Eu usava uma saia preta simples, sem cuecas, e uma blusa branca fina sem soutien.
A porta do confessionário rangeu quando a abri. Era de madeira escura, pesada, com aquele cheiro antigo de verniz e pó. Entreí no lado da penitente e ajoelhei-me no banco gasto. Do outro lado, ele usava roupa preta e um colarinho branco.
“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, murmurou ele, com a voz grave, séria, quase solene.
Eu fiz o sinal da cruz, sentindo o coração a martelar.
Houve um pequeno silêncio. Depois a voz dele, baixa, commandante:
“Confessa os teus pecados, filha. Diz-me tudo o que tens feito. Sem mentiras.”
Eu passei a língua pelos lábios secos.
“Padre… eu tenho pecado. Muito. Eu… eu toco-me todas as noites. Penso em coisas sujas. Em homens a usarem-me. Em ser usada como uma prostituta.”
Do outro lado da grade ouvi a respiração dele ficar mais pesada.
“Continua”, ordenou.
“Eu… eu chupo o meu marido como se fosse uma vadia. Deixo-o vir-se na minha cara. Deixo-o foder-me o cu. E gosto. Gosto quando ele me chama puta. Quando me puxa o cabelo e me fode a boca até eu quase não conseguir respirar.”
A grade rangeu ligeiramente. Vi a silhueta dele mover-se.
“E que mais queres confessar?”, perguntou ele, a voz já mais rouca.
Eu engoli em seco.
“Quero confessar que o meu marido não me chega. Quero foder a toda a hora”, respirei fundo e disparei, “Estou sem cuecas, Padre. Quero confessar que… que quero chupar o caralho de um padre. Quero sentir o pau dele na minha boca enquanto rezo. Gostaria?”
Ele saiu. Ouvi passos a contornar o confessionário, na minha direção.
“Vira-te para mim”, murmurou, abrindo a porta do meu lado.
Eu obedeci. Ajoelhei-me melhor, com as mãos pousadas nas coxas e abri a boca. Ele desapertou as calças e mostrou-me o caralho duro. O cheiro dele misturou-se com o cheiro de cera e madeira velha. Empurrou o pau para dentro da minha boca sem aviso.
“Chupa”, ordenou, com a voz baixa e controlada, “Chupa o pau do padre, pecadora.”
Eu fechei os olhos e comecei a chupar. Lento no início, saboreando o gosto salgado, a textura quente da pele. A língua rodava à volta da cabeça, chupava com força, depois engolia mais fundo. Ele gemeu baixinho, a mão no meu queixo, guiando-me.
“Isso… assim. Mais fundo. Quero ouvir-te engasgar.”
Empurrou as ancas para a frente. O pau entrou até à garganta. Eu engasguei, a saliva escorreu pelos cantos da minha boca, mas não me afastei. Continuei a chupar, molhada, barulhenta, enquanto ele me fodia a boca no confessionário. O banco rangia debaixo dos meus joelhos.
“Olha para mim”, murmurou ele, “Quero ver os teus olhos enquanto chupas o pau de um padre.”
Levantei o olhar. Vi o rosto dele, sério no comando. Eu gemi à volta do pau dele, o som abafado, e ele empurrou ainda mais fundo. Lágrimas de esforço nasceram nos meus olhos. Continuo a chupar, a salivar, a deixar que ele usasse a minha boca como quisesse.
“Boa pecadora”, sussurrou, “Deus está a ver. E eu também.”
Quando ele se retirou, um fio de saliva ligava a minha língua à cabeça do pau dele. Eu estava ofegante.
“Levanta-te”, ordenou, “Está na hora da penitência.”
Saí do confessionário de pernas trémulas. A igreja estava vazia, silenciosa, apenas a luz fraca que entrava pelos vitrais.
Ele agarrou-me pela nuca e empurrou-me na direção do altar de pedra.
“Sobe” disse, ”De quatro, em cima do altar de Deus.”
Eu subi. Ajoelhei-me em cima da toalha branca bordada, as mãos apoiadas na pedra fria. A saia foi levantada até à cintura.
Ele passou dois dedos por entre os meus lábios, sentindo o quanto eu estava molhada. Sem falar mergulhou a cara dele na minha cona e fez-me sexo oral divinal. A língua alternava entre a penetração e o clitóris, o que me deixava louca.
Ajudou-me depois a descer e debruçou-me sobre o altar, de costas para ele, com as pernas bem abertas.
Ouvi o barulho das calças a bater no chão. Depois a cabeça grossa do pau dele pressionou a minha entrada. Entrou de um só impulso, fundo, até ao fundo. Eu soltei um gemido alto, o som a ecoar nas paredes de pedra.
“Shhh…”, murmurou ele, começando a foder-me com estocadas profundas e lentas, “Isto é uma igreja. Não grites como uma puta… a não ser que queiras que alguém te ouça.”
Mas eu não conseguia ficar quieta. O pau dele abria-me, preenchia-me, batia no sítio certo, empurrando-me contra o altar. Ele agarrou-me pelos cabelos e puxou a cabeça para trás, obrigando-me a olhar para o crucifixo pendurado acima de nós.
“Olha para ele enquanto te fodo”, ordenou, “Olha para Jesus enquanto levas com o caralho de um padre, como querias.”
Eu olhei. Os olhos vidrados, a boca aberta, gemendo a cada embate das ancas dele contra o meu rabo. Ele acelerou. As estocadas tornaram-se mais fortes, mais sujas, o som molhado da minha cona a engolir o pau dele a ecoar pela igreja vazia.
“Mais fundo… Padre… por favor…”, gemi.
“Diz que és uma puta de Deus.”, rosnou.
“Sou… sou uma puta de Deus…” solucei, “Fode-me, Padre. Usa-me em cima do altar. Enche-me com o teu esperma…”
Ele puxou-me para trás com força, o pau saindo quase todo e entrando de novo com violência. A mão livre deslizou à volta do meu corpo e encontrou o clitóris. Esfregou em círculos rápidos enquanto me fodia. Eu tremia, as pernas a fraquejar, o orgasmo ia chegar rápido demais.
“Vais-te vir no altar”, sussurrou ele no meu ouvido, “Vais-te vir na casa de Deus. E depois vais engolir cada gota da minha esporra.”
O orgasmo rebentou. Eu fechei os olhos com força, o corpo a contrair, a cona a apertar o pau dele em espasmos violentos. Gemei alto, sem conseguir controlar, o som a ecoar pelas paredes. Ele não parou. Continuou a foder-me através do orgasmo, estendendo-o, obrigando-me a sentir cada centímetro enquanto me vinha.
Quando os tremores abrandaram, ele retirou o caralho de dentro de mim. Virou-me de frente, ainda em cima do altar, e empurrou-me para baixo, de joelhos outra vez, agora de frente para ele.
“Abre a boca.”
Eu abri. Ele masturbou-se e lá chegaram os tão desejados jatos quentes e espessos de esporra. Bateram-me na cara e no pescoço e escorreram até às mamas. Eu engoli o que consegui, a língua de fora, a apanhar o resto. Ele esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, limpando-se em mim. E desviou-se, deixando-me de frente para a cruz, na mais absoluta heresia.
“Boa menina. Agora limpa tudo.”
Eu chupei-o até ficar limpinho. Quando terminei, ele ajudou-me a levantar. As pernas ainda tremiam. A saia desceu, cobrindo a cona molhada. Ele apertou as calças, escondeu o pau, e endireitou o colarinho.
Foi então que ouvi o ranger da porta principal.
Os dois congelámos.
Uma figura pequena, encurvada, entrou na igreja. Uma velhota de lenço na cabeça, com um terço nas mãos. Caminhava devagar, arrastando os pés, na direção das bancadas da frente. Ainda não nos tinha visto. Estávamos perto do altar, um pouco de lado, mas se ela levantasse a cabeça…
Ele agarrou-me pelo pulso e puxou-me rapidamente para uma pequena sacristia. O coração batia-me tão forte que eu tinha a certeza de que ela ia ouvir. O cheiro de sexo ainda estava no ar. A toalha do altar estava amassada. A minha boca ainda sabia a esporra.
A velhota ajoelhou-se numa das bancadas da frente, fez o sinal da cruz e começou a rezar baixinho, o terço a deslizar entre os dedos enrugados. Nós ficámos imóveis, colados um ao outro, comal a respiração contida. Eu sentia o pau dele ainda semi-duro contra a minha coxa, através das calças. E, apesar do medo, a excitação também era muita. Estávamos ali, escondidos, com o cheiro do que tínhamos feito ainda no ar, e uma velhinha a rezar a poucos metros de distância.
Ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou, quase sem som:
— Se ela nos apanhar… e não há confissão que nos salve …”, brincou.
Eu tremi. De medo e de excitação.
A velhota continuou a rezar durante longos minutos. Ele pegou. A minha mão e levou-a ao encontro do seu caralho. Eu massajei e apertei, excitando-o. Ele depois enfiou um dedo na minha boca, que eu molhei e lambi e que ele depois usou para massajar o meu olho do cu. Estávamos num silêncio difícil de encontrolar, a levar a situação ao limite.
A velhota levantou-se devagar, fez novamente o sinal da cruz e saiu pela mesma porta por onde tinha entrado.
Só quando a porta se fechou é que soltámos o ar.
Ele olhou para mim, os olhos ainda escuros de luxúria, e sorriu de lado.
“Desta parece que nos safamos.”, disse-me.
Eu desapertei as calças, masturbei-o e conduzir o caralho dele ao meu cu. Ele penetrou-me devagar, fundo. Mordeu-me a orelha, apertou-me as mamas e veio-se silenciosamente dentro do meu cu. Nao o deixei sair de dentro de mim enquanto me masturbei até ao orgasmo.
Arranjamos a roupa e dei-lhe um beijo na bochecha. Segui para o carro.
“Pedro, tira uma foto para recordarmos o dia em que fui fodida numa igreja e quase fui apanhada.”, disse-lhe enquanto expunha o mamilo que aqui vos mostramos.
“Foi incrível. Esta é daquelas que deixariam muita gente ofendida. Mas foi incrível! E teres-me deixado comer-te o cuzinho foi um bónus de que não estava à espera.”
