Capítulo 4: A academia



Acomodada no colo de André, Jaqueline deu um longo suspiro e começou a narrar o dia com uma riqueza de detalhes quase provocativa, sem demonstrar o menor sinal de constrangimento.
— Assim que o elevador abriu, o Sr. Ramos nem esperou eu chegar na sala — começou ela, a voz baixa e pausada. — Ele e o Dr. Veiga me puxaram ali mesmo no balcão da recepção. O Veiga levantou meu vestido por trás e, quando viu que eu estava sem calcinha, já foi metendo de uma vez. Eu me apoiei na mesa, fechei os olhos e deixei ele me usar. Ramos ficou na minha frente, me segurando pelo cabelo e socando a cabeça do pau na minha garganta até eu engasgar. Quando os dois terminaram de gozar nas minhas costas e na minha boca, fomos para a sala de reuniões.
André ouvia em silêncio, a respiração acelerada, incapaz de tirar as mãos do corpo da esposa, sentindo na pele as marcas vermelhas dos tapas que ela havia levado.
— E o rapaz do TI? O Leo? — perguntou ele, o ciúme misturado à excitação.
— Ah, o Leo... — Jaqueline sorriu, lembrando do momento. — Eu chamei ele na sala no meio da tarde. Ele ainda estava inseguro por causa do tamanho dele, mas eu sentei no colo dele, comecei a beijar o pescoço dele e disse que ele podia fazer o que quisesse comigo. Quando ele me colocou de quatro no sofá e me ergueu pela cintura... André, eu achei que ia me rasgar ao meio. Aquele pau é um monstro. Ele me fodeu tanto e tão fundo que os diretores ficaram rindo e me aplaudindo enquanto tomavam uísque. Eu gritei a tarde inteira.
Ela fez uma pausa, olhando nos olhos do marido com uma franqueza perturbadora:
— Quer saber como eu estou me sentindo, amorzinho? Eu estou me sentindo viva. É incrível sentir que homens tão poderosos estão totalmente loucos por mim, brigando pela minha atenção e gastando rios de dinheiro só para me verem entregue a eles. Eu me sinto no controle de tudo, mesmo quando estou de quatro no chão. E o melhor é saber que no fim do dia eu volto para você, e a gente aproveita isso juntos.
Na manhã seguinte, quando Jaqueline chegou ao escritório usando um conjunto justo de ginástica — a mando de Ramos —, o chefe a aguardava na garagem do prédio, ao lado de um SUV preto.
— Entre, Jaqueline. Hoje nossa primeira parada não é na diretoria — ordenou Ramos, com um tom autoritário enquanto abria a porta do veículo.
Curiosa, ela entrou sem questionar. Após vinte minutos de trajeto, o carro parou em frente a uma academia executiva exclusiva, de alto padrão, frequentada apenas pela elite empresarial da cidade. Ramos estacionou, olhou para ela de cima a baixo e disse com rispidez:
— Você atendeu muito bem às expectativas nesses dois dias, Jaqueline. Mas agora que todo mundo na empresa já sabe que você é fácil e que está sempre disponível, a exigência aumenta. Se você quer continuar recebendo esse salário e mantendo a sua vaga, vai ter que manter o corpo impecável.
Ele segurou a nuca dela com firmeza, puxando-a para perto:
— Daqui para a frente, suas manhãs começam aqui. Vou pagar um personal trainer particular para você, e a única regra dele é não ter dó de você nos treinos. Quero essa bunda ainda mais dura para aguentar tudo dos diretores, e a cintura ainda mais fina. Entendeu bem?
Jaqueline olhou para o chefe com o mesmo olhar submisso e sedutor de sempre. Longe de se ofender com a exigência ou com o rótulo, ela deu um sorriso provocante, aproximou-se do ouvido dele e sussurrou:
— Entendi perfeitamente, patrão... Podem me treinar do jeito que quiserem. Quanto mais dura e em forma eu ficar, melhor vai ser para vocês me usarem depois.
A academia privativa era praticamente deserta, frequentada apenas por altos executivos e clientes VIP. O ambiente de iluminação suave, espelhos gigantescos e aparelhos de última geração exalava poder. Assim que Ramos a apresentou ao personal trainer — um homem alto, forte e de postura impositiva chamado Marcelo —, o chefe deu a instrução final antes de ir para o trabalho: "Quero resultados rápidos. Pode exigir o máximo dela."
Marcelo não perdeu tempo. Começou o treino focado em pernas e glúteos, ajustando as cargas dos aparelhos no limite de Jaqueline. Mas o rigor profissional logo deu lugar às segundas intenções. A cada exercício, as mãos do personal encontravam desculpas para tocarem o corpo dela com pretexto de "corrigir a postura".
No agachamento guiado, Marcelo postou-se exatamente atrás de Jaqueline, colando o corpo ao dela a cada repetição. Suas mãos firmes seguravam o quadril de Jaqueline, apertando a pele sob a roupa justa de ginástica.
— Mais fundo, Jaqueline. Empurra esse quadril para trás — ordenava ele, com a voz rouca no ouvido dela. — O Sr. Ramos me avisou sobre a sua... flexibilidade. Mas eu quero ver se você aguenta a pressão de verdade.
Longe de se incomodar com a aproximação ostensiva, Jaqueline sentia uma onda imediata de prazer e vaidade. A sensação de ter mais um homem forte, autoritário e claramente dominado pelo seu corpo a deixava eufórica. Ela forçava os movimentos, empinando o rabo a cada descida, fazendo questão de roçar contra a virilha do personal trainer.
— Eu aguento tudo o que você mandar, professor... — sussurrou ela, olhando para ele pelo espelho com os lábios entreabertos e um sorriso provocante. — Pode pegar pesado.
Durante as séries no leg press e na cadeira abdutora, outros dois homens que treinavam no local — empresários de meia-idade que frequentavam o espaço — pararam o que estavam fazendo para observar a nova aluna. Jaqueline notou os olhares famintos cravados na curva da sua cintura e na divisão das suas pernas. Em vez de se cobrir ou tentar se afastar, a atenção daquele público seleto alimentava ainda mais o seu ego.
A ideia de que agora ela era abertamente vista como uma mulher "fácil" e altamente desejada não a diminuía; pelo contrário, fazia-a sentir-se poderosa, como se o desejo desenfreado daqueles homens fosse a sua maior fonte de controle.
Quando o treino principal terminou, Marcelo a conduziu para a sala de alongamento reservada, nos fundos da academia. Assim que a porta espelhada se fechou, a distância profissional desapareceu por completo. Marcelo a deitou no colchonete e, ao puxar uma de suas pernas para o alto para alongar a coxa, passou a mão por dentro do calção de ginástica, descobrindo que ela já estava completamente molhada.
— Você não vale nada, né? Vem treinar sem calcinha e provocando o tempo todo — disse Marcelo, soltando uma risada abafada e segurando as pernas dela bem abertas contra o próprio peito.
— Eu vim para ficar em forma para vocês... — respondeu Jaqueline, entregando-se ao toque com uma respiração ofegante e um sorriso radiante. — Não era isso que o patrão queria?
Marcelo se ajoelhou entre as pernas dela ali mesmo, no chão da sala de alongamento. Enfeitiçado pela submissão e pela entrega absoluta daquela mulher casada, ele a usou com força antes que o horário do treino terminasse. Jaqueline mordia os lábios para conter os gritos, deliciando-se com a certeza de que cada gota de suor e cada investida que recebia só confirmavam o quanto ela era irresistível, insaciável e cada vez mais cobiçada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 4: A academia

Codigo do conto:
274914

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/10/2026

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