MAMANDO SEM QUERER, será?



Oi pessoal, somos Paulo e Beth, um casal na faixa dos 60 adeptos do swing, essa aventura aconteceu fim de semana passado, uma loucura que ainda estou digerindo kkk.
Tínhamos marcado com uma singela (solteira no swing) e nos encontramos já na casa de swing, ela estava doida pra dar e nos agarrou e beijou de todas as maneiras, mas como estava com amigos não pudemos ir pra área de interação logo, ficamos conversando. Nisso Beth ficou incomodada com um cara que não tirava os olhos dela, como se a conhecesse, a gente evita ao máximo misturar a vida privada e a liberal. Quando finalmente ficamos só os três o homem se aproximou e perguntou se Beth era uma conhecida dele de outro nome, mostrou sua esposa que estava perto, por sinal muito bonita e começaram a conversar com Beth sobre essa tal amiga que se parecia muito com ela (depois descobrimos que era conversa fiada só para se aproximarem kkk), a singela Bia estava doida pra transar e me chamou pra subir, perguntei a Beth se estaria tudo bem e ela disse que sim, que ficaria conversando com Norman e Luísa. Subi com Bia e fomos transar em uma das três camas coletivas, foi muito bom, mas a cereja do bolo estava rolando lá embaixo.
Quando descemos Beth estava sentada no meio do casal beijando Norman despudoradamente enquanto Luísa a abraçava e beijava por trás, acariciando seu corpo e procurando sua boceta com a mão. Luísa, 52 anos, era linda e estava com uma roupa que revelava todo seu corpo escultural. Cheguei brincando que estava com ciúmes e queria também, sentei ao lado de Luísa e comecei a beijar sua nuca e alisar seu corpo. Bia foi procurar os amigos e ficamos os quatro na área de fumantes, que era bem clara, nisso Beth já alisava o pau de Norman e eu as coxas de Luísa, até que ele sugeriu que fossemos para uma cabine. Os quatro se entreolharam concordando e caminhamos para a área das cabines, só conseguimos uma que os buracos do Glory Hole não fechavam, mas Norman nem reparou e já estava colocando Beth de joelho no banco para comê-la por trás, eu e Luísa estávamos nos despindo e nos agarrando, mamava em seus seios e apertava todo aquele corpo delicioso. Fiquei impressionado com a rola de Norman, era grande mas muito grossa, ainda brinquei que ia estragar meu brinquedinho. Quem conhece casas de swing sabe que essas cabines costumam ser pequenas e tem apenas um banco, então estávamos todos muito próximos, nossos corpos acabavam se tocando em alguns momentos e as posições se tornam um tanto cômicas. Logo já haviam duas rolas nos buracos da parede, Beth, enquanto levava a rola de Norman pegou a pica mais próxima e começou a punhetar, Luísa me aproximou do buraco, ajoelhou e começou a chupar as duas rolas juntas, a minha e a do desconhecido, nossos paus acabavam se esfregando um no outro, era estranho, nunca tive inclinação bi. Ela disse que queria dar para o desconhecido, ele vestiu uma camisinha e ela ficou de costas para ser comida, eu chupava seus seios enquanto ela me punhetava, até que pediu para chupar seu enorme grelo. A posição não era muito favorável já que estava a milímetros da rola que entrava e saía de sua boceta, e foi justamente num entra e sai desse que a rola escapuliu da boceta e entrou de uma vez na minha boca. Não conseguia tirar a cabeça porque Luísa me segurava forte pelos cabelos e o desconhecido FDP aproveitou e bombou forte a minha boca, era algo muito estranho, mas acabei aceitando, afinal, estávamos na chuva e iríamos nos molhar. Ele começou a alternar metidas na boceta dela e bombadas na minha boca, pouco depois ele cravou nela e bombou até gozar. Nisso reparei que Norman e Beth já tinham gozado e assistiam a metida/boquete que acontecia conosco, Norman muito sacana, sentado de pernas abertas, com aquela jeba semiacordada entre suas pernas falou: Agora é minha vez e me puxou pela cabeça, como estava de joelhos, minha cabeça estava na altura do seu pau e fui direto mamar aquele tronco amolecido, amolecido por pouco tempo, porque assim que comecei a mamar ele despertou e ficou enorme, ainda melado de porra. Estava me reconstruindo, derrubando tabus que nunca havia considerado fazer. Luísa puxou meu pau para trás e mamava enquanto apertava meus ovos, Beth veio então dividir a mamada comigo e ficamos apreciando aquela pica divina, mal cabia em nossas bocas de tão grossa que era. Chupamos muito tempo, acabei não resistindo ao boquete que Luísa fazia em mim e gozei na boca dela, sentando um pouco para descansar, Luísa abriu a boca e me mostrou a boca cheia da minha porra, sorri e recebi um delicioso beijo branco, sorvendo parte do meu esperma, Beth então assumiu a mamada em Norman e chupou até ele encher sua boca de porra, aí a safada olha pra mim também e abre a boca mostrando a boca cheia de porra do Norman. Ela sabe que adoro beijo branco, veio então e dividimos aquele leite quentinho que estava em sua boca. Apesar dos anos de swing aquilo era novidade pra mim, principalmente mamar outros caras.
Enquanto relaxávamos apareceu outra rola no buraco e Luísa começou a mamar sem dobrar os joelhos, apenas curvando o corpo, com isso ficou com aquela bunda pra cima, comecei a alisar e a dedar aquele cú gostoso, peguei o gel e fui passando sem que houvesse resistência, não pensei duas vezes, encostei o pau no seu cuzinho e fui colocando devagar. Ela gostava muito de receber no rabinho e quase não houve resistência, sentindo a facilidade passei a bombar com força e sem perdão, imaginando que Norman havia laceado aquele rabo, então me lembro de Beth que chorava baixinho agasalhando aquela tora no rabo bem devagarinho, dava pra ver a dor estampada na sua cara, os olhos vermelhos. Foi quando eu disse que ela não iria aguentar e ela respondeu: Se você vai comer o cú dela ele vai comer o meu. Seguido de um CARALHOOOOO, ENTROUUUUU
Se pregas ali ainda existiam tinham sumido naquele instante, o tronco entrou até o talo e ele parou pra ela se acostumar, pouco depois começou a macetar, não podia caber tanta rola num cú que antes era tão apertadinho. Um comendo o cú da esposa do outro e madeirando sem pena. Outros paus apareceram nos glorys e elas iam chupando e tomando no cú. Não sei quanto tempo demorou, mas demorou. Quando ele retirou o pau do cú dela o estrago era grande, havia um ligeiro cheiro de fezes e sangue no ar, mas a putinha estava com cara de missão cumprida. Tiramos as camisinhas, nos limpamos um pouco e saímos pra tomar umas e comemorar a delícia de noite.

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Comentários


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gerald1974 Comentou em 21/10/2026

Que putaria gostosa!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
MAMANDO SEM QUERER, será?

Codigo do conto:
275260

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
21/10/2026

Quant.de Votos:
2

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