Recebi uma mensagem de um número que não conheci. Foi há cerca de 15 anos, nós ainda éramos uns miúdos a namorar, tinhamos começado a viver juntos há uns meses. Nessa altura não se tão fácil rastrear um número desconhecido. Abri a mensagem.
“Sei que isto parece loucura, mas desde que te vi toda nua não consigo dormir direito. Esse rabo perfeito, as mamas lindas deixaram-me louco… Sonho foder-te.”
Fiquei parada. Reli a mensagem três vezes. Estava convencida que era o Pedro a preparar mais alguma das nossas aventuras de Roleplay.
Ao jantar, não aguentei.
“Lê isto. Em voz alta” pedi, a voz tensa.
O Pedro parou de comer e leu. Vi a cara dele mudar: primeiro surpresa, depois as sobrancelhas franzidas, depois algo mais escuro nos olhos.
“Porra, Rita…” murmurou quando acabou, “Isto é sério? Passaste o teu número a alguém que não devias?”
“Achas?? Tu não sabes mesmo nada disto?, perguntei, cruzando os braços, o coração aos saltos.
Ele ergueu as mãos.
“Juro que não. Não fui eu, nem pedi a ninguém, não tenho ideia de quem seja este gajo.”
“E agora que faço? Apago ou respondo?”
“Hmmm, um dilema… Que costumamos fazer nos dilemas?”, perguntou ele com uma cara marota.
“Escolher o caminho que nos pode trazer mais diversão.”
“Ora bem. Então faz a tua escolha. Se achas que falar com ele pode ser mais divertido do que apagar a mensagem, faz isso. Senão responde.”
“E respondo o quê? Que se enganou?”
“Bem, a decisão é tua.”, disse-me.
“Deixa-me de merdas e dá-me uma opinião.”, respondi já meia irritada.
“Olha, se fosse eu, fingia. Só a ver onde ia dar.”
“Já sei, tenho uma ideia. Nem uma coisa nem outra.”
O Pedro ficou em silêncio, eu peguei no telemóvel e escrevi:
“Então, gostaste muito do que viste?”
Segundos depois, a resposta:
“Adorei. Só me apetecia puxar-te para mim pelos teus lindos cabelos loiros e comer-te toda por trás.”
Eu entrei em frenesim. Estava pronta para o diálogo:
“Fogo, tem que ser tão à bruta? Não podes ser meiga comigo?”
“Claro que posso. Posso ser o que tu quiseres.”
Não esperou que eu respondesse e mandou a primeira nude: um pau lindo de tamanho médio, venoso, duro, com a mão em volta. “Isto é o que me fazes.”
Respondi com duas fotos cuidadosas – close-ups. As minhas mamas com os mamilos duros e um zoom da minha cona inchada, brilhante de excitação, os lábios abertos. Nada que mostrasse o meu rosto ou marcas que o denunciassem.
Ele ficou maluco.
“Que deusa. Devia ter ganho coragem para ir ter contigo quando te vi a tomar duche no balneário do ginásio da faculdade.”
Uma sensação de alívio caiu de imediato. Ele estava a falar com a pessoa errada.
“Fogo, Pedro. Que susto. Agora sim, estou pronta para brincar.”, disse enquanto o beijei intensamente.
Peguei novamente no telemóvel:
“Devias ter tido coragem. Quem és?”
“Não tenho coragem de dizer. Mas já nos cruzamos muitas vezes nos corredores da universidade. Também sou do curso de desporto”
Um pensamento animou-me. Se calhar ele não estuda na nossa cidade. Não creio que aqui haja esse curso.
“Eu também sou tímida. Podíamos combinar uma coisa. Íamos a um motel. Tu entravas primeiro e colocavas uma venda e eu ia ter contigo e deixava-me sentir o meu corpo. Que te parece?”
O Pedro ficou maluco com a ideia. Eu sugeri um motel numa cidade a cerca de uma hora daqui. Respondeu que ainda teria que fazer uma viagem longa mas que eu valia a pena.
“Porque vamos para tão longe?”, perguntou-me.
“Porque vou passar o fim de semana nessa zona, mas a tua coragem e a ideia do teu lindo caralho dentro de mim não me deixam esperar.”
“Então conta comigo.”, respondeu, juntando um pequeno vídeo a bater uma punheta.
Escusado será dizer que eu e o Pedro fizemos como animais assim que posso o telemóvel.
Os dias seguintes foram um inferno delicioso. Mal conseguia dormir. De dia pensava em razões para cancelar. À noite, quando o Pedro me fodia, gemia mais alto imaginando outro caralho. Na véspera, quase cancelei.
“E se ele for um idiota?”, perguntei ao Pedro deitada na cama, nua.
“Então paramos logo.”, respondeu ele, beijando-me o pescoço, ”Mas confesso… estou ansioso para te ver a levares outro caralho. Quero ver até onde vais.”
No dia, entrámos no motel às 20h em ponto. Tinha vestido um vestido curto preto, sem roupa interior. Ele mandou mensagem com o quarto em que estava e disse apenas que já ia colocar a venda.
“Estou nervosa pra caralho” sussurrei.
“Eu também. Mas estás excitada, não estás?, perguntou o Pedro, deslizando a mão por baixo do vestido.
“Super!”, admiti.
A porta do quarto estava encostada. Eu entrei e quando o vi sentado na cama com a venda fiz sinal ao Pedro para esperar um segundo.
Dirigi-me a ele e dei-lhe um beijo na face.
“Olá, meu querido. Vou colocar uma musiquinha para dar ambiente.”, disse-lhe, para dar espaço ao Pedro para entrar sorrateiramente e se instalar.
O quarto era grande. Tinha uma cama redonda com um espelho no teto, uma poltrona sexual, onde o Pedro se sentou e uma enorme banheira de hidromassagem.
A música enchia o quarto, com batida lenta e sensual. O tipo estava sentado na borda da cama, venda preta bem colocada, as mãos apoiadas nas coxas, visivelmente nervoso e excitado. O volume nas calças dele já denunciava tudo. Era muito jovem. Não tinha mais de 21 anos e tinha um estilo meio betinho.
Aproximei-me devagar, os saltos a fazerem barulho no chão. Passei as mãos pelos ombros dele, desci pelo peito e senti o coração a bater acelerado. Inclinei-me e mordi-lhe o lóbulo da orelha.
“Shhh… fica quietinho. Hoje sou eu que mando.”, provoquei, “Como te chamas?”
“Filipe. Olá, Sofia.”
Ele gemeu baixinho. Coitado, pensava que ia comer a sua Sofia. Desabotoei-lhe a camisa devagar, expondo o peito definido de quem frequentava o ginásio. Beijei o pescoço, desci pela barriga e cheguei ao cinto. Abri-o com os dentes, puxei as calças e a boxer para baixo de uma vez. O pau dele saltou, duro, venoso, exatamente como na foto.
Olhei para o lado. Pedro estava sentado na poltrona grande, já com o pau na mão, olhos fixos em nós. Fez-me um aceno lento com a cabeça, encorajando.
Ajoelhei-me entre as pernas do rapaz e lambi a base do caralho dele até às bolas, devagar. Ele soltou um gemido rouco.
“Porra… que boca quente…”.
Enfiei-o na boca de uma vez, até ao fundo. Chupei com força, girando a língua na cabeça, babando tudo. Subia e descia com vontade, uma mão a masturbar a base, a outra a apertar as bolas. Ele agarrou-me o cabelo loiro instintivamente, mas não forçou.
Levantei-me, tirei o vestido curto num movimento só e fiquei completamente nua à frente dele. Os mamilos duros, a cona depilada e húmida. Subi para a cama, sentei-me em cima da cara dele e comecei a esfregar-me devagar.
— Lambe. Quero sentir essa língua toda.
Ele obedeceu como um faminto. A língua quente abriu-me os lábios, circulou o clitóris, entrou dentro de mim. Eu gemia alto, rebolando os quadris, esfregando a cona molhada na cara dele. Olhava para Pedro, que se masturbava devagar, o olhar cheio de tesão.
Não aguentei mais. Desci, posicionei o pau dele na entrada. Esfreguei-o bem na minha cona sem o meter em mim.
Levantei-me para ir buscar um preservativo e ele frustrado perguntou:
“Anda cá, onde vais?”
“Está na hora de encapotar a tua pila. Ou não queres que te foda?”
“Quero tanto!”, gemeu ele.
Sentei-me em cima dele e antes de o encobrir engoli o caralho todo. Era muito bonito e o tamanho médio ajudou à garganta funda, enquanto lhe acariciava os tomates.
Inesperadamente ele começou a contorcer-se pegou no caralho e deu duas únicas estocadas, enchendo-me a cara da sua esporra.
“Ai, desculpa caralho. És demasiado experiente para mim.”, disse derrotado pelo êxtase.
“Está tudo bem. Deixa-me ficar com a venda. Isto ainda não acabou.”
Ele deixou-se ficar deitado na cama, enquanto eu me fui lavar.
Quando regressei comecei retirei as calças e os boxers que tinha no fundo das pernas e a camisa aberta. Deitei-o confortavelmente na cama e comecei a beijar todo o seu corpo.
No vigor da juventude não demorou a começar a dar sinais com o seu lindo caralho.
Eu lambi e trinquei os mamilos, chupei o pescoço e coloquei-me por cima dele no típico 69.
Ele chupou-me e lambeu-me muito bem. Com as mãos afastava os meus lábios e fazia súbitas penetrações com a língua que me deixavam louca.
Quando ele começou a ficar mais maroto e a meter um dedinho no meu cu, sentei-me sobra a sua barriga, de costas para a cara e bati uma punheta enquanto colocava o preservativo. Depois brinquei com o caralho na entrada da minha cona, até o enfiar todo de uma vez. Um gemido longo escapou-me da garganta quando o senti a abrir-me toda.
Comecei a cavalgar devagar, depois cada vez mais rápido. As mamas saltavam, ele esticava-se e tentava apalpá-las às cegas. Agarrei-lhe as mãos e coloquei-as nos meus seios.
“Aperta. Com força.”
Ele apertou, beliscou os mamilos. Eu cavalgava com força, o som molhado da cona a engolir o pau ecoava no quarto. O Pedro estava louco a ver como aquele pau entrava e saía brilhante da minha excitação, o meu cu redondo rebolava.
O Pedro levantou-se silenciosamente e aproximou-se. Enquanto eu cavalgava o desconhecido, Pedro meteu-me dois dedos na boca. Chupei-os com fome.
De repente levantei-me, o pau do tipo a saltar para fora, latejando.
“Deita-te de lado”, ordenei.
Coloquei-me de cona para ele, uma perna levantada. Ele penetrou-me por trás, fundo, e começou a foder-me com estocadas fortes. O som de pele contra pele enchia o quarto. Eu gemia como uma puta:
“Mais forte… fode-me esse cu… ai caralho, assim!”
Ele segurava-me pela anca e metia com vontade.
Mudei de posição outra vez. Fiquei de quatro na cama, cu bem empinado. Ele ajoelhou-se atrás e quase e fomos descobertos, porque a risada que dei a vê-lo procurar a minha cona sem ver nada, quase fez o Pedro desmanchar-se a rir. Ele meteu-me outra vez, agora mais bruto. As estocadas faziam as minhas mamas balançarem.
“Quero-te no meu cu”, pedi, com a voz rouca. Tinha o tamanho ideal para me dar prazer anal.
O Filipe sorriu entusiasmado, cuspiu na mão, esfregou a cabeça do caralho e pressionou devagar contra o meu cu. Entrou devagar, centímetro a centímetro, até estar todo enterrado. Gemi alto, um misto de dor e prazer. Ele começou a foder-me o cu com ritmo crescente, cada vez mais fundo.
“És o meu primeiro cu!”, disse-me entre gemidos.
“Então aproveita-me bem. Estou a adorar!”
O Pedro masturbava-se olhando para o espetáculo: a namorada de quatro, a levar no cu de um estranho.
Não aguentei mais. O orgasmo veio forte, o cu a contrair em volta do pau dele. Gritei, o corpo a tremer.
Ele também não aguentou, puxou o pau e descarregou jatos grossos e quentes nas minhas costas e no cu, gemendo como um animal
Fiquei uns segundos a recuperar o fôlego, depois beijei-o na boca rapidamente.
“Fica aí quietinho. Não tires a venda ainda. Vou-me lavar e já volto.”
Levantei-me trémula e peguei numa toalha. O Pedro claro aproveitou para me fotografar e recordar este momento.
Acho que ele adormeceu por uma minutos, porque permaneceu deitado, imóvel enquanto eu tomei um duche rápido. O Pedro veio ter comigo discretamente e ofereceu-me o caralho para que o chupasse num silencioso orgasmo com muita esporra.
Levantei-me, vesti-me e enquanto o Pedro saiu eu fui ter com o Filipe, beijei-o e lambi-lhe a cara, despertando-o.
“Quando voltares a ver a Sofia na universidade convida-a para tomar um café. Conta-me esta história e se ela tiver dúvidas manda mensagem que eu compro o tudo. Depois vem com ela aqui e fode-a como me fodeste.”
Ele demorou a reagir. Quando retirou a venda apenas me viu a sair pela porta, fechando-a imediatamente.
No carro, beijei Pedro com fome.
“Levanta-me o vestido e fode-me aqui mesmo no estacionamento”, pedi.
Ele não se fez rogado. Fodeu-me no banco de trás, rápido e possessivo, enquanto eu ainda sentia o cu latejar da foda anterior.
Quando recuperamos, peguei no telemóvel e li a mensagem do Filipe.
“Já percebi que quem me deu o número da Sofia se enganou. Não acredito que isto aconteceu. Quero tanto conhecer-te.”
Eu respondi:
“Quando a vida te dá um dilema escolhe a opção que te possa trazer mais diversão. Se o fizeres sempre talvez nos voltemos a encontrar. Se isso acontecer farei questão de me apresentar. Até lá, arranja um amor como o meu e sê feliz e livre.”
