Há uns meses, ao ver um filme que abordava esse assunto, eu e a Rita começamos a falar da ideia de um “livre passe” de uma noite. Sabíamos que tínhamos que encontrar uma solução ajustada às expectativas de ambos e em respeito total um pelo outro. Até que chegámos a uma ideia incrível. Fizemos uma viagem a uma cidade fronteiriça de Espanha e pusemos o plano em marcha.
Fizemos o check-in juntos, reservámos os dois quartos comunicantes (412 e 413) e subimos para deixar as malas. O plano era claro: sair separados, encontrar os nossos encontros fora do hotel, trazê-los de volta e experimentar algo diferente.
“Vai ser intenso, amor”, murmurei, beijando-a antes de sairmos, “Liga-me quando estiveres com ele no quarto.”
Saí primeiro. Fui até um bar próximo, animado, cheio de estudantes e jovens. Não demorei a encontrar a
Lucia: 20 anos, cabelo preto comprido ondulado, corpo magro e tonificado, saia curta jeans e top cropped que mostrava a barriga lisa.
Flertamos descaradamente. Já nas conversas da APP tinha percebido que ela era muito fresca e assanhada. Dançava desinibida e deixava-me louco com a sua juventude. Eu tinha mais 15 anos do que ela, ainda era jovem, mas a pedalada já não era a mesma.
Depois de uns copos e de uma chamada intensa da Rita que durou dois minutos mas me deixou doido desafiei-a a sair dali e ela perguntou-me logo se tinha para onde a levar.
Voltámos juntos para o hotel de táxi. Subimos no elevador sozinhos. Assim que as portas fecharam, liguei para Rita.
“Amor, estou de volta ao hotel com uma jovem chamada Lucia. Tem 20 anos, universitária, corpo de morrer. Estamos no elevador agora. Estou a beijá-la… a língua dela é ansiosa, quente. A mão dela já está a apertar o meu pau por cima das calças.”
Sofia gemeu contra a minha boca que me ia foder todo.
“Ouviste, Rita? Ela quer foder-me. Estamos a chegar ao quarto.”
Entrámos. Fechei a porta e continuei a chamada. A Lúcia empurrou-me para a cama e começou um striptease bem treinado.
“Ela está a despir-se. Tirou o top dela… seios bonitos, mamilos rosados e duros. Estou a chupar um enquanto aperto o outro. Ela está a gemer alto. Agora a saia e a tanga estão no chão… cona depilada, já encharcada, na minha mão.”
“Pedro… fode-a e amanhã vemos tudo. Daqui a pouco já te ligo”, pediu Rita, voz rouca do outro lado.
Desliguei. Bem escondida estava a câmara que havíamos colocado para filmar tudo o que se iria passar.
Fodi a Lucia com fome. Mas não sem antes ela me chupar cheia de vontade. Apesar da tenra idade já tinha experiência em oral e gostava do que fazia.
Eu interrompi, para evitar o orgasmo, peguei nela e atirei-a para a cama. Abri as pernas e lambi-lhe a cona cheirosinha e perfumada, de quem sabia que está noite ia ser fodida.
Não a larguei até se vir. Trabalhei o clitóris coma língua e com ligeiras sucçoes e penetrei-a com dois dedos massageando por dentro da cona. Ela explodiu na minha boca e não me deu hipótese de continuar. Levantou-se subitamente, foi à mala buscar um preservativo que me deu para eu colocar e montou-se com vigor.
Eu depois peguei nela e fodi-a de pé, contra a parede, as pernas dela enroladas na minha cintura enquanto eu metia fundo e batia no seu cu firme.
Ela estava louca. Pediu-me que a comesse à canzana. Mas antes disso chupei-a novamente até ela se vir na minha cara outra vez, a tremer.
Aí sim, comi-a de quatro. Agarrei nela, tombei-nos na cama e penetrei-a de lado, com uma perna dela no ar.
Quando avisei que me estava quase a vir ela literalmente saltou, tirou-me o preservativo e bateu-me uma punheta com as duas mãos, diria até que demasiado intensa. Mas intenso foi também o meu orgasmo. Vim-me na mamas dela. Ela espalhou os jatos da esporra por todo o peito e deu uma grande gargalhada.
Eram já de madrugada quando o telemóvel dela tocou. Estávamos a entrar no duche.
Eram os pais. Ela ficou em pânico porque se esqueceu de avisar que ia chegar tarde. Do outro lado a voz era depressiva. Ela nem quis voltar para o duche. Secou-se, vestiu-se e veio ao chuveiro dar-me um último beijo.
Foi uma despedida tão rápida como o tempo de vida da nossa relação. Nunca mais voltaria a ver a mulher que se viera duas vezes com a cona na minha boca. Pelo menos até hoje e já passou uma década.
Fiquei sozinho, bem lavadonho num quarto a cheirar a sexo.
Até que senti um embate forte contra a porta de comunicação dos quartos. Fui encostar-me e ouvi a Rita a gritar e a gemer. Até dizer:
“Ai Pedro, espero que me estejas a ouvir. Que brilhante ideia tivemos. Ahhh vou-me vir!”
Depois silêncio. Eu abri a porta de comunicação do meu lado e permaneci nu na cama à espera da Rita.
Cerca de uns 20 minutos depois as portas de comunicação abrem-se. A Rita entra, com as mamas cheias de esporra, trémula.
Pega na minha mão e leva-me para a casa de banho do meu quarto que tinha banheira de hidromassagem. Enchemos e tomamos um banho juntos muito relaxante em que partilhamos entre risadas alguns pormenores das nossas aventuras que não foram apanhados pelas câmaras.
Adormecemos agarrados, em silêncio.
No dia seguinte vimos os nossos desempenhos e partilhamos as nossas sensações em conversas com muito sexo.
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A Perspetiva de Rita
A ideia de um “livre passe” era estranha se não fosse com a transparência e a união que sempre tivemos. Nesta altura estávamos juntos já há uns bons anos e pensávamos em casar, mas nunca em largar a nossa liberdade que tão bem se conjugava com a nossa intimidade. Trocamos durante meses várias ideias e esta visita rápida a Espanha tinha tudo para dar certo.
Saí do hotel pouco depois do Pedro. Tínhamos marcado encontros através de uma app com duas pessoas de perfis muito diferentes com quem já estávamos a flertar na app há duas semanas. Fui para outro bar sofisticado, perto dali. Encontrei o Mateo rapidamente: 30 anos, alto, moreno, corpo definido, camisa justa. Conversa fluida, olhares carregados.
Ele tornou-se atrevido rapidamente. No escuro da nossa mesa reservada começou a beijar o meu pescoço e a meter a mão bem fundo na minha coxa.
Naquele momento sabia que tinha que ligar ao Pedro. Pedi um minuto para ir ao WC e fiz uma chamada rápida.
“Amor, o Mateo está cheio de pressa. Vou beijá-la ainda antes de chegar ao hotel. Mas prometo que o vou foder conforme combinado.”
“Diverte-te meu amor. A minha jovem está toda assanhada mas vou guardar tudo para a câmara, quero que me vejas a dominar uma universitária para te recordares como fodiamos com aquela idade. Amo-te”
“Amo-te tanto. Tem uma aventura feliz.”
Voltei para junto do Mateo. Os olhos dele brilharam. Beijei-o intensamente assim que me sentei ao seu lado. E ficamos entre beijos e amassos durante uns bons minutos.
Ele pegou na minha mão e levou-me para a rua. Não sei para onde me queria levar, mas eu disse-lhe que queria ir para o meu quarto de hotel. Fomos para o carro dele.
No caminho recebi uma chamada do Pedro. Já estava no hotel com a Lúcia, a jovem que queria comer. Eu preferi alguém da minha idade. O apelo da juventude é bom, mas a experiência ainda é melhor.
Enquanto o Pedro me descrevia a loucura em que estavam a entrar eu desapertei as calças do Mateo, puxei para fora o seu caralho e comecei uma lenta punheta. Despedimo-nos e soube que na hora que se seguiria ele estaria a ter muito prazer e que no dia seguinte veríamos tudo juntos.
E como a partilha era dos dois, interrompi a punheta e coloquei o caralho dele novamente dentro da calças. Era garantido que ia estar totalmente empolgado quando chegássemos ao hotel.
Subi com o Mateo no elevador. Assim que as portas fecharam, mandei mensagem ao Pedro, porque nunca atenderia o telefone:
“Querido, vou no elevador com o homem que me vai foder e que amanhã verás. Ainda antes de entrar no quarto vou sentir a mão dele na minha cona.”
Conduzi a mão dele à minha cona encharcada. E ele meteu logo a mão dentro da tanga e penetrou-me com dois dedos. Beijei-o intensamente.
Entrámos. Fechei a porta.
Beijei-o com força. Ele levantou o meu vestido e chupou os meus mamilos. Eu empurrei-o contra a porta, baixei-lhe as calças, ajoelhei-me e peguei no caralho grosso, com veias marcadas. Lambi-o todo, chupando as bolas e engolindo até engasgar.
O Mateu agarrou-me pelo cabelo e puxou-me para ele. Era implacável e muito direto. Não houve direito a preliminares.
Debruçou-me contra a secretária do quarto, enquanto me apertava as mamas, estava a preparar-me para me penetrar quando eu o interrompi. Fui buscar um preservativo e coloquei-o. Ele virou-me rapidamente, lambeu dois dedos e lubrificou-me a entrada da cona, que não estava a precisar de qualquer lubrificação, já que eu estava cheia de tesão.
Penetrou-me com estocadas profundas e lentas. Deu-me várias palmadas no cu.
Ele comandava e eu era um instrumento para o seu prazer. Puxou a cadeira da secretária, sentou-se e sentou-me em seguida ao colo dele. Eu cavalguei um pouco mas ele não pareceu muito satisfeito, porque claramente preferia ser ele a marcar o ritmo.
Levantou-me ao colo e deitou-se sobre mim na cama. Sem avisar veio-se com o caralho dentro de mim. Ficamos assim deitados uns minutos.
Até que eu exigi ter prazer. Deitei-me na cama de barriga para cima, pernas fletidas e cona totalmente aberta e exposta. Chamei-o para me vir chupar. Ele assim fez sem grande vontade mas com bastante competência. Tomou conta do meu clitóris e fez-me vir num enorme grito.
Fomos tomar um duche. Debaixo da água quente, ele encostou-me à parede, levantou-me uma perna e colocou a cabeça do caralho na entrada da minha cona. Novamente tive que fazer perceber que sem preservativo não me iria fode.
Bati-lhe uma boa punheta e caprichei no broche. Ele veio-se na minha mão e eu espalhei a esporra dele na minha cara, antes de nós lavarmos milímetro a milímetro um ao outro.
Quando saímos do banho ele preparava-se para se vestir e eu desafiei-o para uma última ronda. E disse que se ele conseguisse vir-se depois de mim eu o chuparia e o deixava esporrar-me toda.
Ele ficou imediatamente teso. O caralho cresceu. Não precisei de o encapotar. Fe-lo sozinho. Pegou em mim, em enrolei as pernas à volta da cintura dele e desci sobre o caralho até o ter todo dentro de mim.
Num gesto súbito ele atirou-nos contra a aporta comunicante e fodeu-me ali mesmo, contra a porta do quarto do meu marido.
Depois virou-me de costas e continuou a comer-te ali. Eu masturbei-me e vim-me. Na esperança de que o Pedro estivesse a ouvir-me disse pela porta que ia ter um orgasmo.
Naturalmente que a seguir cumpri a minha promessa e depois de um breve mas intenso broche recebi os jatos de esporra do Mateo nas minhas mamas.
Ele, como membro experiente das apps de encontros despediu-se agilmente, enquanto se vestia, elogiando o meu desempenho e eu deixei-me estar uns minutos a recuperar o fôlego.
Abri a porta comunicante. O Pedro esperava-me nu na cama do quarto dele.
Tomamos um banho muito íntimo e purificador.
Na manhã seguinte, descemos para o pequeno-almoço. Subimos e assistimos juntos aos vídeos e acabámos por foder, revivendo cada momento.
O “livre passe” tinha sido exatamente como sonhámos: transparente e prazeroso. Nós 10 a os que passaram desde então assinalamos a data com novo “livre passe” sempre no mesmo modelo de partilha voyeur, mas com experiências sempre diferentes.
Ah, e como nós não partilhamos imagens de terceiros, deixamos aqui uma foto do nosso banho e um print da nossa foda enquanto víamos os vídeos. Porque obviamente também nesse momento gravamos um vídeo.

