Tanto eu como o Pedro ficámos muito revoltados com isso. À noite depois de jantar eu ainda não me tinha conseguido calar com a revolta por haver gente a pensar tantas coisas contra outros seres humanos.
Até que o Pedro resolveu ser desconcertante.
“Tenho mais um desafio para ti. O prémio é o do costume: 24 horas em que quem perder não pode dizer que não.”
“Hmmm, e então?”
“Durante todo o filme semana estás em dependência financeira total. Cada coisa que eu quiseres gastar dinheiro tens que pagar com uma tarefa escolhida por mim.”
“Não me parece!”, resmunguei.
“Pensa bem. Depois podes vingar-te nas 24 horas seguintes e fazer comigo o que quiseres.”
“Olha, sabes que mais, já sei bem o que vou fazer contigo. Aceito o desafio!”
Nem uma hora tinha passado e quando vi uma promoção de roupa online. Queria encomendar um vestido novo.
“Pedro, quero fazer a encomenda daquele vestido. Custa 100 euros.”
Ele sorriu.
“Eheh. Quem Paga sou eu. Portanto, tu devolves o custo com o corpinho.”
“Tão previsível”, respondi
Ajoelhei-me ali mesmo no sofá, abri a braguilha dele e tirei a pila já meio dura. Olhei para cima enquanto a metia na boca, chupando devagar, lambendo toda a extensão e girando a língua na cabeça inchada.
Isso… chupa bem fundo, Rita. Mostra como queres aquele vestido”, gemeu ele, segurando o meu cabelo.
Sentei-me depois em cima dele, de costas e cavalguei-o até ele estar mesmo quase a vir-se. Quando o senti no limite voltei a abocanhar e levei-o ao clímax.
Engoli tudo, limpei os lábios e fiz a encomenda. Fácil! Fica um print do pequeno vídeo que o Pedro fez.
No sábado de manhã, depois do pequeno-almoço fomos, como de costume tomar um café numa pastelaria ao lado de casa.
Sentámo-nos num canto discreto da esplanada e o Pedro sussurrou:
“Se queres que te pague o café mostra-me as mamas agora, discretamente.”
Olhei à volta, corei, mas obedeci. Desabotoei dois botões da blusa, afastei o sutiã e deixei os seios quase totalmente à mostra. Pedro olhou com um sorriso esfomeado.
“Tão lindas… tens tempo para tirar uma selfie”, murmurou. Eu assim fiz e aqui vos mostramos.
Depois do café fomos dar a volta habitual ao mercado, para comprar fruta e legumes. À chegada o Pedro disparou:
“Vai ao WC público, tira a blusa e tira uma foto bonita.”
Eu assim fiz, como podem ver. Por momentos assustei me. Estava em tronco nu e alguém tentou entrar. Esqueci-me de trancar a porta e felizmente segurei-a a tempo.
Eu estava a gostar muito desta nossa aventura e, então, desafiei o Pedro para almoçar fora. Sabia que ele me apresentaria novo desafio.
No carro, a caminho do restaurante, o Pedro lançou o expectável desafio:
“Faz-me vir antes de chegarmos ao restaurante”
Eu não respondi. Abri o cinto, baixei a cabeça e chupei-o com vontade, subindo e descendo a boca, usando a mão na base enquanto ele gemia.
Quando estava bem durinho caprichei na punheta.
“Avisa-me quando estiveres quase a vir-te.”
Ele respondeu quase instantaneamente:
“É agora mesmo!”
Eu baixei-me e recebi na minha boca a sua esporra. Quando paramos ele tirou uma foto e alertou me para as gotas que tinha no canto da boca. Confesso que foi muito excitante.
Chegámos ao restaurante e ele pagou o almoço como se nada tivesse acontecido.
À tarde, fiz um pequeno corte no dedo e quis comprar pensos rápidos. Como de costume só nos lembramos de comprar algumas coisas quando precisamos.
Na farmácia, o Pedro esticou a corda.
“Diz-lhe exactamente o que precisas… e pergunta também sobre o melhor lubrificante para sexo anal que tenham cá.”, ordenou baixinho.
Corei até às orelhas, mas obedeci.
“Olá… preciso de pensos rápidos. E… hum… qual é o melhor lubrificante para sexo anal? Um que seja bem escorregadio e seguro…”
A farmacêutica era uma miúda nova e percebeu que éramos um casal atrevido. Sorriu discretamente e recomendou um. Quando nos entregou, o Pedro pagou os dois produtos enquanto eu estava mortificada de tesão.
“Muito obrigado! Até uma próxima.”, disse-nos ela. Depois debruçou-se sobre o balcão e aproximou-se ligeiramente da Rita, “use esse lubrificante, que é o meu favorito.”
A Rita corou ainda mais.
Depois do jantar, fomos a um bar beber um copo. Antes de pagar a conta, o Pedro apontou para um homem sozinho no balcão.
“Convence-o a tocar na tua cona por cima das calças e deixar te tocar na pila dele também.”
“Pedro, estamos na nossa cidade. Podemos voltar a vê-lo.”
“Então escolhe tu alguém, isto se não quiseres passar pela vergonha de não pagar a conta.”
Olhei em volta, numa mesa estava um homem mais velho, por volta dos 60 anos, mas bem cuidado. Alguém que eu esperava que fosse discreto.
Fui até ao homem, nervosa, e sussurrei:
“Olá… vou ser direto consigo, o meu marido e eu estamos a fazer uma aposta e para eu não perder tenho que conseguir convence-lo a deixar-me tocar no seu pénis por cima das calças e eu deixo-o tocar na minha vagina também por cima das calças…”
Ele ficou espantado. Achou que era um gozo.
Levantou-se e foi ter à mesa do Pedro.
“Expliquem-me isso direitinho.”, disse ele.
O Pedro ficou atrapalhado e basicamente contou o desafio que me fizera. O homem sentou-se na nossa mesa, que era mais discreta e alinhou.
Passei a mão pela perna dele e subi até à braguilha, sentindo-o endurecer, enquanto ele esfregava a minha cona por cima das calças.
Ainda ficámos assim uns minutos, excitados.
Subitamente retirei a mão e senti a frustração dele. Sem dizer uma palavra levantamo-nos e fomos pagar. O Pedro pagou o café e o gin do senhor e quando olhou para trás viu uma senhora senta-se com ele e cumprimentá-lo com um beijo. O malandro… tenho quase a certeza que conheço a senhora, mas não me recordo de a ter visto novamente.
No táxi a caminho de casa, o Pedro sussurrou:
“Provoca o taxista até ele ter que guinar por estar distraído a olhar para nós.”
Felizmente não demorou muito. Sentei-me de lado, abri a blusa e mostrei os seios ao Pedro pelo espelho. O taxista olhou várias vezes. Beijei o Pedro com língua, gemendo baixinho, mordendo o lábio dele, passando a mão na coxa dele. O condutor distrii-se e travou de repente num semáforo. Missão cumprida. Chegámos a casa excitadíssimos e fodemos violentamente. Claro que o Pedro teve que se vir no meu cu, com a preciosa ajuda do lubrificante que havíamos comprado.
Depois de uma manhã de domingo a recuperar na cama, almoçamos em casa e fomos de carro até uma esplanada na praia.
Enquanto estávamos sentados, o Pedro disse:
“A miúda que está sentada aqui ao lado a ler de certeza que quer saber qual a tua maior fantasia sexual. Faz questão que ela oiça contar-me.”
Inclinei-me e disse com voz rouca, mas audível:
“Sabes, às vezes fantasio que me fodes na praia, à vista de toda a gente, a tua pila a entrar fundo na minha cona enquanto as pessoas olham.”
A miúda levantou a cabeça e mirou-nos em silêncio. Depois esboçou um sorriso e voltou para a leitura.
Nós ficamos mais um bom bocado e quando ela saiu olhou para nós com um sorriso maroto.
E finalmente chegara a noite. Eu queria comprar um candeeiro bonito para a sala e cheguei a pensar esperar pelo dia seguinte.
Se não fosse preciso pagar mais nada a aposta estava ganha, mas confesso que puxar pela libido do Pedro sempre foi incrível e então lá lhe mostrei o candeeiro e disse que queria comprar.
“Para pagar, vais publicar uma foto tua nua (sem rosto) num site anónimo de partilhas eróticas”, desafiou Pedro.
“Combinado, mas tiras tu a foto.”
Ele desafiou-me a publicar uma foto a masturbar-me. Publiquei. Ele aprovou e pagou o candeeiro. Depois disso passámos por uma fase em que nos faríamos de publicar e de desafiar homens a mandarem fotos dos seus tributos. Um dia escreveremos sobre isso. Pr enquanto fiquem com a foto publicada desta vez.
À noite, sentados na cama, conversámos:
“Foi louco… excitante, mas perigoso”, disse o Pedro, “Mulheres financeiramente dependentes acabam sujeitas a muita coisa errada, sem poder real de escolha. Este desequilíbrio pode destruir tudo.”
“Tens razão”, respondi, encostada nele, “Foi bom porque combinámos e confio em ti, mas na vida real deve ser horrível. Ainda assim eu venci e tenho uma ideia para equilibrar o poder.”
Ele sorriu:
“Agora são as tuas 24 horas. Não te irei negar nada.”
Na segunda-feira à noite, usei o meu direito. Coloquei uma venda no Pedro e sai do quarto para ir buscar algo que comprara há uns anos para experimentar e ainda não tinha tido coragem.
“De quatro, amor.”
Ele assim fez.
“Hoje terás uma nova primeira vez. Já viste a tua sorte?”
Preparei-o com lubrificante e dedos, devagar, beijando as costas dele:
“Relaxa… estás tão sexy assim para mim.”
Quando o strap-on fino e pequeno entrou devagar, o Pedro soltou um gemido rouco e profundo:
“Ahhh… Rita… devagar… estás a abrir-me…”
Fodi-o com calma no início, depois mais fundo, acertando na próstata. Ele tremia, a pila dele pingava sem ser tocada.
Masturbei-o por trás enquanto o fodia.
“Vou-me vir, foda-se!!!”
“Vem-te para mim, querido”, sussurrei, acelerando.
Ele não aguentou a foda nem 5 minutos. Veio-se com força, gemendo alto o meu nome, jatos fortes na minha mão. Apanhei tudo quanto pude e leve à boca, mas muito pingou no lençol. Abracei-o por trás, beijando as costas.
“Eu amo-te tanto.”
“Eu também te amo… não acredito nisto.”, respondeu ele, ofegante.
“Se as minhas 24 horas começaram assim, imagina como vai terminar.”, provoquei.




