“Pedro, vulgo ‘Ladrão de Nudes’. O senhor foi detido por roubo de material íntimo. Temos indícios fortes de que um envelope com fotos nuas impressas de uma vítima continua desaparecido.”, disse ela de costas para mim, com autoridade, “Quero duas coisas: saber quem é a vitima e onde está o envelope.
Comece a falar ou a noite vai ser muito longa e dolorosa.”
“Eu não sei do que está a falar, inspetora”, respondi com um olhar desafiador.
A Rita sorriu com frieza. Circulou atrás de mim, com as unhas a arranhar as minhas costas. Depois parou à minha frente. Segurou o meu queixo com força, obrigando-me a olhar para ela.
“Resposta errada”
Ela abriu a camisa muito lentamente. Expos as suas lindas mamas num soutien sexy de renda e muitas transparências, com abertura frontal.
Abriu o fecho do soutien e expos as suas mamas e pegou na minha cabeça afogando a ninha cara naquele belo local.
“Olha que as minhas técnicas de torrura são infalíveis. Para teu bem, acho melhor falares rápido!”
Eu sorri e mantive-me em silêncio.
Ela subiu uma perna na cadeira, colocando um pé entre as minhas pernas, expondo a sua tanga, que afastou para o lado, revelando a cona totalmente depilada.
Baixou a perna e colocou-se de costas para mim. Retirou a tanga e levantou a saia para me brindar com a imagem do seu magnifico cu.
Regressou à posição anterior, mas desta vez pressionou o meu pau com o pé.
Colocou dois dedos dentro da minha boca, que eu deixei bem molhados e levou-os à cona. Começou a masturbar-se à minha frente. Os gemidos baixos e molhados enchiam-me de tesão.
“Olha o que estás a perder, bandido… Esta cona está toda molhada e tu, como não és bom menino nem podes tocar.”
Eu agitava os braços presos e algemados atrás das costas da cadeira. O meu pau pulsava quase desesperado.
A Rita começou a desapertar a minha camisa e beliscou e lambeu os meus mamilos e o meu pescoço.
“E então, onde está o envelope das fotos?”
“Não sei do que fala!”, disse eu a gemer.
“Tens a certeza que queres ir por esse caminho?”
A Rita soltou uma risada baixa e rouca, os olhos verdes brilhando com uma mistura de diversão e crueldade.
Afastou o pé do meu pau latejante por um segundo, só para me torturar ainda mais, e inclinou-se sobre mim, as mamas firmes roçavam contra o meu peito.
“Não sabes do que falo, é? Eu adoro quando os bandidos teimosos como tu me obrigam a usar todos os meus métodos.”
Ela endireitou-se, virou-se de costas novamente e baixou a saia azul até aos tornozelos, ficando só com os saltos altos.
O cu redondo, perfeito, estava ali à minha frente, a pele macia e bronzeada brilhando sob a luz fraca da sala de interrogatório.
Abriu as pernas devagar, inclinando-se para a frente, e separou as nádegas com as duas mãos, revelando a cona inchada, molhada e reluzente, e o cu apertadinho logo acima.
“Vês isto, Ladrão de Nudes? Aposto que querias tirar umas fotos.”
Com dois dedos abriu os lábios da cona, mostrando o interior rosado e molhado.
Começou a esfregar o clitóris inchado em círculos lentos, gemendo baixinho enquanto rebolava o cu mesmo à frente da minha cara.
“Ahhh… estás a ver o que estás a perder, cabrão? Podias estar com essa língua enterrada aqui dentro…”
Eu puxava as algemas com força, o metal a morder os pulsos, o pau tão duro que doía, latejando contra as calças.
“Foda-se Rita, isto é tortura…”
Ela virou-se de repente, o olhar feroz. Deu-me uma bofetada leve na cara, depois agarrou-me o cabelo com força e puxou a minha cabeça para trás.
“É ‘inspetora’ para ti, seu cabrão ”
Sem aviso, montou-se em cima de mim na cadeira, a cona quente e molhada encostada diretamente ao volume do meu pau por cima das calças. Começou a rebolar devagar, esfregando-se contra mim enquanto me olhava nos olhos.
“Sentes como está quente? Como está molhada? Imagina o teu pau grosso a entrar todo de uma vez nesta cona apertada… mas só se fores um bom menino e me disseres onde está o envelope.”
Mordi o labio.
“Eu… eu não sei, caralho! Juro!”
A Rita riu-se e acelerou o movimento dos quadris contra o meu pau preso. Os gemidos dela ficaram mais altos, molhados.
“Mmmhh… caralho… Que desperdício de tempo… Eu poderia estar sentada nesse pau a cavalgar-te até tu implorares por misericórdia.”
Ela parou de rebolar, levantou-se um pouco e abriu o botão e o fecho das minhas calças com os seus dedos ágeis. Puxou o meu pau para fora, duro como pedra.
Envolveu-o com a mão quente e apertou com força, masturbando-me devagar enquanto falava.
“Olha para este pau… tão inchado, tão desesperado. Queres foder-me, não queres? Queres enfiar-te todo dentro de mim até eu gritar?”
“Quero… quero tanto…” gemi, empurrando os quadris para cima.
Ela apertou mais forte, quase doloroso, e cuspiu em cima da cabeça do meu pau, espalhando a saliva com o polegar.
“Então fala. Quem é a vítima? Onde está o envelope com as fotos dela nua?”
Mantive o silêncio ofegante. A Rita sorriu com malícia, levantou-se completamente e virou-se de costas outra vez. Baixou-se devagar, esfregando a cona molhada ao longo do meu pau, sem deixar entrar, só provocando.
“Estás a sentir isto? A minha cona a abrir-se toda para ti… mas não entra. Ainda não.”
Com a mão guiou a cabeça do meu pau entre os lábios dela, só a ponta, e ficou ali, rebolando devagar, torturando-me.
“Fala, Pedro…”
“Rita… Inspetora… por favor…” supliquei com a voz rouca.
Ela riu-se, satisfeita com o meu desespero, e desceu mais um centímetro, deixando-me sentir o calor apertado da entrada da cona.
“Por favor o quê? Diz-me o que eu quero ouvir e eu monto-te como uma dessas vadias a quem roubas nudes. Senão… vou ficar aqui a provocar-te a noite toda.”
Os gemidos dela enchiam a sala enquanto continuava a rebolar a cona contra a cabeça do meu pau, cada vez mais molhada, com os sucos a escorrer pelas minhas bolas.
“Decide rápido, ladrão… esta cona não vai esperar para sempre.”
Ela inclinou-se para trás, agarrou os meus mamilos e torceu-os com força enquanto sussurrava ao meu ouvido:
“Fala… ou vou buscar o meu vibrador e vou-me vir na tua cara enquanto tu ficas aqui de pau duro sem poder tocar em nada.”
O meu corpo todo tremia de desejo. A noite ia ser mesmo muito longa… e deliciosamente dolorosa.
A Rita sorriu com aquela expressão predadora, os olhos semicerrados de puro prazer sádico.
Desceu devagar de cima de mim, ajoelhando-se entre as minhas pernas abertas. O meu pau latejava no ar, brilhante dos sumos dela.
“Já que não queres falar como um bom menino… vou ter de te ensinar a obedecer de outra forma.”
Sem aviso, ela agarrou a base do meu pau com força e lambeu lentamente toda a extensão, da base até à cabeça inchada, com a língua quente e molhada. Circulou a glande devagar, saboreando o pré-gozo que escorria.
“Mmmhh… que pila deliciosa. Grossa, quente… e tão desesperada.”
Abriu a boca e engoliu-me de uma vez, até meio, os lábios carnudos apertando com força enquanto a língua trabalhava por baixo.
Começou a chupar com ritmo lento e profundo, a cabeça subia e descia.
“Estás a ver? Esta boca de inspetora sabe exatamente como te torturar.”
Eu gemia alto, empurrando os quadris para cima, mas ela controlava tudo. Sempre que sentia que eu estava perto, apertava a base com força e tirava o pau da boca, batendo levemente com ele na língua ou esfregando só a cabeça nos lábios.
“Não vou permitir o teu orgasmo, malandro.”
Chupou novamente, mais fundo, quase até à garganta, os olhos fixos nos meus enquanto saliva escorria pelo meu pau e pelas bolas.
Lambeu as bolas, chupou uma de cada vez, depois voltou a engolir o pau todo, masturbando a parte que não cabia na boca com a mão.
“Fode-me… por favor…” gemi, o corpo todo tenso.
Ela tirou o pau da boca com um “pop” molhado e deu uma lambidela boa, sorrindo.
“Por favor o quê? Vais dizer-me quem é a vítima? Onde está o envelope?”
“Não… eu não sei…” respondi entre dentes, mentindo descaradamente.
“Resposta errada outra vez.”
Voltou a chupar com fome, acelerando o ritmo só o suficiente para me levar à beira do abismo. Os meus músculos contraíam, as bolas apertadas, pronto para explodir… e ela parou de novo. Apertou a base com os dedos e soprou na cabeça sensível.
“Que pena… estava quase, não estava? Imagina como seria bom vires-te nesta boca gulosa…”
Repetiu o processo três vezes. Eu estava a tremer, o pau a pulsar violentamente.
“Porra, inspetora… tu és uma sadica do caralho…”
A Rita riu-se, levantou-se e montou-se novamente em cima de mim, mas desta vez posicionou a cona mesmo por cima do meu pau. Segurou-o com a mão e esfregou a cabeça entre os lábios molhados da cona, abrindo-os.
“Agora vem a melhor parte…”
Desceu devagar, deixando só a cabeça grossa entrar na cona apertada e quente. Parou ali, rebolando os quadris em pequenos círculos, sentindo-me abrir só a entrada.
“Ahh… sentes como está apertada?”
Subiu até quase sair, depois desceu novamente, só dois ou três centímetros, controlando tudo. Os gemidos dela eram roucos e molhados.
“Queres mais? Queres enterrar esse pau todo nesta cona molhada?”
“Quero tanto”
“Então fala, Pedro. Quem é a puta da vítima e onde escondeste o envelope com as fotos nuas dela?”
Empurrou só mais um pouco, deixando-me sentir o calor apertado a meio do pau, depois subiu outra vez, deixando-me fora, frustrado.
“Não… por favor… mete mais…” supliquei, puxando as algemas.
Ela riu e desceu novamente, só a cabeça, fodendo-me com penetrações curtas e torturantes, controladas. A cona dela contraía à volta da glande.
“Assim? Assim é bom? Imagina se eu sentasse tudo de uma vez… ia cavalgar-te até tu encheres-me de esporra. Mas só se fores bonzinho…”
Acelerou ligeiramente as penetrações rasas, o som molhado da cona a engolir e soltar a cabeça do meu pau enchendo a sala. Os seios dela saltavam mesmo à frente da minha cara.
“Decide, ladrão… ou vou continuar assim a noite toda até tu estares a implorar para confessar tudo.”
Ela inclinou-se, mordeu o meu lábio inferior com força e sussurrou:
“Fala… Se confessares terás uma foda incrivel”
O meu corpo ardia. O tesão era insuportável.
A Rita parou as penetrações, o corpo dela tremia de excitação. Os seus olhos fixaram-se nos meus com aquela intensidade predadora que me fazia arrepiar.
“Já chega de brincadeiras, ladrão. Como não queres colaborar... vamos tornar isto mais interessante.”
Ela levantou-se devagar. Caminhou até uma gaveta da sala e tirou uma venda preta grossa. Voltou para mim com um sorriso cruel, cobriu os meus olhos e apertou a venda com força atrás da cabeça.
O mundo ficou escuro. Só restava o cheiro dela — suor, perfume e sexo… e o som dos saltos altos no chão.
“Agora vais sentir tudo... sem ver nada. Só vais saber o que te estou a fazer.”
Ouvi o barulho de algo a ser tirado de outra gaveta. Um dildo grosso. Ela ajoelhou-se entre as minhas pernas, abriu mais as minhas coxas e posicionou o brinquedo mesmo ao lado do meu pau latejante, pressionando-o contra a minha pele. A base do dildo roçava nas minhas bolas, quente do corpo dela.
Montou-se novamente em mim, mas desta vez guiou o dildo para dentro da sua cona com um gemido longo e profundo. Sentiu-o entrar todo, centímetro a centímetro, enquanto a sua cona molhada roçava e pressionava o meu pau ao mesmo tempo. O movimento fazia o dildo bater ritmadamente contra mim, transmitindo cada estocada para o meu pau desesperado.
“Ahhh... sentes isto, Pedro?” gemeu ela, começando a cavalgar o dildo com força. Os quadris dela subiam e desciam, o silicone grosso entrando e saindo da cona apertada, e eu sentia tudo: o calor, a humidade que escorria, as contrações da cona dela a apertar o brinquedo mesmo ao lado da minha glande inchada.
Ela acelerou, rebolando, esfregando-se contra mim enquanto fodia o dildo. Os gemidos dela enchiam a sala, molhados e selvagens. O meu pau pulsava contra a pele quente da sua coxa e contra o dildo em movimento, mas sem entrar nela. Era uma tortura perfeita.
“Fala agora... ou vou gozar assim mesmo e deixar-te aqui a noite toda com o pau a latejar.”
Eu não aguentava mais. O corpo todo tremia, as bolas apertadas, o pau a doer de tanto tesão.
“És tu, porra! A vítima és, inspetora Rita!” confessei entre gemidos roucos. “O envelope está na entrada do prédio, debaixo do tapete do hall... por favor...”
Ela riu-se triunfante, um riso rouco e satisfeito, e puxou a venda para cima só o suficiente para me olhar nos olhos.
“Bom menino... agora vais ser recompensado.”
Tirou o dildo da cona com um som molhado obsceno e, sem aviso, desceu tudo de uma vez no meu pau. A cona quente, apertada e encharcada engoliu-me inteiro. Começou a cavalgar com força selvagem, as mamas saltando contra o meu peito, as unhas cravadas nos meus ombros.
“Fode-me... sim... assim!” gritava ela, rebolando os quadris em círculos perfeitos enquanto me apertava por dentro.
Eu empurrava para cima o quanto as algemas permitiam. O som molhado da foda ecoava na sala. Ela veio-se primeiro, com um grito alto, a cona contraindo violentamente à volta do meu pau. Segundos depois explodi dentro dela, enchendo-a de esporra quente enquanto tremia inteiro.
A Rita ficou sentada em mim por uns segundos, recuperando o fôlego, o meu pau ainda dentro dela a pulsar. Beijou-me com força, mordendo o meu lábio.
“Vou buscar o envelope. Se mentiste... volto e a tortura vai ser pior.”
Levantou-se, vestiu rapidamente a saia e a blusa, deixou a tanga e o soutien para trás e saiu da sala com os saltos a bater forte.
Na entrada do prédio, a Rita levantou o tapete do hall e o envelope não estava lá.
Olhou em volta e viu um envelope amarelo por cima das caixas do correio, quase como uma oferta para quem quisesse ver ou levar.
Abriu-o rapidamente e confirmou: as fotos impressas eram dela, tiradas no seu próprio quarto. Felizmente, nenhuma mostrava o rosto, como podem ver.
Mas quando se virou para voltar, ouviu uma voz do lado de fora, junto à porta do prédio. Um vizinho universitário, um rapaz de vinte e poucos anos, mostrava o telemóvel a um amigo, rindo baixinho.
“Olha esta... caralho, que corpo. Três fotos só, é pena. Encontrei-as aqui, por baixo do tapete do prédio.”
O amigo ria-se.
“Quem será?”
“Não sei. Mas aposto que é a boazona da minha vizinha de cima. Passo as noites a ouvi-los foder.”
A Rita sentiu o sangue subir-lhe ao rosto, uma mistura de raiva e excitação estranha.
Fechou o envelope com força, guardou-o e voltou para casa e quando regressou disparou:
“Ainda bem que andamos à procura de uma vivenda. O nosso vizinho de baixo já viu e ouviu demais.”


