O sol ainda estava alto, o ar quente e cheirava a mar. A Rita, com o cabelo solto e um vestido leve que marcava as curvas, sorriu assim que entrámos no quarto.
“Finalmente, amor. Uns dias só nossos…”, disse ela, piscando o olho enquanto deixava a mala cair no chão.
O quarto era espaçoso, com uma cama grande, varanda com vista para os jardins e para a piscina. Mal fechámos a porta, a Rita já estava em cima de mim. Beijámo-nos com fome, as mãos percorrendo os corpos como se não nos tivéssemos tocado há semanas.
Tirei-lhe o vestido num gesto rápido. Ela não trazia sutiã. Os seios saltaram livres, mamilos já duros.
“Quero-te agora.”, disse-me.
Empurrei-a contra a cama, abri-lhe as pernas e mergulhei a cara na cona depilada e quente. Lambi-a devagar primeiro, depois com mais força, chupando o clitóris enquanto ela gemia e agarrava o meu cabelo.
“Ahh, Pedro… assim… fode-me com a língua.”
Quando ela já tremia, levantei-me e enfiei o caralho todo de uma vez. Fodemos com força, suados, ela de pernas abertas e depois virada de quatro, a bunda redonda batendo contra mim. Viemo-nos quase ao mesmo tempo, eu dentro dela, enchendo-a, e Rita contraindo-se à volta de mim com um grito abafado.
Caímos na cama, nus e ofegantes.
“Isto é só o aquecimento”, murmurou ela, traçando círculos no meu peito.
A primeira noite foi impecável. Jantámos no restaurante principal, bebemos vinho, passeámos pela praia ao luar. Voltámos ao quarto e fodemos outra vez. A Rita montou-me em cowgirl, rebolando os quadris com aquela experiência que me deixava louco, tocando-se enquanto eu apertava os seios dela. Veio-se mas continuou a montar-me até explodir dentro dela. Adormecemos enroscados, com o quarto a cheirar a sexo e a mar.
No dia seguinte acordámos, tomámos o pequeno-almoço e passámos a manhã na piscina. Estávamos deitados nas espreguiçadeiras, quando um casal jovem chegou e instalou-se ao nosso lado. Ela, era morena, vinte e poucos anos, corpo bonito com curvas suaves e um biquíni preto que realçava a pele bronzeada. Ele era alto, magro, com ar de cromo de informática.
Não falámos, mas eles repararam em nós, porque mesmo sendo discretos nao deixávamos de namorar com a mesma paixao desde o nosso primeiro dia. Ela deitou-se sobre ele na espreguiçadeira e ele desviou várias vezes a cara para olhar para o corpo da Rita, deitada na berma da piscina a beijar-me enquanto eu estava dentro de água.
Quando chegámos ao elevador, para ir para o quarto parecia que eles nos seguiam. Entramos juntos.
“Boa tarde”, disseram em coro. Nós respondemos o mesmo, também em coro.
Saímos e viramos para o mesmo lado. Fizemos a mesma curva e quando nós paramos eles pararam na porta mesmo ao lado.
“Bem, parece que somos vizinhos”, disse a Rita piscando-lhes o olho.
O isolamento de som na casa de banho era péssimo e enquanto eu e pedro tomávamos banho juntos ouvimos do lado deles a água a correr e gemidos que rapidamente se tornaram gritos de prazer.
O meu pau cresceu de imediato. A Rita sorriu e sem falar ajoelhou-se na banheira e fez-me um magnifico broche.
Eu não me contive e gemi e gritei de excitação. Eles naturalmente ouviram, porque antes de continuarem a sua sessão de prazer pararam por uns segundos certamente surpreendidos.
Minutos depois inclinei a cabeça da Rita para trás e vim-me na cara dela, que ainda de joelhos passou a língua lambendo os cantos da boca e colocou-se debaixo do chuveiro.
“Imagina aqueles corpinhos jovens a foder mesmo aqui ao nosso lado.”, provoquei.
“Que maravilha. Bem que os provava. Será que aquele crominho sabe o que fazer com a miúda?”, disse, deixando a pergunta no ar.
Eram 15h quando descemos para almoçar. Numa estranha coincidência, eles também saíram. Apanhamos novamente o mesmo elevador.
“Olá! Estão a gostar da estadia?”, perguntou Rita, com um sorriso maroto.
“Sim, só chegamos ontem mas está a ser impecável.”, respondeu miuda.
“Eu sou a Rita, ele é o Pedro”, disse a Rita.
“Eu sou a Joana e ele tambem é Pedro.”
“Boa, assim nunca nos trocam o nome.”, disse eu sem pensar.
Rimos todos, mas certamente com interpretações diferentes.
“Nós também entramos ontem e vamos ficar uma semana.”
“Nós também.”, respondeu ela. Ele claramente era muito mais reservado, mas tinha dificuldade em disfarçar quando olhava para o generoso decote da Rita.
A conversa foi curta mas cordial, já à porta do restaurante do resort. Depois cada um foi para a sua mesa.
Depois do almoço subimos para o quarto para uma sesta. O calor do Algarve apertava e o corpo pedia descanso. Mal entrámos, Rita tirou o vestido e deitou-se nua na cama grande, com um sorriso preguiçoso.
“Vem cá, amor. Vamos descansar um bocadinho antes de voltarmos à piscina”, disse ela, estendendo os braços.
Deitámo-nos os dois, peles quentes coladas, e adormecemos rapidamente, enroscados.
Acordei cerca de uma hora depois. A Rita já estava acordada, de pé na varanda de vestido leve, sem nada por baixo, a olhar discretamente para baixo. Aproximei-me por trás, encostando o peito às costas dela, e passei os braços pela sua cintura.
“Olha para eles”, sussurrou ela, com a voz já rouca de excitação.
Na piscina, mesmo em frente à nossa varanda, estavam numa espreguiçadeira à sombra de um guarda-sol. Ela estava deitada por cima dele, beijando-o devagar. A mão dela deslizou discretamente para dentro dos calções dele. O jovem Pedro olhava em volta, nervoso, mas não a impedia. A Joana, com um sorriso safado, puxou um pouco o top do biquíni para o lado, expondo um mamilo.
“Porra… olha para aquilo”, murmurei, sentindo o meu caralho endurecer contra a bunda da Rita.
“Sao jovens a comportar-se como tal”, respondeu Rita, encostando-se mais a mim, roçando o cu contra o meu pau.
Ficámos os dois a ver em silêncio por uns minutos, excitados a vê-los entrar na agua e a namorarem intensamente. A mão da Rita desceu e agarrou o meu caralho, masturbando-me devagar enquanto continuávamos a espiar.
“Quero-os”, disse ela de repente, sem rodeios. “Quero comer aquela miúda e quero que tu a fodas também. E quero sentir o caralho dele dentro de mim enquanto tu nos vês.”
“Eu também”, confessei, apertando-lhe os seios por trás. “Imagina a Joana a gemer enquanto eu a como e tu montas o namorado dela. São tão novos… tão frescos.”
Rita virou-se para mim, os olhos brilhando de desejo. Continuava a bater-me devagar.
“Lembras-te da nossa primeira troca? Aquela noite na caravana com a Isabel e o António? Estávamos tão nervosos… e acabámos a foder como loucos”
“Claro que lembro. Tu montaste o António ao meu lado. Foi o começo de tudo. Depois daquela noite nunca mais fomos os mesmos.”
“Pois é”, disse Rita, apertando mais o meu caralho. “E agora somos nós os mais velhos, os experientes. Quero fazer com estes miúdos o que a Isabel e o António fizeram connosco. Quero vê-los perder a vergonha, quero ouvi-los gemer enquanto lhes mostramos coisas que ainda não conhecem.”
Lá em baixo, Joana voltou a meter a mão dentro dos calções do namorado dentro de água.
“Olha para eles… estão loucos de tesão”, murmurei. “Acho que vai ser fácil aproximarmo-nos mais. Jacuzzi, sauna… vamos deixar a tensão crescer devagar.”
A Rita virou-se completamente, ajoelhou-se na varanda e meteu o meu caralho na boca, chupando com vontade enquanto continuava a espiar pelo canto do olho. Eu agarrei-lhe o cabelo, fodendo-lhe a boca devagar.
“Vamos comê-los, amor”, gemeu ela entre chupadelas. “Quero esta semana inesquecível para todos.”
Eu levantei-a e virei-a de costas para a mim, debruçada na varanda. Levantei o vestido e comi-a ali mesmo da forma mais discreta possível.
A certo momento eles olharam oara cima e viram apenas a Rita, que disfarçando lhes disse adeus.
Fomos depois para o quarto e ela fodeu-me em reverse cowgirl, uma posição que adoramos.
Viemo-nos e sem grande descanso preparamo-nos para ir para a piscina. A Rita vestiu um fato de banho muito sexy sem costas e com um belo decote. Estava em modo engate e eu estava louco.
Descemos para a piscina com o corpo ainda a latejar do sexo rápido na varanda.
A Rita caminhava à minha frente, com um vestido de renda branco que deixava ver totalmente o fato de banho que lhe realçava o belo cuzinho.
O jovem casal ainda estava na água. A Joana ria-se alto enquanto o namorado a segurava pela cintura, fingindo afogá-la.
Assim que nos viram aproximar, os olhares deles demoraram-se. A Rita escolheu duas espreguiçadeiras mesmo ao lado da deles.
Deitei-me primeiro. A Rita ficou de pé, esticando o corpo todo como quem se prepara para entrar na água, os mamilos marcando o tecido fino. O jovem Pedro não conseguiu disfarçar — os olhos dele subiram pelas pernas dela e pararam no decote. A Joana reparou e não disfarçou um ligeiro olhar ciumento.
“Está boa a água?”, perguntou a Rita, com voz doce e provocadora.
“Está ótima”, respondeu a Joana.
A Rita entrou devagar. Eu aproveitei para tirar a foto que aqui partilhamos.
Depois mergulhou. Quando voltou à superfície, com o cabelo molhado colado ao corpo, aproximou-se da borda onde eles estavam. Eu entrei logo depois e coloquei-me atrás dela, encostando o corpo ao dela de forma aparentemente inocente. A minha mão deslizou pela barriga dela debaixo de água, descendo devagar até roçar a virilha.
Conversámos sobre coisas banais, o resort, a comida, o tempo. A Rita ria-se mais do que o normal, tocava no braço da Joana quando falava, enquanto a minha mão continuava a explorar discretamente a Rita debaixo de água.
A certa altura, a Rita virou-se para mim e deu-me um beijo lento na boca, deixando que a língua aparecesse um segundo a mais. Quando se afastou, olhou para os miúdos.
“Vocês são tão fofos juntos… lembra-nos de nós há uns anos.”
A Joana corou, mas sorriu. O namorado dela engoliu em seco.
Passado um bocado, saímos da piscina e fomos falar com um funcionário que passava.
“Boa tarde”, disse a Rita com o seu sorriso mais charmoso. “Era possível reservar o jacuzzi privado para esta tarde?”
O funcionário fez um telefonema e disse que o jacuzzi estaria disponível a partir das 19h30, para duas horas.
“Perfeito”, respondi eu
Quando voltámos para junto deles, a Rita anunciou casualmente:
“Reservámos o jacuzzi para as 19h30. Se quiserem juntar-se a nós… é grande e tem vista brutal.”
Houve um segundo de silêncio. A Joana olhou para o namorado, que hesitou, mas acabou por sorrir.
“Nunca estive num jacuzzi”, disse ele.
“Ótimo”, respondi, piscando o olho. “Vamos beber um copo antes e vais ter uma nova experiência.”
“Nós estamos sempre disponíveis para novas experiências. “, acrescentou a Rita, “Há quanto tempo estão juntos?”
“Há 6 meses. Começámos a namorar quando terminamos o curso.”, respondeu a Joana.
“Que bela fase. Aposto que não conseguem estar longe um do outro. Todos os dias querem coisas novas e querem aproveitar a companhia um do outro ao máximo.”
“Era bom”, rematou ela, “tenho que o partilhar com a porcaria dos jogos de computador.”
Eu e o Pedro trocamos um olhar. Era a nossa deixa.
“Pedro, nao fazes justiça ao nosso nome. Não se troca a namorada por nada que ela nao queira.”
Ele não respondeu, era claramente tímido.
“Joana, tens que puxar por ele. Nós mulheres temos armas que derrotam qualquer distração.”, brincou a Rita.
“Pois, se calhar tenho ainda muita coisa para aprender.”
A Rita coloca-lhe a mão no fundo das costas e segreda-lhe:
“Nada supera a vontade que nós lhes causamos”
Depois mergulha para se refrescar e eu vou atrás dela.
Fomos beber um copo no bar da piscina. Eles falaram dos planos depoisndo mestrado, nós falamos das profissões. Foi uma conversa para nós conhecermos melhor, com uma boa energia e sempre com uma tensão no ar e trocas de olhares entre todos.
Às 19h30 estávamos os quatro no jacuzzi privado, iluminado por luzes suaves, com uma garrafa de espumante dentro do balde de gelo.
A água quente borbulhava à volta dos nossos corpos.
“Então, gostam?”
Eles acenaram que sim, mas estavam um pouco tensos.
“Vá, pessoal, estão a ter as vossas primeiras férias juntos numa local incrível. Desfrutem, nao tenham vergonha.”, disse eu.
“Sim, nós percebemos que nos conhecemos agora, mas quantas vezes nao passarmos bons bocados com pessoas que tinham acabado de conhecer em festas.”, completou a Rita, “já nem falo das curtes e do Tinder”
A Joana, que ficou tocada com os dois gins que bebemos no bar antes de ir para o jacuzzi soltou-se um pouco.
“Eu gosto de aventura, mas o Pedro fica muito constrangido.”
“Então, Pedro, a Joana é a tua primeira namorada?”
“Sim.”
“Não te preocupes, ainda vais viver muita coisa boa e a melhor forma é soltares-te”, disse a Rita.
Depois colocou-me sentado à sua frente e começou uma massagem nos meus ombros.
“Joana, experimenta, vais ver que o teu Pedro vai gostar. O meu adora.”
Os jovens, ainda meios constrangidos, colocam-se na mesma posição e ela começa um massagem nos ombros do namorado.
No meio de todo esse relaxamento, as bocas começaram a beijar-se. Primeiro nós e logo depois eles. A Joana estava claramente mais solta e com a lingua lambia os cantos da boca do namorado e dava-lhe beijos no pescoço. Ja a Rita fez-me um chupão no pescoço e brincou:
“Gosto sempre de marcar o que é meu.”
Depois, muito direta, virou-se para eles:
“Sabem, as casas de banho dos quartos nao têm grande isolamento e ontem o vosso banho surpreendeu-nos” Sorriu maliciosamente. “Animaram muito o nosso banho”
Joana riu-se, envergonhada mas excitada.
“Vocês também não foram discretos…”
O jovem Pedro estava visivelmente nervoso, mas o volume dentro do calção de banho mostrava que estava a ficar excitado.
A água quente borbulhava à nossa volta, as luzes suaves do jacuzzi privado criavam um ambiente quase irreal. A garrafa de espumante já ia a meio e o álcool tinha claramente soltado a Joana.
A Rita, sempre a dominar a situação, encostou-se mais a mim e começou a falar com aquela voz rouca que eu adorava.
“Vocês são tão novos… Aposto que ainda estão a descobrir muita coisa. Eu e o Pedro já temos mais de vinte anos juntos e ainda hoje ha coisas que fazemos como no primeiro dia.”
“A sério? Eu queria tanto viver uma relação assim, para a vida toda.”, disse a Joana, abraçando o namorado por trás, “mas os rapazes de hoje só querem saber de jogos e de relações mais instantâneas.”
“Como assim?”, questionei eu.
Ela hesitou, mas nao se conteve.
“Acho que olham para nós só para sexo. Eu encontrei o Pedro e é diferente da maioria, respeita-me e gosta de fazer comigo coisas que nao se passam apenas no quarto, mas tenho amigas que com 22 e 23 anos, nunca tiveram uma relação ppr mais de 2 semanas.”
“O sexo é importante. Não é só da vossa geração.”, disse-lhe, “mas nao pode ser tudo.”
“Eu conheço raparigas que nunca passaram tempo com os namorados fora de casa.”
“Como tu”, respondeu subitamente o namorado.
“Sim, mas eu nao tinha bem um namorado, o Diogo era mais uma obsessão física”, disse ela, deixando-o visivelmente desconfortável.
“Fogo, ainda es muito nova para esse tipo de obsessões”, observou a Rita
“Nova? Ele chamava-a sempre que lhe apetecia, quando tinha namorada, quando nao tinha, quando estava bêbedo e ela ia a correr. Durante todo o curso.”, disse ele frustrado.
“Demorei a perceber que existia um.rapaz que gostava mesmo de mim e estava mesmo ao meu lado.”, disse ela com carinho, abraçando-o novamente, “mas sim, a minha obsessão fez com que eu passasse os anos mais relevantes da juventude a ser usada.”
“Olha para isso como aprendizagem”, respondeu a Rita, “E ainda es tão nova. Podes levar esta relação tão longe e viver tanta coisa. Usa o que aprendeste no passado para construir o futuro.”
A Joana ja estava completamente à vontade. Falava connosco como se nao houvesse filtro. A Rita tem esse dom de baixar as defesas de toda a gente.
“O problema é que se eu faço algo na cama, tenho que ouvir bocas sobre ja o ter feito ao Diogo e com o Diogo.”
“Pedro, nao podes ser ciumento. A vida é o que é. E a sorte é terem-se um ao outro e poderem usufruir do que sabem fazer um pelo outro. Principalmente no sexo”, afirmei, “imagina o que era vocês os dois virem para aqui uma semana e nao saberem o que fazer com os vossos corpos.”
“Pois, mas eu nao sei. A Joana e eu temos experiências diferentes.” Respondeu o jovem.
“Maravilha, usa isso para aprender.”, disse a Rita e depois com um sorriso atrevido continuou, “eu tive que guiar o Pedro como se fosse um manual de instruções na primeira vez que ele me fez sexo oral e agora é um mestre.
Quando ela disse isso os jovens ficaram corados. A conversa seguiu um caminho sem retorno.
“Bolas, vocês estão tão confortáveis com o que são e o que fazem.”, disse a Joana com um sorriso entusiasmado
“olhem, vou contar-vos uma coisa e vocês vão ficar assustados, porque nós também ficámos quando estivemos numa posição parecida com a vossa.”, depois beijou-me, passou-me as mãos no peito e desceu até ao meus calções e continuou,”eu e o Pedro somos um casal liberal. Ou melhor, temos uma relação sólida e exclusiva, mas metemo-nos em muitas aventuras e envolvemo-nos com muita gente. Sempre com higiene e cuidado, mas vou muita loucura.”
Eles ficaram de boca aberta.
“Como assim? O que fazem vocês?”, perguntou a Joana.
“Olha, pode ir desde coisas so entre nós a coisas com outras pessoas. Por exemplo, quando vos acenei da varanda… ele comeu-me ali mesmo, de pé, enquanto vocês estavam na piscina.”
Joana riu-se, corada, mas os olhos brilhavam. Os Pedros estavam excitados visivelmente. Crescendo notoriamente dentro dos calções.
“Porra… a sério?”
“Sim”, respondeu Rita, rindo. “Eu e o Pedro nao tínhamos experiência nenhuma quando começámos a namorar e desde cedo procuramos experimentar tudo. Um dia conhecemos um casal de caravanistas que nos introduziu ao swing. Éramos mais novos do que voces. E mudaram a nossa forma de ver a vida e o prazer.”
“Eu gostava tanto de explorar as nossas fantasias.”, disse a miúda excitada, “uma das que sempre tive era que alguem me visse a fazer sexo.”
O jovem Pedro engoliu em seco, mas não disse nada. A Rita virou-se para ele.
“E tu, Pedro? Qual a tua maior fantasia?”
“Sei lá…”
“Não me venhas com tretas, somos homens, passamos a vida a pensar em sexo.”, disse eu a sorrir.
“Pronto, gostava de foder a Joana e uma amiga ao mesmo tempo.”
A Joana abriu a boca de espanto e questionou de imediato:
“A sério?? Quem??”
“Va, não adivinhas?”
“Pois claro, a Clara. Toda a gente quer foder a Clara. A gaja boa do curso.”
“Toda a gente quer? Tu também?”, perguntou a Rita à Joana.
“Eu nao sou lesbica e irrita-me”
“Pronto, ja percebemos o ciume” brinquei eu, “mas sabem como eu e a Rita começamos a lidar com essas situações? Fantasiando na cama.”
“Sim, sabe tão bem.”, a Rita sorriu, predadora, depois deu o passo em direção ao inevitável e despiu os fato de banho, “Joana, hoje é um dia para viver uma fantasia e para te empoderares. Usa as tuas armas, sempre”
A Joana despiu o top do biquíni e depois a tanga. Estava bem depiladinha.
“Pedros, acham que vamos ficar aqui assim convosco vestidos?”, disse a Rita autoritária.
Eu despi imediatamente os calções. Ele hesitou, mas a Joana virou-lhe a cara, beijou-o e disse:
“Va lá, amor. Que mal pode acontecer. Vamos construir memórias juntos.”
Ele então despiu os calções. Estávamos os dois com os caralhos bem eretos.
A Rita encostou os seios nas minhas costas, e passou os braços à volta da minha cintura. A mão dela desceu e agarrou o meu caralho duro, começando a bater-me uma devagar debaixo de água. A Joana imitou-a, sentando-se atrás do namorado e começando a punhetá-lo também.
“Sente como ele está duro por tua causa, Joana.”, disse a Rita
As duas mulheres masturbavam-nos ao mesmo ritmo. Os gemidos misturavam-se com o borbulhar da água.
A Rita olhou para o jovem:
“Então, Pedrinho, está a ser bom?”
“Ahhh… sim”, disse ele, deixando cair a cabeça para trás, “ahh, vou-me vir”.
Num impulso agil levantou-se no jacuzzi e virou-se para a namorada e veio-se nas mamas e no pescoço dela.
A Rita não desperdiçou a oportunidade.
“Boa, garanhao!”, depois sai de trás de mim e foi ter com ela e apontado para a esporra que escorria pelo seu corpo, perguntou, “posso?”
A Joana acenou que sim e a Rita começou a lamber o peito e o pescoço, limpando o esperma que se espalhava no corpo molhado, fazendo a miúda gemer.
“Então, Pedro, a Joana alguma vez engoliu o teu esperma?”, perguntei eu.
“Não, nunca.”
A Rita ouviu e falou baixinho ao ouvido da Joana:
“Tu ja provaste esperma, certo?”, ela acenou que sim, “então queres beijar-me e sentir o sabor da esporra do teu Pedro?”
“Quero tanto!”, disse ela, excitada.
A Rita não hesitou e beijou-a com intensidade, muito tesão e muita língua.
“Queres experimentar o caralho de um homem mais experiente?”, perguntou-lhe.
A Joana olhou para o namorado. Ele, surpreendentemente, fez que sim com a cabeça. De imediato sentei-me fora de água, na borda do jacuzzi.
A Joana veio para o meu lado e mergulhou a cabeça na água por um segundo antes de subir e meter o meu caralho na boca. E porra… era mesmo magnífica. Chupava com fome, língua girando na glande, descendo fundo, sugando com pressão perfeita. Uma mão massajava-me os tomates enquanto a outra segurava a base. Eu gemi alto.
“Foda-se, Joana… sabes o que fazes.”
Ao mesmo tempo, Rita puxou o jovem Pedro para junto dela, que estava de boca aberta com a atuação da namorada.
Sentou-se tambem na borda do jacuzzi virada para mim, abriu as pernas e guiou a cabeça dele para a sua cona.
“Vem cuidar de mim.”, disse-lhe e ele obedeceu sem hesitação, “Devagar, amor. Primeiro lambe por fora… assim… agora o clitóris. Chupa-o devagarinho… usa a língua plana… isso.”
O rapaz era desajeitado, mas Rita era paciente e dominante. Agarrou-lhe o cabelo e foi guiando os movimentos, ensinando-lhe o ritmo, dizendo-lhe exactamente onde e como lamber. Os gemidos dela foram ficando mais altos.
“Mete um dedo dentro da minha cona… curva-o para cima… isso, Pedro! Continua a lamber enquanto mexes o dedo.”
A Joana continuava a chupar-me com maestria, olhando de vez em quando para o namorado a chuoar a Rita. Eu segurava-lhe o cabelo molhado e fodia-lhe a boca com estocadas suaves.
A Rita começou a tremer. Apertou a cabeça do jovem Pedro contra a cona e veio-se com força, gemendo alto, com o corpo a contrair-se.
“Boa, miúdo. Faz exatamenteo mesmo sempre que possivel à Joana e terão uma relação com muito prazer”
Quando a Rita recuperou o fôlego, puxou-o para cima e deu-lhe um beijo profundo, provando o seu próprio sabor na boca dele.
A Joana estava a fazer um broche excelente e o orgasmo da Rita deu cabo de mim.
“Vou-me vir.”, anunciei.
“Vem-te na minha boca.”
Eu obedeci e ela fez o trabalho todo. Lambeu-me e chupou-me cada gota.
“Joana, que broche incrível”.
“Olha que o Pedro também se safou bem na oral”, brincou a Rita.
Relaxamos, até chegar um funcionário com uns roupões, que nao disfarçou a surpresa ao ver-nos todos nus.
Subimos juntos. Demos o dia por terminado, apesar da vontade continuar, mas nao sabíamos como eles poderiam reagir ao convite.
Não jantámos, comemos uns snacks que havia no quarto e bebemos uma cerveja, mas o que queríamos mesmo era conversar sobre a velocidade a que se realizou a nossa fantasia.
No dia seguinte, acordámos tarde e fizemos a nossa rotina de férias: pequeno-almoço tardio, praia, almoço leve, sesta no quarto com mais uma foda preguiçosa.
Mas o dia inteiro não houve qualquer sinal dos miúdos.
A Rita começou a ficar preocupada.
“Achas que exagerámos? Que eles se arrependeram e agora estão envergonhados?”
“Pode ser. São novos, talvez precisem de tempo para processar”, respondi, embora também estivesse inquieto.
Passámos o resto do dia só nós os dois — piscina, mar, vinho ao pôr-do-sol.
Fodemos outra vez à noite, mas a fantasia dos miúdos pairava no ar.
No dia seguinte, descemos para a piscina por volta das 11h. Estávamos deitados nas espreguiçadeiras quando os vimos chegar.
A Joana e o jovem Pedro vinham de mão dada, com um ar diferente, mais soltos, mais cúmplices. Assim que nos viram, sorriram e vieram directamente ter connosco.
“Olá! Desaparecemos ontem, desculpem”, disse Joana, sentando-se na espreguiçadeira ao lado da Rita, “Precisámos de um dia só para nós… a conversar e… bem, na loucura”
A Rita riu-se, aliviada.
“Contem tudo.”
Eles contaram. Tinham passado o dia anterior trancados no quarto, revivendo cada segundo do jacuzzi, a falar abertamente das fantasias e a experimentar coisas novas.
“Foi incrível”, disse o jovem Pedro, corando mas orgulhoso. “Nunca tinha falado tanto sobre sexo. Voces mostraram-me outra forma de ver a vida.”
A Rita pousou a mão na coxa da Joana.
“Fico feliz. Nós adoramos estar convosco. “, e depois arriscou “E agora? Querem continuar a explorar… ou preferem ficar só os dois?”
A Joana olhou para o namorado. Ele respirou fundo e respondeu:
“Queremos mais. Os dois. Vinhamos mesmo perguntar se alinhavam.”
A Rita e eu trocámos um olhar. Ela foi direta, mas com carinho:
“Então esta noite, no vosso quarto? Sem pressas, mas com tudo o que quiserem. Vocês podem parar quando quiserem, mas nós vamos mostrar-vos como pode ser bom quando não há limites.”
A Joana mordeu o lábio, excitada.
“Às 22h no nosso quarto?”
“Perfeito”, respondi.
O resto do dia foi pura tensão sexual. Trocámos olhares constantes, toques “acidentais” na piscina, sussurros. A Rita e a Joana passaram bastante tempo juntas na água, rindo e falando baixinho. Eu e o jovem Pedro conversámos sobre como ele se sentia, nervoso mas desejoso.
Às 22h em ponto batemos à porta do quarto deles. A Joana abriu com um roupão curto de hotel, o cabelo solto e um sorriso nervoso mas excitado. O quarto estava em penumbra, apenas com as luzes de cabeceira acesas e uma garrafa de vinho tinto aberta em cima da cómoda. O ar já cheirava a antecipação.
A Rita foi a primeira a entrar, confiante.
Tirou imediatamente o vestido e revelou um conjunto de lingerie preta, que lhe ficava muito bem, como podem ver na foto que partilhamos, tirada minutos antes. Eu segui-a, despindo-me também, ficando de boxers. O jovem Pedro e a Joana olharam-nos com os olhos arregalados. A ideia era mesmo criar um impacto imediato.
A Joana deixou cair o roupão. Estava completamente nua, pele bronzeada, seios firmes e empinados, cona depilada. O jovem Pedro despiu-se também, o caralho já semi-duro a saltar livre. O contraste entre os corpos jovens e firmes deles e a nossa experiência era brutalmente excitante.
Começámos devagar e num silêncio de tensão sexual. A Rita puxou o jovem Pedro para si e beijou-o profundamente, a língua entrando na boca dele enquanto as mãos dele subiam hesitantes para lhe apertar os seios. Ao mesmo tempo, eu aproximei-me da Joana, segurei-lhe o rosto e beijei-a com calma, sentindo o corpo dela tremer contra o meu. As mãos dela desceram e agarraram o meu caralho, masturbando-me devagar.
“Quero-te dentro de mim”, sussurrou a Joana ao meu ouvido.
Deitei-a na cama. Abri-lhe as pernas e mergulhei a cara na cona dela. Estava molhada, quente, com sabor jovem e doce.
Lambi devagar, traçando círculos no clitóris, depois enfiei a língua dentro dela enquanto ela gemia e arqueava as costas.
Ao meu lado, a Rita tinha posto o jovem Pedro sentado na beira da cama e chupava-o com maestria — descia até ao fundo, saliva escorrendo, olhando-o nos olhos enquanto ele gemia descontrolado.
“Porra… Rita… assim vou-me vir já”, balbuciou ele.
Rita parou, sorrindo.
“Ainda não, miúdo. Quero-te dentro de mim primeiro.”
“Vocês têm preservativos?”, perguntei.
“Sim, ainda nao fodemos sem usar.”, respondeu o jovem Pedro
“Em seis meses de namoro exclusivo?”, perguntei admirado, “nao têm que ter medo.”
“Sim, talvez hoje seja o dia.”, disse atrevida a Joana, enquanto me colocava um preservativo para que a fodesse.
Eu levantei as pernas dela e entrei de uma vez. Estava apertada, quente, pulsando à volta do meu pau. Fodemo-nos com força, eu segurando-lhe os quadris, estocadas profundas que a faziam gritar.
A Rita encapotou o miúdo e montou-se nele com vontade. Segurou o caralho dele e desceu devagar, engolindo-o centímetro a centímetro até ficar completamente empalada. Começou a rebolar os quadris com aquela experiência que me deixava louco, os seios a saltar, as mãos apoiadas no peito dele. O som molhado da cona dela a engolir o caralho dele enchia o quarto.
“Olha… olha como ele te come bem”, gemeu a Rita para a Joana.
“Sim, tão bom”, respondeu Joana entre gemidos.
Pus a Joana de quatro e entrei por trás, fodendo-a com estocadas fortes.
“Pedro, fode a Rita assim, ela adora.”
Ele assim fez e a Rita acusou o prazer.
As duas mulheres fodiam lado a lado, gemendo, tocando-se os seios, beijando-se.
Eu apertava os quadris da Joana, guiando o ritmo. O jovem Pedro fazia o mesmo com a Rita. O quarto enchia-se de sons molhados, pele contra pele, gemidos e respirações ofegantes.
A Rita foi a primeira a vir-se. Ele acelerou ainda mais, levando-a a um orgasmo intenso.
Mas a Joana tinha algo planeado para aquele momento. Chegou-se à frente e deitou-se de barriga para cima.
“Pedro, ja fizeste vir a Rita, agora quero-te dentro de mim”, disse-lhe.
Ele saiu da Rita e aproximou-se da namorada que lhe retirou o preservativo e o puxou para o corpo dela. Depois abriu as pernas e disse-lhe:
“Come-me assim, quero que te venhas dentro de mim”
Eu e a Rita sorrimos enquanto víamos o rapaz penetrar avidamente. Eles queriam-nos, mas estavam cheios de paixão um pelo outro e deixaram-nos temporariamente pendurados. Mas nós sabíamos bem o que fazer.
A Rita colocou uma almofada por baixo do ventre a elevar a entrada da cona dela e puxou-me. Eu entrei na cona molhadinha dela e fodi-a com força.
A Rita aproveitou a posição para acariciar e beijar a Joana, que explodiu num orgasmo intenso e muito sonoro.
“Ai, vou-me vir. Ainda, vou-me vir. “, gritou o Pedro logo de seguida, jorrando a sua esporra pela primeira vez na cona da sua namorada.
“Amo-te”, disse-lhe ela.
Ele respondeu com grunhidos imperceptíveis.
“Meninos, cuidem de mim. Quero vir-me convosco a cuidar de mim.”, disse a Rita dando pouco espaço à recuperação deles.
Ela virou-se e de barriga para cima foi penetrada por mim, enquanto eles a beijavam e acariciavam as mamas.
“Joana, Senta-te na minha cara”, pediu a Rita.
A miúda assim fez, deixando a Rita lamber todos os fluidos da sua cona, ainda com esperma a pingar.
O namorado acariciava as mamas de uma e de outra e a Rita começou a bater-lhe uma punheta enquanto ele se ajoelhava ao lado de ambas.
“Anda cá, Joana, vamos rebentar da a Rita”, pedi eu.
Coloquei-as num 69 maravilhoso e sai de dentro da Rita, batendo com o pau na cara da Joana e nos lábios da cona alternadamente.
Depois coloquei-me do outro lado da cama e deixei que a Rita me masturbasse com a outra mão. Ela intensificou as punhetas quando se aproximou do orgasmo que estava cada vez mais próximo a cada lambidela da Joana notei clitóris.
“Ahhhhhhhhhh! Caralho!!!”, gritou a Rita quando se veio, com os gritos abafados pela cona da Joana que se esfregava na sua cara.
Eu estava quase a vir-me e para dar descanso à Rita comecei eu a masturbar-me. O jovem imitou-me.
“Vamos encher a minha mulher de esporra, miúdo”
Batemos punhetas frenéticas, eu dei uma palmada. O rabo da Joana, que estava possuída pelo prazer, fazendo sinal para se levantar. Ela assim fez, mas não saiu da cara da Rita.
Eu fui o primeiro a vir-me e a jorrar a esporra para as mamas da minha linda mulher. Menos de 1 minuto depois, o jovem Pedro fez o mesmo, sobrepondo a esporra dele à minha.
A Rita começou a brincar com a esporra entre os dedos e esticou uma mão para que a Joana lambesse. A miúda alinhou e saiu de cima dela, começando a lamber a esporra toda do peito da Rita e beijando-a para partilhar.
Eu apanhei-a ajoelhada sobre a Rita e enfiei-lhe dois dedos por trás que movi freneticamente até a ouvir gritar de prazer.
Deixamo-nos todos cair sobre a cama, com elas no centro abraçadas e a beijar-se.
“Há alguma coisa que queiram experimentar?”, perguntou a Rita.
“Temos tempo?”, perguntou a Joana.
“Temos a semana toda”, respondi eu.
“Mas hoje?”
“Enquanto o corpo aguentar e for prazer, temos todo o tempo.”, respondeu a Rita.
“Então quero experimentar uma última coisa.”
“ E eu também, mas a minha é mais simples do que a da Joana.”, disse o Pedro
“Então?”
“Queria que a duas me fizessem um broche ao mesmo tempo”
A Rita sorriu e num ápice levantou-se e começou a chupar o caralho dele. A Joana juntou-se e ambas trabalharam como mestres. Entre as bolas e a cabeça nada escapava às línguas e lábios daquelas mulheres.
Ele queria sentir um broche duplo e sentiu um broche duplo por duas boas brochistas. E isso refletiu-se na rapidez com que ele teve um orgasmo. Encheu de leitinha a cara de ambas, que em segundos tudo lamberam e engoliram.
Ele ficou derreado.
“Entao, agora é a tua vez, Joana”
“Bem, eu queria sentir uma dupla penetração, mas o Pedro agora não vai conseguir.”, disse ela com uma gargalhada.
A Rita olhou para mim e sorriu. Levantou-se e vestiu o robe da joana e daiu do quarto. Ficámos todos em silêncio à espera do que ai viria.
Ela regressou uns minutos depois e por baixo do robe tinha um strap-on que comprara uns meses antes e que ainda nao tínhamos tido oportunidade de usar. Tinha duas extremidades e enquanto penetrava tinha um dildo que também a penetrava a ela.
“Joana, vais-me dar a oportunidade de experimentar este brinquedo novo.”
Eu deitei-me de barriga para cima e a Rita guiou a Joana sobre como iríamos satisfazer a fantasia dela. Ela ficaria deitada sobre mim e a Rita iria penetrá-la na cona, enquanto eu ia trabalhando o cuzinho até o penetrar.
O jovem Pedro, ao lado, adormecera profundamente. Fora muita emoção e muita foda. Estávamos só nos os três.
A Joana abriu as pernas deitada sobre mim. A Rita penetrou-a e eu comecei primeiro com um dedo bem lubrificado e depois com a cabeça do pau a alargar e descontrair o cu dela.
“Já levaste no cu?”, perguntei eu ao seu ouvido.
Ela olhou para o Pedro a dormir e disse-me:
“Até o Pedro dizer que estava apaixonada por mim eu pensei que só serviria para dar prazer a rapazes, não me neguei a nada, mas ninguém me perguntou o que eu queria. E o que eles queriam era sempre o mesmo: chamar-me puta enquanto me fodiam, vir-se nas mamas ou na cara, ir-me ao cu.”, desabafou ela deitada sobre mim a levar na cina de um strap-on.
“Basicamente queriam fazer o que fazem nos filmes porno que eles veem”, respondi eu, “mas sabes, se prestarmos atenção ao que todos querem, a vida pode ser mais intensa e erótica do que a pornografia.”
Dizendo isto coloquei um preservativo comecei a penetrar o cu dela.
“Foda-se, é tão intenso.”, disse ela entre gemidos, “caralho, tão bom”.
Ela veio-se rápido e intensamente. Incrível como o namorado nao acordou. 3 dias de sexo rebentaram com o jovem nerd.
Nós ficamos imóveis dentro dela até o seu corpo parar de tremer.
“Bem, menina, amanhã há mais.”, disse a Rita, cujo corpo já começava a ceder ao cansaço.
Beijamos a Joana com tesao e despedimo-nos, saindo do quarto todos nus a correr.
Deixamo-nos cair sobre a cama e dormimos profundamente.
No dia seguinte ao acordar tínhamos uma mensagem de papel que a Joana passou por baixo da porta a pedir que lhe mandassemos mensagem, com o numero dela quando acordassemos. Com alguma preocupação a Rita assim fez e recebeu como resposta:
“O Pedro ficou chateado por eu ter continuado depois dele adormecer. Foi embora furioso, não sei que fazer”
Nessa manhã fomos conselheiros e percebemos os riscos de um modo de vida liberal para uma relação. Como há 20 anos poderia tudo ter corrido de forma tão diferente e hoje não estarmos juntos.
A Joana ficou mais duas noites na esperança de que ele voltaria e responderia às suas mensagens, mas isso não aconteceu. O que aconteceu foi que nos dois dias seguintes fodemos várias vezes e desde então, a Joana ja se encontrou connosco algumas vezes em outras aventuras.
E sim, o broche duplo delas as duas ja fez as delícias de vários homens, nomeadamente eu...
