Bem, esse fato aconteceu já há um certo tempo. Bem, eu tinha umas coisas para resolver na cidade. Arrumei tudo, as papeladas, tudo, e fui. Voltaria à tarde, mas me atrasei e acabei um pouco depois do previsto. Bem, tudo movimentado, fui ao ponto para retornar à casa. Bem, subi no ônibus mais vazio do que paciência de estressado. Desculpe a brincadeira, fiquei em um cantinho. Pegar ônibus lotado não é e nunca foi problema para mim; já estava acostumado. Bem, mas nesse dia algo seria diferente, pois fiquei em um lugar que dava para a pessoa seguir, caso quisesse. Três pontos depois me sobe um rapaz alto, corpo tipo de academia, moreno. Em vez de ele subir e seguir, não, ele ficou, digamos, para não ficar evidente do lado oposto, mas, quando uma pessoa foi sair, ele se virou e acho que esqueceu e ficou atrás de mim, e vocês sabem como é quando o ônibus freia. Senti quase uma encoxada. Na terceira vez, senti algo me cutucando. Pensei: “Será que ele está excitado?” E, conforme a viagem seguia, aquilo ia acontecendo e, depois, como o povo ia descendo, sobrava lugar e sobrou um; não tinha pessoa de idade nem grávida ou prioridade, e eu fui e sentei e, dois pontos depois, a pessoa que estava desceu e quem se aproximou, quem, quem, quem adivinhar dou um doce, exatamente ele. Ele veio, sentou e começou a puxar assunto, futebol, essas coisas que também eram da cidade. Aí, nas apresentações, ele se chama Lucas e eu, Giovani, e ele perguntou: “Gostou de sentir?” Fiquei corado na hora e apenas balancei com a cabeça. Trocamos mensagens e números e, dois dias depois, conversando, ele disse conhecer um lugar na cidade e queria me apresentar. Marcamos e fui se chama “a casa”. Tipo, é como se fosse uma casa em construção; tem os espaços e o povo utiliza como motelzinho. Tem lugares para você ver o povo fazendo amor sem ser visto e lugares para você curtir momentos. Chegando lá, ele me levou para o que parecia uma sala em reforma e perguntou assim: “Curtiu aquilo que aconteceu no ônibus?” Eu disse sim e disse: “Penso que você também”. Ficou todo animado e ele: “Como assim?” Tira para fora e diz: “Vem, mama”. Ele mama, Giovanni, e eu disse: “Se quiser, pode me chamar apenas de Gio”. E ele está bem. Gio, mama bem gostoso, depois irei te dar o que você gosta. Eu me ajoelhei e comecei a mamar, chupar e lamber o pau dele, que é bem gostoso. Ele disse: “Era isso que você queria, né, seu safadinho?” E eu disse: “Era sim, e eu disse: “Que delícia de rola você tem.” Mamando e chupando, ele disse: “Fica de 4, quero provar seu cu, seu viadinho gostoso.” E eu fiquei. Ele veio e já começou a socar de primeira, e eu gemendo e dando bem gostoso. Ele batia na minha bunda e dizia: “Que putinha mais safada”. Bati e me comi bem gostoso, e ele socava e bombava e depois me pegou eu curvado de costas com a bunda bem empinada e dando e gemendo e, após um tempo, ele falou que iria gozar e gozou bem no meu cu e depois ficamos um tempinho e depois comecei a mamar até ele gozar na minha boca e foi assim que nos conhecemos e já começamos uma amizade assim, digamos, uma amizade foda. Espero que tenham gostado. Se gostou, vote e comente, e não se esqueçam: tenho álbum. Se quiser ver minhas fotos e algumas outras fotos, fique à vontade. Um grande abraço e até a próxima.