Continuação corrigida e expandida Sete dias se passaram e a casa aprendeu a fingir. Ana acordava primeiro. Fazia o café, colocava a mesa, beijava a testa de Ricardo e saía para o trabalho com o mesmo sorriso de sempre. Por baixo da superfície, porém, tudo continuava se desfazendo. Na terça-feira à noite, depois que Ricardo já dormia, Ana foi até o quarto de Camila. Entrou sem bater, a voz baixa e cansada: — Eu não quero mais encontrar o Marcus. Acabou. Eu não aguento. Camila estava deitada de bruços, nua, mexendo no celular. Levantou o olhar com calma. — Você vai continuar. Toda quarta-feira. Se faltar uma vez, o vídeo vai para o Ricardo no mesmo dia. E mais três cópias para os filhos. Entendeu? Ana ficou em silêncio. Camila se sentou e apontou para uma sacola em cima da cômoda. — A partir de amanhã você veste o que eu escolher. Saias curtas, blusas justas, um número menor. Estilo hotwife. Quero o marido reparando. E quero os outros homens reparando também. Ana obedeceu. As roupas eram apertadas demais. A saia preta subia quando ela se inclinava no trabalho. A blusa branca marcava os seios sem sutiã e os mamilos endureciam com o ar-condicionado. O short jeans entrava no meio da bunda. Na rua, homens olhavam. Alguns assobiavam. Um entregador no trabalho comentou baixo demais para ser coincidência. Ana sentia o rosto queimar de vergonha. Odiava a forma como as roupas a expunham. Odiava ainda mais o fato de, às vezes, ficar molhada com os olhares. Camila não parava por aí. Começou a exigir pequenas coisas diárias. Numa segunda-feira mandou mensagem às onze da manhã: Camila: Vai ao banheiro agora. Coloca o plug preto que deixei na sua bolsa. O menor. Você odeia, eu sei. Por isso mesmo. Ana trancou a porta do banheiro do trabalho, abaixou a calcinha e empurrou o plug no cu com os dedos tremendo. A invasão era desconfortável, humilhante. Camila odiava sexo anal — tinha dito várias vezes — e por isso gostava de obrigar a tia a usar. Ana voltou para a mesa com o plug dentro, cada passo lembrando a presença estranha. À tarde veio outra ordem: Camila: Banheiro de novo. Se masturba até ficar bem molhada. Não pode gozar. Depois volta a trabalhar assim. Ana sentou no vaso, abriu as pernas e esfregou o clitóris com dois dedos. Em poucos minutos a buceta escorria. O plug no cu tornava tudo mais intenso. Quando estava à beira do orgasmo, parou, as pernas tremendo. Limpou os dedos, ajeitou a saia curta e voltou para a mesa com a calcinha encharcada colada na pele. Passou o resto da tarde sentindo o tecido molhado e o plug a cada movimento. Camila também proibiu o sexo com Ricardo. — Você não fode mais com ele — disse uma manhã, enquanto Ana se vestia. — Só chupa. E só quando eu mandar. Em lugares arriscados. A primeira vez foi no escritório de Ricardo, numa tarde em que ele trabalhava em casa. Camila mandou mensagem: Camila: Agora. Ajoelha embaixo da mesa dele e chupa. A porta está aberta. Se alguém aparecer, problema seu. Ana ajoelhou. O coração batia tão forte que ela mal ouvia a própria respiração. Abriu a calça de Ricardo, tirou o pau já semi-duro e engoliu. Ele se sobressaltou, olhou para baixo e viu a esposa. Camila estava no corredor, filmando de longe com o celular. Ana chupou com medo e tesão misturados, o plug ainda no cu, a saia curta subida na cintura. Ricardo gozou na boca dela em silêncio, a mão no cabelo da esposa. Ana engoliu, limpou a boca e saiu tremendo. Camila apenas sorriu e apagou o vídeo na frente dela. Enquanto isso, Camila continuava fodendo o tio todas as madrugadas. E fazia questão de contar. Todas as manhãs, depois que Ricardo saía, entrava no quarto de Ana ainda cheirando a sexo. Sentava na beira da cama e descrevia: — Ontem ele me fodeu de quatro na cama de vocês. Puxou meu cabelo até doer e gozou tão fundo que precisei apertar para não vazar no chão. Depois me obrigou a limpar o pau com a língua. Estava com gosto da minha buceta e da porra dele. Delicioso. Você deveria ter visto a cara dele quando eu disse que outro homem tinha me chupado no dia anterior. Ana escutava em silêncio, as unhas cravadas no lençol. Às vezes Camila passava a mão na coxa da tia enquanto falava, subindo até a calcinha só para confirmar se estava molhada. Quase sempre estava. O ciúme de Ricardo crescia junto com uma paixão possessiva e irritada. Ele se apaixonava pela sobrinha e odiava isso. Camila fazia questão de lembrar que ele não era o único. Deixava marcas de unha nas costas, cheiro de outro perfume, sorrisos misteriosos. Ricardo a fodia com raiva, segurando o rosto dela, perguntando quem mais tinha metido naquilo. Camila nunca negava. Só sorria e pedia mais fundo. A quarta-feira seguinte foi o golpe de misericórdia. Ana chegou do trabalho mais cedo, como Camila tinha ordenado. Ainda usava a saia curta e o plug. Abriu a porta e parou na entrada da sala. Marcus estava no sofá. De cueca preta. O pau já semi-duro marcando o tecido. Sem camisa. Ele ergueu os olhos e sorriu como se estivesse em casa. Camila apareceu do corredor usando apenas uma cueca de Ricardo. Os seios com piercing à mostra. — Fecha a porta, tia. E tira a roupa. Ana recuou. — Camila… não. Não aqui. Camila levantou o celular, a tela já pronta para enviar o vídeo antigo. — Ou tira agora, ou ele recebe em trinta segundos. Ana tirou tudo. Ficou nua no meio da sala. Camila se aproximou por trás, puxou os braços dela para baixo e mordeu o ombro. — Hoje você vai ser fodida na nossa casa. Eu gravo. Eu comando. Marcus abaixou a cueca. O pau de 26 cm bateu pesado. Camila empurrou Ana de quatro no sofá e abriu a boca da tia. — Chupa. Bem fundo. Quero ver babando. Ana engoliu até engasgar. Camila filmava de perto. Marcus segurou a cabeça dela e fodeu a boca com estocadas profundas. Baba escorria pelo queixo. Depois Camila a fez sentar no pau devagar, até estar completamente empalada. Em seguida ordenou o cu. Marcus tirou da buceta e empurrou no cu de Ana sem muita delicadeza. Ana gritou. Camila filmava e ao mesmo tempo sentava a própria buceta na boca da tia. — Chupa enquanto leva no cu. E goza. Eu quero ouvir. Ana gozou contra a vontade, o corpo inteiro tremendo. Camila então deitou de costas, ergueu as pernas e olhou para Marcus. — Agora o meu cu. Pela primeira vez. Sem pena. Marcus posicionou o pau ainda sujo de Ana e empurrou. O cu de Camila abriu com dificuldade. Ela gritou de dor e prazer, as unhas nas costas dele. Quando ele começou a meter com força, Ana foi obrigada a chupar o grelo inchado da sobrinha ao mesmo tempo. Camila gozava e comandava, a voz embargada: — Mais língua… chupa enquanto eu levo no cu… grava isso… A foda ficou cada vez mais suja. Marcus alternava entre o cu de Camila e a boca de Ana. No final ele gozou dentro de Ana. Camila gozou na cara da tia. Ana gozou chorando. Camila mostrou as gravações novas e sorriu. — Agora você está completamente na minha mão, tia. Ana ficou caída no sofá, nua, o cu latejando, a cara suja, sem força. À noite, quando Ricardo chegou, Camila já estava limpa e de shortinho. Ele a puxou para o quarto assim que Ana se deitou. O ciúme e a paixão possessiva o dominavam. Fodeu ela com raiva, segurando o rosto e perguntando quem mais tinha metido nela naquele dia. Camila apenas sorriu contra o travesseiro e respondeu, a voz ainda rouca: — Você não é o único, tio. Nunca foi. Ricardo meteu mais fundo, os dentes cerrados, o coração disparado. Apaixonado. Possessivo. Irritado. E completamente cego para o que realmente acontecia na própria casa.
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