Mas desta vez isso não aconteceu - e ainda bem. Fomos passar dois dias numa casa de campo isolada, com direito a pequeno-almoço e jantar incluídos. A ideia era fazer umas caminhadas e respirar as puro.
Chegámos ao final da tarde, o sol ainda quente a dourar as colinas.
A dona da casa, a Susana, veio receber-nos à porta. Tinha quarenta anos, solteira, e era lindíssima de uma forma discreta e madura. Cabelo castanho-escuro até aos ombros, ligeiramente ondulado, olhos verdes profundos e uma boca carnuda que parecia sempre pronta para um sorriso tímido. O corpo era voluptuoso: seios grandes e firmes que esticavam o tecido fino da blusa branca, cintura estreita e ancas apetitosas. Tinha pernas longas, bem torneadas, e uma pele clara e macia que brilhava ao sol. Vestia uma saia lápis até aos joelhos e saltos baixos, o tipo de mulher que sabe que é desejada, mas não se mostra convencida.
Jantámos os três na sala de jantar. A Susana era educada, conversadora, mas havia algo no modo como olhava para o Pedro — um olhar demorado — que me excitou logo. Eu sorria por dentro.
Depois do jantar, fomos dormir cedo, para repor todas as energias. Íamos fazer uma caminhada na serra durante a tarde.
Na manhã seguinte, a Susana esperava-nos na sala quando descemos. Depois de umas palavras de simpatia disse-nos que era massagista e fisioterapeuta e ofereceu-nos uma sessão de cortesia para nos preparar para a caminhada. Claro que aceitamos logo.
Começou pelo Pedro. Ele deitou-se de barriga para baixo na marquesa da sala de massagens, só de toalha na cintura. Eu fiquei sentada num canto, a observar.
Ela untou as mãos com óleo quente e começou a trabalhar os ombros dele. Os movimentos pareciam profissionais no início, mas depressa se tornaram mais lentos, mais profundos. Os dedos dela deslizavam pelas costas largas do Pedro, descendo até à borda da toalha. Vi-a morder o lábio inferior quando as mãos passaram perto das nádegas dele.
Subtil, mas marota. Pressionava os polegares com força, depois alisava com as palmas abertas, quase a acariciar. Felizmente não lhe massajou a parte da frente, porque tenho a certeza que se ele se virasse estaria com o caralho erguido.
Quando chegou a minha vez, deitei-me de bruços. A Susana tirou a minha toalha com cuidado e começou pelos ombros. Eu estava apenas de tanga e sem soutien. As mãos dela eram quentes, experientes. Desceu pela coluna, abriu as minhas pernas ligeiramente e massajou as coxas internas. Senti os dedos demasiado perto da minha cona. Um toque “acidental” fez-me arrepiar e que eu sinceramente não soube interpretar.
Quando me disse para virar de barriga para cima, eu nao me tapei. Ela viu que os meus mamilos estavam duros, ela olhou-me nos olhos e sorriu. O Pedro topou logo a ninha brincadeira.
As mãos deladeslizaram pelos meus ombros e quando eu fechei os olhos senti-as a tocar nos meus seios, apertando-os suavemente enquanto fingia trabalhar os músculos. Estava molhada, a cona a latejar. A Susana era uma malandra contida.
Depois da massagem tomamos um belo brunchque já rinha sido preparado por ela com toda a calma.
“Aposto que gostavas de foder a Susana.”, disse ao Pedro num momento em que estávamos só os dois. Ele riu-se, mas os olhos brilharam, “queres?”
“Não me importava nada. Gostavas de ver?”
“Mais importante, gostava de ganhar uma aposta e de ter direito a 24 horas em que não passas dizer não. Aposto que a consegues foder.”
“Está apostado. Se eu não a foder ganho a aposta, se perder a aposta é porque a fodi. Parece-me um bom negócio.”, disse ele.
À tarde, fomos fazer a caminhada. Foram 3 horas exigentes. Estavamos bastante cansados quando regressámos. Subimos para o quarto com o objetivo de tomar banho.
Deixei a porta entreaberta de propósito. Tirei a roupa ao Pedro devagar, sentei-o na cama, ajoelhei-me e agarrei no caralho dele, já meio duro. Comecei a chupá-lo com vontade: língua a rodar na glande grossa, engolindo-o até ao fundo da garganta. O Pedro gemia baixo, entrelaçando os dedos no meu cabelo.
Sabia que Susana ia passar pelo corredor, porque o quarto dela era ao lado.
E passou. Ouvi os passos pararem. Olhei de lado. Ela estava ali, imóvel, os olhos fixos no meu broche guloso. Não parou de olhar. Eu sorri com o caralho do Pedro na boca, depois levantei-me, montei-o devagar, de frente para a porta. A cona molhada engoliu-o inteiro.
Cavalguei devagar, os seios a saltar, gemendo o nome dele. Ela não se mexeu. Os olhos estavam vidrados no sítio onde o caralho grosso entrava em mim.
Mantive o olhar fixo nela. Levantou a saia, não estava a usar cuecas. A cona inchada, rosada, com um tufo de pelos escuros bem aparados. Os dedos dela começaram a esfregar o clitóris, círculos rápidos, enquanto nos via foder. A respiração dela acelerou.
O Pedro estava quase. Eu levantei-me de repente, tirei o caralho dele de dentro de mim e segurei-o pela base, apontando para cima. Ele jorrou com força, jatos grossos de esperma que voaram no ar. A Susana tapou a boca com a mão para abafar o gemido que escapou dela. Os dedos na cona tremiam. Depois virou-se e fugiu pelo corredor, corada até às orelhas.
Eu lambi tudo o que consegui apanhar da esporra saborosa do Pedro e depois fomos tomar um relaxante duche juntos, em que nos lavamos um ao outro.
Ao jantar, sentámo-nos os três à mesa novamente. Eu sorri para ela e disse, com voz doce:
“Acho que viu algo que não devia hoje à tarde, Susana… Peço desculpa.”
Pisquei o olho devagar. Ela corou violentamente, mas não negou. O ar ficou carregado de tensão sexual.
Não trocamos muitas palavras, mas trocamos muitos olhares.
De noite, o Pedro saiu para a varanda do quarto só de boxers, para fumar um cigarro. A varanda era partilhada e comunicava com o quarto dela. A Susana estava lá fora também, de camisa de noite curta de seda branca, transparente o suficiente para ver os mamilos escuros e o contorno das ancas. Quando o viu, tentou esconder-se, envergonhada.
“Não fuja,” disse o Pedro com voz rouca. “Aproxime-se.”
Ela hesitou, mas aproximou-se. Ele puxou-a para si e beijou-a. As mãos dele subiram pela camisa de noite, apertando aqueles seios lindos, beliscando-os. Eu estava deitada na cama, a fingir que dormia, mas com os olhos entreabertos, enquanto via tudo.
O Pedro tirou as alças da camisa de noite, que imediatamente caiu no chão. Ajoelhou-se e enterrou o rosto entre as pernas dela, lambendo a cona molhada com fome. A Susana agarrou-se ao corrimão da varanda, as pernas a tremer, gemendo baixinho. Ele chupava o clitóris, enfiava a língua dentro dela, dois dedos fodendo-a com força. Ela veio-se rápido, abafando o grito com a mão.
Depois ele levantou-se, puxou os boxers para baixo e o caralho grosso saltou, duro como pedra.
“Tens algum preservativo?”
Ela acenou que sim e ausentou-se por um instante. O Pedro aproveitou para se virar para mim e fazer uma cara vitoriosa, enquanto se masturbava e exibia o caralho hirto. Ela regressou toda nua.
“ Não preferes vir para o meu quarto? A Rita está mesmo ali…”
“Não, querida. Não te preocupes.”
Encostou-a ao parapeito, colocou o preservativo e penetrou-a por trás, de pé. Os golpes eram fundos, fortes. Os seios dela balançavam a cada estocada.
Ela empinava-se, pedindo mais. Eu via tudo: o caralho brilhante a entrar e sair daquela cona madura, os sucos escorrendo pelas coxas dela.
Ele fodeu-a durante longos minutos, mudando o ritmo, enquanto dava palmadas no cu dela. Depois virou-a, fê-la ajoelhar-se. A Susana abriu a boca, ansiosa. Chupou-o com devoção: língua a percorrer as veias, engolindo até engasgar, olhos lacrimejantes de prazer. O Pedro segurava a cabeça dela e fodia-lhe a boca.
Quando sentiu que ia vir-se, tirou o caralho e segurou-o junto ao rosto dela.
“Olhe para mim,” ordenou, "tire-me o preservativo."
Ela obedeceu e ele menos de um minuto depois jorrou com violência. O jato de esperma acertou em cheio na cara dela, escorrendo também pela bochecha. Ela lambeu o que conseguiu, gemendo, esfregando a cara contra o caralho ainda pulsante.
O Pedro voltou para a cama, ainda com o cheiro da Susana na pele. Deitou-se ao meu lado e murmurou, quase rendido:
“Ganhaste, foda-se.”
Eu sorri no escuro, vitoriosa, e passei a mão pelo peito dele.
“Eu sabia. Uma solteirona assim, cheia de vontade, sozinha nesta casa grande… Era só dar-lhe uma oportunidade. Amanhã quero o meu prémio.”
Ele virou a cabeça para mim.
“E agora por 24 horas não te posso dizer que não.”
“ E vão começar da melhor maneira. Quero que a convenças a foder-me.”
O Pedro ficou calado um segundo, mas eu senti o caralho dele mexer contra a minha coxa. Estava outra vez a ficar duro.
“Está bem”, disse ele por fim. “Vou falar com ela de manhã.”
No dia seguinte, depois do pequeno-almoço, o Pedro encontrou a Susana na cozinha. Eu fiquei no quarto, mas deixei a porta entreaberta o suficiente para ouvir pedaços da conversa.
Ele foi direto, voz baixa e segura. Disse-lhe que eu tinha adorado vê-la na noite anterior, que eu estava louca por ela, que queria sentir aquelas mãos e aquela boca na minha cona. Contou-lhe que eu era ainda mais gulosa do que ele e que eu a ia fazer vir como nunca.
Ouvi a Susana murmurar qualquer coisa envergonhada, mas o Pedro insistiu, suave, sedutor. Disse-lhe que seria só entre nós os três, que ninguém saberia. Depois de alguns minutos de silêncio tenso, ouvi-a rir baixinho, nervosa, e dizer:
“Espero não me arrepender.”
Foram juntos para o quarto e chamaram-me.
A Susana estava visivelmente nervosa.
“Despe-a,” ordenei ao Pedro, sentando-me na beira da cama.
Ele tirou a blusa da Susana devagar, depois a saia. Ela ficou só de soutien de renda e uma tanga minúscula. Os seios grandes estavam lindos quando ele os libertou.
Eu levantei-me e aproximei-me. Beijei-a primeiro, devagar, saboreando aquela boca carnuda que tinha gemido para o meu homem na noite anterior. A Susana gemeu contra os meus lábios.
Empurrei-a suavemente para a cama e deitei-me por cima dela. Os nossos seios esmagaram-se. Eu esfreguei a minha cona molhada contra a coxa dela enquanto a beijava com fome. O Pedro assistia, já nu, com o caralho duro na mão.
“Quero a tua boca em mim,” sussurrei no ouvido dela.
A Susana desceu pelo meu corpo, beijando os meus seios, chupando os mamilos com força. Quando chegou à minha cona, hesitou só um segundo. Depois abriu-me com os dedos e lambeu-me devagar, quase com reverência. A língua dela era quente. Encontrou o meu clitóris e começou a fazer círculos perfeitos, depois chupou-o com vontade.
Enfiou depois dois dedos grossos dentro de mim e começou a foder-me num ritmo constante.
“Mais fundo… assim… boa menina,” gemi, levantando a cabeça dela, forçando-a olhar-me nos olhos, enquanto me comia com os dedos.
O Pedro aproximou-se e enfiou o caralho na boca da Susana. Eu estava ensopada de prazer.
“Vem-te para ela, amor,” disse o Pedro, que tão bem conhece as minhas expressões.
Explodi. Ela lambeu-me, alternando entre a minha cona e o caralho do Pedro. Tudo sem parar, prolongando o meu prazer até eu estar ofegante e sensível.
Não acabei aí. Deitei-a de barriga para cima, abri-lhe as pernas e enterrei o rosto entre aquelas coxas macias. A cona dela estava encharcada. Chupei-a com a mesma fome, enfiando a língua dentro dela enquanto o Pedro lhe chupava os mamilos. A Susana gemia alto agora, sem vergonha. Quando o Pedro colocou o caralho na boca dela novamente, ela veio-se violentamente, apertando a minha cabeça entre as pernas.
Ela deitou-se de pernas abertas, a cona vermelha e brilhante, o corpo coberto de suor, os seios marcados pelos beijos e chupões. Ainda ofegante, deitei a cabeça na sua barriga, com o rosto molhado de lamber toda a sua cona. Sorri para o Pedro, exausta e satisfeita.
O Pedro deitou-se ao nosso lado, o caralho ainda completamente duro, latejando e brilhante dos nossos sucos. Olhei para ele com um sorriso predador.
“Agora é a tua vez”
Levantei-me, montei-o devagar e enfiei o caralho grosso até ao fundo da minha cona molhada. Soltei um gemido longo quando o senti abrir-me toda. Comecei a cavalgá-lo com vontade, os seios a saltarem a cada descida. A Susana observava, ainda ofegante, com os olhos vidrados.
“Pega no telemóvel dele,” pedi-lhe. “Quero que nos filmes.”
A Susana pegou no telefone com as mãos a tremer ligeiramente de excitação e apontou a câmara para nós. Filmou um pedaço da nossa foda, cujo print vos enviamos. Depois pousou o telemovel e deixou a filmar.
Eu subia e descia no pau do Pedro, rebolando as ancas para sentir cada centímetro dele dentro de mim. A minha cona estava encharcada, fazendo barulhos obscenos a cada estocada.
Ela aproximou-se, ajoelhou-se ao lado. O Pedro segurava-me pela cintura e subia o quadril para me foder com mais força. Eu gemia alto, sem vergonha.
Depois de alguns minutos, mudei de posição. Fiquei de quatro, de frente para a Susana, e o Pedro fodeu-me por trás com golpes fundos e rápidos. A Susana continuava a filmar com a respiração acelerada. Eu puxei-a para mim e beijei-a com fome enquanto levava o caralho do meu homem.
“Vem-te nas nossas caras,” disse ao Pedro
Ele acelerou, gemendo. Quando senti que ele estava no limite, tirei-o de dentro de mim rapidamente. Pusemo-nos as duas de joelhos, cara contra cara, línguas de fora. O Pedro levantou-se e masturbou o caralho mesmo à nossa frente.
“Olhem para mim,” rosnou.
Alternou os jatos de esperma entre nós, pintando as nossas caras e seios de esperma quente e abundante, enquanto berrava e grunhia selvagem. Lambemo-nos uma à outra, partilhando a esporra dele num beijo molhado e obsceno, gemendo enquanto o telemóvel continuava a gravar tudo.
Deitamo-nos para trás. Descansamos uns minutos. Eu e a Rita fomos.tomar um duche rápido e a Susana ficou na cama.
Antes de sairmos e de regressarmos a casa, já com as malas no carro, a Susana parou-nos à porta, apenas com uma camisa sem nada por baixo. Estava corada, mas com os olhos brilhantes.
“Preciso de vos dizer uma coisa… Fiquei viúva há poucos meses. Comecei a explorar a casa como Airbnb para tentar sair do isolamento, para ter gente por perto. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer. Nunca vivi nada como isto na vida.”
A voz dela tremeu um pouco. Eu aproximei-me, segurei o rosto dela com as duas mãos e beijei-a suavemente.
“Connosco nunca terás que te sentir só, Susana. Basta uma chamada e terás prazer garantido. Sempre.”
Ela sorriu, emocionada, e abraçou-nos aos dois.
“Vou contar-te um segredo nosso, eu e o Pedro temos uma aposta frequente e quem perde durante 24 horas nunca pode dizer que não. Queres ver como funciona?”, perguntei eu e ela acenou positivamente.
“Pedro, abraça a Susana por trás.”
Ele assim fez.
“Pedro, despe a Susana”.
Ele retirou a camisa dela, deixando-a toda nua à frente de uma porta aberta que dava para a serra.
“Pedro, masturba-a…”
O Pedro não hesitou. A mão direita dele deslizou pela barriga dela até à cona depilada e inchada. Os dedos grossos abriram os lábios molhados e começaram a esfregar o clitóris dela em círculos lentos e firmes.
Levou depois os dedos à boca molhando-os abundantemente e retomou a tarefa.
A Susana gemeu alto, as pernas fraquejando. Ele segurou-a com mais força contra o peito, dois dedos agora entrando e saindo dela num ritmo cadenciado, enquanto o polegar continuava a pressionar e rodar o clitóris.
“Olha como ela está molhada…” murmurei, aproximando-me. “Já estás encharcada, não estás?”
A Susana só conseguiu gemer em resposta, a cabeça inclinada para trás, encostada ao ombro do Pedro. Eu ajoelhei-me à frente dela, abri-lhe mais as pernas com as mãos e aproximei o rosto. Enquanto o Pedro continuava a fodê-la com os dedos, eu lambi-lhe o clitóris. O sabor dela era doce e viciante. Chupei com força, enfiando a língua dentro da cona quente enquanto o Pedro acelerava os movimentos.
“Mais fundo, Pedro. Quero ouvi-la gemer.”
Ele obedeceu, enfiando três dedos agora, fodendo-a com força e rapidez. A Susana agarrou-se ao meu cabelo com uma mão e ao braço do Pedro com a outra, o corpo todo a tremer. Os gemidos dela tornaram-se mais altos, quase soluços de prazer.
“Não pares… por favor…” implorou.
Eu levantei-me, segurei o rosto dela e beijei-a com fome, enfiando a língua na sua boca enquanto o Pedro não parava de masturbar aquela cona encharcada. Os dedos dele faziam barulhos molhados obscenos. Senti o corpo dela ficar tenso contra mim.
Chupei-lhe o pescoço, lambi-lhe as mamas. Apertei-lhe as mamas. A cada gesto ela gemia mais e mais. Berrava alto e o som saia pela porta.
“Vem-te, Susana. Vem-te para nós.” ordenei contra os lábios dela.
Ela explodiu com um grito. O corpo convulsionou violentamente, as pernas a tremer tanto que o Pedro teve de a segurar com força. A Susana teve um longo orgasmo, tremendo, gemendo o nome dele e o meu alternadamente.
Quando acalmou, o Pedro levou à boca dela os dedos que lhe tinham dado prazer. A Susana chupou-os com avidez, olhando-me nos olhos com um misto de vergonha e puro desejo.
Eu sorri, satisfeita. Saímos e seguimos viagem. Ainda não tínhamos chegado a casa e já tínhamos uma mensagem dela.
Estivemos juntos mais duas vezes.
Na segunda vez, fodemos uma tarde inteira, mas ela estava diferente. Confessou-nos, antes de saimos que conhecera um homem no Tinder há umas semanas e que iria dar uma hipótese à relação.
Ficámos felizes por ela, apesar da pontada de tristeza, porque achávamos que nunca mais beijariamos aquela incrível mulher. Estavamos enganados.
