A felicidade do segredo - parte 3 - o amigo

Meses mais tarde, organizámos um churrasco em nossa casa com uns amigos. O Nuno e a sua namorada jeitosa estavam entre os presentes.

Eu usava um vestido leve de verão, curto, sem sutiã, deixando os meus mamilo levemente marcados. Por baixo apenas uma tanga mínima. Antes dos convidados chegarem o pousei para a câmara do Pedro. Fica aqui uma das fotos.

Estávamos um pouco nervosos com o nosso segredo, mas ficámos mais descansados quando vimos a naturalidade com que ela encarou tudo. Que capacidade incrível de representar, como se pouca confiança tivesse connosco.

Depois de umas cervejas o Pedro encostou-se a mim por trás, abraçando-me pela cintura e sussurrando ao meu ouvido com aquela voz rouca que eu adoro:

“Coitado do Nuno, nunca saberá como tivemos a jeitosa a vir-se aqui em casa nas nossas mãos.”

“Podes crer. Mas tenho um dilema”, disse provocadora.

“Então, amor?”

“Brincámos com as duas e eu nunca me vim. E também queria entrar neste círculo ”

Ele ficou em silêncio e eu continuei.

“O meu dilema é: devo provocar o Nuno e tentar a minha sorte ou deixar-me ficar quieta e evitar que isto possa rebentar?”

“Mas achas que o Nuno alinha? Parece arriscado.”, disse ele, claramente nervoso.

“Pedro, acho que vou tentar.”

“Hoje?”

“Não sei se será hoje, mas acho que vou conseguir.”

O Pedro ficou excitado, senti juntando meu rabo o seu pau a crescer.

“Queres que eu foda o teu amigo aqui em casa?”

“Quero que sejas feliz e tenhas cuidado.”

“Boa, já decidi o meu dilema”, respondi, mordendo o lábio, “Prepara-te para assistir.”

O dia estava quente e perfeito. Amigos, cerveja, carne na grelha e muitos sorrisos.

Depois de tratar de algumas tarefas para o churrasco correr bem, com ajuda da Cláudia, uma amiga com quem já tiveramos as nossas aventuras, vim para o jardim e fui falando um pouco com cada um dos convidados.

O Nuno e a Jeitosa estavam um pouco afastados, a fumar um cigarro e eu aproximei-me.

“Então pessoal, está tudo bem?”, disse, dando a cada um um abraço, que com ele prolonguei por um segundo, pressionando os meus mamilos contra o seu peito.

“Nuno… estás com olheiras. A Jeitosa não te deixa dormir?”, provoquei baixinho, piscando o olho e fazendo-os sorrir.


A tarde correu devagar. A Jeitosa estava cheia de energia, conversando animadamente com todos, puxando o Nuno para tirar fotos e dar uns beijos molhados.

Eu observava e esperava o momento certo.

A primeira brecha surgiu quando o Nuno se sentou sozinho num canto mais fresco do jardim a fumar um cigarro, com um copo na mão, parecendo precisar de respirar.

Sentei-me ao lado dele, cruzando as pernas de forma que o vestido subisse um pouco nas coxas.

“Então, estás muito pensativo”, perguntei, pousando a mão na coxa dele com naturalidade e olhando para o Pedro que me mirava com atenção.

Ele suspirou, bebendo um trago longo. O álcool já soltava as palavras.

“É isso, Rita. Adoro esta mulher, mas… depois daqueles dois anos de merda depois do divórcio, sinto-me cansado. Ela quer sexo, viagens, festas, novidade atrás de novidade. Eu só queria… não sei… um ritmo mais calmo.”

“Mas é bom ter uma vida ativa. Ela parece ser fresca.”

“Fresca demais. Tu e o Pedro não sentem necessidade de ter momentos de calma? Amor no sofá?”

“Claro que sim”

“Pois, desculpa a franqueza, mas às vezes preciso uma foda tranquila, sem pressão de desempenho. Sinto saudades de simplesmente estar com alguém que me entenda sem exigir o máximo o tempo todo.”

“Não tenho pena de ti. A queixares-te de ter uma mulher que te deseja. Eu nãome queixo de ser desejada.”, e vendo a namorada dele a aproximar-se com outra amiga murmurei a brincar para surpresa dele, “Coitado do Nuno que tem uma mulher que gosta de manter os tomates dele vazios.”

A conversa fluía.

Mais tarde, eu e o Pedro fomos levar garrafas vazias para dentro e ele entrou para ir a casa de banho. O Pedro aproveitou para me beijar apaixonadamente, excitado com a minha tentativa.

“Entao, ainda mantens a decisao relativamente ao dilema?”

“Hmm, acho que vai ser hoje. Prepara-te, porque vou arriscar bastante. Já não tenho apenas que escolher entre foder ou não foder, entre assegurar o segredo ou fracassar, mas também entre ser ou não capaz de o foder aqui hoje aos teus olhos e sem que mais ninguém se aperceba.”

O Pedro levantou o meu vestido e apalpou-me o rabo, deixando-me exposta aos olhos do Nuno. Quando me virei vi-o olhar pela porta da cozinha, em silêncio. Pisquei-lhe o olho enquanto beijava o Pedro e ele virou costas envergonhado e seguiu.

Minutos depois, eu fiquei na cozinha sozinha a preparar uma fruta para refrescar o pessoal depois de toda a carne e o Nuno apareceu com dois amigos.

“Precisas de ajuda?”

“Nada disso, vão lá para fora e divirtam-se. Estou quase a terminar.”

Eles viraram as costas, mas o Nuno ficou.

“Eu ajudo-te, despachas isto mais rápido.”

Pegou numa faca e começou a descascar laranjas.

“Então, há pouco apanhaste-nos num momento íntimo. Desculpa”, disse-lhe

“Desculpa eu por ter olhado.”

“Pelo menos gostaste de ver o meu ratinho? O Pedro gosta muito dele.”

“E tem motivos para isso.”

“Deixa estar que tu também estás bem servido com a tua namorada. Muito Jeitosa.”, provoquei enquanto lhe passei uma peça de fruta e toquei lentamente na sua mão.

“Tu e o Pedro sempre pareceram ter um equilíbrio e uma relação invejáveis. Invejo-vos.”

“Equilíbrio e muita cumplicidade”, respondi, baixando a voz e olhando-o nos olhos, “Às vezes fazemos coisas que ninguém imagina. Devias tentar o mesmo. Aventurar-te. Talvez tenhas a parceira certa para isso”

Ele hesitou, mas o álcool e o meu olhar fizeram o resto.

“Ou talvez tenhas que testar as coisas por ti e depois envolve-la.”, continuei, mordendo o lábio e acariciando o braço dele.

Assunto travessas da fruta estavam prontas.

Afastei-me devagar, balançando as ancas, sabendo que ele estava a acompanhar cada movimento. Cheguei ao jardim, o Pedro cruzou o olhar comigo e sorriu discretamente, aprovando o progresso do desafio.

A tensão subiu aos poucos quando a tarde se fez noite. Mais cerveja, mais conversas “inocentes” entre todo o grupo de amigos.

A ideia da fruta nao teve grande sucesso e entao o Nuno e a namorada ofereceram-se para ir fazer uma sangria. Nas palavras dele, ela era uma espacialista.

Foram juntos para a cozinha e todos ficámos fora. Eu levantei-me e fui ver se precisavam de ajuda.

Quando cheguei à cozinha ele estava encostado ao balcão e ela tinha a mão dentro dos calções dele. Eu fingir que não vi e entrei.

“Então meninos, precisam de ajuda?”

A Jeitosa ficou atrapalhada, mas com o álcool acabou por disparar a sorrir:

“Vens dar uma mãozinha?”

Eu apenas sorri.

“De qualquer modo acho que já terminámos, vou levar estas duas canecas e vocês tragam as restantes.”

“Vai andando que tenho que ir ao carro buscar tabaco”, disse-lhe ele.

Foi cada um para seu lado e eu teria que dar rum cheque-mate para dar uma resposta ao meu dilema.

Fui chamar o Pedro e inventei um pedido de ajuda.

“Pedro, esconde-te na dispensa e não emitas um som. Eu prometo que vou ser muito rápida.”

Menos de um minuto depois ele passou pela cozinha em direção ao jardim.

“Nuno, chega aqui um minuto.”

Ele entrou.

“Lembraste das aventuras que te falei há pouco? Vou proporcionar-te a primeira.”

Ele percebeu perfeitamente.

“Rita, tu és uma mulher incrível. Mas eu quero zero problemas na minha vida, muito menos com um amigo como o Pedro.”

“Não te preocupes com nada. Só tens que garantir um segredo bem guardado.”

Ele respirou fundo.

Beijei-o faminta. As mãos dele subiram para os meus seios, apertando-os por cima do vestido, beliscando os mamilos duros. Gemi baixinho na boca dele, esfregando a cona contra a perna dele.

“Porra… vou confessar que ha anos que te quero.”, grunhiu ele.

Levantei o vestido e tirei a tanga. Ele ajoelhou-se e lambeu-me com desejo acumulado. A língua nos grandes lábios, depois sugou o clitóris e enfiou dois dedos devagar enquanto eu me segurava ao balcão.


Pela fenda da porta da dispensa, vi o Pedro espreitando, o rosto vermelho de excitação, a mão dentro das calças. Pisquei-lhe o olho, sabendo que estava a cumprir tudo na perfeição.

Levantei o Nuno, tirei-lhe o pau grosso para fora e chupei-o com intensidade.

“Quero-te dentro de mim”, sussurrei, virando-me de costas e apoiando-me no balcão, abrindo as pernas.

Ele posicionou a cabeça grossa juntando minha cona.

“Espera espera, foda-se”, disse-lhe, tinha-me esquecido do preservativo, “não te mexas um milimetro”.

Deixei-o ali de caralho duro e com o Pedro secretamente a vigiar. A correr fui ao quarto buscar o capote e para ganhar tempo passei no jardim e disse que estávamos a terminar uma surpresa e ja saiamos.

Regressei à cozinha, em silêncio baixei-me, dei mais uma chupadela e coloquei o preservativo no pau latejante.

Ele empurrou devagar, centímetro a centímetro, até estar todo enterrado.

“Ahhh… que cona quente e apertada…”, gemeu, começando a foder-me com estocadas profundas e ritmadas.

Aumentou o ritmo gradualmente. Uma mão no meu clitóris, a outra apertando os seios. Eu empinava o rabo contra ele.

“Mais forte agora… fode-me, Nuno. Liberta-te”, pedi.

Ele meteu com força, estocadas brutais, o som molhado enchendo a cozinha. Vim-me primeiro, apertando-o, tremendo.

Ele explodiu logo depois, gemendo rouco contra o meu ombro.

Ajoelhei-me, tirei o preservativo e limpei o caralho dele com a boca. Arranjei o vestido e coloquei a minha tanga no bolso dele.

“Estes intensos 5 minutos ficam entre nós. E foca-te em ser feliz e aventureiro. Só se vive uma vez e podes ter a companheira certa para esta viagem.”

“Es incrivel. Nem sei que dizer.”

“Agora vamos levar a justificação para a nossa ausência.”

Fui ao frigorífico e tirei um bolo e uma mousse de chocolate. Ele ajugou-me a levar os doces, os pratos e guardanapos.

Seguimos para o jardim onde nos receberam animados com a surpresa doninha.

O Pedro saiu discretamente da dispensa pouco depois.

Quando chegou ca fora deu uma palmada no ombro do Nuno e disse:

“Há doces pelos quais vale a pena esperar e quando é a Rita a fazê-los a satisfação é garantida.”

O Nuno deu um sorriso amarelo.

Uma hora depois todos comecaram a ir embora. Despedimo-nos discretamente, entre segredos que se adensavam com algumas pessoas presentes.

Quando todos saíram, o Pedro trancou a porta, puxou-me contra a parede e fodeu-me selvaticamente.

Minutos mais tarde, ele confronta-me com o meu dilema:

“Deixa ver se entendi, a tua ideia era garantir que também ele tinha um segredo e que nenhum deles faria referência à nós por medo?”

“Tontinho, o meu dilema era muito mais simples do que isso: devia deixar-te ser o único a ter prazer nesta novela ou também teria a minha parte?”

“E como é nossa prática escolheste o caminho do prazer e da partilha.”, disse o Pedro a sorrir.

“Sim, mas ele nem 5 minutos se aguentou. Assim não segura aquela leoa.”

“Talvez precise de mais treino.”

“Isso é um desafio?"

Foto 1 do Conto erotico: A felicidade do segredo - parte 3 - o amigo


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A felicidade do segredo - parte 3 - o amigo

Codigo do conto:
264443

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
14/06/2026

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