela nuca e enfiei-lhe a língua na boca com fome, enquanto a minha mão subia entre as pernas dela.
“Arranca, Pedro.”, disse ela, sem que eu percebesse o que se passava.
“Está tudo bem?”
“Depois conto.”
Pouco depois, um homem alto surgiu das sombras. Acendeu um cigarro e olhou-me fixamente e depois à Rita.
Eu pus o carro em andamento devagar. A Rita, virou-se para ele, baixou o vestido e mostrou as mamas grandes e firmes, apertando os mamilos duros com os dedos.
Ele andou um beijo provocador.
“Acreditas que este gajo me seguiu no escuro a meter-se comigo? Estava cheia de medo. Senti que a violação ia passar de roleplay a verdade.”
Eu dei-lhe a mão e fomos em silêncio até casa.
“Desculpa se esta brincadeira foi longe demais.”, disse-lhe,mas na verdade mal fechei a porta já a tinha debruçada no sofá, pronta para levar no cu outra vez.
