Eu sou loiro, cabelos ralos e barba. Tenho um corpo normal e um bom desempenho sexual com minha mulher. Pelo menos era o que sempre achei. Transávamos até com uma boa frequência, nunca como era quando casamos. Cleusa ainda é uma mulher muito bonita. Tem um corpo perfeito. Ela é morena clara, sempre bronzeada e tem olhos verdes lindos. Seus seios são médios, ainda firmes mesmo depois de amamentar 3 filhos, sua cintura é muito fina, o que realça seu bumbum redondo e relativamente grande. Suas pernas são lindas e suas coxas são grossas. Cleusa sempre usa vestidos que realçam o seu corpo. Gosta de vestidos um pouco acima dos joelhos e com decotes generosos. Suas lingeries sempre são bonitas e sensuais. Adepta a calcinhas pequenas, ela tem uma coleção delas. Sempre que transamos ela faz questão de estrear uma. Cleusa é uma mulher elegante, não fala palavrões e nem altera o seu tom de voz. Quando estamos fazendo se solta bem, mas sempre com elegância. Ela adora chupar meu pau, mesmo quando estamos em casa apenas lendo um livro, sempre sou surpreendido com um boquete muito bem feito. Invariavelmente a finalização é na sua linda boca, sempre ornada com um lindo batom. Ela gosta de engolir meu esperma. Saboreia como se fosse um delicioso néctar. Nunca deixou escapar uma gota. Depois lambe a glande do meu pênis como se fosse um delicioso sorvete. Traz sua boca até mim e beija com muita ternura.
Cleusa mantém sua xoxota e seu ânus sempre depiladinhos. Nem sei como ela consegue mantê-los assim, mas sempre estão prontos para serem chupados ou beijados. Às vezes eu também lhe proporciono sexo oral até ela gozar na minha boca. Não tem dia nem hora marcados. A única exceção é para o sexo anal, sempre tenho que falar com ela antes de comer seu lindo cuzinho. Cleusa diz que meu pênis é lindo. Meu pênis é grosso e tem uns 18cm, é branco com a cabeça bem rosada, ela diz que é o morango dela. Gostamos de ler relatos sexuais juntos, sempre acabamos fazendo amor. Até o acontecido, nunca havíamos falado de colocar outra pessoa em nossa transa. Nos excitava relatos de troca de casais e ménage, mas nunca verbalizamos estes desejos.
Há seis meses mudou para o apartamento de frente um senhor. Ele devia ter um pouco mais de 65 anos, mas era um cara bem afeiçoado. Era moreno claro, cabelos brancos volumosos, bonito, alto e relativamente forte. Era um senhor muito sério e iria morar sozinho. Logo nos primeiros dias Cleusa me disse que ele era um senhor muito bonito, segundo ela, ele devia ser viúvo pois ostentava duas alianças no mesmo dedo de casado.
No sábado eu e Cleusa fomos até a piscina do condomínio. Não iríamos nadar, apenas tomar um drink e ver a algazarra das crianças e bater um papo com algum conhecido. Cleusa estava com um vestido branco soltinho. Este era um pouco mais curto, deixando suas lindas coxas mais expostas.
Eu e minha mulher sentamos numa mesa um pouco mais afastada da piscina, logo percebemos a presença do nosso novo vizinho na mesa ao lado. Ele olhava para a piscina e tomava uma cerveja. Tinha um semblante fechado e pensativo. Na posição que estávamos ele estava ao lado de Cleuza e eu quase em frente a ele.
Minha mulher havia cruzado as pernas, deixando suas coxas à mostra. Em um momento percebi o olhar do senhor na direção das pernas de minha mulher. Natural ele olhar, eu também olharia neste caso. Em um momento meu olhar cruzou com o dele e ele deu um sorriso.
Eu: Oi, é o nosso novo vizinho, né?
Ele: Acho que sim. Bom lugar para ler num sábado.
Eu: Também é de leitura? Nós amamos ler.
Ele: Sim, adoro. Gosto de todos os gêneros, a leitura é minha única companhia desde que perdi minha esposa.
Eu e Cleusa dissemos que lamentávamos. Convidamos ele para a nossa mesa. Ele pegou sua cerveja e copo e veio até nós e se apresentou. Seu nome era Pedro, tem 69 anos, viúvo a 8 meses. Havia mudado para nosso prédio para sair de seu antigo apartamento onde sofria com as lembranças de sua falecida esposa. Não tinham filhos. Disse que eram um casal bem sucedido na advocacia. Passavam a maior parte do tempo viajando pelo mundo e segundo ele aproveitando as coisas boas da vida. Foi um papo legal.
À noite eu e Cleusa fomos a uma pizzaria. Lá coincidentemente encontramos o Pedro. Desta vez ele nos convidou a sentar em sua mesa. Conversamos sobre vários assuntos e ele demonstrou ser uma pessoa gentil e alegre. Em um dado momento ele disse que Cleusa era bem parecida com sua esposa, tinham a mesma beleza. Cleusa agradeceu a gentileza dele. Ele firmemente olhando dentro dos olhos dela, disse que não estava querendo ser agradável, apenas constatando que a beleza das duas eram iguais. Logo me pediu desculpas por ter elogiado minha esposa. Eu disse que estava tudo bem. Disse que ela realmente era linda. A partir deste momento ele se tornou ainda mais galanteador. Por uma vez notei ele olhando diretamente para o decote dela. Senti que ela também notara.
Foi uma noite agradável.
Fomos para o condomínio. Ele foi no carro dele e nós no nosso.
Ao chegarmos em nosso andar ele nos convidou para uma última taça de vinho. A princípio agradecemos e dissemos que já era tarde.
Ele: Por favor, insisto, a quanto tempo não converso com pessoas tão agradáveis, apenas uma taça e libero vocês. - Deu um sorriso - Também quero mostrar um quadro que mandei fazer de minha mulher, vão ver como a Cleusa se parece com Solange. Assim que entramos vimos um imenso quadro onde tinha a pintura de uma mulher sentada de lado em uma linda cadeira, seu rosto estava virado para frente, seus olhos eram verdes, usava um vestido decotado e curto, suas coxas eram lindas. Neste momento senti um frio na espinha, ela era igual à minha esposa, apenas seus lábios eram mais finos. Cleusa deu até um passo para trás.
Eu: Deus, parece muito com Cleusa.
Cleusa: Nem minha irmã parece tanto. Estou arrepiada.
Ele: Não era para assustar vocês amigos, é para verem que eu falei a verdade.
Tomamos mais de uma taça de vinho, minha mulher estava alegre e parecia encantada com o Pedro. Ele não despistava mais seus olhares para as coxas e o decote de minha esposa. Parecia encantado por Cleusa. Eu comecei a me incomodar um pouco. Nunca havia sentido ciúmes de minha esposa, mas naquela hora confesso que senti. Fomos para casa. Minha mulher sentou na poltrona, cruzou as pernas, ficou olhando para a frente e passava o dedo indicador nos seus lindos lábios vermelhos. Eu mais uma vez senti um arrepio ao ver a semelhança de Cleusa com o quadro. Fui até ela e beijei sua testa.
Eu: Em que está pensando meu amor, no quadro ou no Pedro.
Ela respondeu com uma sinceridade que me fez arrepiar.
Ela: Nos dois. Ela parece muito comigo e ele é muito interessante. Já sentiu que conhece uma pessoa e é a primeira vez que a viu.
Eu: Não sei responder. Acho que está se encantando por ele.
Ela: Pedro ou o quadro?
Eu: Pedro, claro.
Ela: Está com ciúmes? É isso?
Eu: Não é bem ciúmes, estou incomodado da forma que ele olha para você e da forma que está cedendo aos galanteios dele.
Ela me olhou fixamente com seus olhos verdes e disse: "Cedendo é uma palavra forte, estou talvez curiosa para saber até aonde ele quer chegar."
Eu: Na cama com você, é isso que ele quer.
Ela: Ele querer não quer dizer que eu aceite. Olha amor, pela primeira vez desde que eu te conheço, estou sentindo que está com ciúmes. Natural. Também é a primeira vez que você me vê interessada por outra pessoa. Não no sentido que sua cabeça pensa, é no sentido de curiosidade.
Eu: Minha amada, sua curiosidade podem levar a concessões que mudará nossas vidas.
Ela: Deixa de ser dramático e ciumento, não combina nada com um homem confiante como você. Vem cá.
Ela me puxou pela mão, desceu minha calça e começou a passar sua deliciosa língua na cabeça de meu pênis.
Ela: Relaxa amor, sempre neste momento ele já pulsa entre os meus lábios. Por que está flácido assim? Está com medo de me perder para o Pedro. Me perder não vai nunca, a não ser que não me queira mais.
Eu: Medo natural, você é uma mulher linda e sexy, chama atenção de qualquer homem. Ele te deseja, é explícito.
Ela riu e voltou a me chupar. Meu pau foi ficando duro. Ela era especialista em um boquete. Comecei a acariciar seus seios.
Eu: Ele não tirou os olhos dos seus seios.
Ela: Nem das minhas coxas. Isso te incomoda, sua mulher ser desejada. Sempre fui desejada por outros homens, amor. Mas só me interessa o seu desejo.
Ela chupou meu pau com mais força, parou e me puxou até o quarto. Tiramos nossas roupas e deitamos. Levei minha mão até sua xoxota lisinha e ela estava muito molhada.
Eu: Está assim por mim amor?
A resposta que ouvi me fez balançar.
Ela: Também.
Eu: Também?
Ela: Sim, claro que me excitei com os olhares do Pedro. Acontece que sou mulher e estou com meus hormônios ainda trabalhando. Lá na casa dele eu me excitei sim, mas quem vai fazer amor comigo é você amor da minha vida.
Fizemos amor e gozamos juntos.
Dois dias depois, Cleusa me disse que receberíamos um casal de amigos e mais uma amiga para uma rodada de jogo lá em casa. Disse que nossa amiga tinha acabado o relacionamento e que iria chamar o Pedro para apresentá-la para ele. Nossa amiga era uma mulher linda. Não fiquei muito feliz com a ideia dela, mas por medo que ela achasse que eu estava com ciúmes do Pedro, aceitei.
No sábado eles chegaram e formamos as três duplas. Jogamos e tomamos várias taças de vinho. Por volta de uma hora da manhã eles foram embora, ficando só o Pedro esperando-me pegar uma ferramenta que lhe seria útil. Eu fui até a área do apartamento pegar a ferramenta. Custei a lembrar onde havia colocado. Assim que cheguei na sala eu notei que algo havia acontecido, só não sabia o que. Pedro pegou a ferramenta, despediu e foi para seu apartamento. Eu perguntei a Cleusa o porquê daquele clima.
Ela: Você quer saber mesmo? Promete que não vai ter nenhuma reação machista. Sei que não é do seu feitio.
Eu: Fale amor, você me conhece.
Ela: Quando foi pegar a ferramenta eu perguntei a ele se havia gostado da nossa amiga. Ele disse que ela é linda e interessante. Mas o que ele quer não é ela. Eu disse que a outra era casada. Então ele disse que a que ele sonha em ter na cama era casada, mas não era nossa amiga, era eu. Disse que precisa me possuir. Aproximou-se de mim e me deu um selinho. Logo você entrou
Eu: Filho de uma puta. E você não disse nada a ele?
A resposta dela me fez suar frio.
Ela: Não, não tive forças para reagir. Talvez lá no fundo seja um desejo meu, sei lá.
Eu fiquei indignado. Ela me acalmou e disse que é natural este desejo.
Ela: E se eu ceder ao desejo dele, me mataria? Largava de mim? Mataria ele? Não vejo isso em você.
Eu: O que vê em mim, um corno?
Ela: Não se é corno quando não é traído.
Eu: Quer que eu seja um corno manso?
Ela: Não, não quero. Sempre fomos fiéis. Nunca houve traição. Estou falando de desejo.
Eu: Deseja fazer amor com ele?
Ela: Desejo fazer amor com você. Com ele eu faria sexo. Desculpe amor.
Fui ao banheiro tomar banho e ela ficou sentada na sala.
Quando saí perguntei para ela: "Preciso me preocupar com você e ele?"
Ela: Ainda não.
Eu: Ainda? Quer dar para ele.
Ela: Quero, quero muito. Ele disse que me faria subir pelas paredes. Não estou dizendo que vou dar, estou dizendo que quero.
Dormi emburrado e virado de costas para ela. Ela de madrugada encostou sua xoxota lisinha e melada na minha coxa. Ela esfregava lentamente sua xoxota em mim. Senti que ela estava nua. Ela pousou a mão sobre o meu pau. Ele endureceu na hora. Ela começou a me masturbar e a beijar minha nuca.
Ela: Vem amor, me faz gozar, vem. Coloquei ela de quatro e fui até sua xoxota melada, estava escorrendo. Meti com força e gozei. Quase que na mesma hora tive outra ereção e comi o cuzinho dela.
Ela: Tá vendo, aquela conversa mexeu até com você. Já estamos bem velhos para ciúmes meu amor. Nunca vou te largar.
Eu: Vai dar para ele?
Ela: Não sei. Se der, você vai saber.
Três dias se passaram e eu tive que resolver um problema numa cidade vizinha. Não havíamos mais tocado no assunto, mas a cada dia ela estava mais pensativa.
Ela: Que horas vai voltar hoje?
Eu: Bem provável que as 19hs. Por que?
Ela: Para eu te receber com uma surpresa.
Me beijou e se despediu de mim
Quase às 19hs eu cheguei. Assim que enfiei a chave na porta percebi que ela estava aberta. Empurrei a porta, fechei e fui em direção ao nosso quarto.
Ela estava deitada na cama, de pernas abertas, com os olhos verdes me olhando. Instintivamente olhei para a xoxota dela. Estava vermelha e com um líquido branco viscoso escorrendo. Com certeza era esperma. Seus seios estavam vermelhos e marcados. Dei um passo para trás.
Ela: Vem amor, deita ao meu lado.
Eu: O que é isso, Cleusa?
Ela: É como o Pedro me deixou.
Eu: Não acredito.
Fui para perto dela e ela estava ainda ofegante.
Ela me mandou deitar ao lado dela. Eu chorando deitei. Não sabia se batia nela ou se ia até o apartamento dele e o matava.
Ela: Não chora, não pensa bobagem, apenas me acaricie. Tive horas de muito sexo. Ele me possuiu de todas as formas. Gozei muitas vezes. Ele é um monstro metendo. Bateu no meu rosto, na minha bunda, comeu meu cuzinho. Mordeu meus seios, me chamou de puta. Disse que era assim que ele fazia com a mulher dele. Eu queria mais. Pedi mais e mais. O pau dele é enorme, grande e grosso. Ele me rasgou. Amor, foram horas de sexo que nós nunca fizemos. Estou toda fodida. Amei, amei dar para aquele monstro. Amei ser puta dele. Desculpa amor. Eu te amo, mas precisava saber o que ele queria comigo.
Eu chorando disse: "Não consigo fazer nada contra você, te amo muito. Mas vou acabar com a vida daquele velho filho de uma puta.
Ela: Não vai. Ele foi embora.
Eu: Como?
Ela: Ele não voltou para o apartamento, ele vai mandar buscar a mudança e foi embora. Por favor amor me abrace.
Eu a abracei e vi às lágrimas escorrendo dos olhos dela. Choramos abraçados. Ela começou a acariciar meu pau que ficou muito duro. Não queria, mas ele não me obedecia. Ela me fez tirar a roupa e pediu para mim deitar sobre ela. Ela pegou o meu pau e colocou na sua xoxota lambuzada de porra. Era muita porra dentro dela. Ela rebolava e me beijava com sua boca cheirando a porra.
Ela falando de uma forma que nunca falou, disse: "Me fode puto, me faz gozar no seu pau. Olha como a buceta de sua puta está arrombada e cheia de porra de outro macho. Vai, quero gozar novamente. Vai amor, sou uma puta."
Mesmo chorando eu metia nela. A xoxota dela estava larga e cheia de porra, o barulho era de algo encharcado. Comecei a meter nela com força. Seus seios estavam marcados. Eu comecei a mamar nela e também a morder seus seios.
Ela: Isso puto, faz comigo o que aquele macho fez.
Ela rebolava e mordia meus ombros.
Ela: Seu pau está muito duro. Bate em mim, eu mereço.
Eu socava e dei dois tapas no rosto dela.
Ela: Vou gozar na sua rola. Vou gozar puto. Sua mulher é uma puta. Ela gozou muito. Acalmou seu corpo e começou a me beijar. Eu metia nela. Ela saiu de baixo de mim e ficou de quatro. Abriu suas nádegas expondo o seu cu arrombado e todo sujo de porra. Eu enfiei meu pau naquele buraco enorme. Batia na sua bunda e ela pedia mais. Reparei como as nádegas dela estavam vermelhas. Eu a segurei pela cintura e gozei o seu cu.
Ela: Isso amor. Você encheu o cu de sua puta com muita porra. Deita aqui amor.
Eu: Não acredito que fez isso comigo, Cleusa.
Ela: Fiz. Não me arrependo e adorei ser puta daquele homem. Sempre fui sua mulherzinha. Agora aprendi como é gozar sendo puta. Amor, me trate sempre como uma puta.
Passado uns dias ela se recuperou. Voltamos a nos falar normalmente, mas ainda não tínhamos feito amor. O Pedro realmente havia se mudado. Nunca mais apareceu.
Eu: Cleusa, como vamos ficar?
Ela: Por mim ficamos juntos. Não amei o Pedro, foi apenas uma tarde de sexo. Amo você e transamos milhares de vezes. Foi algo que quis fazer. Quero dar muito ainda para você, mas não como uma dama, quero dar como puta.
Eu: Então o que restou para mim é ter sido corno?
Ela: Não foi. Quero que seja meu macho até o último dia de minha vida. E esse assunto está te deixando de pau duro.
Era verdade, eu estava com tesão.
Ela: Vem me arrombar com seu pauzão.
Ela levantou o vestido e desceu a calcinha e ficou de quatro.
Ela: Arromba o meu cu. Enche o meu rabo de porra. Enfia sem gel. Me faz de puta.
Eu metia nela como se fosse uma puta. Ela gozou tomando no cu. Gritava e pedia para ser fodida.
Depois desse dia transamos quase todos os dias.
Um dia chego em casa e ela me esperava toda sexy.
Ela: Amanhã é seu aniversário, nossos filhos vão vir. Então tenho uma surpresa para você. É um presente que fiquei te devendo. Você é meu amor. Vai tomar banho e vem para o quarto.
Quando entro no quarto tinha uma mulher linda deitada peladinha.
Eu assustei.
Ela: Hoje eu quero ver você foder essa puta a noite toda. Te amo amor. Ela sentou e ficou olhando-me comer a puta de todas as formas. Quando amanheceu a garota foi embora. Tomamos um banho e ficamos esperando os filhos.
Até hoje estamos bem. Nunca mais falamos do Pedro.
paulopinto